O Estado do País

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Os politicos suecos podem ser muito honestos e modestos (algo que nos envergonha...), mas em relação à privacidade eles também não a deverão dispensar.

De facto discordo da divulgação das contas bancárias. Mas concordo com a divulgação pública das despesas decorrentes do exercício das funções.
 
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Não sei se a evolução é a correcta, recebi isto num mail achei por bem partilhar :rolleyes:
 
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Não sei se a evolução é a correcta, recebi isto num mail achei por bem partilhar :rolleyes:

O gráfico de evolução de horas trabalhadas, do INE, traduz na realidade o aumento do peso do estado, ao longo dos anos. Não encontro outra explicação para o facto de haver uma aproximação progressiva às 35h semanais (função pública, administração local e outros organismos com regime laboral equiparado). Eu sou da opinião de que as 35h semanais são um disfarce, dado que para alguns haverá aproveitamento de horas extraordinárias (médicos, enfermeiros,..), já para outros o trabalho diário acaba quando for possível acabar, muitas vezes as 7h diárias tornam-se 8h, 9h, 10h,..., mas sem horas extra declaradas. Para certas actividades com turnos contínuos de 24h (ex: tratamento e abastecimento de água), as horas de trabalho diário deveriam ser de 8h, de 6h ou de 4h, e nunca de 7h, pois 24h a dividir por 7 não dá num inteiro de trabalhadores! Ou seja, 7h diárias reduz a eficiência de uma empresa com actividade contínua. E para quê trabalhar "menos horas diárias" se depois nos vamos reformar cada vez mais tarde? Daqui a pouco reformamo-nos aos 75anos! :)
 
Daqui a pouco reformamo-nos aos 75anos! :)

Ou não haverá reformas, só restarão os PPR's, eu já me mentalizei que terei que fazer um mal comece a trabalhar, eu e toda a minha geração, nessa altura a segurança social já não conseguirá suportar tanta gente, aliás, já nem sei se existirá se não houver crescimento económico suficiente não sei onde é que se irá buscar o dinheiro pois os contribuintes serão poucos em relação aos reformados.

Isto é um problema/raciocino simples que escapa a muitos portugueses mesmo aqueles já estão reformados acham impensável virem a ter cortes nas reformas e aqueles que se vierem a reformar não terão a totalidade das reformas, mas isso irá acontecer com toda a certeza. Os portugueses têem a percepção de que o Estado é um gerador de dinheiro infinito e que consegue sempre arranjá-lo para tudo e para dar a todos esteja-se em que situação estiver, é uma ideia totalmente errada.

A medida mais próxima será certamente o corte do 13º mês aos reformados.
 
Ou não haverá reformas, só restarão os PPR's, eu já me mentalizei que terei que fazer um mal comece a trabalhar, eu e toda a minha geração, nessa altura a segurança social já não conseguirá suportar tanta gente, aliás, já nem sei se existirá se não houver crescimento económico suficiente não sei onde é que se irá buscar o dinheiro pois os contribuintes serão poucos em relação aos reformados.

Isto é um problema/raciocino simples que escapa a muitos portugueses mesmo aqueles já estão reformados acham impensável virem a ter cortes nas reformas e aqueles que se vierem a reformar não terão a totalidade das reformas, mas isso irá acontecer com toda a certeza. Os portugueses têem a percepção de que o Estado é um gerador de dinheiro infinito e que consegue sempre arranjá-lo para tudo e para dar a todos esteja-se em que situação estiver, é uma ideia totalmente errada.

