O Estado do País 2016

corta-se na ração da palha mas sujeita-se o animal ao mesmo trabalho.

a austeridade expasionista já só existe nos pafientos... até o IMF já desistiu disso.

O problema é complexo. Se não fosse porque é que o Maduro não deixa de vender ouro e imprime mais bolívares? Porque é que Angola não imprime Kwanzas ao invés de pedir dinheiro emprestado ao FMI à Gemcorp? É uma boa pergunta para um comunista como tu responder não é? :D

E não venham com os inimigos exteriores. Que eu saiba a política monetária ainda está nas mãos do Maduro e do Rodrigues dos Santos.

Os EUA são um caso à parte. A sua moeda é usada na maioria das transações comerciais internacionais. Como tal a inflação é controlada.

47 mil milhões para um banco que já aumentou o seu capital em 16 mil milhões e despediu milhares de postos de trabalho...

Vem ai o Monte dei Paschi italiano.

Dilema de alemão: Não queremos pagar pelos mais fracos. Mas se não pagarmos a UE desaparece (e com isso as vantagens associadas). É apenas irónico que os inevitáveis buracos do DB sejam provavelmente maiores que as economias conjuntas da Grécia e de Portugal :D
 
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Os EUA são um caso à parte. A sua moeda é usada na maioria das transações comerciais internacionais. Como tal a inflação é controlada.

a arma do crime está encontrada.


Médicos continuam a não querer vir para o Algarve

Não houve candidaturas aos concursos para colocação de médicos na região nas áreas de Nefrologia, Radiologia e Anestesiologia, enquanto que na de Oncologia Médica terá havido algum interesse inicial, mas os candidatos acabaram por desistir.

Mais um...

que dirá a ordem dos médicos? não dirá nada. Isto tem de ser feito com outro tipo de medidas, daquelas que os senhores médicos não gostam: a colocação administrativa compulsiva.
 
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Ingressam poucos algarvios em Medicina. É esta a raiz do problema.

Os algarvios não conseguem competir com as médias internas das escolas do Norte. No ano em que ingressei no curso só na minha faculdade eram 60 e tal caloiros de um colégio conhecido por inflacionar notas. A política de algumas escolas públicas algarvias passa por não dar mais de 17 ou 18 a um bom aluno mas mais a Norte é comum haver alunos com médias internas acima de 19. Conheci aliás alunos de colégios com médias de testes 16 e que terminavam o ano com 20!

Enquanto não se encontrar um sistema mais justo de acesso ao Superior os alunos do Alentejo, Algarve e Interior Norte continuarão a ser descriminados em relação aos alunos das áreas urbanas do Porto, Braga, Lisboa e Coimbra no acesso ao Superior. Os alunos das ilhas desenrascam-se porque têm vagas só para si e têm ciclos básicos de Medicina nas regiões autónomas.
 
Apesar de achar que o Governo atual é mau, também tenho que reconhecer que o anterior PSD/ PP não foi muito melhor. Não fez as mudanças estruturais que o país necessitava e varreu o lixo para debaixo do tapete como todos os outros...

O anterior Governo poderia ter ido muito mais longe mas não é fácil.

Muitas das reformas que o país precisava e que foram acordadas com a troika não avançaram por causa do «sistema».

