O Estado do País

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Discordo completamente. Sei que fazia parte da agenda do partido vencedor das eleições assim como também fazia parte o aumento das subvenções (já posto em prática) a uma determinada confissão religiosa.

É melhor retirar palavras como intocável e sagrado da discussão e colocar outras palavras como viável e confiável. A concepção não é o princípio da vida porque nesse ponto ela não é ainda viável.

Agreste, és materialista dada a tua opção política e não compreendes alguns aspectos da natureza do Homem.

PS: espero que Rajoy tenha também a coragem de abolir alguns erros como o direito de adopção dado a casais de pessoas do mesmo sexo e a designação de casamento à união entre estas pessoas.
 
Discordo completamente. Sei que fazia parte da agenda do partido vencedor das eleições assim como também fazia parte o aumento das subvenções (já posto em prática) a uma determinada confissão religiosa.

É melhor retirar palavras como intocável e sagrado da discussão e colocar outras palavras como viável e confiável. A concepção não é o princípio da vida porque nesse ponto ela não é ainda viável.

O que o Frederico referiu e sou totalmente de acordo, apesar de ser ateu e não ter simpatia política nem qualquer vertente ideológica vincada, concordo que exista princípios e valores que todos nos devemos reger.

Talvez por essa libertinagem que existe atualmente, sem qualquer regra, valor ou princípio e que cada vez mais é aceitada pela sociedade portuguesa, e que fere a liberdade e garantias dos outros, é que nos faz sentir mais saudosistas do tempo da ditadura.

Em relação ao caso do aborto, como é óbvio é uma questão íntima e pessoal, mas a inconsciência tem consequências e quem as comete tem de as assumir.
 
A opinião que os mercados financeiros exprimem, através das cotações dos títulos da dívida pública portuguesa, das cotações dos bancos portugueses e de outras empresas cotadas, é a de que as nossas instituições - Estado e bancos, em primeiro lugar - são lixo.
Tome-se o caso dos títulos da dívida pública. Aquilo que as cotações exprimem, e que as agências de rating confirmam, é que o Estado português está falido, que não tem capacidade para pagar as suas dívidas, e que quem emprestou dinheiro ao Estado português vai ficar sem ele. Agora, páre um momento para pensar e avaliar se isto é ou não verdade.
Só as reservas em ouro que o Estado detém no Banco de Portugal dariam para pagar cerca de metade da dívida, de um golpe tornando Portugal de um dos países mais endividados da zona euro num dos menos endividados. Junte-se a isto, o enorme património imobiliário do Estado, o seu patriménio empresarial, e a sua capacidade, que ainda não está esgotada, para tributar os cidadãos. Falido?
A opinião que os mercados financeiros reflectem é a propaganda protestante que dura há cinco séculos, que isto tudo - aquilo que é católico, Portugal e os portugueses, geralmente todos os PIIGS - não presta para nada, e que, pelo contrário, eles é que são bons. É sob esta propaganda que eles agora já nos governam, nos asfixiam economicamente, e - se nada fôr feito - acabarão por nos submeter.


Prof. Pedro Arroja
 
Um boy ao serviço da Goldman Sachs

António Borges vai liderar equipa governamental para acompanhar privatizações
Por Agência Lusa, publicado em 2 Fev 2012 - 21:56

O primeiro-ministro anunciou hoje, em entrevista ao semanário Sol, que António Borges, antigo diretor para a Europa do Fundo Monetário Internacional (FMI), vai liderar uma equipa governamental que funcionará no âmbito da Parpública para acompanhar as privatizações.

Segundo o jornal essa equipa terá como objetivo acompanhar os processos de privatizações e as negociações das parcerias público-privadas, bem como monitorizar a reestruturação do setor empresarial do Estado e a situação do setor financeiro do país.

"Para haver uma melhor coordenação de toda a implementação da agenda de transformação estrutural que queremos concretizar, o Governo passará a ter uma equipa, que funcionará no âmbito da Parpública e que será dirigida pelo professor António Borges", disse Passos Coelho na entrevista que será publicada na sexta-feira ao Sol e a que a agência Lusa teve acesso.

Na entrevista, cuja primeira parte será divulgada na sexta-feira, o jornal adianta que está para breve a nomeação da equipa, que de acordo com o primeiro-ministro vai "habilitar o Governo a dar um ritmo e uma intensidade maiores à execução destas medidas".

