O Estado do País

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Há dias vi um gráfico dos défices dos países europeus. A Noruega vai com um excelente superavit (consta que os noruegueses são uns forretas), e até costuma encabeçar a lista de países mais desenvolvidos do mundo. Ao contrário de outros países com petróleo, a Noruega não gasta os seus rendimentos em megalomanias, mas poupa, para que um dia quando o petróleo acabar as futuras gerações possam ainda usufruir dos seus lucros.

Sobre isto, tenho a acrescentar o seguinte:
A Noruega é cabecilha de carros a hidrogénio. Estão já a construir pontos de abastecimento espalhados pela principal via do país. E como um país inteligente e desenvolvido que é, os pioneiros desses projecto são as próprias petrolíferas norueguesas, que sabendo que o seu petróleo está a acabar, estão já a estudar e a pôr em prática formas de continuar a sua riqueza.

Sobre energia eléctrica, estão também ligados à eólica offshore do mar do norte, onde além de offshore flutuante, estão já a desenvolver turbinas de 10MW.
 
Sobre energia eléctrica, estão também ligados à eólica offshore do mar do norte, onde além de offshore flutuante, estão já a desenvolver turbinas de 10MW.

A eólica tem muito que se diga (não é uma opção seguro do ponto de vista produtivo como parece e não deve estar no modelo PRE, a Hídrica pelo fácil controle também não precisa de estar), os 2000MW são facilmente encaixáveis nesse diagrama, as PRE's deixam de o ser e passam a ser Despachadas ;)

Água não falta! Existe o Tejo que sempre tem muita água para uma Nuclear ;)
 
A eólica tem muito que se diga (não é uma opção seguro do ponto de vista produtivo como parece e não deve estar no modelo PRE, a Hídrica pelo fácil controle também não precisa de estar), os 2000MW são facilmente encaixáveis nesse diagrama, as PRE's deixam de o ser e passam a ser Despachadas ;)

Água não falta! Existe o Tejo que sempre tem muita água para uma Nuclear ;)

Se a eólica não é controlável, porque não há-de ser uma PRE?
A hidrica que é PRE, e como trabalhas na área penso que sabes, não são nem as grandes barragens com albufeiras, nem as barragens a fio de água.

Também não percebi o que queres dizer com despachar as PREs. Desligando-as? E abres as comportas das barragens a fio de água sem aproveitares a energia das mesmas? É que só assim consegues introduzir os 2000MW nucleares naquele diagrama.
 
Para já a Produção em Regime Especial como está actualmente a Eólica já a REN e a EDP conjuntamente solicitaram ao governo uma mudança de estratégia para que passe a ser despachada no ponto de vista da limitação pois já colocou mais que uma vez em perigo a integridade da rede. A perca instantânea de produção já chegou a ultrapassar o maior grupo nacional 400MW e isso deve-se principalmente a saída dos aerogeradores por dois motivos excesso de vento e/ou cava de tensão em que continuam muito sensíveis os mesmos.

Aqui está um diagrama da produção anual de 2006:
chartgn.jpg


Quanto a forma contente com que o AnDré referenciou a inovação de geradores de 10MW para mim entrava em pânico se existi-se 2 deles e começa-se o vento a atingir rajadas de mais de 22m/s... Só se fosse possível desligar-los previamente antes da saída de emergência dos mesmos, ou era um apagão certo.

Portugal sem possibilidade de despacho da eólica já atingiu o seu limite, fonte REN
 
Para já a Produção em Regime Especial como está actualmente a Eólica já a REN e a EDP conjuntamente solicitaram ao governo uma mudança de estratégia para que passe a ser despachada no ponto de vista da limitação pois já colocou mais que uma vez em perigo a integridade da rede. A perca instantânea de produção já chegou a ultrapassar o maior grupo nacional 400MW e isso deve-se principalmente a saída dos aerogeradores por dois motivos excesso de vento e/ou cava de tensão em que continuam muito sensíveis os mesmos.

