O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Umas bocas de Mário Soares...

«A pretexto da apresentação do seu livro “Um político assume-se” (em parte escrito no Algarve), Mário Soares esteve ontem na Biblioteca Municipal de Faro e assumiu-se como “uma pessoa vulgar”.

Notoriamente bem disposto, o expresidente voltou a definir-se como “agóstico e republicano”, “antissalazarista durante 32 anos” e “comunista sincero até 1949”.

Confessou que sentia adoração pelo pai, fez uma louvação a Marcello Caetano, comparou o Estado Novo em 1974 a um “fruto caído” e confidenciou que queria que Salgado Zenha fosse Primeiro Ministro.

Contra os comunistas, contou: “Conspirei eu próprio em pessoa com o cardeal patriarca!” Porque “a ideia dos comunistas era fazer de Portugal a Cuba do Ocidente”.

A noite ainda deu para um engano quando contou os almoços que fazia os independentistas africanos: “Quando começaram as negociações para nós fazermos a paz com Angola, fui a Dakar com Léopold Senghor para me encontrar com Aristides Pereira.”…

Antes dos autógrafos, quando Macário Correia informou que Mário Soares seguiria de seguida para Lisboa, alguém na plateia comentou: “ A 190 à hora, não tarda nada está lá!…”»

http://marafado.wordpress.com/
 
Instalações do Governo Regional da Madeira alvo de buscas (act) disse:
23 Abril 2012 | 12:31

DCIAP estará a investigar o buraco nas contas públicas da Madeira, estando para o efeito a proceder a operações de busca em edifícios governamentais da região.
Vários edifícios do Governo Regional da Madeira estão esta manhã a ser alvo de buscas, por parte de investigadores da Polícia Judiciária e procuradores do Ministério Público, no âmbito da investigação ao desvio nas contas públicas da região.

Segundo a TVI, a GNR está desde as 9 horas da manhã nos edifícios do Departamento de Habitação, Estradas, Infra-estruturas e Ambiente do Governo Regional. O “Diário de Notícias da Madeira” dá conta que o edifício da ex-secretaria regional do Equipamento Social também está a ser alvo de buscas, que se devem prolongar durante toda a semana.

Este jornal madeirense, citando o Comandante da GNR, Paulo Saraiva Soares, noticia que estas buscas decorrem no âmbito de uma investigação do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

O “Sol” acrescenta que as buscas surgem no âmbito do inquérito aberto no final do ano passado sobre o ‘buraco’ das contas públicas da região autónoma, sendo que em causa estão centenas de milhões de euros em empreitadas públicas adjudicadas pelo Governo Regional sem a devida cabimentação orçamental e às escondidas do Ministério das Finanças e das entidades supervisoras nacionais.

“Ordens para não sair, nem telefonar”

Segundo a agência Lusa, o acesso ao edifício da antiga secretária regional do Equipamento Social, no Funchal, foi mesmo interditado na sequência de diligências da GNR solicitadas pelo DCIAP.

"Esta operação envolve 25 militares de várias áreas da GNR e peritos de informática do DCIAP", acrescentou Paulo Saraiva Soares, citado pela Lusa, explicando que "a GNR é o órgão de polícia criminal responsável pela execução e algumas diligências que estão a ser executadas".

Desde o início da manhã os funcionários e restante público foram informados pelos elementos da GNR que "não podiam sair do edifício" e aqueles que quisessem entrar "não tinham garantia da hora para sair", relataram várias pessoas.

Esta situação manteve-se até cerca das 11:30, altura em que um dos funcionários da IHM disse à saída aos jornalistas que "tiveram ordens para não sair, nem telefonar", adiantando "desconhecer o motivo da operação".

Os telemóveis de todos os responsáveis dos serviços que funcionam naquele edifício estão desligados e fonte da Vice-presidência contactada pela agência Lusa garantiu também "desconhecer o que se passa".