Se o PSD fizer uma modernização do mapa dos concelhos perderá muito poder a nível local pois a maior parte dos concelhos inviáveis (muito pequenos e com pouca população) estão no Norte e no Centro, onde o PSD domina a nível local. Além do mais é uma reforma que teria de ser feita com o apoio do PS. Na verdade o PS até ganharia a longo prazo, pois cortaria centros de poder a nível local ao PSD. Aquela reforma das juntas para inglês ver está muito mal feita, por exemplo, fundiram numa freguesia Moncarapacho e a Fuzeta o que é ridículo, duas povoações com alguma população e dimensão para serem freguesias. O problema mor das freguesias estava a nível urbano, nos centros de Lisboa, Porto, Coimbra, e mesmo aí é necessário cuidado, há questões de forte identidade a nível de bairro. O grosso da despesa não está nas freguesias, está sim nos concelhos, portanto não deveriam ser muito mudadas, o importante sim é fundir concelhos e isso já foi feito no século XIX, dezenas de concelhos passaram a freguesias. Uma reforma que extinga umas dezenas de concelhos seria impossível, o aparelho do PSD não admitiria, só com um compromisso muito forte com o PS, o apoio do Presidente da República, forte pressão internacional, naqueles meses a seguir à vinda da troika até talvez tivesse sido possível fazer algo.

Já no que diz respeito a reformas que reduzam a despesa do Estado Social é muito complicado com a Constituição que temos, muito ideológica. Face à natalidade que existe e ao aumento da esperança média de vida as pensões mais altas deveriam sofrer cortes permanentes, ou isto ou aumentar impostos e asfixiar ainda mais a economia. Não há volta a dar, quem diz o contrário mente, 2+2=4 mas eles dizem que não. Também é muito difícil mexer no SNS. Eu sou a favor de um novo sistema, onde quem mais tem pague taxas moderadoras mais elevadas, onde a ADSE se estenda a todos os cidadãos, e haja uma maior autonomia dos centros de saúde. Nada disto prejudicará quem precisa, o SNS precisa de mais dinheiro por causa do envelhecimento da população e do avanço científico. É possível melhorar muito o sistema, mas a Constituição poderá não permitir porque diz que o SNS deve ser tendencialmente gratuito.

Contudo existem reformas que não avançaram por falta de coragem e de preparação política. não se mexeu muito no Estado Paralelo, há muita duplicação de serviços a nível local entre serviços prestados pelas IPSSs e pelas autarquias e Segurança Social e aí poderia haver grandes cortes. Além do mais há um problema, o Estado não pode despedir. Portanto se se encerra um serviço desnecessário a despesa com pessoal manter-se-á.

Portanto estamos numa prisão institucional, não se pode reformar por causa de aparelhos partidários e da Constituição. O Regime e as coisas só poderão mudar de uma forma: um acordo entre o PS, o PSD e o CDS imposto pelo PR. Ora tal com este PS é impossível, por causa de uma geração dominada por Vieira de Silva, que ainda vive nos anos 60 e 70. E não creio que tenhamos PR para isso. A última vez que o Regime esteve preso foi no marcelismo, por causa da questão colonial. O Regime acabou como se sabe. Agora bastará virem ventos agrestes da Europa para o Regime cair: afinal não há dinheiro.
 
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A austeridade passista é fácil de explicar.

Corta-se nos salários e pensões e aumentam-se impostos para frenar o consumo e reduzir importações e assim equilibrar a balança.

Espreme-se um pouco mais o sector privado com o controlo da fuga ao IVA pelo comércio ou restauração e aumentam-se IMIs ou IRS.

A austeridade teria funcionado se os impostos tivessem baixado após os cortes no funcionalismo público (mais capital para as empresas, mais investimento, mais emprego, mais modernização, mais produtividade, menos endividamento, etc).
 
Partido do Estado:

-perto de 700 mil funcionários públicos no Estado central;

- mais de 120 mil no poder local;

- um número não conhecido do público que deve ser superior a 100 mil almas nas empresas municipais, Fundações ou IPSSs;

- funcionários das empresas públicas, mais muitas dezenas de milhar;

- cerca de 2 milhões de pensionistas;

- mais de 500 mil dependentes de prestações sociais públicas;

- funcionários de empresas que prestam serviços ao Estado e vivem do Orçamento;

- familiares de todas estas pessoas.

Medina Carreira fala em 6 milhões de pessoas.

A Esquerda nas sondagens tem quase 60% das intenções de voto.