Aqui está um diagrama da produção anual de 2006:
chartgn.jpg


Quanto a forma contente com que o AnDré referenciou a inovação de geradores de 10MW para mim entrava em pânico se existi-se 2 deles e começa-se o vento a atingir rajadas de mais de 22m/s... Só se fosse possível desligar-los previamente antes da saída de emergência dos mesmos, ou era um apagão certo.

Portugal sem possibilidade de despacho da eólica já atingiu o seu limite, fonte REN

Como disseste, já tivemos quebras de mais de 400MW eólicos, e não foi por isso que a rede foi a baixo. Logo não eram 2 moinhos eólicos de 10MW (total de 20MW), que iam provocar essa situação.

Quanto à mudança de estratégia que referiste, e o limite, gostaria de saber que limite é esse, em potência, que a REN e a EDP solicitaram ao governo.
É que pelo que sei, a estratégia de que falas passa, não por deixar de se apostar na eólica, mas por aliar cada vez mais a eólica à hídrica de forma mais urgente. (Barragens reversiveis, sistemas ímpares na capacidade de armazenar e gerir energia renovável)
Se não vejamos, no final de 2006 a potência eólica instalada em Portugal era de 1517MW. A 28 de Fevereiro de 2010, estávamos com 3437MW. (correspondeu a 22,2% do consumo eléctrico).


Já agora, é muito mais fácil trabalhar com uma malha eólica geograficamente bem distribuída, do que meia dúzia de moinhos no alto de uma serra a gerar energia para uma ilha. Por exemplo, numa frente NO-SE, quando o vento começa a NO, a SE ainda não há vento. Quando a SE há muito vento, a NO já está a enfraquecer.

E sobre o que os aerogeradores de 10MW, imagina uma rede de 1000 aerogeradores com essa potência, distribuídos pelo mar do norte, ligados entre si e com 3 ou 4 artérias a ligar ao continente europeu. A energia que entra não é por picos (como acontece com os aerogeradores que estão ligados directamente à rede), mas de forma quase constante.
 
Eu disse para mim, não deixando esquecer que principalmente que trabalho no sistema isolado e não interligado que tem uma ponta de 134MW contra 5.500MW...

Contudo tudo um sistema interligado controla a sua frequência
frequency.png
vamos lá ver 1000geradores de 10MW a trabalharem ao máximo dariam 10.000MW não sei como é o vento do mar do norte mas se tem vento há sempre o perigo de haver muito vento e terem os mesmos de sair também deve ser real, além do mais devias pesquisar como um aerogerador começa a tomar carga, que não é de uma forma directamente proporcional e finalmente que os períodos de maior intensidade do vento é ao anoitecer, período da madrugada, e começa a diminuir durante o dia. O Diagrama de Cargas que colocas-te é bem real de um típico dia de inverno com bastante vento. Contudo dias de verão com pouca água por vezes também tem bastante vento tornando esse diagrama ainda mais engraçado.

E durante a madrugada ninguém compra energia a ninguém só se tiver um grave problema de produção.

Além do mais que muito bem como referiste o objectivo é compensar a eólica com a hídrica mas é também aqui neste tópico que criticam a criação de meia dúzia de barragens, porque dizem ser ao desbarate... Tendo que é um pouco ilógico andar a bombear água para existir produção para a eólica ser encaixada. Nós já temos bombagem e no nosso caso temos 75% de rendimento. Logo é 25% a mais que estamos a pagar as produtores de eólica...

O mais eficaz é o solar e a hídrica em termos de encaixe, mas o rendimento do solar é fraco ainda...
 
Eu disse para mim, não deixando esquecer que principalmente que trabalho no sistema isolado e não interligado que tem uma ponta de 134MW contra 5.500MW...

Contudo tudo um sistema interligado controla a sua frequência
frequency.png
vamos lá ver 1000geradores de 10MW a trabalharem ao máximo dariam 10.000MW não sei como é o vento do mar do norte mas se tem vento há sempre o perigo de haver muito vento e terem os mesmos de sair também deve ser real, além do mais devias pesquisar como um aerogerador começa a tomar carga, que não é de uma forma directamente proporcional e finalmente que os períodos de maior intensidade do vento é ao anoitecer, período da madrugada, e começa a diminuir durante o dia. O Diagrama de Cargas que colocas-te é bem real de um típico dia de inverno com bastante vento. Contudo dias de verão com pouca água por vezes também tem bastante vento tornando esse diagrama ainda mais engraçado.

