O Estado do País 2016

Não há sanções!

España se libra de la multa de Bruselas por incumplir el déficit

En un sorprendente movimiento de última hora y después de más de tres horas de tensa reunión, la Comisión Europea ha decidido hoy cancelar la multa a España y Portugal pese a los continuos incumplimientos de los objetivos de déficit, según informan las fuentes consultadas y a falta de que Bruselas lo comunique oficialmente. España llevaba días presionando. Italia y Francia se oponían a las sanciones. Pero Bruselas ha encontrado finalmente una escapatoria que le permite no estrenar las sanciones del Pacto de Estabilidad con dos de los países más golpeados por la reciente crisis financiera y que más recortes han aplicado.

España y Portugal se exponían a una multa de hasta el 0,2% del PIB: unos 2.200 millones en el caso español. La Comisión presentó el lunes tres opciones: la cancelación del procedimiento de infracción —la posibilidad preferida por el comisario Pierre Moscovici—, la multa máxima (esos 2.200 millones, que quedaron descartados) y una sanción de 1.100 millones propuesta por el vicepresidente Valdis Dombrovskis. Esa cifra se consideraba demasiado castigo. Dombrovskis ha planteado hoy hasta 500 millones de multa, pero finalmente el ala dura de la Comisión Europea ha salido derrotada.

http://economia.elpais.com/economia/2016/07/27/actualidad/1469602749_200212.html

A cambio, Bruselas establece unas nuevas metas fiscales muy duras para España y Portugal, con objetivos del 4,6% del PIB para este año, el 3,1% en 2017 y el 2.2% en 2018. La Comisión estrechará la vigilancia sobre las cuentas públicas, con informes trimestrales. Y quiere un presupuesto austero para 2017, con un recorte estructural de 5.000 millones —sin tener en cuenta el ciclo económico—.

Mais uma vitória para a Geringonça e para os portugueses.
 
Este Governo vai sair reforçado desta situação das sanções, começo achar que o PS mais uns tempos, se for a eleições nem precisará da gerigonça para governar, parece que todos os astros se juntaram para ajudar Antonio Costa a caminhar, e a transformar supostas derrotas em vitorias. E o PSD e o CDS não conseguirão governar durante muitos anos. Muito menos o CDS que com uma lider como a Assunção Cristas, perde muito eleitorado, sabendo que o CDS tem um animal politico no banco dos suplentes que conseguiria renovar o partido e a direita em Portugal de nome Nuno Melo.


O PSD e o CDS, neste momento não existem. Estão a deixar a geringonça seguir imparável e a ganhar de dia para dia apoio popular.
Sinceramente, desconheco a razão ( mas ela existe com certeza) do facto de PSD e o CDS se terem demitido de afrontar devidamente o governo.

Noutra onda, Portugal, como bem disse o Flaviense, não vai sofrer sanções. Trata - se em primeiro lugar da vitória do Bom senso. E, em segundo, de mais uma vitória em toda a linha do PS e de AC ( os astros estão sempre a favor dos mesmos, é incrivel), que ficam com os louros e uma derrota para BE e PCP, que como toda a gente via, estavam ansiosos pela aplicação de sanções para catapultar o sentimento anti - Europa e com isso catapultar mais o seu eleitorado.
 
  • Gosto
Reactions: Paelagius e Topê
uma derrota para BE e PCP, que como toda a gente via, estavam ansiosos pela aplicação de sanções para catapultar o sentimento anti - Europa e com isso catapultar mais o seu eleitorado.

tal e qual, sem duvida, a estratégia destes partidos passa muito por ai e pela criação de um inimigo externo UE, euro, para poderem aproveitar de forma demagógica o desespero das populações,e de facto resulta, por o que tenho verificado no Povo português o sentimento anti-europeu é de facto já bem significativo, porque de facto os portugueses estão a viver pior e justificam essa perda de qualidade de vida com a UE e o euro, o que os economistas do BE entre os quais o Louça e do PCP como os responsáveis do Brexit não explicam é o dia depois de amanha, o dia após o desejo deles se concretizar, ou seja o que farão caso uma economia frágil como a nossa saísse do euro como eles tanto desejam.
 
