O Estado do País

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Pois, mas não é para qualquer um.. É para quem tem poder especulativo e dinheiro! Ou para quem sabe sair no momento certo, e que tenha disponibilidade de acompanhar cada 10 segundos de transacções! :)

O Forex, tal com outros produtos financeiros em que já brinquei muito (turbo warrents tipo put, call ou inline) são produtos que nos "permitem" catapultar o investimento inicial (a correr bem) às vezes 20% ao dia, depois vem a gula, e ao fim de 4 dias passas de ganhar quase o dobro para uma queda, que tocando uma barreira, perdes tudo! Não é muito agradável..

Moral da história: para cada vendedor um comprador, e para cada vencedor um derrotado! Nem tudo o que luze é ouro..

Tens de gerir bem a banca inicial e ter muito auto-domínio. Não é para pessoas emotivas.
 
Juros a 10 anos já abaixo dos 7%!

PORTUGAL

2012-12-19 6,99% -0,09

ESPANHA:

2012-12-19 5,26% -0,04

ITÁLIA:

2012-12-19 4,39% -0,06

GRÉCIA:

2012-12-19 11,68% -1,13

:1143::console::1143:
 
Nunca pensei que em Olhão, uma cidade sem uma única lâmpada de natal, nas ruas, prepara-se para ter o maior réveillon da sua história. Com a organização da Maya Eventos. Afinal, o PS em Olhão ainda não estoirou com o dinheiro todo, é muito curioso a ACASO também entrar no evento, ainda este mês saiu um desvio dessa instituição. Vergonhoso. :disgust:


RÉVEILLON 2012/2013 Marina de Olhão

Público · De Maya Eventos.

28/12 às 23:00 até 1/1 às 6:00 em UTC.

RÉVEILLON 2012-2013
Marina de Olhão

Para terminar 2012 em grande, a Maya Eventos vai fazer a maior passagem de ano do Algarve!!

Quatro dias a celebrar com:

>> 28.12 :: SMASH - DJs Nuno Dourado e Tiago Rafael
>> 29.12 :: DJ EDDIE FERRER
>> 30.12 :: DJ DEELIGHT
>> 31.12 :: DJ PEDRO TABUADA

DJ residente Super Mário

Dia 31 com a presença de:
Maya
Daniela P.
Filipa Castro

--------- ACESSOS -------------

Entradas Diárias:
dia 28 10€ (direito a 1 bebida)
dia 29 10€ (direito a 1 bebida)
dia 30 5€ (direito a 1 bebida)
dia 31 15€ (direito a 1 bebida)

All Days 25€ (Direito a 1 bebida por cada dia)

VIP dia 31 45€ (Direito a 1 bebida e jantar)
All Days VIP 55€ (Direito a 1 bebida cada dia e jantar na noite de 31)

O jantar de dia 31 decorre na área VIP do recinto e será um bufet com mesas de apoio. Este jantar está limitado a 100 pax.

Os acessos podem ser adquiridos junto dos promotores do evento.

---------- COMO E ONDE ADQUIRIR OS ACESSOS ----------------------

Locais de venda:
Restaurante “O Horta”
Catita & Companhia
Café / Bar Planet
Associação de Estudantes Secundaria Olhão
Gymnasium Olhão
Pavilhão Clube Desportivo “ OS Olhanenses”
Escola de condução Ria Formosa - Olhão *novo*
Escola Hoteleira e Turismo de Faro *novo*

Através dos promotores:

Tiago Verinha (Tavira) – 967683261

Leonardo Machado (Associação de Estudantes Secundaria Olhão) – 915318031

Liliana Perreira e Octavio Martins ( Marketing e Eventos – Olhão) – 913375502

Carlos Maria (Olhão / Faro) – 916206778

Laura Soares ( Faro / Escola Hoteleira e Turismo de Faro) - 967333577


Pode também utilizar qualquer dos contatos disponibilizados em baixo para comprar a sua pulseira de acesso.


------------ EMENTA DE JANTAR DIA 31 DEZ -----------------------

Entradas: Canapes Diversos | Saladas Quentes e Frias

Prato Peixe: Filetes de Pescada a Algarvia

Prato de Carne: Rolinho de Perú, Acompanhado com legumes salteados e arroz

Sobremesas: Buffet de Frutas | Buffet de Doces

Caldo Verde as 00H30 para terminar

Bebidas: Vinho branco e tinto | Cerveja | Refrigerantes | Agua
----------------------------------------------------------------------------------

Para mais informações:
E-mail: [email protected]
Telefone: 965733010 | 916814582

| Ficha Técnica |
Produção: Maya Eventos
Organização: CR20 Produção de Eventos
Apoio: Município de Olhão
Parceiro: Mercados de Olhão
Parceiro Jantar: AMP Planet
Solidariedade: ACASO

Fonte: Facebook
 
Na Grécia o que existe é um imenso poder da igreja ortodoxa que não paga impostos. Nisso os países latinos são bons, na aldrabice fiscal. Imaginar o que a seita do filho do carpinteiro da galileia era capaz de produzir.

