O Estado do País 2016

E a BBC faz uma coisa que a RTP não faz.

A BBC quando trata um tema ouve sempre o contraditório, e tenta dar o mesmo espaço mediático a ambos os lados. Aqui para quem está atento o jornalismo é claramente enviesado e parcial. E isso na RTP é vergonhoso, vergonhoso mesmo. Custa muito perderem uns dias a ler a BBC online e a ver para aprenderem como se faz?

A RTP, infelizmente, está de rastos. Só apresenta ( muito) más cópias das tvs privadas.

Como está, é um verdadeiro sorvedouro dos contribuintes.
 
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E devo dizer que não tenho nada pessoal contra o pimba. Eu gosto de ver ao vivo uma boa banda popular do Norte, entre amigos é divertido ouvir ao vivo o Quim Barreiros, os Minhotos Marotos ou o Canário e as suas desgarradas. Mas estou a falar de pessoas que tocam instrumentos, ou que têm letras próprias, a canção com malandrice e crítica social tem tradição no Minho.

O pimba que vemos na TV é outra coisa, letras e músicas copiadas da América Latina, gente que não canta e só faz playback, mas os agentes têm boas cunhas e arranjam aparições na TV e concertos pagos pelas câmaras nas festas locais.
 
E devo dizer que não tenho nada pessoal contra o pimba. Eu gosto de ver ao vivo uma boa banda popular do Norte, entre amigos é divertido ouvir ao vivo o Quim Barreiros, os Minhotos Marotos ou o Canário e as suas desgarradas. Mas estou a falar de pessoas que tocam instrumentos, ou que têm letras próprias, a canção com malandrice e crítica social tem tradição no Minho.

O pimba que vemos na TV é outra coisa, letras e músicas copiadas da América Latina, gente que não canta e só faz playback, mas os agentes têm boas cunhas e arranjam aparições na TV e concertos pagos pelas câmaras nas festas locais.


Muitos programas não têm realmente qualidade.
Mas o que deve ditar o fim ou não de determinados programas é a lei do mercado.

E o que se observa é que, muitas vezes, esses programas têm grandes audiências.

Como não creio que a audiência seja composta por marcianos, há muitas pessoas que se armam em intelectuais, que dizem cobras e lagartos desses programas, mas são espectadores assíduos.
E, se calhar, alguns até aqui do fórum.

No fundo, é um problema cultural.
 
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Entretanto, a Geringonça revogou a fusão dos transportes de Lisboa e a subconcessão do STCP do Porto. E também revogou o plafonamento dos vencimentos da administração da CGD.

Tudo em nome da igualdade e do serviço público, claro.

Já se sabe quem é que vai pagar a conta...

A culpa é de quem votou neles...
 
Estado português rejeita barco antigo carregado de ouro

http://economico.sapo.pt/noticias/e...ta-barco-antigo-carregado-de-ouro_251659.html

Restava saber quem tem jurisdição sobre o tesouro encontrado: "O governo da Namíbia", respondeu Noli ao site da cadeia norte-americana de televisão. Porém, há algo mais a dizer: "Esse é o procedimento normal quando um barco é encontrado numa praia. A única excepção é caso se trate de um navio de estado se navegar sob a bandeira de um determinado país - nessa situação, é o país de origem que tem direito a tudo. Neste caso, o barco e todo seu conteúdo pertencia ao rei de Portugal. Contudo, o Estado português, com uma atitude muito generosa, abdicou desse direito, permitindo que a Namíbia ficasse com o achado."

Vergonhoso. Um completo desrespeito pela história da nação. A Espanha nunca abdica dos seus galeões que estão afundados há centenas de anos. É um precedente perigoso. Há navios portugueses um pouco por todo o mundo. Qualquer dia destes ainda vai ser encontrado um (ainda mais) recheado de ouro e jóias (como por exemplo o Flor do Mar algures na Indonésia) e os processos judiciais arriscam-se a ser mais complexos do que já são.
 
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Obviamente que isso é deplorável, mas eu não mudo a minha opinião.

