O Estado do país 2026

Muitas escolas fechadas no país hoje por causa da greve do pessoal não-docente. Indecente que as pessoas se sujeitem a ser meros peões para servir propósitos políticos. Depois da provas canceladas na 4af, hoje mais uma série de provas canceladas numa fase decisiva do ano escolar.

Metemos milhões na saúde, milhões na educação, milhôes nos transportes. Está na altura de quem serve o sector público devolver algo ao país.
Os colégios privados estarão fechados? Os centros de explicação? Quantos professores em greve estão a dar explicações em casa? Parece que não, mas estas coisas acentuam as diferenças sociais. Quem pode pagar para preparar os filhos para os exames, safa-se...
 
Os colégios privados estarão fechados? Os centros de explicação? Quantos professores em greve estão a dar explicações em casa? Parece que não, mas estas coisas acentuam as diferenças sociais. Quem pode pagar para preparar os filhos para os exames, safa-se...

Eu fui trabalhar mas eu sou patroa de mim mesma. Se estivesse a trabalhar no público (Deus me livre e guarde, só em último recurso!) teria feito greve.
 
Preparem-se para uma situação pior ainda da sinistralidade rodoviária em Portugal: :rolleyes:
https://www.jm-madeira.pt/nacional/...mite-aprender-a-conduzir-com-tutor-LF20255970
Assim vai ser difícil!
Notam-se várias falhas na condução dos Portugueses que só uma preparação mais rigorosa e exigente na fase de aprendizagem é que poderia possivelmente mitigar o problema.
Deviam ser inclusivamente apresentados vídeos com acidentes graves e as suas consequências para as pessoas ficarem mais cientes.
Assim por alto, e além do excesso de velocidade, lembro-me de duas: conduzir muito perto do condutor que vai à frente e o mau comportamento nas rotundas (desde a entrada até à saída das mesmas).
Muitas pessoas entram nas rotundas sem sequer abrandar mesmo quando outros condutores já estão junto à entrada das mesmas a aguardar a sua vez de entrar (muito antes dessas pessoas sequer chegarem junto à rotunda).
Por vezes formam-se autênticos ´«comboios» de carros e o trânsito circula apenas de um lado por longos períodos de tempo, e toda a gente tem que dar prioridade aos que não sabem abrandar antes de entrar na rotunda.
Pelos vistos o triângulo invertido à entrada das rotundas não serve de nada, e uma vez dentro da rotunda alguns transformam-se em justiceiros e aceleram para se atirar aos restantes condutores que possam também estar dentro da rotunda, não hesitando em apitar e claro está muitas vezes sem fazer qualquer sinal de mudança de direção e utilizando as vias erradas para circular e sair das rotundas.
Um comportamento novo que também tenho observado é o de fazer ultrapassagens longas em estradas nacionais, havendo pessoas que após ultrapassarem um dado veículo ligeiro, continuam na faixa de sentido contrário a fazer a ultrapassagem como se tivessem a ultrapassar três ou quatro camiões,, só voltando ao sentido normal de circulação, muito mais à frente.
Já tenho visto este de tipo manobras quase resultarem em choques frontais, nomeadamente quando alguém sai de uma casa e entra na via ou quando tal ultrapassagem desnecessariamente longa estende-se até perto de uma curva ou lomba com fraca visibilidade.
 
