O Estado do País

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O Ministro da Economia, que é um excelente académico, em breve estará ridicularizado.

O Ministro vem de um país democrático - o Canadá -, onde o separatismo não se resolve à paulada, mas democraticamente. Nos últimos trinta anos, os movimentos separatistas no Québec conduziram a dois referendos onde a população da Província foi inquirida se queria ou não separar-se do Canadá. Em ambos os casos, a resposta maioritária da população foi Não, embora da última vez por uma pequena margem.

O Ministro vai aprender que não está no Canadá. Que está num país sem tradição democrática, onde as coisas se resolvem quase sempre à traulitada, incluindo os debates de ideias. A grande diferença entre o povo canadiano e o povo português (que não a elite) é que, do ponto de vista intelectual, o povo português é bronco (em contrapartida, do ponto de vista do coração - da caridade ou do amor ao próximo , é muito melhor que o canadiano). Não sabe discutir uma ideia, não tem hábitos disso. E eu não me refiro ao povo agricultor ou operário, porque esse, em geral admite humilde e prontamente que não é competente para discutir este ou aquele assunto. Refiro-me ao povo que tem pretensões intelectuais, o povo que geralmente frequentou a Universidade - a maioria dos jornalistas, professores, políticos, bloggers, etc. -, mas que, ainda assim, nunca deixou de ser povo. Esse é que é o pior povo, e tem esse defeito principal - é intelectualmente bronco. Como o Ministro Álvaro Santos Pereira, por certo, já se estará a dar conta.

Texto do Professor Pedro Arroja.


Gostei da caridade, do amor ao próximo do Professor Pedro Arroja para com o Professor Pereira.

Gostei também da humildade intelectual do Professor Pedro Arroja.

O povo que geralmente frequentou a Universidade e que tem pretensões intelectuais é bronco.

O Professor Pedro Arroja é professor, não é agricultor nem operário, nem convive com o povo que geralmente frequentou a Universidade.

O Professor Pedro Arroja é competente, discute assuntos da elite porque simplesmente faz parte dela.

O Professor Pedro Arroja cultiva a boa tradição cristã. Nada do diga interesse ao povo bronco deixará de ser trazido ao conhecimento dele.

O texto do Professor Pereira não interessa ao povo bronco. O texto do Professor Pedro Arroja também não. O texto dos 2 não deve ser discutido por ninguém.

O povo que geralmente frequentou a Universidade e que tem pretensões intelectuais é bronco.

O Professor Pedro Arroja tem em boa conta as opiniões do Professor Pereira. Quem delas fizer crítica é bronco.

O povo que geralmente frequentou a Universidade tê-lo-á feito nos mesmos sítios e lugares do Professor Pedro Arroja mas só o Professor Arroja é que não tem pretensões intelectuais.

O Professor Pedro Arroja já esteve no Canadá. Já sabe fazer comparações.

O nosso povo é humilde. Só discute aquilo para que está capacitado.

A Madeira não é o Quebéc.

O Professor Pereira é um excelente académico.

As nossas elites são tão boas como as do Canadá.

O Ministro da Economia, que é um excelente académico, em breve estará ridicularizado. O Professor Pedro Arroja já o sabe.
 
Frederico dizes-te uma coisa correcta e outra que é um absurdo, as Selvagens não são ilhas Portuguesas mas sim do Arquipélago da Madeira aka Região Autónoma da Madeira aliás cabendo a Portugal como Nação ter meios de patrulhamento marítimo (a historia dos submarinos não é mais nem menos uma exigência de patrulhamento de longo alcance para as Selvagens), a instalação do Radar NATO, e a manutenção do parque ecológico criado pela muito anterior a polémica pela RAM, foram exigências que a Comunidade Europeia exigiu para as Selvagens serem consideradas ilhas do arquipélago.

É comum dizer-se se querem ilhas vão ter de as pagar!

Sim Vince e a tudo o pessoal, é mais importante para Portugal a ZEE, do que a Madeira, como plataforma logística Portuguesa do que a própria divida Madeirense, nem imaginam o que passam por estás aguas e o que faz entrar de dinheiro em muitos cofres. Mas se queres que te diga não não digo, investiga!