Todos devemos estar preocupados e mentalizados de que a situação é séria! A segurança social está neste momento em falência técnica, isto é, não pode pagar sem prejuízo de gerações vindouras o que seria de esperar receber de reforma dados os descontos efectuados. Mas não acredito que o dinheiro se acabe por completo, reparem, se chegarmos absurdo de haver só 250 pessoas a descontar para 4milhões, ainda assim receberiam 1 centímo de reforma! :) O que irá acontecer é que em vez de recebermos 60% do ordenado médio dos últimos 10anos de trabalho, receberemos de reforma uns 30% ou 40% se nada for feito: aumento da idade de reforma (devido ao aumento da esperança de vida e à baixa natalidade), menos emprego precário (trabalhadores independentes) e aumento dos descontos. Algumas vozes políticas sugerem a privatização da seg social ou o fim de descontar obrigatoriamente, o que levaria a lavar de mãos, seríamos algo assim como os EUA, eu sou contra claro! Temos também soluções complementares como sejam os PPR dos bancos mas tb a adesão ao RPC da seg social sendo que neste podemos voluntariamente contribuir com mais 2%, ou mais 4% ou (com mais 6% função pública) reforçando assim a reforma aderindo ao regime público de capitalização (RPC). E sim é verdade que as pessoas pensam que é o estado que nos dá dinheiro, sendo o contrário na realidade! Pensam tb que se é preciso mais dinheiro, fazem-se mais notas e já está, só que azar, já deu para fazer isso com o escudo, desvalorizando a moeda, agora já não depende de nos, é o BCE que manda no euro! Acredito que os próximos anos serão deveras complicados, mas cá estaremos para julgar os governantes sejam eles quais forem, e lembremo-nos, desconfiemos sempre de promessas fáceis, de soluções chave-na-mão, esse tempo acabou, o tempo das vacas gordas!
 
Para rematar, o estado da saúde no nosso Portugal:
Depois da invenção das taxas moderadoras nas urgências dos hospitais veio o fecho de algumas maternidades assim como outras funcionalidades dos centros hospitalares existentes. Mais tarde, e sabendo nós da falta de médicos especializados, e do conhecido envelhecimento da população, vem há uns meses atrás o bastonário da ordem dos médicos criticar a idéia de aumentar o número cláusus de vagas de medicina e inclusive a abertura de medicina em aveiro, fiquei estupefacto, revela bem os valores e a inteligência das pessoas que temos nos altos cargos! Com a reforma antecipada dos médicos nos centros de saúde, arriscamo-nos a ficar sem médico de família durante meses ou anos! Agora com a possibilidade de reformas antecipadas, os médicos fogem com a certeza de voltarem a ser contratados, sempre ganham mais 1/3 acumulado do valor reforma ou do ordenado auferido! Sabendo da falta de médicos no nosso país, podemos considerar que os nossos governantes são deveras inteligentes, um espectáculo de inteligência! :) Mas não ficamos por aqui, a cada ano que passa, muitos medicamentos deixam de ser comparticipados por passarem a existir outros equivalentes chamados genéricos, ora bem, até aqui tudo bem, não fosse o facto dos nossos médicos de família "desconhecerem" esse facto e continuarem a receitar medicamentos que já não são comparticipados por já existir genéricos para o mesmo efeito, boa! :) Assim vai o nosso Portugal! Digo-vos uma coisa, se o meu benfica não estivesse bem e a ganhar, talvez outras vozes do povo se levantassem mais alto!
 
Eu sou da opinião de que as 35h semanais são um disfarce, dado que para alguns haverá aproveitamento de horas extraordinárias (médicos, enfermeiros,..)... E para quê trabalhar "menos horas diárias" se depois nos vamos reformar cada vez mais tarde? Daqui a pouco reformamo-nos aos 75anos! :)


As 35h semanais não são um disfarce, são as disposições legais da carreira pública destes profissionais. E se são necessárias horas extraordinárias não são por mero capricho dos profissionais, são sim da incompetência do estado e das administrações responsáveis pela organização e dotação humana dos serviços.
Quanto aos médicos sabe-se que eles estão mal distribuidos pelos serviços de saúde - só assim para haver falta deles em várias áreas.
Relativamente aos enfermeiros, e até de acordo com o representante da OMS(organização mundial de saúde), vindo cá recentemente a convite do governo, há um défice em termos de rácio enfermeiro\utente. Faltam muitos enfermeiros no SNS (serviço nacional de saúde).
De uma ou doutra forma as horas extraordinárias são necessárias: se com uma melhor distribuição dos médicos o problema iria ser minimizado, já relativamente aos enfermeiros a questão é mais difícil - há muitos novos profissionais no desemprego - e passa por uma contratação massiva, o que acarreta mais despesas. O que é caricato aqui é que pela não contratação, o gasto efectivo com horas extraordinárias será até superior com os actuais profissionais.