Quebrar este ciclo vicioso é muito difícil mas a Thatcher conseguiu fazê-lo no Reino Unido e aqui também seria possível com outra gente na Direita.
 
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Os nossos submarinos, não prestam para nada!!

ou então..

Vem aí guerra com a França!

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/econ...ficou_preso_em_redes_de_arrastao_frances.html

Submarino português ficou preso em redes de arrastão francês

O incidente ocorreu cerca de 55 quilómetros a sudeste do Cabo Lizard, a ponta sudoeste da Grã-Bretanha, em águas britânicas.
O submarino português Tridente ficou hoje de manhã preso nas redes de um barco de pesca francês em águas britânicas, num incidente sem danos materiais ou humanos, disse o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).

O incidente ocorreu durante uma missão de treino com a marinha britânica, na viagem de regresso do Tridente a Portugal, depois de ter estado em missão no Báltico, segundo o EMGFA.

"O Tridente veio à superfície para garantir a sua própria segurança e a do pesqueiro, libertou-se do cabo em que estava preso e continua a sua missão", disse à Lusa o porta-voz do EMGFA, Hélder Perdigão.

"Foi um pequeno incidente, não houve danos", acrescentou.

O incidente ocorreu cerca de 55 quilómetros a sudeste do Cabo Lizard, a ponta sudoeste da Grã-Bretanha, em águas britânicas.

O arrastão largou a rede, com a ajuda de meios da Marinha britânica e regressou a França, indica um comunicado do comando marítimo do Atlântico francês, citado pela France Press.
 
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Sanções?!

Cada vez mais acredito por estas e por outras, que a nossa única salvação seria um Federalismo Ibérico :rolleyes:
 
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O PS, o BE e o PCP aprovaram esta terça-feira as audições parlamentares ao ex-primeiro-ministro Durão Barroso e ao antigo ministro da Defesa, Paulo Portas, a propósito da participação de Portugal na intervenção militar no Iraque em 2003 e da famosa Cimeira das Lajes, que reuniu nos Açores o Presidente norte-americano George W. Bush e três primeiros-ministros, o britânico Tony Blair, o espanhol José Maria Aznar e o português Durão Barroso. “Ou o Iraque desarma ou é desarmado pela força”, avisou George W. Bush nesse dia.
O requerimento, proposto pela bancada comunista, foi aprovado na Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros pelos partidos da esquerda e teve os votos contra do PSD e CDS. Os dois antigos governantes só podem responder se comparecerem no Parlamento (e não podem responder por escrito), mas não são obrigados a fazê-lo por já não terem responsabilidades políticas ou cargos públicos. Essa obrigação só era efectiva caso se tratasse de uma comissão parlamentar de inquérito.
Por iniciativa do PS, foi também aprovada a audição de António Martins da Cruz, então ministro dos Negócios Estrangeiros. O PSD propôs ainda a audição do Presidente da República à data, Jorge Sampaio, iniciativa que também foi aprovada na mesma reunião.

PUBLICO
 
O PS, o BE e o PCP aprovaram esta terça-feira as audições parlamentares ao ex-primeiro-ministro Durão Barroso e ao antigo ministro da Defesa, Paulo Portas, a propósito da participação de Portugal na intervenção militar no Iraque em 2003 e da famosa Cimeira das Lajes, que reuniu nos Açores o Presidente norte-americano George W. Bush e três primeiros-ministros, o britânico Tony Blair, o espanhol José Maria Aznar e o português Durão Barroso. “Ou o Iraque desarma ou é desarmado pela força”, avisou George W. Bush nesse dia.
O requerimento, proposto pela bancada comunista, foi aprovado na Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros pelos partidos da esquerda e teve os votos contra do PSD e CDS. Os dois antigos governantes só podem responder se comparecerem no Parlamento (e não podem responder por escrito), mas não são obrigados a fazê-lo por já não terem responsabilidades políticas ou cargos públicos. Essa obrigação só era efectiva caso se tratasse de uma comissão parlamentar de inquérito.
Por iniciativa do PS, foi também aprovada a audição de António Martins da Cruz, então ministro dos Negócios Estrangeiros. O PSD propôs ainda a audição do Presidente da República à data, Jorge Sampaio, iniciativa que também foi aprovada na mesma reunião.