E durante a madrugada ninguém compra energia a ninguém só se tiver um grave problema de produção.

Além do mais que muito bem como referiste o objectivo é compensar a eólica com a hídrica mas é também aqui neste tópico que criticam a criação de meia dúzia de barragens, porque dizem ser ao desbarate... Tendo que é um pouco ilógico andar a bombear água para existir produção para a eólica ser encaixada. Nós já temos bombagem e no nosso caso temos 75% de rendimento. Logo é 25% a mais que estamos a pagar as produtores de eólica...

O mais eficaz é o solar e a hídrica em termos de encaixe, mas o rendimento do solar é fraco ainda...

No mar, o vento é muito mais sustentado e persistente que em terra. E os países envolventes são o Reino Unido, Bélgica, Holanda, Alemanha, Dinamarca e Noruega. Países com um consumo elevadíssimo de energia, onde 10GW de potência não são nada. Disse 1000 aerogeradores, mas são sei se não serão muitos mais.

além do mais devias pesquisar como um aerogerador começa a tomar carga, que não é de uma forma directamente proporcional e finalmente que os períodos de maior intensidade do vento é ao anoitecer, período da madrugada, e começa a diminuir durante o dia.

Atenção que isso não é 100% verdade. Isso acontece nas serras, onde a esmagadora maioria dos aerogeradores estão instalados, por causa dos efeitos de brisa. No parque do oeste, (no Continente), é exactamente ao contrário. É à tarde que se produz mais energia por causa da nortada.
No mar não há essa diferença, porque não há esses efeitos de brisa. O que não implica que haja outros tipos de problemas como a ondulação forte, embora não se possa comparar a nossa ondulação com aquela que se verifica no mar do norte, sendo esta última bastante mais calma.

As percentagens que referiste sobre a eólica e as barragens é elucidativa do que acontece. Mas isso só acontece por causa da diferença de consumo que há durante o dia e durante a noite. Se o consumo fosse constante, nunca teriamos de armazenar energia à noite para a gastar durante o dia.
De qualquer forma, estas não deixam de ser as renováveis actuais mais eficientes e baratas.
É que o preço da solar, como sabes, ainda anda nas nuvens.

A meu ver, só haverá competição por parte da solar, quando se desenvolverem convenientemente os concentradores solares. E aí sim, estaremos a falar de GW de potência que poderão ser instalados numa área relativamente pequena desde que tenha a radiação adequada. E nesse campo, não haverá melhor lugar na Europa que o nosso interior Alentejano.
Com essa tecnologia desenvolvida, poder-se-ia fazer algo do género que se vai fazer com a eólica no mar do norte, nos desertos do norte de África, com ramificações de distribuição de energia pelo sul da Europa.

E assim teríamos uma entrada brutal de energia eólica no norte, e energia solar do sul.

No entanto, isto ainda não passam de sonhos e projectos. Até porque estamos a falar de um mercado europeu de energia que ainda nem sequer existem, onde é muito mais fácil trabalhar com energias de produção volátil, do que num território pequeno como uma ilha.
Claro que com 134MW de pico, 3 aerogeradores de 10MW é insustentável.
Mas quando de fala de mais de centenas de GW de pico, o caso é bem diferente.
 
Conversa muito interessante que por aqui corre:)

Primeiro gostaria de expor uas ideias acerca da produtividade/rentabilidade que portugal tem como pais...de facto portugal é um pais cujas medidas politicas são incompreesiveis, os politicos que nos servem não devem ser de todo os corruptos, insensiveis e consumistas que teem vindo a ser ( pelo menos a maior parte).

A nossa politica e o método de governação não rentabilizam as nossas capacidades produtivas, ao nivel energetico, agronomico e mesmo o nosso potencial turistico é constantemente abalado por projectos não só imensos e nada ponderados como ambientalmente nefastos, e, por ultimo, em inicios de se tornarem repulsivos para os turistas de outros paises, com ideologias mais modernas, simplistas e com menos "palha".