Trabalhar menos horas diárias...implica espaço para mais gente trabalhar. Aumentar as horas de trabalho semanais implica directamente menos profissionais nos locais de trabalho e com isso menos emprego.:confused:
 
Aristocrata, concordo consigo em quase todos os aspectos. Quando escrevo tento não me levar pela emoção, tento não ferir susceptíbilidades, pois o fórum é lido por muitas pessoas, e quero com isto dizer que todas as profissões são dignas, sem dúvida alguma. Na questão das 35h, pessoalmente preferia que fossem 40h e que fôssemos melhor remunerados. Vou dar um exemplo prático: no tratamento de água em ETAS, é necessária a sua produção contínua, com 3 turnos de 8h estava assegurado o serviço em vez de 4 turnos de 7h sobrepostas, ou de 3 turnos com 1 hora extra, referia-me a essa óptica, que na realidade trabalha-se 8h ou mais. Claro que as 35h não são legalmente um disfarce, são 35h mais qualquer coisa neste tipo de actividades contínuas. No sector da saúde sou da opinião que era preferível contratar pessoas em vez de se fazer turnos com 2h extra ou mais, assim se combate o desemprego. Outra medida para combater o desemprego, seria permitir que ao aceitar um emprego cuja remuneração fosse inferior ao subsídio do desemprego fosse majorada pelo subsídio de desemprego de forma a que compensasse aceitar um emprego. É compreensível quem prefira ficar em casa, aceitar um emprego qualquer e não conseguir pagar as contas da casa, da família, seria inútil. Desta forma, compensaria trabalhar, desta forma relançariamos a economia, tendo menos custos com subsídios, garantindo ao mesmo tempo a estabilidade e segurança das famílias, permitindo maiores ganhos fiscais, gerando mais emprego, mais formação onjob também, produzindo mais, e reforçando também os cofres da segurança social. Outra coisa que não compreendo é quando todos os partidos falam de números, no que toca a ajudar as 300mil empresas, assim não vamos lá, eu explico: não é preciso ajudar 300mil empresas, mas apenas umas 50mil ou menos! Sabem porquê? É que empresas são pessoas colectivas, de vários sectores, uns produzem (indústria, agricultura, pescas), outros (serviços, hotelaria, restauração, lojas de roupa, shoppings, hipermercados, bancos..) não precisam dessa ajuda, pois dependem apenas do consumo interno (e algum turismo), ou seja, na prática o dinheiro vem das pessoas que trabalham na produção indústrial, agricultura e pescas, autoregulam-se consoante a saúde da economia, ou seja, quanto mais emprego produtivo, tanto mais lojas, restaurantes, shoppings,.., haverão! Mas nenhum partido, fala nisso, preferem falar de números grandes, sem idéias, ou com idéias megalomanas que já não podemos pagar. É só a minha humilde opinião! :)
 
Para ler, reler, reflectir, estudar, etc, etc, etc:

«The Next Global Problem: Portugal
By PETER BOONE AND SIMON JOHNSON


Gonçalo Santos for The New York Times
Prime Minister José Sócrates is trying to reassure world markets that he can bring down Portugal’s deficit.

10:17 a.m. | Updated


Peter Boone is chairman of the charity Effective Intervention and a research associate at the Center for Economic Performance at the London School of Economics. He is also a principal in Salute Capital Management Ltd. Simon Johnson, the former chief economist at the International Monetary Fund, is the co-author of 13 Bankers.

The bailout of Greece, while still not fully consummated, has brought an eerie calm in European financial markets.

It is, for sure, a huge bailout by historical standards. With the planned addition of International Monetary Fund money, the Greeks will receive 18 percent of their gross domestic product in one year at preferential interest rates. This equals 4,000 euros per person, and will be spent in roughly 11 months.

Despite this eye-popping sum, the bailout does nothing to resolve the many problems that persist. Indeed, it probably makes the euro zone a much more dangerous place for the next few years.

Next on the radar will be Portugal. This nation has largely missed the spotlight, if only because Greece spiraled downward. But both are economically on the verge of bankruptcy, and they each look far riskier than Argentina did back in 2001 when it succumbed to default.

Portugal spent too much over the last several years, building its debt up to 78 percent of G.D.P. at the end of 2009 (compared with Greece’s 114 percent of G.D.P. and Argentina’s 62 percent of G.D.P. at default). The debt has been largely financed by foreigners, and as with Greece, the country has not paid interest outright, but instead refinances its interest payments each year by issuing new debt. By 2012 Portugal’s debt-to-G.D.P. ratio should reach 108 percent of G.D.P. if the country meets its planned budget deficit targets. At some point financial markets will simply refuse to finance this Ponzi game.