António Borges foi diretor para a Europa do FMI entre novembro de 2010 e novembro de 2011, altura em que se demitiu do cargo por motivos pessoais.
 
O BCP e o BES tiveram prejuízo. Agora estou para ver quando chegarmos ao final do ano, como estará o crédito mal parado. Muita gente vivia com a corda na garganta, como diz o povo, porque se endividou demasiado, e agora lá se foi o 13.º e o 14.º mês. Claro que os portugueses irão cortar no restaurante e nas compras, logo mais falências nos serviços e mais crédito mal parado. E nem falo em muito elefante branco que anda por aí, tipo o Autódromo do Algarve e alguns PIN's que estão com centenas de casas e apartamentos de luxo por vender.
 
Hoje o Presidente da Câmara do Porto anunciou que passaria a dar direito a coima cuspir e urinar na via pública. E eu concordo. Já nos últimos tempos tenho notado mais polícias a multar carros estacionados. Há ruas inteiras onde de uma ponta à outra estão carros estacionados em cima da linha amarela. Temos uma falta de civismo gritante e só com mão pesada poderemos melhorar um pouco.

Isto soa um pouco a Singapura, mas acho que esta questão de multar quem urina, cospe ou deita lixo para o chão se deveria estender a todas as cidades portuguesas. É vergonhoso que haja zonas na Baixa do Porto onde cheira a urina e cheias de lixo nas ruas. O que dirão os turistas?
 
Se Israel atacar o Irão e o petróleo disparar... quero ver então como ficará a nossa economia... Será a machadada final?

Uma bela questão.

Depois de um estado esbanjar demasiadas verbas no apoio a soluções anti-petróleo (veículos elétricos - produção; componentes; acessórios; e combustíveis) verificamos que pouco ou nada evoluiu e continuamos reféns de qualquer tipo de instabilidade, nem que a mesma seja apenas teórica.
 
Anda por aí muita alma chocada com o crescimento da economia paralela. Eu não estou. Orgulho-me de a alimentar. Neste momento estou a comprar os ovos e parte das frutas e legumes que como a uma senhora que faz as limpezas no prédio. E sabem que mais, estou vivo e saudável! As hortas são do outro lado da rua e os produtos têm qualidade e são quase biológicos. Poupo dinheiro e a senhora tem mais lucro que a vender a preços baixíssimos a supermercados que têm margens de lucros vergonhosamente altas. As palavras não bastam, temos de começar a revolução contra o sistema nacional-socialista que querem impôr na UE e nos EUA.
 
Profecias que se auto-realizam.

A propósito da vaga de frio polar que percorre o país, uma história que circula na net desde o início da crise e que ajuda a compreender a lógica de funcionamento do mercado de acções:

«Era outono e os índios de uma reserva americana perguntaram ao novo chefe se o inverno iria ser muito rigoroso ou se, pelo contrário, seria mais ameno. Tratando-se de um chefe índio da era moderna, era-lhe difícil interpretar os sinais que permitissem prever o tempo. Mas, para não correr riscos, foi dizendo que sim, que deveriam estar preparados e cortar a lenha suficiente para aguentar um inverno frio.
Como era um líder prático e preocupado, alguns dias depois dirigiu-se a uma cabine telefónica pública, ligou para o serviço meteorológico e perguntou: "O próximo inverno vai ser frio?" - "Sim, parece este inverno vai ser frio...", respondeu o meteorologista de serviço. O chefe voltou para junto do seu povo e mandou que cortassem mais lenha.
Uma semana mais tarde, voltou a ligar para o serviço meteorológico: "Vai ser um inverno muito frio?" - "Sim", responderam novamente do outro lado... «O inverno vai ser mesmo muito frio." Mais uma vez o chefe voltou para o seu povo e mandou apanhar uma quantidade reforçada de lenha, sublinhando que mesmo as mais pequenas cavacas deviam ser aproveitadas.
Duas semanas mais tarde voltou a ligar para o serviço meteorológico: "Vocês têm a certeza que este inverno vai ser mesmo muito frio?" - "Absolutamente!", responderam do outro lado da linha, "Vai ser um dos Invernos mais frios de sempre." "Como podem ter tanto a certeza disso?...", perguntou o chefe. O meteorologista respondeu: "Porque os índios estão a arrecadar lenha que nem uns doidos."» :lol:

http://ladroesdebicicletas.blogspot.com/2012/02/profecias-que-se-auto-realizam.html
 
Passos pede aos portugueses para serem "menos piegas"


O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apelou hoje aos portugueses para serem "mais exigentes", "menos complacentes" e "menos piegas" porque só assim será possível ganhar credibilidade e criar condições para superar a crise.

