O Estado do País

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Amanhã, vem a Merkel a Portugal e lá vai a portuguesada, fazer barulho contra a Merkel. Como fosse ela, a culpada da situação do país, tomara Portugal ter uma Merkel à frente do governo.

Eu espero que a Merkel traga investimentos para Portugal, que se façam muitas Auto-Europa em Portugal. Graças à Alemanha, Portugal tem o maior exportador se o país visse o exemplo da Auto Europa, se calhar éramos muito melhores, mais produtivos, competitivos.
 
A parolada do vídeo para os alemães foi a boa hora recusada pelos germânicos. Mais uma vergonha à custa das nossas pseudo-elites.

Querem impressionar os alemães? Ponham as contas públicas em ordem. O resto é conversa da treta.
 
A parolada do vídeo para os alemães foi a boa hora recusada pelos germânicos. Mais uma vergonha à custa das nossas pseudo-elites.

Querem impressionar os alemães? Ponham as contas públicas em ordem. O resto é conversa da treta.

A Alemanha em 2005 teve as contas em dia? não foi perdoado esse "lapso" pela União Europeia ao qual Portugal apoiou?

Dois pesos, duas medidas?

O crescimento Alemão afunda e as previsões apontam já a hipotese de recessão para o próximo ano. Pode ser que se comece a abrir os olhos.
 
Há algumas chances de saída. Obama ganhou e os republicanos do tea party mais a violação e a gravidez como obra de deus, apesar da maioria de congressistas, vão emigrar para marte...

A europa é um caso perdido.

O desemprego massivo e a pobreza fazem parte da estratégia do governo nacional, dos governos europeus e das cliques financeiras que os apoiam. Os bancos já resolveram o seu problema, têm acesso directo ao ECB.

Para resolver o nosso problema espero que as greves sejam sistemáticas, que durem semanas ou meses até levar ao colapso destes radicais incrustados na hierarquia nacional. Não vai ser difícil. Como o nível de desemprego nacional, já não há quase ninguém a trabalhar.
 
Claro que vai depender da capacidade de Obama de varrer os radicais republicanos e toda a corrupção instalada na FED. O congresso é extremamente corrupto e tem a força que se sabe. Veremos se sem a preocupação da reeleição isso será possível.
 
A Alemanha em 2005 teve as contas em dia? não foi perdoado esse "lapso" pela União Europeia ao qual Portugal apoiou?

Dois pesos, duas medidas?

O crescimento Alemão afunda e as previsões apontam já a hipotese de recessão para o próximo ano. Pode ser que se comece a abrir os olhos.

Não vale a pena reclamarmos ou pegar no passado dos outros. Portugal pôs-se a jeito. Ponto final. Estamos a falar de uma dívida impossível de pagar, contraída devido aos erros das nossas pseudo-elites. Os números são como são. Como diz o povo, «eles têm a faca e o queijo na mão».

O sistema que vigora na Europa só poderá trazer recessão. Desindustrialização maciça, importações crescentes de alimentos produzidos por multinacionais em África e na América Latina, energia cara. Mais tarde ou mais cedo os «ricos» também sofrerão as consequências.

A China ou o Brasil têm os seus proteccionismos. Mas cá na Europa ninguém pode tocar no assunto. Entretanto, está em curso uma transferência maciça de riqueza para a América Latina, Ásia e Países do Golfo.
 
Estes lunáticos acreditam que os países vão aguentar mais 5 anos de desemprego massivo e recessão permanente.

«O presidente da BDI adiantou que também os alemães não querem austeridade nem um crescimento a crédito organizado pelo Estado.

Para Hans-Pieter Keitel, a economia portuguesa e alemã só voltará a crescer significativamente através do nosso próprio esforço e não através de transfusões de sangue.

O representante dos empresários alemães referiu também que a austeridade dará frutos daqui a cinco anos, altura em que a União Europeia vai estar num ponto em que haja uma convergência de crescimento».

«O nosso próprio esforço»... toda uma ideia moral da economia... entre o prémio e o castigo...

Estes lunáticos têm um problema com o presente e projectam desejos para o futuro. O desemprego é o problema do presente. É o maior desperdício de recursos do presente.

Há crescimento a crédito organizado pelos Estados. Através da aldrabice fiscal.
 
...
Há crescimento a crédito organizado pelos Estados. Através da aldrabice fiscal.

Agreste, concordo com parte do que escreves;)

Mas pergunto: queres crescimento com quê? Com crédito? E se sim, com crédito de quem? Do estado? Dos bancos? Da "D. Branca"?
Não entendo que tipo de aldrabice te referes.:huh:


...O sistema que vigora na Europa só poderá trazer recessão. Desindustrialização maciça, importações crescentes de alimentos produzidos por multinacionais em África e na América Latina, energia cara...
Entretanto, está em curso uma transferência maciça de riqueza para a América Latina, Ásia e Países do Golfo.