  • Gosto
Reactions: james
tal e qual, sem duvida, a estratégia destes partidos passa muito por ai e pela criação de um inimigo externo UE, euro, para poderem aproveitar de forma demagógica o desespero das populações,e de facto resulta, por o que tenho verificado no Povo português o sentimento anti-europeu é de facto já bem significativo, porque de facto os portugueses estão a viver pior e justificam essa perda de qualidade de vida com a UE e o euro, o que os economistas do BE entre os quais o Louça e do PCP como os responsáveis do Brexit não explicam é o dia depois de amanha, o dia após o desejo deles se concretizar, ou seja o que farão caso uma economia frágil como a nossa saísse do euro como eles tanto desejam.


Esses 2 partidos fazem parte de uma linha dura da esquerda radical europeia, que têm ódio à sua própria civilização e um deslumbramento por culturas islâmicas em especial ( que defendem valores contrários às suas próprias ideologias, mas que servem como aliados às suas intenções de destruir a sua própria civilização) .
E tentam fazer crer que esses movimentos islâmicos são todos boas pessoas, apenas com uns malucos pelo meio.

Isso, como é óbvio, não é verdade. Esse movimento da esquerda radical é bastante perigoso e não olha a meios para atingir os fins, incluindo intervenções mediáticas nos Media, redes sociais, etc, com operações de lavagens ao cérebro aos users , na tentativa de camuflar a realidade.

É curioso que sempre que tem havido um atentado, começa de imediato uma intensa campanha mediática para tentar descolar os seus autores de grupos islâmicos e os apresentar como simples doidos.
Na minha opinião, isso não está a ocorrer por acaso.
 
Última edição:
  • Gosto
Reactions: MSantos e Topê
O psd e cds desapareceram estrategicamente, ninguém se quer queimar nesta altura. É fácil entender que ser oposição contra políticas de reversão é suicídio, desejar que quanto pior o estado do país, tanto melhor, é suicídio. As próprias sanções se fossem concretizadas, seriam vendidas como culpa do anterior governo. As pessoas sabem o que é austeridade mas esquecem-se que o défice desceu dos 10% (atualmente luta-se por umas décimas).
Vamos ver como é que o governo encaixa as novas exigências da união europeia, decerto será alimento para o bloco e pcp.
Na verdade quem mais perdeu foi o pcp, ao preferir manter-se de fora do barco, preso por uma corda. O bloco partilha os frutos desta primeira etapa.
O pior vai ser agora:
- orçamento 2017 e o encaixe das exigências europeias.
- crise financeira, venda do novo banco e aumento de capital da caixa à custa do dinheiro dos contribuintes.
- estagnação do crescimento e desemprego, sem quaisquer políticas que reforçem o investimento. Os bancos não emprestam, não há confiança dos investidores e nós não temos dinheiro para mandar cantar um cego, aliás há 3milhões de eur para orçamento participativo.
 
Oh, o Relvas do Eurogrupo ficou desapontado. Que chatice. :nono:
 
as sanções por agora morreram...

pelas reações de quem perdeu este projeto miserável de sanções, o assunto vai voltar um dia destes.
Ganhámos mas ainda não acabou.
 
Ao contrário do que dizem, ontem as coisas correram mal a António Costa e a este PS. As sanções, referentes ao exercício de 2015 - anterior governo - eram o pretexto ideal para o PS provocar eleições antecipadas e livrar-se, pelo menos, da CDU (os mais incómodos, o Bloco já demonstrou ser capaz de grandes piruetas para se manter com alguma influência governativa).
A "narrativa" estava montada. O anterior governo cumpriu as medidas de austeridade de Bruxelas, e mesmo assim fomos castigados. A culpa seria da Comissão Europeia, dos "mercados", do anterior governo que obedeceu a Bruxelas e do BdP que não regulou bem no caso BANIF. Neste governo, já havia uma cabeça de turco (fica sempre bem um pouco de mea culpa) como se viu nas capas dos semanários deste fim-de-semana, sopradas por alguém: a incapacidade negocial de Mário Centeno.
Posto isto, o PS diria que não poderia governar com o cenário de sanções, que teria que abdicar das promessas eleitorais, e provocaria eleições antes da apresentação do OE 2017. A geringonça passaria incólume, as sondagens estão favoráveis e teríamos brevemente um governo PS+BE.