PUBLICO

Realisticamente... tretas que vão gastar tempo e dinheiro. No fim do dia o Barroso vai ser culpado, apenas e só, de ser um yes sir. Não teve influência na decisão porque a mesma já estava tomada há muito. A cimeira foi apenas cosmética. Quem vai ficar entalado no fim é o PS. Porque o PCP e o BE vão usar as audições para aumentar a sua retórica anti-OTAN/UE. O AC vai fazendo jogo político. Já o Marcelo vai ridicularizar abertamente todo e qualquer tipo de afastamento da Europa. O que até é útil para os partidos de esquerda porque como já escrevi o PCP é só fumo. De planos concretizáveis, a não ser a mesma k7 que precisa do caos e dos pobres, não tem nada. Tenho saudades do Jerónimo anti-PS. Neste momento o PCP (como o BE) é um parasita. Tenta tirar o que precisa para sobreviver mas vai sair do barco quando este começar a afundar.

O relatório Chilcot não traz nada de novo. Há anos que se sabe, para quem quer ver, o que é a guerra do Iraque. Mas eu não sou hipócrita. Todos os países procuram reservar recursos para si. O caso da China no mar do Sul da China ou da Rússia na Ásia Central/Cáucaso é a mesma coisa. Obviamente que quem tem mais meios mais faz. Os impérios, e respetiva construção, não vão desaparecer. Sempre existiram e sempre vão existir.
 
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Sanções?!

Cada vez mais acredito por estas e por outras, que a nossa única salvação seria um Federalismo Ibérico :rolleyes:

Portugal e Espanha uns 300 anos atrás chegaram a ter perto de 50% da população em actividades não produtivas. Excessiva população conventual, mais fidalguia e criadagem. Uma diferença brutal da Europa mercantil e artesã do Norte. Agora no caso português temos perto de 6 milhões de dependentes directos ou indirectos do Estado! Portanto a Esquerda jacobina que grita contra a Igreja deveria estar calada pois está a fazer o mesmo: sugar o dinheiro a quem tem ideias e cria riqueza e alimentar actividade inúteis. Cuidado com o federalismo pois Portugal e Espanha por vezes andam juntos na desgraça.
 
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Mortes em São Rafael deixam familiares preocupados (Vídeo)
Três utentes da Casa de Saúde de São Rafael, em Angra do Heroísmo, morreram, há cerca de uma semana, na mesma noite:

http://www.rtp.pt/acores/sociedade/mortes-em-sao-rafael-deixam-familiares-preocupados-video_49935
Família da criança que morreu acusa Hospital da Terceira (Vídeo)

Uma queda levou o pequeno Rafael várias vezes à urgência do hospital da Terceira sem internamento imediato.
A família de um menino de seis anos pede responsabilidades ao Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira pela morte do menor há um ano.
Mais tarde, o diagnóstico deu conta de uma meningite.
A criança acabou por morrer no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa.

http://www.rtp.pt/acores/sociedade/...morreu-acusa-hospital-da-terceira-video_50830


 
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/ambulancias_do_inem_paradas_sem_pessoal.html

Excelente notícia para o Algarve. Numa altura do ano, em que o turismo dispara e num fim de semana onde ocorre a concentração motard em Faro, as ambulâncias do INEM estão paradas.

Estão no governo desde de Novembro e ainda não resolveram o problema da falta de médicos do CHA, quando estavam na oposição só sabiam criticar, agora a esquerdalha nem toca no assunto não os convém. :buh:
 
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António Costa: "Se o Novo Banco não for vendido até Agosto de 2017 vai para liquidação"

O Governo informou hoje a Comissão Europeia que "não considera a possibilidade" de realizar uma nova ajuda estatal ao Novo Banco, acrescentando que, se o banco não for vendido até Agosto de 2017, entra num processo ordeiro de liquidação.