Portugal é um pais que me parece autista, mas muito pouco inteligente, um pais em que impera o instinto e a imponderancia, em portugal é raro encontrarmos mentalides que não sejam mesquinhas, burocráticas e acriticas, pessoas sem visão futura e sediadas nos principios que atolaram os outros paises nas decadas passadas....gente que não quer mudar.

Sistemas como a educação são ainda hoje em dia demasiado elitistas, parciais...a excessiva compartimentação das pessoas, a perca de identidade e das potencialidades de cada é, por vezes, notoria.

É triste assistir-se á perca de identidade cultural no nosso pais, podemos tomar como exemplo certas medidas da ASAE, entre outros casos em que é notoria a nossa pacividade e desprezo pela cultura e pelo patrimonio.

A nivel energetico são obvias as nossas opurtunidades a nivel das renovaveis...principalmente o vento e a solar, embora a nivel hidrologico haja tambem qualidades que deveriam ser aproveitadas, apesar de os nossos rios estarem já muito pressionados ( por alguns daqueles projectos imponderados).
Discordo que tenhamos pouco potencial eolico no verão...então e a nortada?

Se há coisa que me irrita é o facto de tentarem desenvolver o pais com base em projectos, muitos deles inuteis, numa tentativa permanente de imitarmos os outros ( e mal..) mas onde anda a nossa vontade propria e imaginação...porque não inventar em vez de andar a "comer" os restos dos outros?

:thumbsup:
 
Entretanto a Grécia já vai pedir ajuda à UE. Ainda há um mês atrás o discurso institucional dizia que a Grécia estava fora de perigo.

Apertem os cintos, que a montanha-russa vai descer...

Por cá, temo que haja mesmo a queda nos próximos meses/anos, senão vejamos:

- o sector agrícola está abandonado em grande parte do país, e o que restou não está modernizado; os proprietários que ainda exploram ou têm baixa formação, ou explorações muito pequenas e pouco produtivas, ou produzem produtos de pouca qualidade e com má relação qualidade/preço, ou não se organizaram em cooperativas/associações... bons exemplos são muito raros, com excepção de alguns produtores de vinho ou de azeite.

- no Noroeste, a indústria têxtil quase desapareceu, sem dar lugar à alta costura e a marcas próprias com expressão no estrangeiro. Os patrões e os empregados eram mal formados e não houve modernização e espírito competitivo... ficaram alguns bons exemplos, muito raros, de indústrias têxteis, do calçado e de moldes.

- no resto do país, regra geral, a indústria é muito pouco expressiva, e grande parte das zonas industriais são mais zonas de armazenagem e comércio de produtos importados.

- a tentação para as pequenas e grandes obras públicas continua, o que agravará a dívida;

- o agravamento dos impostos levará à falência muitas PME's;

- somos um dos países com mais área comercial por habitante; os centros comerciais, retail parks ou cadeias de super e hipermercados empregam milhares de portugueses. Com o desemprego a aumentar e com os cortes no «social», bem como com o aumento da poupança, temos que muitos destes templos do consumo fechem as portas a curto/médio prazo. Aliás, vários já ameaçaram falência em tempos recentes.

- reformas no modelo social europeu como o aumento da idade da reforma e a concorrência de novos mercados poderão afectar negativamente o turismo, em especial o turismo de sol e praia.

- existe uma série de pequenos e grandes elefantes brancos para pagar, como o aeroporto de Beja ou alguns Estádios do Euro 2004.

- o sector da construção civil movimentou muito a economia nacional, mas com as necessidades de habitação dos portugueses praticamente satisfeitas, com excesso de oferta e sem dinheiro para obras públicas poderá cair drasticamente nos próximos anos; aliás, tal era de esperar, pois com a população estagnada, os portugueses não comprariam eternamente casa nova nem faríamos estradas, rotundas ou auto-estradas em todos os cantos do país.

