Não entendo.ainda assim não resististe a vêr, tanto é ladrão o que rouba como o que fica a porta
Não entendo.ainda assim não resististe a vêr, tanto é ladrão o que rouba como o que fica a porta
Dizes que queres distancia do tópico, para isso tiveste de ler os posts e ainda te deste ao luxo de postar para quem quer distancia , agora compreendestes, se queres distancia e não gostas dos posts não saías e não o voltavas a abrir.Não entendo.
No momento da criminosa desintegração da URSS, consumada em 1991, a Ucrânia estava entre os dez países mais desenvolvidos do mundo. Isto, aliás, é reconhecido até pelos próprios nacionalistas burgueses.
As prestações sociais eram extraordinárias, mas por vezes as pessoas não as valorizavam. A Educação era gratuita e havia um sistema de saúde pública de qualidade e, sobretudo, integralmente gratuito. Segundo os objectivos traçados pelo Partido, no ano 2000 todos deveriam receber gratuitamente uma habitação independente.
Os preços dos principais produtos alimentares, as rendas de casa, os transportes, entre outros, não sofriam alteração há mais de 50 anos. Os serviços comunais, as tarifas do gás e da electricidade custavam kopeques [cêntimos de rublo]. As pessoas consumiam produtos naturais. Só quem vivia fora da URSS sabia o que era o desemprego, a inflação, os sem-abrigo, os despedimentos compulsivos, as falências de bancos e a perda das poupanças, os créditos a juros de 30 por cento, etc.
Belarussian president Alexander Lukashenko told journalists in Minsk on Thursday that the Soviet Union's collapse could be blamed on a lack of essential products during a press conference for Russia's regional media outlets.
"The reason for the collapse of the Soviet Union? Don't tell fairy tales — there wasn't enough washing powder," Lukashenko said.
"I felt sorry for the women standing in line, and more than once I stood in line to buy 10-20 packets of imported washing powder," he said.
"We must solve everyday issues, finally correct the mistakes of the Soviet Union, and provide the population with everything it needs," he added.
O PCP é hoje um partido mais envelhecido, com mais mulheres e menos operários, segundo os dados revelados nas Teses ao XX Congresso - e também menos militantes, depois de uma "ação de contacto com os membros do Partido". Hoje são 54 280 militantes, eram 60 484 em 2012, no conclave anterior. A maioria destes militantes comunistas são operários (39%) e empregados (32%). Em 2012, os operários eram
41% (e este número já estava em queda, admitia o Comité Central), enquanto que os empregados eram 31%. Em termos etários, o PCP tem 15% de militantes com menos de 40 anos (tinha 16% há quatro anos); 41% (eram 45%) têm entre 41 e 64 anos e 44% (eram 39%) mais de 64 anos. Onde o PCP cresce - ainda que timidamente - é entre as mulheres, "ultrapassando os 31% dos membros do partido". Em 2012 eram 30,1% do total.
O presidente da Câmara do Seixal, Alfredo José Monteiro da Costa (PCP), terá de devolver 412 573 euros ao Estado se se confirmarem as "eventuais infracções financeiras" detectadas pela Inspecção- -Geral de Finanças (IGF) em 2008.
De acordo com o relatório, a que o DN teve agora acesso, o autarca - candidato da CDU à Câmara do Seixal nas próximas autárquicas e que aufere cerca de 4000 euros - autorizou o pagamento de despesas sem a devida cobertura legal a dois "prestadores de serviços" que, no conjunto, totalizam o montante de 412 573 euros.