Duvido que alguém tenha isso em mente.
A verdade é que se os Portugueses quiserem ver TV sem pimbalhada, dos 4 canais, só podem contar com a RTP2. Mesmo a informação neste canal é bem mais concisa e menos dada ao espectáculo Depois, claro, há a oferta por cabo e a liberdade que ela oferece. Para quem, como eu, normalmente vê televisão da meia-noite em diante, a questão é menos grave, pois mesmo nos generalistas lá aparece uma ou outra coisa com mais qualidade, nomeadamente séries. No entanto, dá-se demasiada atenção e peso à TV. Por vezes fala-se como se fosse televisão ou nada. Não é assim. Mesmo para idosos com pouca mobilidade, a rádio pode ser uma boa alternativa, até pelo lado regional que oferece. Para outros, mais jovens e activos, então não só há milhentas alternativas como elas são recomendáveis. E muitas delas não custam um cêntimo. Há vida para além da TV.
 
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Duvido que alguém tenha isso em mente.
A verdade é que se os Portugueses quiserem ver TV sem pimbalhada, dos 4 canais, só podem contar com a RTP2. Mesmo a informação neste canal é bem mais concisa e menos dada ao espectáculo Depois, claro, há a oferta por cabo e a liberdade que ela oferece. Para quem, como eu, normalmente vê televisão da meia-noite em diante, a questão é menos grave, pois mesmo nos generalistas lá aparece uma ou outra coisa com mais qualidade, nomeadamente séries. No entanto, dá-se demasiada atenção e peso à TV. Por vezes fala-se como se fosse televisão ou nada. Não é assim. Mesmo para idosos com pouca mobilidade, a rádio pode ser uma boa alternativa, até pelo lado regional que oferece. Para outros, mais jovens e activos, então não só há milhentas alternativas como elas são recomendáveis. E muitas delas não custam um cêntimo. Há vida para além da TV.
Além da pimbalhada, são as novelas( a TVI é especialista nisso), são os programas da Fátima Lopes e são aqueles conteúdos que posso dizer sem problemas, pornográficos. Enfim programas sem qualquer interesse, e que pouco contribuem para a nossa sociedade.
 
Além da pimbalhada, são as novelas( a TVI é especialista nisso), são os programas da Fátima Lopes e são aqueles conteúdos que posso dizer sem problemas, pornográficos. Enfim programas sem qualquer interesse, e que pouco contribuem para a nossa sociedade.

Não especifiquei porque, para mim, isso tudo está englobado no termo genérico 'pimbalhada'. :) (Mas atenção, como alguém que viveu a infância nos anos 80, em miúda não passava sem o Roque Santeiro, excelente exemplo, aliás, de uma mordaz crítica social em formato telenovela). :) No entanto, os canais transmitem aquilo que dá audiências. No dia em que os telespectadores derem audiências irrisórias a todo esse tipo de programas, eles acabam. É a lei da oferta e da procura. Isto vai dar tudo ao mesmo, como já mencionei noutros posts sobre temas diferentes: a programação é um reflexo dos telespectadores e das suas escolhas.
 
Eu admito sem problemas que quando era criança vi algumas novelas. Era o que dava à hora do jantar numa altura em que a oferta era quase nula e não havia internet. Lembro-me da Próxima Vítima, que toda a gente via, tinha um certo suspenso e um enredo razoável. A Tieta, que chocou com a relação entre tia e sobrinho, tinha uma abertura com uma mulher quase nua que hoje seria proibida, uma interessante crítica social. A Dona Beija na RTP2, enredo histórico. E tinha em casa em VSH boa parte do Roque Santeiro. Tudo com actores que vinham do teatro e do cinema, pessoas com grande experiência, bons guionistas, enredos inspirados na literatura e em peças de teatro. A telenovela em si não é necessariamente um mau produto televisivo, mas a partir de um certo momento os bons actores envelheceram, a qualidade dos enredos decaiu, o produto esgotou-se. Nos anos 80 todas as classes sociais assistiam, os homens assistiam, e havia poucas mas com qualidade, embora Portugal já fosse caso único na Europa, era o único país que colocava um produto da América Latina em horário nobre. Portugal neste momento até exporta novelas e já ganha prémios, o problema parece-me estar no domínio total e absoluto da telenovela, não se produzem séries, nem telefilmes, nem documentários, não há inovação, e a telenovela é neste momento um produto voltado para os mais idosos e para as crianças, e pessoas com pouca formação escolar, como mostram estudos de mercados. Portanto os adultos e as pessoas com mais formação que propostas interessantes têm de entretenimento nacional? Nada.
 