The main problem that Portugal faces, like Greece, Ireland and Spain, is that it is stuck with a highly overvalued exchange rate when it is in need of far-reaching fiscal adjustment.

For example, just to keep its debt stock constant and pay annual interest on debt at an optimistic 5 percent interest rate, the country would need to run a primary surplus of 5.4 percent of G.D.P. by 2012. With a planned primary deficit of 5.2 percent of G.D.P. this year (i.e., a budget surplus, excluding interest payments), it needs roughly 10 percent of G.D.P. in fiscal tightening.

It is nearly impossible to do this in a fixed exchange-rate regime — i.e., the euro zone — without vast unemployment. The government can expect several years of high unemployment and tough politics, even if it is to extract itself from this mess.

Neither Greek nor Portuguese political leaders are prepared to make the needed cuts. The Greeks have announced minor budget changes, and are now holding out for their 45 billion euro package while implicitly threatening a messy default on the rest of Europe if they do not get what they want — and when they want it.

The Portuguese are not even discussing serious cuts. In their 2010 budget, they plan a budget deficit of 8.3 percent of G.D.P., roughly equal to the 2009 budget deficit (9.4 percent). They are waiting and hoping that they may grow out of this mess — but such growth could come only from an amazing global economic boom.

While these nations delay, the European Union with its bailout programs — assisted by Jean-Claude Trichet’s European Central Bank — provides financing. The governments issue bonds; European commercial banks buy them and then deposit these at the European Central Bank as collateral for freshly printed money. The bank has become the silent facilitator of profligate spending in the euro zone.

Last week the European Central Bank had a chance to dismantle this doom machine when the board of governors announced new rules for determining what debts could be used as collateral at the central bank.

Some anticipated the central bank might plan to tighten the rules gradually, thereby preventing the Greek government from issuing too many new bonds that could be financed at the bank. But the bank did not do that. In fact, the bank’s governors did the opposite: they made it even easier for Greece, Portugal and any other nation to borrow in 2011 and beyond. Indeed, under the new lax rules you need only to convince one rating agency (and we all know how easy that is) that your debt is not junk in order to get financing from the European Central Bank.

Today, despite the clear dangers and huge debts, all three rating agencies are surely scared to take the politically charged step of declaring that Greek debt is junk. They are similarly afraid to touch Portugal.

So what next for Portugal?

Pity the serious Portuguese politician who argues that fiscal probity calls for early belt-tightening. The European Union, the European Central Bank and the Greeks have all proven that the euro zone nations have no threshold for pain, and European Union money will be there for anyone who wants it. The Portuguese politicians can do nothing but wait for the situation to get worse, and then demand their bailout package, too. No doubt Greece will be back next year for more. And the nations that “foolishly” already started their austerity, such as Ireland and Italy, must surely be wondering whether they too should take the less austere path.

There seems to be no logic in the system, but perhaps there is a logical outcome.

Europe will eventually grow tired of bailing out its weaker countries. The Germans will probably pull that plug first. The longer we wait to see fiscal probity established, at the European Central Bank and the European Union, and within each nation, the more debt will be built up, and the more dangerous the situation will get.

When the plug is finally pulled, at least one nation will end up in a painful default; unfortunately, the way we are heading, the problems could be even more widespread.

Update: An earlier version of this post had an incorrect number for Portugal’s planned budget deficit in 2010. It is 8.3 percent, not 9.3 percent.»

http://economix.blogs.nytimes.com/2010/04/15/the-next-global-problem-portugal/
 
Vulcão: Algarve perde turistas

Cerca de 2500 turistas britânicos no Egipto, que não puderam seguir para o Reino Unido devido ao fecho dos aeroportos por causa da nuvem vulcânica, estiveram à beira de aterrar em Faro. Segundo a SIC, uma agência garantiu quartos no Algarve, mas o aeroporto de Faro pediu mais detalhes e os turistas seguiram para Málaga.