"Temos de ser ambiciosos e exigentes com o ensino, com a investigação e o saber, com as empresas", afirmou Passos Coelho durante uma intervenção na cerimónia do 40.º aniversário das escolas do grupo Pedago, que tem sede em Odivelas, e em cujo Instituto de Ciências Educativas deu aulas.

Para Passos Coelho, "hoje, mais do que nunca", é preciso "enfatizar a relevância" de os portugueses serem "totalmente exigentes e nada complacentes com a facilidade", apelando à "transformação de velhas estruturas e velhos comportamentos muito preguiçosos ou, às vezes, demasiado autocentrados", por outros "descomplexados, mais abertos, mais competitivos".

"Lamentar-se com as medidas, com os feriados, com o Carnaval"

A este propósito, deu como exemplo da "diferença" entre uma atitude ambiciosa e exigente e outra "agarrada ao passado" o debate em torno da tolerância de ponto no Carnaval, considerando que há quem prefira continuar a "lamentar-se com as medidas, com os feriados, com o Carnaval" em vez de lançar "mãos à obra".

Passos Coelho lembrou que o país vive uma situação de "emergência nacional" e como foi "caricato" aquilo que aconteceu no ano passado, quando a troika estava em Portugal para negociar a assistência financeira: "Quem emprestava dinheiro trabalhava enquanto o país aproveitava os feriados e as pontes".

É essa "primeira imagem negativa" que o primeiro-ministro diz tentar afastar diariamente.

"Se queremos que nos olhem com respeito temos de nos olhar com respeito", insistiu, criticando ainda discursos que consideram que há "demasiada austeridade", que as medidas adotadas para corrigir os défices do país são "muito difíceis" e, portanto, é melhor "andar para trás" e voltar "a gastar o dinheiro" que o país não tem, até porque "o FMI e a UE hão de emprestar mais dinheiro, que remédio", já que Portugal faz parte da zona euro.

"Devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas e ter pena dos alunos, coitadinhos, que sofrem tanto para aprender"

"Devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas e ter pena dos alunos, coitadinhos, que sofrem tanto para aprender", ilustrou, considerando que só com "persistência", "exigência" e "intransigência" o país terá "credibilidade".

O primeiro-ministro considerou ainda que esta atitude de exigência deve começar na escola mas estender-se a todos os níveis da sociedade e deu como exemplo as empresas.

"Agora se se arranjam sempre desculpas e explicações para os maus resultados..."

Para Passos Coelho, não se deve consumir "o que é português só porque é português": "Temos de incutir em quem produz exigência e qualidade. Sabemos produzir com qualidade e devemos premiar aqueles que o fazem", afirmou.

O primeiro-ministro pegou ainda no exemplo da escola e do ensino para defender que "se criou a falácia" de que as grandes reformas levam anos a produzir efeitos.

"Não é verdade. Em cada aula que se dá, tudo pode mudar. As pessoas ajustam-se rapidamente à mudança. Mas tem de haver uma mudança. Agora se se arranjam sempre desculpas e explicações para os maus resultados...", afirmou.

"Os agentes ajustam-se muito rapidamente e antecipam os resultados quando há credibilidade", acrescentou.

Fonte: Expresso

:palmas:
 
Evidentemente demitam o homem. Não me parece que esteja nas suas plenas faculdades mentais.

Isto é o tipo de coisa que o judeu de trás diria ao judeu da frente na fila para a câmara de gás.
 
Quem vai acabar piegas é o Passos Coelho daqui por uns anos.
Depois de tanta austeridade pedida ao país e fé nos mercados, e o país ainda assim terminar na bancarrota e provavelmente colapso social e económico.

O que é um facto é que nada do que ele está a fazer está a funcionar.
A Economia está cada vez pior.

Não é preciso ser bruxo nem economista para perceber porquê.

Passos pede aos portugueses para serem "menos piegas"

Fonte: Expresso

:palmas:
 
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