A SIC é uma cópia barata da TVI. Entre SIC e TVI não há diferenças, porque as duas dão, programas da treta, programa de cartas, novelas e mais novelas e programas de pimbalhada até a SIC foi atrás da TVI que faz o Somos Portugal. :rolleyes:

Os únicos programas que ainda me prendem à tv, é o The Voice (sem dúvida o melhor programa de entretenimento e muito bem feito pela RTP) e o Got Talent Portugal.

Depois, é uma emoção com o Festival da Canção para levar pimbalhada à Eurovision, o povo é assim votam na pimbalhada e depois ficam chocados com a classificação de Portugal lá fora, mas também um país que leva os Homens da Luta ao ESC diz tudo da inteligência do país. :rolleyes:
 
Absolutamente de acordo principalmente a TVI, todos os dias novelas é por essas e por outras que já deixei de ver a TVI há muito tempo.
E a BBC faz uma coisa que a RTP não faz.

A BBC quando trata um tema ouve sempre o contraditório, e tenta dar o mesmo espaço mediático a ambos os lados. Aqui para quem está atento o jornalismo é claramente enviesado e parcial. E isso na RTP é vergonhoso, vergonhoso mesmo. Custa muito perderem uns dias a ler a BBC online e a ver para aprenderem como se faz?

Já há muito que não é assim. A BBC teve que levar o mesmo caminho das generalistas britanicas, apesar de continuar qualidade superior inquestionável.
Mas é algos que já aconteceu em Portugal, Espanha, etc... até mesmo nos canais do cabo, em que se viam documentários que nos obrigavam a pensar no assunto tratado e obtinhamos a opnião relativo ao que que passava e não ao relatado.

Mas a comunicação social foi tornada para ser comercial.... o que não vende não aparece ou é relatado. Muito semelhante à política, só tem nuance o político que for peixeiro... Politicamente correcto dizem que é populista.
 
Isso da programação televisiva é um tópico muito denso e engloba muitos outros tópicos. Desde logo a clivagem entre a malta mais conservadora (e beata) e a malta mais liberal.

Considero a televisão portuguesa até bastante conservadora mas que inevitavelmente segue a tendência alheia. Vou primeiro olhar lá para fora começando pelo ícone da televisão musical que hoje em dia já não tem a mesma importância que outrora teve: a MTV. Este é um canal que mudou bastante nos últimos 20 anos tendo acompanhado a indústria musical. Aliás, a mudança está a ser tão rápida que as pessoas não têm uma noção completa. Um IPhone há 15 anos seria algo quase inimaginável.

A indústria musical mudou muito. Antigamente, as músicas até podiam ser foleiras (e muitas eram) mas os vídeos permaneciam mais ou menos imunes à nudez, aos palavrões... Hoje em dia é muito diferente. A música continua foleira (especialmente a de discoteca que não é mais que a repetição da mesma coisa) mas a nudez é endémica. Mesmo as cantoras que não são propriamente magras são, aposto eu, forçadas a dançar de forma sensual (e se tivesse que apostar diria que não combina com a sua personalidade; mas são exigências da indústria):



Concordo com as feministas quando elas criticam o sexismo quase institucional (a mulher é sempre a entidade fraca e sexualizada). Isto está patente em tudo incluindo nos jogos de vídeo. Para os homens pode parecer uma realidade estranha mas é o normal tendo em conta o status quo. A cultura masculina em larga maioria não aprende nem disseca tudo o que envolve a mulher. O homem cresce com uma realidade quase tabu. As queixas femininas são ignoradas ou rapidamente desqualificadas.

