Isto não é jornalismo...
E se eu te contasse que é?
Qualquer caso tende a ser mais ou menos assim, com redução da velocidade ao longo do tempo. Denúncia
Dados dispersos sobre a denúncia (rumores, boatos, verdades, mentiras)
consolidação e integração de mais dados relacionados e tangenciais (rumores, boatos, verdades, mentiras), posterior consolidação. Para o tamanho de PT há até muita CS que têm que sugar a máxima rentabilidade possível. Faz parte do negócio.Já escrevi o que para mim é jornalismo abominável (Arruda) que cuja expurgação não deve ter qualquer tipo de misericórdia.
E obrigado pelo artigo, que até prova o que anteriormente escrevi relacionado com o tempo entre a publicação (já referenciei a importância de se saber o que possa ter acontecido antes que desencadeou a intencional plantação da mina) e a divulgação geral. É toda uma cadeia de transmissão essencial para se compreender o evento. E se um jornalista com apreço pelo Cotrim tomou conhecimento do facto e alertou a campanha ao mesmo tempo que ficou em silêncio? E se algum editor com apreço pelo Cotrim fez o mesmo? Atenção que este tipo de ação é transversal a qualquer notícia/evento/caso, não sendo um argumento especificamente anti-Cotrim.
É, curiosamente, no mesmo mês, abril de 2023, em que rebenta esse escândalo, que ao DN chega pela primeira vez a informação de que há, num partido que se posiciona, face ao CES, no outro lado do espectro ideológico (o fundador da IL e atual deputado Carlos Guimarães Pinto apelidou o CES de “viveiro da esquerda radical”), mulheres que se queixam de ser vítimas de assédio sexual. Esta informação, porém, acaba por não ter seguimento: as mulheres em causa optam por não falar ao jornal. Têm medo, explica quem fez a intermediação.
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