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Assim vai ser difícil!
Notam-se várias falhas na condução dos Portugueses que só uma preparação mais rigorosa e exigente na fase de aprendizagem é que poderia possivelmente mitigar o problema.
Deviam ser inclusivamente apresentados vídeos com acidentes graves e as suas consequências para as pessoas ficarem mais cientes.
Assim por alto, e além do excesso de velocidade, lembro-me de duas: conduzir muito perto do condutor que vai à frente e o mau comportamento nas rotundas (desde a entrada até à saída das mesmas).
Muitas pessoas entram nas rotundas sem sequer abrandar mesmo quando outros condutores já estão junto à entrada das mesmas a aguardar a sua vez de entrar (muito antes dessas pessoas sequer chegarem junto à rotunda).
Por vezes formam-se autênticos ´«comboios» de carros e o trânsito circula apenas de um lado por longos períodos de tempo, e toda a gente tem que dar prioridade aos que não sabem abrandar antes de entrar na rotunda.
Pelos vistos o triângulo invertido à entrada das rotundas não serve de nada, e uma vez dentro da rotunda alguns transformam-se em justiceiros e aceleram para se atirar aos restantes condutores que possam também estar dentro da rotunda, não hesitando em apitar e claro está muitas vezes sem fazer qualquer sinal de mudança de direção e utilizando as vias erradas para circular e sair das rotundas.
Um comportamento novo que também tenho observado é o de fazer ultrapassagens longas em estradas nacionais, havendo pessoas que após ultrapassarem um dado veículo ligeiro, continuam na faixa de sentido contrário a fazer a ultrapassagem como se tivessem a ultrapassar três ou quatro camiões,, só voltando ao sentido correto de circulação, muito mais à frente.
Já tenho visto este de tipo manobras quase resultarem em choques frontais, nomeadamente quando alguém sai de uma casa e entra na via ou quando tal ultrapassagem desnecessariamente longa estende-se até perto de uma curva ou lomba com fraca visibilidade.
Civismo na condução, num país onde nem sequer se respeita as passadeiras é difícil. Num espaço de um mês é a segunda vez que quase sou atropelado na passadeira. Hoje um fulano já comigo na passadeira acelerou o carro para ver se passava, ainda teve o desplante de começar a mandar vir. Há um mês atrás foi pior, um gajo para na passadeira para mudar de direção e quase que me ia passando a ferro não fossem os meus reflexos, ainda pus a mão no capot do carro.
 
Reformar o Estado passa também por isto:


Afastar chefias incompetentes, com cartão partidário. E sim, despedir, se necessário.

Sim, desde 2017 o paradigma do combate a grandes IF's em Portugal mudou. Eu não arrasaria o dispositivo da forma referida nesse relatório, mas acho que muitas vezes o problema nem está nas chefias intermédias mas sim nas de topo que são mais politizadas do que as intermédias.

De tudo o que é apontado nesse artigo, destacaria a vulgarizacão das evacuações nos últimos anos. Nem todos os grandes IF's são Pedrógão e existe demasiado trauma à mistura que influencia das decisões de forma emocional mas não racional. As evacuações devem ser o último recurso e deve-se sempre garantir que o "músculo" de pessoas saudáveis, capazes, com know-how deve ficar dentro das aldeias. E não estas medidas coercivas de termos a GNR a enfiar pessoas à força dentro de carrinhas. As evacuações coercivas são a nova face politizada do combate a incêndios. Os politicos e as estruturas de comando consideram que é isto aquilo que o público em geral considera um combate bem feito.
 
  • Gosto
Reactions: N_Fig e frederico
Reformar o Estado passa também por isto:


Afastar chefias incompetentes, com cartão partidário. E sim, despedir, se necessário.

Pena é que deixaram o resto omitido, do assunto que não é novo -> https://www.agif.pt/app/uploads/2024/01/Portugal-VTT-2022-report.pdf

Digamos que o tipo é um bocado full of shit. Como é óbvio, as queimadas preventivas só podem ser efetuadas em terras públicas, podendo haver elevado risco de propagação para privados.

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Adoro discussões do calibre "entre um predador sexual e um cão prefere salvar o cão??".

Este tema não é tão inócuo como parece, mas a autora deixou-se levar por uma espécie de reacção a quente sobre o que lê nas redes sociais. É sempre um erro.

A discussão deve ser racional e argumentativa e, de experiência própria, pode não ser o tema mais importante da actualidade mas há sinais de alerta que nos fazem antever o futuro.

Acho que é unânime que quem faz mal a outras pessoas é má pessoa. Quem faz mal a animais também é má pessoa. Parece que é menos unânime, mas para mim é factual, que quem trata bem os animais também pode ser má pessoa.