Repito que discordo da abordagem feminista. As mulheres nunca conseguirão normalizar a nudez feminina porque esta envolve circuitos biológicos básicos inerentes ao ser humano (à semelhança da fome ou da sede). Não somos seres com ciclos reprodutivos fixos. Daí que interprete as manifestações em topless como fúteis e contraproducentes. Paradoxalmente, as feministas deviam atacar ferozmente os denominados ícones femininos: Beyoncé, J. Lopez e especialmente a Rihanna que tem pelo menos 1 vídeo (Work) em que mostra quase explicitamente os mamilos. Isto passa na TV a qualquer hora. Apelos aos instintos básicos elicitarão respostas básicas. É como o Trump apelar à violência contra os manifestantes e ficar chocado quando há alguém que efetivamente age. Claro que algumas feministas dirão que é uma restrição da sua liberdade sexual. É um argumento válido. Mas enfatizo a biologia, força motriz da sobrevivência.

Na televisão portuguesa (TVI), há o Love on Top. Pessoalmente acho o programa um freak show. Homens e mulheres extremamente sexualizados/as. Depois há sempre as intrigas. Se não surgirem naturalmente a produção certamente inventa algumas. Voltando à MTV, este canal tem um programa muito semelhante: Jersey Shore. O Jersey Shore é o Love on Top a esteróides. São pessoas que todos os dias saem para as discotecas e os engates frívolos não só são a norma como são glorificados. Não acredito que tal formato chegue a Portugal a curto prazo. Mas temos algo semelhante, nomeadamente as cenas de sexo ocasionais debaixo dos lençóis sem referências explícitas no programa (já vem desde o Big Brother que é apenas o antecessor do Love on Top com pessoas 'normais'). É o que dá um país onde o catolicismo ainda é forte. Alguma vergonha ainda existe (algo que deve mudar muito brevemente por razões que abordo a seguir).

Ainda na TV portuguesa, considero que o principal canal responsável pela disseminação e enfatização dos valores 'liberais' (refiro-me ao ID do Freud) é mesmo a SIC Radical mediante o seu programa denominado Curto Circuito (desde 1999). A internet inevitavelmente contribuiria mas o programa foi, a meu ver, a semente em Portugal. A televisão portuguesa nunca teve, nem tem, programas atrativos para os adolescentes. Nesse campo o CC foi e é único. O programa não é propriamente muito construtivo (à semelhança dos programas dos 'adultos') e vou resumir os motivos:



Voltando ao princípio, a malta mais conservadora e a malta mais liberal pode, e certamente vai, discordar acerca das liberdades individuais, especialmente no que concerne aos conteúdos televisivos. Mas acho que é inegável para ambas as fações que a cultura influencia todos. A omnipresença da cultura sexualizada tem efeitos bastante visíveis. Crianças muito jovens (algumas com 7) estão a aprender sobre sexo muito cedo e muito depressa. Antigamente havia sempre um familiar por perto (geralmente a mãe) que restringia a aprendizagem precoce (em segredo sempre houve, claro). Hoje em dia temos uma sociedade com informação a mais (internet) e supervisão a menos (pais a trabalhar, ausência de avós...). Nos próximos 15 a 20 anos a sociedade será muito diferente. E temo que não será necessariamente para melhor.

Na Polónia foi recentemente empossado um governo de direita. Uma das posições mais polémicas é a importância dada à Igreja, nomeadamente nas emissões televisivas. Pessoalmente, acho que a caixa de pandora já está aberta e não há forma de voltar atrás. É também para mim um dilema a posição que a Igreja deve ter na sociedade. Jesus enfatizou a escolha livre. Mas um católico pode ser acusado de ambiguidade se tiver um estilo de vida cristão e defender o liberalismo para os outros. É uma temática bastante complicada. A tirania raramente cria crentes verdadeiros (só mesmo se forem endoutrinados desde cedo). E as pressões para que as pessoas ajam de uma determinada forma às vezes criam o oposto (o crescimento brutal do Cristianismo na China por exemplo).