No relatório que acompanha as alegações fundamentadas de Portugal no âmbito do processo de apuramento de sanções, enviadas hoje a Bruxelas, o executivo liderado por António Costa indica que "o Governo português já expressou ao Banco de Portugal a sua profunda preocupação com o processo de venda, nomeadamente porque o Governo não considera a possibilidade de uma ajuda estatal adicional".

O Governo sublinha que sector financeiro é "uma prioridade" e compromete-se a "mudar para melhor" o sistema bancário e a "minimizar o uso do dinheiro dos contribuintes".

Destacando que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Novo Banco são "os dois principais problemas" para resolver, o executivo afirma que, no caso no Novo Banco, a instituição deverá ser vendida até Agosto de 2017, quando se cumprem três anos da medida de resolução aplicada ao Banco Espírito Santo (BES) que levou depois à criação do banco de transição, onde ficaram os activos considerados não tóxicos do ex-BES.

No entanto, escreve que, se o Novo Banco não for vendido até Agosto de 2017, "vai entrar num processo ordeiro de liquidação".

Já em Maio, o primeiro-ministro tinha dito que uma eventual alienação por valor baixo do Novo Banco, implicando responsabilidades financeiras elevadas para os participantes no Fundo de Resolução, não poderá contar com qualquer desconto por parte dos contribuintes.

"Independentemente do valor da alienação [do Novo Banco], as responsabilidades do Fundo de Resolução para com o Estado manter-se-ão. Uma alienação por um valor baixo pode implicar responsabilidades elevadas para os participantes no sistema, mas não contará com qualquer desconto por parte dos contribuintes", declarou o líder do executivo numa conferência em Lisboa.

Depois do colapso do BES, o Novo Banco foi capitalizado com 4.900 milhões de euros através do Fundo de Resolução bancária. O Estado português entrou com 3.900 milhões de euros neste Fundo e os bancos com os restantes 1.000 milhões.

Este banco de transição tem de ser vendido no máximo até Agosto de 2017, depois de a Comissão Europeia ter estendido por um ano a data para a sua alienação.

A instituição teve prejuízos de 980,6 milhões de euros em 2015, justificando mais de metade deste resultado negativo ainda com o 'legado' do BES. Já o resultado operacional (antes de impostos, imparidades e provisões) foi positivo em 125 milhões de euros em 2015.

Economico

Prevejo um final dramático para o NB... as ofertas são uma desgraça e não me parece que tal se altere.
 
Desde o início de Dezembro passado que o Governo tem nas mãos uma proposta de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos que evite a intervenção financeira do Estado, mas a administração queixou-se de nunca ter tido resposta do Governo.

A informação consta da carta de demissão da administração liderada por José de Matos, citada pela TSF esta terça-feira, 19 de Julho. De acordo com aquele meio, a administração - que aguarda pela substituição - reuniu-se em Dezembro com o ministro das Finanças Mário Centeno e deu-lhe conta da sua "preocupação" e "dos temas mais urgentes pendentes de uma decisão do accionista".

Há sete meses que Governo conhece proposta para financiar Caixa sem dinheiro do Estado

http://www.jornaldenegocios.pt/empr...a_financiar_caixa_sem_dinheiro_do_estado.html

:D Dejá vu do Banif. Onde está o João Galamba?

As declarações do Costa devem ser na onda da desresponsabilização. O PS não quer um colapso relâmpago. Se bem que um bail-in só será feito num caso extremo. Neste momento a última coisa que a UE quer é mais um resgate para Portugal. Quem for masoquista pode começar a tirar o dinheiro do NB e a dizer a toda a gente para fazer o mesmo. No fim do dia, vai dar ao mesmo só que é mais cedo.