Mas a Comissão Europeia não lhes fez a vontade (por muito que agora Costa venha reclamar vitória, temos que ver que a Espanha sem governo há 8 meses conseguia a mesma "vitória"). E agora o PS terá que apresentar um OE 2017 austeritário (sanções no próximo ano já seriam da exclusiva responsabilidade PS, logo há que obedecer), que nunca poderia ser aprovado pela CDU. Não aprovando a CDU, o Bloco também não o poderá aprovar, sob pena de perder o eleitorado da extrema esquerda. Isto o PS quer evitar a todo o custo, mas não me parece que haja outra oportunidade para provocar eleições de forma airosa.

Posto isto, o PSD e o CDS mantêm-se na sombra - inteligentemente - à espera da implosão da geringonça. Aparecerão nessa altura como os "garantes da estabilidade", que nunca complicaram a vida ao governo em nome do "interesse nacional" que tanto gostam de apregoar. Resta saber se os donos disto tudo não irão provocar a queda de PPC no PSD antes de um cenário destes.
 
  • Gosto
Reactions: Gerofil
Há neste momento várias mentiras postas a correr nos jornais e televisões pelos amigos do psd.
Há muita porcaria do tempo anterior nas redações, jornalistas vendidos e sem credibilidade.

Essa das eleições antecipadas para governar sem o pcp é apenas uma das mentiras que circulam intensamente.

Nada é mais útil à coligação do que manter o inútil coelho.
Vê-se bem a diferença entre obedecer cegamente à espera que caiam migalhas da mesa do alemão e fazer aquilo que todos os países fazem: bloquear o que é mau, trazer o que é bom.

As sanções de força máxima não ficaram esquecidas.
 
por exemplo... do jornal de negócios ao público passando pelo sol, expresso, sic e inevitavelmente o observador...

convinha a toda essa gente miserável engolir publicamente as sanções de força máxima que desejavam.
O manguito é pra todos eles.
 
Mais de três mil doentes de hepatite C curados. É “a medicina da felicidade”

Portugal tem neste momento "duas das melhores coisas do mundo": o acesso generalizado aos fármacos inovadores para a hepatite C e os transplantes de fígado que chegam a 250 pessoas por ano, realça médico. Num ano e meio, dos perto de oito mil doentes que iniciaram tratamento com medicamentos inovadores para a hepatite C em Portugal, mais de três mil estão oficialmente curados.
Portugal tem neste momento duas das melhores coisas do mundo: toda a gente tem acesso ao tratamento, mesmo sem ter doença grave, e o transplante de fígado chega a cerca de 250 pessoas por ano. O certo é que, apesar de não ter sido dos primeiros a aprovar o tratamento, Portugal é hoje um dos países em que o acesso aos fármacos inovadores é mais generalizado. “Portugal tem um acesso à terapêutica sem paralelo na Europa, com o custo integralmente suportado pelo Estado”, sublinha Armando Carvalho.

PÚBLICO
 
  • Gosto
Reactions: ClaudiaRM
Uma grande vitória na luta contra a hepatite C mas por outro lado está quase tudo por refazer na luta contra o HIV. Não há grandes estudos epidemiológicos de sexualidade que sejam bem desenhados. Os portugueses não sabem que têm direito a terapia de prevenção pós-exposição e que tal é uma urgência médica. Existem boatos de que há médicos a recusar terapia pós-exposição em urgências hospitalares o que a ser verdade será algo gravíssimo, mesmo muito grave. A terapia pós-exposição reduz consideravelmente o risco de contaminação com o vírus se for tomada nas primeiras 48 horas, mas quanto mais cedo for administrada mais eficaz será. Os portugueses na sua larga maioria desconhecem que têm esta opção que deve ser vista como uma arma a usar para tratar acidentes ou casos excepcionais como violações. Nos restantes casos devem ser tomadas as medidas preventivas já conhecidas de todos (ou que pelo menos deveriam ser conhecidas). Além disso é preciso discutir a introdução de exames ao HIV nas farmácias para venda livre ao público como já sucede nos EUA e do Truvada para pessoas com comportamentos de risco (trabalhadoras e trabalhadores do sexo e MSMs, homens que têm sexo com homens). Como profissional de saúde defendo a introdução do Truvada com o devido acompanhamento da comunidade médica. Mas antes disso é necessária fazer estudos epidemiológicos que nunca foram feitos e campanhas de prevenção.