O BE e o PC têm algo em comum. A sua pouca representatividade permite-lhes esconder atrás de uma cortina de pseudo-pureza ideológica e operacional (como é bem patente no governo). Quem nada faz pouco erra. Quando se mexem fazem o mesmo que os outros:
pois viu-se o grande resultado = 0
é incrivel pois estamos a crescer com reposição de salários e de feriados , quanto a trabalhar ou não é uma escolha entre patronato e trabalhadores e em relação a propaganda tu é que pareces ter levado uma esfrega da direita
Não percebi essa do argumentar sem atacar. Ataquei-o em que? Bati-lhe? Mas fisicamente? Sentiu-se psicológicamente atacado, foi isso? Por lhe chamar tontinho noutro tópico?Você não sabe argumentar, sem ter que atacar. Típico. Então cá vai. Não seja tontinho. O impacto na economia da suspensão dos feriados foi zero. Nunca houve estudos a prová-lo. E se você também tem memória, a intenção inicial do governo PSD/PP era a eliminação definitiva desses mesmos feriados, não a sua suspensão. Simplesmente Passos Coelho quis fazer com os feriados o que Cavaco Silva fez nos anos 90 (1992-1996), ao alinhar o nosso fuso horário com o da Europa Central. Resultado nenhum. Sinceramente, na minha opinião, seria muito mais útil a economia e até mesmo as pessoas a colagem dos feriados as 2ªf e 6ªfs sempre que o calendário atire esses mesmos feriados para as 3ª e 5ªfs. Evitava-se assim alguma eventual perda de produtividade. Apesar de que os feriados são dias bastante positivos para a economia, nomeadamente para os sectores do turismo e do comércio, ou seja se perde por um lado, ganha-se pelo outro. Mas, acho que isso é um não assunto, pelo menos de momento.
É o Bieber do PS a olhar-se para o espelho. Ele passou 4 anos nesse terrorismo político que acusa os outros, a insultar mês após mês toda a economia que tentava com esforço crescer num contexto terrivel, ele fazia todo o tipo de acusações e arranjava toda a espécie de desculpas para os poucos indicadores que iam melhorando com dificuldade mês após mês, ele passou anos a falar da espiral recessiva, de que o crescimento que se devia apenas à gasolina da Galp ou à sazonalidade. É bastante irónico que o Bieber agora se tenha que agarrar aquilo em que que durante anos cuspiu.Escrevia eu sobre a CGD e aparece a 'bomba' do dia.
O Galamba acusa o PSD de terrorismo político e de impedir a recapitalização da Caixa. Não sei muito bem como é que isso é verdade. Que eu saiba o PS é que é governo e tem maioria. Mas isso interessa? Não! Fica o soundbyte. E não há nenhuma alma que pergunte ao Galamba porque é que o assunto Caixa ficou para 2017? PPC é um mau político e argumentador de facto.
Tretas à parte, vamos à realidade:





Acho que alguém que segundo os próprios familiares é pouco mais que um vegetal há meses, não deve ter muitos motivos para rir. Se eu chegar a velho de certeza que não desejarei tanto sofrimento para mim e para os outros. Mesmo sendo uma figura política por quem não nutro uma enorme simpatia, não deixo de sentir alguma tristeza e reflectir um pouco sobre o que é a velhice, a demência e o sofrimento que por vezes causa.Se chegasse a velha, gostava de fazer como o Mário Soares: tudo à espera que eu morresse e eu a atrasar um pouco a coisa só para chatear mais um bocado e ir a rir!
Acho que alguém que segundo os próprios familiares é pouco mais que um vegetal há meses, não deve ter muitos motivos para rir. Se eu chegar a velho de certeza que não desejarei tanto sofrimento para mim e para os outros. Mesmo sendo uma figura política por quem não nutro uma enorme simpatia, não deixo de sentir alguma tristeza e reflectir um pouco sobre o que é a velhice, a demência e o sofrimento que por vezes causa.
Não entendo a raiva, nem essa enumeração como se eu tivesse falado mal do senhor em qualquer linha. Se queres alguma confusão comigo tá descansada que não estou para aí virado. Foi um dos familiares que disse que há meses que ele nem sequer conhece os familiares.1 - Não sabia que os 'vegetais' respondiam a perguntas, diziam que tinham frio e fome e sabiam que estavam internados. Sofrimento, no sentido de dor física, não sei se tem, mas não tenho indicação que exista pelo que não vou inventar.
2 - Por mais erros que tenha cometido, e cometeu muitos porque é humano e viveu pelo menos 92 anos, foi também graças a ele que podemos estar aqui a dizer parvoíces à vontade. Todos os seus erros não apagam a sua luta pela liberdade e contra a(s) ditadura(s) e, para mim, isso nunca poderá ser relevado.
3 - Sou acérrima defensora da eutanásia. E penso que estará próxima a altura em que essa questão será tratada.
4 - Do que sei de Mário Soares, se soubesse/souber da matilha à porta do Hospital, já com o obituario feito à espera da morte de outrem, quais abutres, seria o primeiro a rir à gargalhada com as suas melhoras e o adiadamento do inevitável.