Fonte: Correio da Manhã

Notícia fantástica, a agência de viagens garantiu os quartos, mas o aeroporto pediu mais informações, e lá perdeu-se uma oportunidade de negócio, com os 2500 turistas a seguirem para Espanha, só mesmo em Portugal é que se vê coisas destas.:disgust::disgust::angry:

Como isto no Algarve anda muito bem, para quê 2500 turistas. Sabe-se lá que Verão vamos ter nós ao nível do turismo se o vulcão continuar com a sua actividade, pode ser uma hecatombe tanto para companhias aéreas, e para o Algarve que sem turistas não sobrevive.
 
Notícia fantástica, a agência de viagens garantiu os quartos, mas o aeroporto pediu mais informações, e lá perdeu-se uma oportunidade de negócio, com os 2500 turistas a seguirem para Espanha, só mesmo em Portugal é que se vê coisas destas.:disgust::disgust::angry:

Como isto no Algarve anda muito bem, para quê 2500 turistas. Sabe-se lá que Verão vamos ter nós ao nível do turismo se o vulcão continuar com a sua actividade, pode ser uma hecatombe tanto para companhias aéreas, e para o Algarve que sem turistas não sobrevive.

Este Verão parece-me tão incerto... por um lado até poderão vir mais turistas, porque não há dinheiro para Cuba ou Brasil, mas por outro poderão consumir menos e ficar menos tempo...

Isto de ano para ano no Algarve tem piorado, antigamente havia turistas balneares da Páscoa até Outubro, agora cada vez mais tudo se restringe a um período situado entre o 20 de Julho e o 20 de Agosto... E quem antigamente ficava um mês fica agora 2 ou 3 semanas, quem ficava 2 semanas fica uma...

Diziam que a auto-estrada ia trazer muita gente em fins-de-semana prolongados, o que foi tudo treta. As portagens e o combustível são muito caros, e cada vez mais os turistas vêm só uma vez no ano.

Já era hora de termos o espaço aéreo liberalizado e acabar com o monopólio da TAP entre Faro e Lisboa, para termos low-cost para a capital. A economia local teria a ganhar.
 
faz-me confusão o pais estar a afundar tanto na banca-rota, a todos os niveis ,e o governo continuar a incentivar projectos mégalomanos como o do gigantesco ( e talvez ambientalmente nocivo) empreendimento do alqueva, o projecto das barragens ( ambientalmente nocivo e feito assim..."á força") entre outros como os planos do litoral alentejano que irão afectar muito o ambiente e os custumes culturais dessa zona....infelizmente continua-se a incutir á nossa pobre sociedade coisas como a megalomania a todo o custo, a riquesa vazia ( so importa o dinheiro..e mais e mais e mais), entre outros complexos de capitalismo alarve e tipico de outras alturas...
:(:mad:
 
faz-me confusão o pais estar a afundar tanto na banca-rota, a todos os niveis ,e o governo continuar a incentivar projectos mégalomanos como o do gigantesco ( e talvez ambientalmente nocivo) empreendimento do alqueva, o projecto das barragens ( ambientalmente nocivo e feito assim..."á força") entre outros como os planos do litoral alentejano que irão afectar muito o ambiente e os custumes culturais dessa zona....infelizmente continua-se a incutir á nossa pobre sociedade coisas como a megalomania a todo o custo, a riquesa vazia ( so importa o dinheiro..e mais e mais e mais), entre outros complexos de capitalismo alarve e tipico de outras alturas...
:(:mad:

Concordo com quase tudo, só há uma incorrecção. O plano de barragens não custa um tostão ao estado, pelo menos de forma directa. Pelo contrário as empresas que as vão explorar pagam ao estado vários milhões de euros para produzirem energia eléctrica e a venderem posteriormente.
 
Na área da energia renovável ou das duas uma ou aceita-se a energia nuclear, e comprar urânio enriquecido não dá lucro a ninguém e teríamos de ser tipo Irão (enriquecimento de urânio), ou aceitamos de uma vez por todas que a energia hídrica tem de aproveitar as maiores bacias hidrográficas, de eólica as melhores zonas de vento e do sol o melhor aproveitamento das zonas com sol e desérticas.

Todo isto promovendo a eficiência energética! Só isto é que poderá manter a qualidade de vida e fazer depender cada vez menos dos combustíveis fosseis sem por em causa outras questões ambientais.

Eficiência Energética é uma grande conversa sendo que a maior perda energética a não equiparável de distribuição do consumo de energia eléctrica durante as 24horas do dia...
 
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