Acho bem, assim demonstra-se que as contas estão em dia e que o que foi bem feito. Ou tenham a santa paciência mas para destruir a economia de uma região ultraperifica já basta o mar.

E convém que estás investigações comecem também nos BPP e BPN a bom ritmo, tal como nos governos Sócrates e as suas PPP's que arruinaram o nosso país. Só aqui é que, santa paciência, não!
 
Jardim: "Sem as regiões autónomas, Portugal é a Albânia da Europa Ocidental"

O presidente do Governo da Madeira, Alberto João Jardim, realçou hoje a importância dos arquipélagos atlânticos para a República portuguesa, afirmando que, "sem as regiões autónomas, Portugal é a Albânia da Europa Ocidental". "Todos sabemos que Portugal sem as regiões autónomas é uma Albânia do ocidente da Europa", disse Jardim, na inauguração de uma estrada na freguesia dos Prazeres, concelho da Calheta, na zona Oeste da ilha da Madeira.
O governante argumentou que "Portugal só tem qualquer peso porque tem as regiões autónomas, tem a décima maior área economia exclusiva marítima de todo o mundo graças às regiões autónomas, o que dá ainda algum prestígio internacional a Portugal". O líder madeirense considerou que "Lisboa teme aquilo que se foi verificando ao longo da história", o facto de "todos aqueles territórios que se desenvolveram mais do que a terra-mãe acabarem por se emancipar".
"Não sei o que se passa em Lisboa, que em vez de haver um entusiasmo, principalmente da classe politica, no sentido de ter os madeirenses satisfeitos de estarem na Pátria comum, pelo contrário, vai desenvolvendo politicas que os fazem ficar cada vez mais aborrecidos com Lisboa", adiantou. Segundo o chefe do Governo regional, esta situação "também é prova de incapacidade e irresponsabilidade de quem tem competências a nível nacional".
"Estou convencido que temos o maior interesse em termos a menor dependência possível do Estado português", declarou Jardim, reforçando que a República apenas deve ter cinco competências neste território insular: os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos e Segurança Social iguais em todo o território nacional, os tribunais de recurso, a política externa, a defesa e segurança internas. "Fora disto deixem-nos trabalhar à vontade. Não nos ponham aqui encravados, limitados e, sobretudo, não nos façam pirraças", expressou.
O líder regional apontou que a sua "posição é clara: enfrentar as dificuldades e ir para a frente aproveitando todos os meios possíveis, como foi o caso desta estrada em que se aproveitaram fundos europeus". Aos jornalistas, à margem da inauguração, o também presidente do PSD-M admitiu uma recandidatura à liderança, se houver um congresso extraordinário do partido na região. "Se houver um congresso extemporâneo, obviamente que candidato-me para continuar a desenvolver o plano que tenho para o PSD até ao final de 2014", disse, ironizando "nunca ter ouvido falar" na candidatura do actual presidente da câmara municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, à liderança do partido.

Fonte: Jornal de Negócios
 
Houve momentos claros em que a Flama pedia a libertação da Madeira aka Independência. Esse período foi o quando se fez a descolonização do Império Português.
Sabemos também que a ZEE e a Plataforma Continental Alargada proporcionada por esse facto tem um cariz económico forte, e que por isso não fomos na onda e sempre houve a realidade de proporcionar na democracia a devida compensação da Insularidade e das suas REAIS limitações.
Algo que ao meu ver, neste momento, está colocada em causa.
 
Todas as vezes que vi o Alberto João Jardim a abrir a boca sobre os Açores, só foi mesmo para criticar e falar mal, ou é pk somos "uns pobrezinhos da costa" e hoje chamou outra vez os Açores de pobres.

Resposta do Carlos César:“Nós realmente não somos ricos, mas o dinheiro que temos, cuidamos bem dele”
 
Que o Ministério Público português não está preparado ou com meios para os crimes económicos?