Vince e demais cubanos do fórum o nosso Presidente aproveitou a possibilidade de 5 deputados Madeirenses conseguirem dar a Maioria ou não aos Governos, caso com o Cavaco que foi sempre pressionado a não perder para a oposição os nossos deputados, como o Guterres que consegui-o várias aprovações no parlamento ao PS de minoria do Guterres, votando a favor do PS. Sim um verdadeiro queijo limiano que só nós fez bem, fez-nós crescer!

Quanto ao off-shore da Madeira como está não é assim tão grande beneficio para a Madeira como veio logo a correr o nosso camarada do fórum correr a apontar e a desafiar, a CDU e BE Madeira querem que acabe. Será que se fosse mesmo uma mina o queriam fechar? Colocar o povo na miséria? hummmmm capaz todos os comunistas gostam de ter povos na miséria para efectuarem as suas colónias de camaradas trabalhadores de foice e martelo. Não não é, é porque crê-se que a Madeira conseguiria maior quantidade de fundos da UE se não tivéssemos a Zona Franca, assim iamos buscar mais dinheiro do QREN e da UE

Quanto ao QREN todos nós sabemos que Quadro de Referência Estratégico Nacional é um quadro "para aplicação da política comunitária de coesão económica e social" alguém dos nossos amigos querem explicar porque quase nada dele foi gasto em no interior ou no Algarve? Deixo esta ao Frederico, como muito burro que sou, sim sou um ilhéu ignorante com as questões desse belo rectângulo tenho a informação que a região mais débil e atrasada é a zona do parlamento, dos grandes escritórios, ..., de Lisboa :shocking::maluco:

Acabando David, não queiras arriscar a fazer esse referendo, olha que vocês precisam disto mais do que nós de vocês... Olha que esse Não pode muito bem não o ser adquirido...

Onde disse a asneira? Eu sei perfeitamente que as ilhas Selvagens fazem parte do Arquipélago da Madeira, e como tal, da República Portuguesa. Mas se investigar um pouco descobrirá que a Espanha não pensa assim... e há quem dentro do Reino defenda que as Selvagens fazem parte... das Canárias! Ora investigue lá um pouco essa disputa já antiga, que vem desde o século XIX! A questão é que a Madeira independente não teria como é evidente o mesmo peso que Portugal para continuar a travar o apetite voraz da Espanha pela ZEE conferida pelas Selvagens, disso não tenhais dúvidas!
 
Gostei da caridade, do amor ao próximo do Professor Pedro Arroja para com o Professor Pereira.

Gostei também da humildade intelectual do Professor Pedro Arroja.

O povo que geralmente frequentou a Universidade e que tem pretensões intelectuais é bronco.

O Professor Pedro Arroja é professor, não é agricultor nem operário, nem convive com o povo que geralmente frequentou a Universidade.

O Professor Pedro Arroja é competente, discute assuntos da elite porque simplesmente faz parte dela.

O Professor Pedro Arroja cultiva a boa tradição cristã. Nada do diga interesse ao povo bronco deixará de ser trazido ao conhecimento dele.

O texto do Professor Pereira não interessa ao povo bronco. O texto do Professor Pedro Arroja também não. O texto dos 2 não deve ser discutido por ninguém.

O povo que geralmente frequentou a Universidade e que tem pretensões intelectuais é bronco.

O Professor Pedro Arroja tem em boa conta as opiniões do Professor Pereira. Quem delas fizer crítica é bronco.

O povo que geralmente frequentou a Universidade tê-lo-á feito nos mesmos sítios e lugares do Professor Pedro Arroja mas só o Professor Arroja é que não tem pretensões intelectuais.

O Professor Pedro Arroja já esteve no Canadá. Já sabe fazer comparações.

O nosso povo é humilde. Só discute aquilo para que está capacitado.

A Madeira não é o Quebéc.

O Professor Pereira é um excelente académico.