Hoje fazem-se jantares de natal aos mil ou aos 2 mil pedintes. Todo o ano uma humilhação constante, miséria, desigualdade gritante, salários baixos, pagar para estudar. Tudo isso é o mundo cristão. Convém que os peregrinos da miséria nunca esqueçam a mão que os alimenta.

«Agostinho e Vítor (Vitó) viviam debaixo da Ponte dos Descobrimentos, em Tavira, numa barraca improvisada com paletes e caixas de papelão. Contudo, Vitó, 42 anos, já tinha dito que queria vender as paletes para comprar um bilhete de comboio e ir passar o Natal com a família a Viseu. Ontem, após discussão sobre o assunto, Agostinho pegou num barrote e matou o amigo com uma pancada na cabeça.»

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/sonho-de-natal-acaba-em-morte
 
À consideração da respectiva tribo.
(fonte: Ladrões de bicicletas)

Um valente neoliberal

Vasco Pulido Valente acusa hoje a esquerda de brandir a palavra neoliberalismo como uma espécie de substituta das palavras luta de classes ou exploração. É claro para Valente que a esquerda o faz “sem a menor ideia do que está a falar” e revelando a falta de “estudo”, “honestidade” e “inteligência” de sempre. Em primeiro lugar, não vejo razão nenhuma para abandonar as palavras luta de classes ou exploração e ainda menos na análise do neoliberalismo. Imperialismo então nem se fala. Em segundo lugar, e como sempre que se refere, entre outros, a assuntos de economia política, seja de história, filosofia ou metodologia, é, na realidade, Pulido Valente que exibe uma confrangedora falta de estudo e de honestidade. Sobra-lhe sempre a frase bem torneada, por vezes um certo realismo salutar, mas que não compensam a arrogância e um execrável ódio de classe.

Para evitar o triste espectáculo com que somos regularmente presenteados no Público, faço um apelo: talvez João Carlos Espada possa um dia destes levar Pulido Valente a tomar chá, lá para as bandas do Estoril ou, idealmente, de Oxford, com Lord Raymond Plant, um social-liberal respeitável, muito distante da tal piolheira intelectual indígena de esquerda. Plant escreveu recentemente um livro, sofisticado e crítico, sobre a filosofia do neoliberalismo, enquanto corpo doutrinário que emerge no período entre as duas guerras do século XX, com inúmeras novidades em relação ao liberalismo do século XIX, consolidando-se nas décadas de consenso keynesiano e conquistando a hegemonia a partir do final dos anos setenta, sem nunca deixar de ser atravessada por pluralismo interno. Tornou-se na mais bem sucedida ideologia da era dos extremos. Se quiserem ser mais ousados, podem convidar John Gray, antigo ideólogo de Thatcher convertido em severo crítico da globalização neoliberal, para tomar uns copos num bar de Londres. Poderá ajudar a entender o desastre das utopias neoliberais nos países que caem sob tutela de organizações internacionais tão fanáticas ideologicamente quanto incompetentes e ao serviço dos interesses mais venais.

Nada que Pulido Valente esteja pronto a aceitar com facilidade, já que ainda diz que os indígenas gregos precisam, tal como os indígenas portugueses, de uma boa dose de “liberalismo” aplicada pela troika. Se 25% de quebra do PIB e 25% de taxa de desemprego, uma verdadeira tragédia socioeconómica, não fazem esta gente mudar de ideias o que é que fará? Nada, é claro. Afinal de contas, é toda uma tradição, cada vez mais decadente, de intelectuais provincianos que suspiram por um liberalismo inventado, mas que no fundo só querem aquilo que podem ter na periferia: uma qualquer tutela imperial mais ou menos visível e que só garante o desenvolvimento do subdesenvolvimento, até porque a autonomia política nacional é uma condição necessária para o desenvolvimento. Esta gente é, no campo intelectual, sem dúvida uma parte do nosso problema.
 
Na Grécia o que existe é um imenso poder da igreja ortodoxa que não paga impostos. Nisso os países latinos são bons, na aldrabice fiscal. Imaginar o que a seita do filho do carpinteiro da galileia era capaz de produzir.

Hoje fazem-se jantares de natal aos mil ou aos 2 mil pedintes. Todo o ano uma humilhação constante, miséria, desigualdade gritante, salários baixos, pagar para estudar. Tudo isso é o mundo cristão. Convém que os peregrinos da miséria nunca esqueçam a mão que os alimenta.