Isso é outra conversa que até podes ter razão, tal tem sido os desfechos de todos os processos dos últimos tempos...
Mas eu referia-me ao principio de continuidade nacional e compensação pela limitações de sermos Portugueses Insulares.

Todas as vezes que vi o Alberto João Jardim a abrir a boca sobre os Açores, só foi mesmo para criticar e falar mal, ou é pk somos "uns pobrezinhos da costa" e hoje chamou outra vez os Açores de pobres.

Resposta do Carlos César:“Nós realmente não somos ricos, mas o dinheiro que temos, cuidamos bem dele”

Não leves a mal o que diz o AJJ, tens de pensar o que tem sido as vontades. Enquanto os Açores tem tido todas as contas em dia penalizando o seu crescimento com divida zero como exigido.
Grave Grave é que para as regiões insulares já os Açores a muito tempo colocaram o cinto e hoje em dia apertam-no sem culpa nenhuma. Pelo menos o investimento do Estado Central na Madeira desde que me lembro ser pessoa foi sempre zero.

Sobre as dividas acho completamente injusto os meus colegas dos Açores terem austeridade!

Se a Madeira teve alguma evolução foi a custa da divida mas algo que ninguém pode negar é que a divida na Madeira vê-se, algo que com maior nível de divida a progressão no território nacional não foi o mesmo!!! Que fique claro as Scut's são todas PPP's que agora até todas tem portagens, logo finaliza que não vê...

A Madeira num dado momento disse que não ia estagnar, e os Açores estagnaram. Cuidaram bem o dinheiro mas são penalizados agora sem nenhuma pena dos outros Portugueses, e no caso da Madeira sofreram uma penalização que vai levar-nos a miséria se continuar por muito mais tempo. Esta o custo de vida muito mais caro que os Continentais e não há qualquer tipo de saída. O turismo não irá crescer tanto como seria preciso para não evitar o desemprego, e o custo de produção agrícola sempre e invariavelmente será CARO e será apenas exercício para ser de subsistência
 
Precisavamos de uma mulher destas na nossa Assembleia da República...


[ame="http://youtu.be/q21rM03_R18"]http://youtu.be/q21rM03_R18[/ame]


Reparem no silêncio que se fez na sala...
 
Portugal tinha no ano passado custos laborais de 12,1 euros por hora trabalhada, substancialmente abaixo de metade da média da zona euro, que era de 27,6 euros por hora trabalhada

Os custos laborais em Portugal estavam mesmo entre os mais baixos dos 17 países da zona euro, segundo dados divulgados hoje pelo Eurostat. Os países do euro onde as remunerações horárias do trabalho estavam abaixo da portuguesa eram a Estónia (8,1 euros), a Eslováquia (8,4 euros), que saíram há pouco mais de 20 anos da esfera de influência do comunismo soviético, e o pequeno arquipélago de Malta, com um valor próximo do português – 11,9 euros.

O Governo e vários economistas têm insistido na necessidade de baixar os custos laborais em Portugal, como forma de promover a competitividade da economia, facilitando o aumento das exportações.

Dadas as medidas adoptadas pelo Governo na função pública e a tendência para a baixa de salários na contratação, é natural que no ano em curso os custos laborais baixem significativamente no país, apesar de nos anos mais recentes terem também evoluído abaixo da média da zona euro e da UE. Entre 2008 e 2011, subiram 5,2% em Portugal, face a 6,9% na EU e 7,0% na zona euro.

Para Grécia, não há valor relativo a 2011; o valor mais recente, de 2010, é de 17,5 euros. Em Espanha era de 20,6 euros no ano passado, e na Irlanda de 27,4 euros (face a 28 euros em 2009).

Os países com custos do trabalho mais elevados na zona euro eram a Bélgica, a França, o Luxemburgo e os Países Baixos, com valores de respectivamente 39,3, 34,2, 33,7 e 31,1 euros por hora no ano passado. Na Alemanha eram de 30,1 euros e na Itália de 26,8.