De qualquer das formas, penso que a malta (religiosa) conservadora terá um trabalho hercúleo em tentar passar as suas crenças e virtudes para a geração seguinte. Mas também não acho que a malta liberal vá ter vida fácil. Os conteúdos televisivos e musicais estão permanentemente a apelar aos instintos básicos: violência, consumo de drogas, promiscuidade... E isso torna-se perniciosamente na norma. As culturas asseguram a sua sobrevivência mediante a transmissão de determinados valores e crenças de geração em geração. O liberalismo total não só é utópico como tende a dissolver as ligações entre as pessoas. Uma comunidade que não está unida destrói-se. A família típica está a ser destruída. Claro que a malta mais liberal pode dizer que as pessoas têm o direito de casar como quiserem (verdade) e que a família típica não é necessariamente funcional (também verdade). Mas o que a malta liberal nunca diz é que a instabilidade familiar cria muitas mães solteiras (2013). E as mães solteiras têm um risco mais elevado de serem pobres (algo muito visto nas comunidades afro-americanas e reforçado pela subcultura do rap -> drogas, violência, mulheres...). E a pobreza continua a ter ramificações e consequências muito graves. Muito mais poderia escrever, como por exemplo sobre o casamento, mas não vou para a publicação não ficar ainda maior.

Concluo escrevendo que mesmo nos países do sul há pior que Portugal. Como por exemplo a Itália:



Em termos gerais a primeira reação dos homens será de interesse e a das mulheres (assumo eu) será de repulsa. Mais interessante ainda, e como já escrevi, são as consequências perniciosas na cultura e nas crianças, que são os futuros adultos e que podem não ter os recursos cognitivos para assimilar e estruturar a informação. Os adultos, com mente já formada, poderão pensar que para as crianças não faz mal porque não faz a eles. Novamente, quando se apela repetidamente aos instintos básicos sem que haja uma estrutura racional superior e forte o suficiente para os conter (Ego e SuperEgo do Freud) a única coisa que se terá são instintos descontrolados. Aliás, é isso mesmo que acontece na guerra. Os inimigo não é humano nem merece viver (desumanização).

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Acrescento que, e isto é uma repetição (sou repetitivo eu sei), ao contrário da Sara Sampaio não vejo como é a que a nudez dá poder. Mas mulheres e homens não pensam necessariamente da mesma forma. As mulheres queixam-se mas ao mesmo tempo ganham muito dinheiro à custa do status quo que as rebaixam continuamente. Infelizmente pagam umas pelas outras (como em quase tudo na vida).

Ando a escrever de mais. Vou mas é de férias de Verão :p
 
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Sem querer puxar as polémicas clubistas,regionais. O Porto Canal tem conteudos generalistas super equilibrados programas de Moda,Historia,debate politico,ciência,psicologia clinica muito mas muito acima da média. Os noticiários não puxam ao sensacionalismo mas mais á transmissão da informação identico ao que Frederico referiu que se passa em Espanha.
Têm programas de humor e claro musica popular que dão a voz popular a festas populares,etc sem cairem na pimbalhada exagerada.
O Porto Canal é logico tem a vertente do clube da cidade mas mesmo os programas curiosamente sobre o clube FCP que até tem má fama no pais, sao programas com qualidade sem grandes lavagens cerebrais ou incendiários como acontece em outros canais.
Percam um pouco do vosso tempo e verão que é um canal de grande qualidade.Por algum motivo o Julio Magalhães saiu da tvi.
Ok o Porto Canal o mais radical que tem sao os comentarios do Pedro Arroja mas pronto é para equilibrar temos tantos e tantos comentadores sensacionalistas de esquerda a dizer maluquices o Porto canal tem o Pedro Arroja.
É um canal mais conservador, talvez politicamente tambem mais conservador mas com muita qualidade mesmo a serio. Têm programas de historia,moda,mundo academico brutais.