As nossas elites são tão boas como as do Canadá.

O Ministro da Economia, que é um excelente académico, em breve estará ridicularizado. O Professor Pedro Arroja já o sabe.


Agreste... quando tiver oportunidade leia os textos do Fernando Pessoa sobre o provincianismo português. E aí perceberá a mensagem do Professor Pedro Arroja.
 
Quanto ao off-shore da Madeira como está não é assim tão grande beneficio para a Madeira como veio logo a correr o nosso camarada do fórum correr a apontar e a desafiar, a CDU e BE Madeira querem que acabe. Será que se fosse mesmo uma mina o queriam fechar? Colocar o povo na miséria? hummmmm capaz todos os comunistas gostam de ter povos na miséria para efectuarem as suas colónias de camaradas trabalhadores de foice e martelo. Não não é, é porque crê-se que a Madeira conseguiria maior quantidade de fundos da UE se não tivéssemos a Zona Franca, assim iamos buscar mais dinheiro do QREN e da UE

Terias mais dinheiro se a UE baixar a comparticipação. A questão do off-shore é que se ele não serve para nada porque razão existe?

Mas se o povo viveria ou não na miséria é algo que só poderemos discutir nas próximas eleições regionais. AJJ terminará funções o mais tardar em 2015.
 
Eu não sei do ponto de vista económico quem depende mais de quem.

Mas acreditem, não interessa nada ao povo madeirense a independência.

Olhai para a História, olhai para certos interesses económicos e financeiros que movem o mundo. Na Madeira seria instalado um cacique pago com dinheiros internacionais, em troca do sim a certas negociatas. A posição geoestratégica da ilha como «guardiã» do Estreito de Gibraltar é fulcral... e todos sabemos que nessas negociatas o povo sai sempre a perder, e apenas uma minoria ganha alguma coisa... veja-se o caso de Angola.

Alberto João Jardim terá de aprender a viver com menos, e o povo madeirense terá de ter imaginação e força de vontade. Li recentemente que a Ryanair foi «enxotada» pelo Aeroporto do Funchal, e que quem ficou a ganhar foram as Canárias. A ilha terá de ser mais competitiva no turismo, provavelmente. Para além disso terá de apostar noutras alternativas, e exportar mais, nem que comecem a vender peças de artesanato a 200 ou 300 euros a turistas ricos, com um «design» especial ou outras tretas do género, daquelas que se inventam para sobrevalorizar. Não só a Madeira, mas todas as regiões de Portugal terão de encontrar soluções para ultrapassarmos o fim do imobiliário e obras públicas e para pagarmos as dívidas.
 
Terias mais dinheiro se a UE baixar a comparticipação. A questão do off-shore é que se ele não serve para nada porque razão existe?

Mas se o povo viveria ou não na miséria é algo que só poderemos discutir nas próximas eleições regionais. AJJ terminará funções o mais tardar em 2015.

Não percebes-te o ironismo... Quanto a reforma do AJJ não me preocupa pelo capital humano que a ilha Tem, mas antes pela união e a força de luta, sem olhar a posturas que ele demonstra ter.
 
Não percebes-te o ironismo... Quanto a reforma do AJJ não me preocupa pelo capital humano que a ilha Tem, mas antes pela união e a força de luta, sem olhar a posturas que ele demonstra ter.

A ilha da Madeira e o Algarve, graças ao turismo, terão sempre alguns trocos a cair nos bolsos da população...
 
Agreste... quando tiver oportunidade leia os textos do Fernando Pessoa sobre o provincianismo português. E aí perceberá a mensagem do Professor Pedro Arroja.

Tinha uma ideia sobre a personagem mas fico apenas com este elogio às ditaturas de Portugal, Espanha, Chile e Argentina:

«Os melhores períodos

Se, porventura, me fosse perguntado qual a instituição que nos últimos dois séculos mais danos produziu nos países predominantemente católicos do sul da Europa e nos seus descendentes por toda a América Latina, eu não hesitaria na resposta - a democracia.