Fora da zona euro, a Suécia e a Dinamarca tinham os custos laborais mais elevados, de 39,1 e 38,6 euros. No Reino Unido eram de 20,1 euros, um pouco abaixo dos de Espanha. Os países com os custos mais baixos da UE eram a Bulgária e a Roménia, com respectivamente 3,5 e 4,2 euros.

Fonte: Público
 
Mas o que é que aconteceu? O eng. João Cravinho chama-o para limpar a casa, o senhor limpa, e depois zangam-se. O que se passou?

Fomos colegas no Instituto Superior Técnico. Houve um jantar de curso e nesse jantar o Cravinho a certa altura chama-me de parte e diz: “Tens algum tempo livre?”. E eu disse: “Tenho, mas porquê?”; “Eu precisava de ti para uma empresa”; “Que empresa?”; “Agora não interessa, a gente daqui a uns tempos fala”. Passado uns tempos chamou-me e disse-me: “Eu quero que vás para a Junta Autónoma das Estradas, mas não digas a ninguém que o gajo que lá está [Maranha das Neves] nem sonha”. O Cravinho deu-me os 10 mandamentos do que eu precisava de fazer na Junta, limpar a casa, obras que era preciso fazer, etc. Entretanto, comecei a conhecer a casa, dei a volta ao país todo e um dia disse-lhe: “Há aqui uma série de coisas que é preciso fazer e há 11 fulanos que é preciso pôr na rua”. Ele retorceu-se, chamou-me daí a dois dias, disse que era muito complicado. O problema é que era através de uma das pessoas que eu queria pôr na rua que passava o dinheiro para o PS.

http://www.ionline.pt/portugal/garcia-dos-santos-ainda-convivemos-pesada-heranca-passado
 
Gostei mais do cravos postiços da governança actual. Tão depressa se despe a revolução, perdão transição democrática, como se volta a vestir. É a coerência de sempre.
 
Gostei mais do cravos postiços da governança actual. Tão depressa se despe a revolução, perdão transição democrática, como se volta a vestir. É a coerência de sempre.

Sim, sim...:rolleyes:
O 25 de Abril é pertença da esquerda, em exclusividade! Só a esquerda é que pode ostentar os ditos cravos "da revolução".

Não esquecer que o 25 de Abril trouxe a LIBERDADE e com ela veio a democracia, aquela que permite ao povo escolher LIVREMENTE aqueles que os governa.
Sim, a "governança actual" foi escolhida livremente, por um povo que lutou pela sua liberdade, depois de uma "esquerda" que destruiu o nosso tecido económico e social, a troco de interesses forjados em REUNIÕES livres de um grupo qualquer, num qualquer país livre.:confused:

E para mantermos a atual liberdade, precisamos de corrigir muitos dos erros cometidos por aqueles que lutaram pela LIBERDADE DO 25 DE ABRIL.
Sim, parte daqueles que estiveram na 1ª linha da luta em 1974, foram os que se aproveitaram do povo.

Nasci antes do 25 de Abril, mas verdadeiramente só conheci o país depois. E gostei do que vi durante muitos anos. Mas comecei a detestar o 25 de Abril quando vi o abuso por parte daqueles que deviam defender o bem comum e o interesse do povo. Quantos se aproveitaram para encher os bolsos? Quantos se banquetearam com lugares de poder para eles e para os amigos?
De todos os quadrantes políticos, muitos foram os abusadores...

E não é só na rua que se defende os ideais da liberdade, é na assembleia da república, é na sociedade, é na conversa de ocasião, de café, etc.
Manifestações? Sim, mas não instrumentalizadas por aqueles que se acham os donos da verdade.

Temos a infelicidade de termos políticos da esquerda à direita que fazem da política a sua vida - enquanto isso não mudar certamente não iremos longe.
 
Governo estima arrecadar 12 milhões de euros com nova taxa alimentar
Além das grandes superfícies com mais de dois mil metros quadrados, também serão abrangidas lojas mais pequenas.