Os artigos da autora foram o gatilho para o emergir da corrente animalista que existe em Portugal desde sensivelmente há 10 anos. Nada disto tem a ver com direitos dos animais, mas uma corrente radical que se ramificou do comunismo. Estas pessoas, numa dada altura da sua vida, acreditaram que o modelo de desenvolvimento da sociedade passava por tirar dos ricos para dar aos pobres. Quando começaram a perceber que os pobres também eram "maus", surgiu uma corrente animalista que defende que o problema do mundo não é o homem branco vs homem negro, não é o homem rico vs homem pobre, não é o homem vs mulher, não é o homem nativo vs estrangeiro, é o Homem em si. A corrente defende que o Homem destrói e que a destruição só pode ser contida se se impedir que nasçam com mais Homens. Estas corrente vê uma simples gravidez de uma mulher como uma ameaça ao planeta e aos outros animais chegámos a este nível de chalupice.

A corrente existe por toda a Europa mas destaca-se em Portugal pelos motivos que a autora incialmente apontou. Portugal trata muito mal os seus velhos comparando com os outros países e é quem trabalha na prestação de cuidados de saúde que maior contacto tem com esta realidade. Isto faz com que a assimetria entre animalismo e condiçoões em que vivem humanos seja muito mais marcada do que na restante Europa civilizada.

Eu não sei como se resolve isto mas é algo que requer atenção da sociedade porque podemos estar no limiar (digo 5/10 anos) de termos a criação em território europeu de grupos terroristas de causa animalista.
 
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Portugal está também no limiar de ter:

- grupos «okupas» e terroristas de Esquerda, o que aconteceu na Marcha da Vida é um cheirinho do que poderá vir;

- grupos terroristas de Direita étnica, nas novas gerações há muitos Mários Machados;

- grupos terroristas étnicos, de imigrantes, é só ver a ideologia do Mamou da SOS Racismo.

Se as condições económicas e financeiras, por qualquer motivo apertarem, apertem os cintos.
 
Eu bem digo que em Portugal muita gente não gosta de regras.


Tenho de concordar com o Presidente de Albufeira e estou certo que estas medidas ganhavam um referendo local.
O único com tomates para acabar com a bandalheira do turismo de bebedeira que se tornou Albufeira nos últimos anos. O Algarve precisa de turismo de qualidade e sobretudo Albufeira que se tornou num turismo de álcool, drogas e violência, portanto, o Chega só está a cumprir as promessas eleitorais, coisa que o PS e PSD esquecem-se no dia seguinte às eleições e nunca tiveram coragem de resolver em Albufeira.
 
Eu bem digo que em Portugal muita gente não gosta de regras.


Tenho de concordar com o Presidente de Albufeira e estou certo que estas medidas ganhavam um referendo local.
Conhecendo bem a sociedade portuguesa, não me surpreenderia se as mesmas pessoas que há 6 meses defenderam o tipo de políticas que agora a tutela municipal do Chega está a aplicar acabam por retirar o Chega do poder nas próximas eleições exatamente por aplicar essas políticas. Tenho dito... :hmm:
 
Conhecendo bem a sociedade portuguesa, não me surpreenderia se as mesmas pessoas que há 6 meses defenderam o tipo de políticas que agora a tutela municipal do Chega está a aplicar acabam por retirar o Chega do poder nas próximas eleições exatamente por aplicar essas políticas. Tenho dito... :hmm:

A malta em Portugal está mal habituada, é o que digo. Se levassem com as regras que há noutros países ricos não iria correr nada bem. Mesmo no Estado Novo o tuga vivia em muitos casos na anarquia, não havia liberdade política mas havia fugas brutais aos impostos, só para dar um exemplo...
 
O governo está a arrastar os pés no assunto - refiro-me ao anúncio porque a decisão já deve estar tomada - devido ao custo das aeronaves. Outra alternativa seria chocante.



Preguiça é o pecado capital de demasiados comentadores.



Um F35 dos EUA foi danificado sobre o Irão mas os israelitas, primariamente, têm usado drones (como mostrado na imagem) para a identificação dos alvos. Depois os 'Adir' - entre outras aeronaves incluindo também drones - lançam mísseis de médio/longo alcance (ex: do Iraque) que atingem alvos aéreos, marítimos e terrestres.

O F35 funciona também como um mini-centro de comando - podendo receber e mandar informações para outras forças - algo que o Gripen - no meu conhecimento - não faz. Tendo em conta as limitações e capacidades dos vizinhos, é óbvio o pedido da FAP.
 
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