Desde que em 1789 a França generalizou esta instituição protestante aos países católicos do sul da Europa e, através deles, a toda a América Latina, nunca mais estes países viveram com normalidade duradoura - na política, na economia, na sociedade. Pelo contrário, a regra passou a ser a alternância entre a desordem que a democracia causava e a emergência de um césar que repunha alguma ordem - e, nalguns casos, até repunha a normalidade, a prosperidade e, não poucas vezes, um brilho.

Na realidade, durante este espaço de 200 anos, os melhores períodos destes países, em termos de prosperidade económica, social e até cultural, não foram conseguidos sob condições democráticas, mas sob a autoridade de um césar. Para mencionar alguns exemplos, Salazar em Portugal, Franco em Espanha, Pinochet no Chile, Peron na Argentina.»
 
Tem uma ideia sobre a personagem mas fico apenas com este elogio às ditaturas de Portugal, Espanha, Chile e Argentina:

«Os melhores períodos

Se, porventura, me fosse perguntado qual a instituição que nos últimos dois séculos mais danos produziu nos países predominantemente católicos do sul da Europa e nos seus descendentes por toda a América Latina, eu não hesitaria na resposta - a democracia.

Desde que em 1789 a França generalizou esta instituição protestante aos países católicos do sul da Europa e, através deles, a toda a América Latina, nunca mais estes países viveram com normalidade duradoura - na política, na economia, na sociedade. Pelo contrário, a regra passou a ser a alternância entre a desordem que a democracia causava e a emergência de um césar que repunha alguma ordem - e, nalguns casos, até repunha a normalidade, a prosperidade e, não poucas vezes, um brilho.

Na realidade, durante este espaço de 200 anos, os melhores períodos destes países, em termos de prosperidade económica, social e até cultural, não foram conseguidos sob condições democráticas, mas sob a autoridade de um césar. Para mencionar alguns exemplos, Salazar em Portugal, Franco em Espanha, Pinochet no Chile, Peron na Argentina.»

O facto do Professor Pedro Arroja ter opiniões mais controversas não significa que não tenha a Razão do seu lado.
 
Estive a ler uma entrevista de João César das Neves no Expresso desta semana. O Professor diz que o Estado, nos últimos dez anos, não aumentou os serviços que presta à população, em quantidade e qualidade, mas que a despesa pública disparou. Só não diz como...

Ora vejamos alguns exemplos...

1) Obras públicas desnecessárias. Segundo alguns estudos recentes várias auto-estradas em Portugal não têm tráfego que justifique a sua existência. E há os estádios do Euro, o aeroporto de Beja, e depois, uma miríade de pequenos elefantes brancos dispersos por quase todos os concelhos do país.

2) Pagamentos de rendas, por vezes astronómicos. Enquanto o Estado Central e as autarquias têm edifícios com boas volumetrias ao abandono, o Estado, em simultâneo, sabe-se lá porquê, paga rendas não raras vezes elevadíssimas. Um exemplo polémico e recente: o tribunal da Maia.

3) Empresas municipais. Antes de existirem, os mesmo serviços eram prestados por gabinetes das autarquias. O número de funcionários autárquicos manteve-se igual, mas agora também pagamos os funcionários das empresas municipais, e gestores em áreas onde não há mercado concorrencial.

4) Mais funcionários públicos. Num país com excesso de câmaras municipais e de juntas de freguesia, o poder local continuou nos últimos anos a aumentar o número de funcionários. Ridículo, preocupante, absurdo.

5) Serviços de consultadoria pagos ao sector privado. O Estado não aproveita os recursos humanos e técnicos das universidade públicas, e gasta milhões e milhões de euros por serviços prestados por escritórios de advogados, pareceres ambientais, etc.
 
Só essas curtas palavras bastam para mostrar a limitação intelectual, pois como todos sabem, eu sou mesmo um cubano :D
Eu tenho uma certa pena, gostaria mesmo de te poder ajudar, mas há coisas que não é mesmo possível ajudar, não dá para emprestar, nem alugar, nem comprar, tem que se nascer com elas, ou se tem ou não se tem.