Estas são as causas mais importantes para a Europa estar em estado de "guerra". É isto que urge mudar...:thumbsup:
 
O Ministro que todos detestam, que os jornalistas odeiam e de quem troçam, falam hoje como um líder europeu e tocou com o dedo na ferida, a necessidade de reindustrilar Portugal e travar a fuga de indústrias para países de mão-de-obra barato. Cada vez mais me convenço que Álvaro dos Santos Pereira é o melhor ministro deste medíocre Governo.
 
Parece que o video do Marcelo indicava que o analfabetismo em Portugal seria de 33% em 1960.

Acontece que o ensino primário só se tornou obrigatório em 1961 com 4 anos para eles e 3 anos para elas. As meninas estavam dispensadas de frequentar o ensino completo. Portanto dá para imaginar o nosso real nível de ignorância.

Na verdade o video não é do Marcelo mas daquela cambada de assessores empregados no governo e que escreve no blog 31 da armada...
 
A propósito das declarações da senhora Jonet, seria óptimo que as IPSS's vissem as suas contas escrutinadas. É que com o pretexto da obra social, estou em crer que o risco de abusos por parte destas entidades que comem dos nossos impostos é elevado. A começar pelo salário de um conhecido padre, ou pelas mordomias de uma certa Casa...
 
Eu de cada vez que oiço alguém...
Tenho-me feito abstinência de ver telejornais e afins. Muita pena, mas é insuportável assistir a medonha parvoíce dos supra-sumos colunáveis, que defendem o estado como garante do crescimento da economia, quando é o próprio estado a causa da ruína do país.

...
Quanto às manifestações anti-Merkel, olho para isso tudo como um circo de macaquinhos idiotas. Para as reportagens da TV ficarem minimamente interessantes, falta um helicóptero a distribuir bananas pelo ar.

:sono:
Engoliram uma cassete ao estilo "k7 Cunhal". A conversa é sempre a mesma...Abaixo a troika, etc., etc.


Acho que o mais importante é assumirmos que são as empresas que criam riqueza. Não é o estado, por mais que o digam...
Qual o país avançado que prima por ter um estado gerador de riqueza industrial? Conhecem? Eu não, por muito que puxe pela cabeça. São os empresários, as empresas, a indústria que criam emprego, que trazem divisas para o país com as suas vendas. O estado apenas compra e não vende.
Admiram-se por quererem vender empresas, de privatizar? Eu não, nas mãos do estado apenas devem ficar serviços essenciais aos Portugueses como a saúde, a justiça e a segurança e a educação - ainda que aqui possam haver excepções que permita a iniciativa privada complementar a oferta do estado.

Como o Frederico refere, há uma necessidade premente de reindustrialização do país.
Andamos anos e anos a transferir recursos para países terceiros, a focalizar lá a produção. Esta produção gera lucros nesse país, de cá apenas saem divisas para a compra desses produtos. É claro que haverá aqui um desiquilíbrio na balança comercial, compramos mais do que vendemos.
É aqui que está um foco importante da atenção dos nossos governantes: estancar esta "hemorragia" de dinheiros dos portugueses
! Há que equilibrar e, se possível, passarmos a vender mais do que aquilo que compramos ao exterior. É com este "superávit" que poderemos aspirar a pagar as nossas dívidas. Se assim não for, estamos condenados a entrar em bancarrota pura e dura!
Acham que estamos mal? Que batemos no fundo? O buraco é mais fundo do que pensamos, só que temos a opção difícil de evitar cair nele. haja paciência e muita luta.
Eu continuo a dizer: é necessária alguma agitação social mas contida. Precisamos de "pressionar" os nossos governantes, até porque nem tudo é positivo, mas estou certo que em termos gerais este é o caminho (e a aposta em fazer da nossa indústria a salvação do país é o cerne deste) e não podemos vacilar.
 
Mas acham mesmo que alguém corte alguma coisa do Estado. Nas freguesias, se cortam alguma freguesia cai o carmo e a trindade. Os portugueses nem trabalharem querem. Tenho uma amiga que gere um supermercado aqui, e precisava de 2 empregados de caixa, por 700 euros mensais, foi ao centro de emprego, arranjou umas 10 pessoas para irem à entrevista e nenhuma dessa pessoas quis ir trabalhar, disseram que o subsídio de desemprego era muito melhor e não faziam nada e ganhava na mesma. Resultado final: empregou 2 ucranianas. :lmao:

Depois, dizem que não há emprego, emprego pode não haver muito, mas trabalho é coisa que não falta. Enquanto, os portugueses pensarem em ser pseudo-subsidiários, isto não avança. O Estado devia pôr era o subsídio de desemprego a 300 euros mensais, logo viam se não faziam à vida.

Então, o PCP e a CGTP é sempre a mesma k7, têem que comprar um DVD que a K7 já está gasta. :lmao:
 
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