A nova taxa de segurança alimentar vai afectar não só as lojas com mais de dois mil metros quadrados, definidas por lei como grandes superfícies, mas também todos os estabelecimentos integrados num grupo que, no total, tenha uma área de venda superior a seis mil metros quadrados.

Fonte oficial do Ministério da Agricultura adiantou ao PÚBLICO que o Governo estima um encaixe de 12 a 13 milhões de euros. Os estabelecimentos afectados terão de pagar entre cinco a oito euros por metro quadrado, valor que será fixado anualmente por portaria.

No final da reunião do conselho de ministro, onde a nova taxa foi aprovada, Assunção Cristas, ministra da Agricultura afirmou que a taxa que vai financiar o Fundo Sanitário e de Segurança Alimentar Mais iria abranger as grandes superfícies. Mas fonte oficial do ministério confirma que supermercados ou minimercados de menos dimensão também serão afectados se estiveram inseridos num grupo. O limite mínimo das superfícies a taxar representa um recuo do Governo face à proposta inicial, que previa que só ficassem isentas as superfícies abaixo dos 400 m2.

"Com esta taxa repartimos ao longo de toda a cadeia alimentar os nossos custos" com os planos de controlo, disse a ministra. "Os planos de controlo são obrigatórios. O Estado tem que os desenvolver para garantir que o produto disponível para consumo está sempre em boas condições. Tudo isto é oneroso", justificou Assunção Cristas. "Trata-se de ter a funcionar, com estabilidade financeira, um fundo que garanta a continuidade das acções de segurança dos produtos de origem animal e vegetal", ajustou.
Questionada sobre se a nova taxa poderá acabar por ser reflectida nos preços finais, a ministra não garante que não seja os consumidores a pagar a factura. "Dependerá naturalmente do que for a capacidade de absorção dessas empresas. Mas são os que estão em melhores condições de absorver essa pequena taxa comparando com o valor anual da sua facturação".

A Associação Portuguesa das Empresa da Grande Distribuição admite que o consumidor vai pagar parte da nova taxa, já que os operadores do sector terão de aumentar os preços dos produtos. “É um aumento da carga fiscal que afecta a competitividade dos associados da APED”, disse Ana Isabel Trigo de Morais, secretária-geral da APED. Em causa está um total de 1,7 milhões de metros quadrados de área de venda. Contas feitas, o sector terá de desembolsar entre 8,5 milhões de euros e 13,6 milhões de euros. Da lista de associados da APED não faz parte a cadeia Os Mosqueteiros, que detém o Intermarché, nem o E. Lecrec, também afectados pela nova taxa sobre o retalho alimentar.

A ministra da Agricultura recusa a ideia de que se trata de um novo imposto: "No âmbito deste fundo existem taxas, impostos, contribuições especiais. Esta não é confundível. É uma verdadeira taxa ou contribuição especial."

"Até aqui tínhamos taxas apenas sobre a produção a indústria. É útil repartir os custos, numa lógica de responsabilidade partilhada, e chamar a grande distribuição para participar", acrescentou. Na verdade, o Estado tem tido problemas em assegurar os pagamentos às empresas que asseguram a execução do programa de saúde animal, como é o caso das recolhas das carcaças de animais mortos nas explorações.
Porém, apesar das dívidas, essas empresas foram "complacentes" e nunca deixaram de operar, garantiu a ministra, afastando a existência de qualquer cenário de risco actual para a saúde pública.

O Fundo de Saúde e Segurança Alimentar servirá para compensar os produtores agrícolas na erradicação de doenças dos animais e plantas, apoiar as explorações pecuárias e incentivar o desenvolvimento da qualidade dos produtos. Vai financiar inspecções e vistorias, recolha de cadáveres de animais, ou campanhas de valorização de alimentos seguros.

Público

Sem comentários....
 
Estado
Fechado para novas mensagens.