Eu sou mais a favor que todos nós temos a capacidade de evolução e aprendizagem, se o teu sentido de humor não existe e crês que determinadas pessoas por nascerem em certo sitio ou em certas famílias são mais ou menos inteligentes certamente a vida irá fazer-te ver, talvez pelos modos mais difíceis certas e importantes lições.

Como vês temos muita coisa contrária, mas isso aqui já se tinha feito notar.
 
MADEIRA: Censos revelam "falhanço do modelo de desenvolvimento" do Governo de Jardim

O líder do CDS-PP/Madeira, José Manuel Rodrigues, afirmou hoje que os dados preliminares dos Censos 2011 demonstram "o falhanço das políticas de planeamento e ordenamento do território e do modelo de desenvolvimento económico do Governo Regional”.
Em conferência de imprensa, o também deputado democrata-cristão na Assembleia da República, eleito pelo círculo da Madeira, salientou que o modelo de desenvolvimento da região do executivo madeirense (PSD) está “assente quase, exclusivamente, em investimentos e obras públicas, algumas necessárias, outras inúteis, mas descurando os setores produtivos e o emprego”, pelo que “conduziu à desertificação do norte e dos concelhos rurais da região”.
José Rodrigues argumentou que, enquanto se assistia na última década a “vultuosos investimentos públicos na rede viária, na construção de escolas e centros de saúde, a população das zonas rurais migrava para o sul à procura de emprego, o que demonstra o falhanço das políticas de incentivo ao investimento e de criação de emprego das sociedades de desenvolvimento e dos parques empresariais”.
Segundo o responsável, os concelhos do sul (Câmara de Lobos, Funchal, Santa Cruz) não estavam preparados para receber estes novos habitantes e hoje “sofrem ruturas nas infraestruturas públicas, de assimetrias graves e de falta de investimento do Governo e das câmaras na criação de condições básicas de vida em freguesias como Santo António, São Martinho e Caniço”.
“O Governo Regional investiu em ‘contraciclo’ e muitas vezes sem prioridades em relação à deslocação e às necessidades da população”, declarou o líder do CDS-PP/M. Para José Manuel Rodrigues, a política do Governo do PSD “está esgotado” e a Madeira “precisa de mudar de ciclo de governação e de modelo de desenvolvimento”.
O dirigente defendeu que “as políticas de investimento público têm que ter prioridades que atendam às necessidades das populações e à criação de condições para o relançamento do investimento privado”. Além disso, acrescentou, os apoios europeus devem ser “canalizados, prioritariamente, para os sectores produtivos que geram emprego e riqueza” e o executivo e as autarquias devem ter também políticas fiscais atrativas para fixar famílias e empresas nos concelhos que estão a perder habitantes.
“Acabou o tempo de o PSD governar em função dos seus interesses eleitorais ou dos interesses instalados e termos um Governo na Madeira que execute em função das necessidades das populações e governe para o bem comum”, concluiu José Manuel Rodrigues.
Nos resultados preliminares dos censos divulgados na semana passada, a região apresenta um aumento populacional de 9,94 por cento em relação aos Censos de 2001. O concelho de Santa Cruz foi, a nível nacional, aquele que mais habitantes ganhou, com um aumento de 44,74 por cento. Na região, Porto Santo também viu a sua população aumentar, ao contrário de Santana, São Vicente, Porto Moniz e Calheta, que registaram diminuições.

Destak
 
Eu sou mais a favor que todos nós temos a capacidade de evolução e aprendizagem, se o teu sentido de humor não existe e crês que determinadas pessoas por nascerem em certo sitio ou em certas famílias são mais ou menos inteligentes certamente a vida irá fazer-te ver, talvez pelos modos mais difíceis certas e importantes lições.

Quem conhece o Vince e não sou nenhum advogado de defesa, que ele bem sabe se defender;), não pode deixar de sentir desconforto ao ler estas acusações:mad:.

Estaremos a descambar neste tópico, à semelhança do que se passou com o futebol?:(
 
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