«Agostinho e Vítor (Vitó) viviam debaixo da Ponte dos Descobrimentos, em Tavira, numa barraca improvisada com paletes e caixas de papelão. Contudo, Vitó, 42 anos, já tinha dito que queria vender as paletes para comprar um bilhete de comboio e ir passar o Natal com a família a Viseu. Ontem, após discussão sobre o assunto, Agostinho pegou num barrote e matou o amigo com uma pancada na cabeça.»

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/sonho-de-natal-acaba-em-morte

A Grécia não é um País Latino. Nunca foi.
 
Contos de um outro natal.

O gerente pensava que eu era romeno/cigano.

«Paulo Ribeiro, dono de uma sucata, nem queria acreditar quando o gerente da unidade bancária lhe disse que não podia levantar um cheque no interior da dependência.

Vinha do trabalho e passaram-me um cheque de 169 euros. Como o banco fica no caminho, decidi ir levantá-lo, mas fui posto na rua por estar mal vestido, lamenta o empresário, de 36 anos e natural de Figueiredo, Braga, reportando-se à manhã de terça-feira.

O gerente disse-me que pensava que eu era romeno. Isto é racismo, lembra, indignado com a situação, acrescentando ter pedido o livro de reclamações, o qual lhe foi inicialmente recusado. Disse que só o dava depois de eu tomar banho e vestir outra roupa, acrescenta ainda.

Ato contínuo, decidiu chamar as autoridades. A GNR foi ao local e tentou identificar o gerente do banco mas, segundo Paulo Ribeiro, sem êxito. Disse que não se identificava e que se as autoridades quisessem identificar alguém que identificassem o banco»

A mentalidade portuguesa que nunca saiu daqui revela-se em qualquer detalhe e não precisa puxar muito.

http://www.jn.pt/paginainicial/pais...elho=Braga&Option=Interior&content_id=2956755
 
Na Grécia o que existe é um imenso poder da igreja ortodoxa que não paga impostos. Nisso os países latinos são bons, na aldrabice fiscal. Imaginar o que a seita do Filho do carpinteiro da Galileia era capaz de produzir...

Agreste, estás a escrever sobre o quê mesmo?:huh:
Anseias que assim seja ou entraste numa CRUZADA anti-Cristianismo?

Sê justo, não sejas sectário, não vejas o copo meio vazio mas meio-cheio. Vê as coisas pelo lado positivo, afasta o negativismo do teu pensamento.
Não é por alguns cometerem actos "maléficos" que todos são "maus da fita"...

Compreende uma coisa: Cristãos ou não Cristãos são todos iguais à luz dos ensinamentos de Cristo, desde que pratiquem o bem, desde que respeitem os outros e se respeitem a si mesmos.

Por outro lado, as sociedades laicas, afastadas da religião, são aquelas onde se cometem os maiores atentados à dignidade humana. São aquelas sociedades que fanaticamente afastam as pessoas de toda e qualquer actividade directa ou indirectamente ligada à religião. Afinal são o tipo de sociedade que tu entendes ser perfeita.
Tudo bem, é a tua posição e entendo e respeito-a. Mas de maneira alguma posso concordar contigo porque conscientemente atacas de forma deliberada não só as minhas convicções como as convicções de outras pessoas. E é de respeito que se trata, porque não demonstras respeito pela convicção dos outros.
Referes-te também a seita, mas trata-se efectivamente de uma RELIGIÃO, bastante diferente do sentido que deixas transparecer. Lê mais no wikipédia;)

E por mais que o tentes fazer crer, a nossa crise não se deve ao facto de sermos uma sociedade de inspiração Cristã, mas sim à perda desta identidade e à crescente falta de respeito pelo outro e pelo bem comum; chama-se crise de valores o que temos hoje em dia.

Este espaço serve para trocarmos opiniões de forma salutar, serve para escrevermos sobre o estado do país.
O recalcamento que fazes não é salutar para este espaço.
Bom dia:)
 
Na Grécia o que existe é um imenso poder da igreja ortodoxa que não paga impostos. Nisso os países latinos são bons, na aldrabice fiscal. Imaginar o que a seita do filho do carpinteiro da galileia era capaz de produzir.

Seja em relação ao Cristianismo, ao Islamismo, ao Budismo...

Este nível de linguagem é profundamente lamentável e impede qualquer discussão que envolva religião com pessoas assim. Do mais baixo que tenho visto por aqui...
 
Porquê? Não é verdade que os judeus achavam que os seguidores do filho do carpinteiro eram uma seita? Está lá no livro.

Mateus 13:55

Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão, e Judas?
 
Porquê? Não é verdade que os judeus achavam que os seguidores do filho do carpinteiro eram uma seita? Está lá no livro.

Mateus 13:55

Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão, e Judas?

Mateus 13, 57-58.
 
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