A solução seria a transição de um modelo muito baseado no betão e iniciativa pública para um modelo baseado na exportação e iniciativa privada. Mas os portugueses querem é encontrar emprego e não têm capacidade intelectual ou financeira, nem iniciativa, para montar empresas. As grandes marcas, como a Nestlé, a M&M's ou a Coca-Cola começaram como pequenas empresas familiares... pensem nisso...

Resumindo, ou mudamos radicalmente, ou teremos uma década penosa pela frente. Aposto mais na segunda hipótese, e vós?
 
Não sei bem o que é a "Nortada" não a conheço e estudo com potências de eólica instalada só agora começam a dar os primeiros frutos, estou aqui a falar daquilo que o faço.

Gostaria que explanasses melhor :thumbsup:

Quanto aos tais concentradores solares já pensei nisso num sistema de co-generação. Turbina a vapor poderia ser alimentada nos dias de sol pelo vapor de uma caldeira em que fosse aquecida pelo sol, e nos períodos nublados poderia (e por favor não sejam ecologistas do ponto de vista irracional) continuar a manter o ciclo de vapor com a incineração de resíduos de uma região.

Isso sim era um grande projecto e uma excelente aposta!
 
Não sei bem o que é a "Nortada" não a conheço e estudo com potências de eólica instalada só agora começam a dar os primeiros frutos, estou aqui a falar daquilo que o faço.

Gostaria que explanasses melhor :thumbsup:

Uma definição breve de nortada:

Nortada. A nortada é a denominação dada em Portugal continental à resultante vectorial entre um vento Barostrófico (brisa marítima) e o vento da circulação geral, associado ao anticiclone subtropical denominado de anticiclone dos Açores. Ocorre nas tardes quentes entre Junho e Setembro, quando a massa de ar Tropical continental se instala sobre a Península Ibérica, provocando céu limpo e acentuado aquecimento à superfície. O diferencial energético que se verifica cerca de duas a três horas depois do meio dia solar, provoca uma deslocação de massa de ar, do oceano para o continente, que é proporcional ao diferencial energético local. A sua intensidade pode variar de 12 a 25Kt em média, soprando por vezes com rajadas, e termina quando o desequilíbrio que lhe deu origem é anulado, cerca das 21, 22 horas. A Nortada faz-se sentir em toda a faixa costeira Ocidental, onde é mais violenta, e pode estender-se aproximadamente até aos 80 Km para o interior.
Fonte

Mas há imensas referências desse tipo de vento aqui no fórum.
Tais como:
-> A ventosa zona oeste
-> Estudo vento médio no território português
-> Brisas Marítimas
 
Boas AnDré,

Essa definição de nortada também costuma ocorrer provocando em pontas da tarde na hora de verão sérios problemas no planeamento da carga visto começar a ocorrer a sua descida quando a carga está a subir.
Isto é ficamos com a térmica completamente vazia no vazio intermédio da carga e ficando sempre entre o impasse de retirar máquinas de serviço, depois decidimos evitar a entrada para a realização da ponta contudo depois temos de solicitar a entrada de duas ou mais máquinas a despachar para fazer face a esse decréscimo de intensidade de vento.

Para está semana parece-me que irei ter algo muito interessante pois irei fazer as pontas da tarde:

windguru.png


Aquele típico cenário que ocorreu nos teus diagramas de carga... :hehe:
 

Penso tratar-se de um ataque especulativo como especulativa é a opinião de que Portugal não tem condições para cumprir o PEC. Agora de uma coisa podemos ter a certeza, a Alemanha não vai emprestar dinheiro à Grécia. Taxas de juro a 5% não é um empréstimo... :unsure:

E há um outro problema que é a Bélgica. A Flandres e a Valónia vão seguir caminhos deferentes... :eek:

Dificuldades financeiras na generalidade dos países do sul, eleição de governos nacionalistas/fascistas em países do leste (Hungria/Roménia/Bulgária)... A União Europeia corre o risco de se esfrangalhar...
 
E há um outro problema que é a Bélgica. A Flandres e a Valónia vão seguir caminhos deferentes... :eek:

Dificuldades financeiras na generalidade dos países do sul, eleição de governos nacionalistas/fascistas em países do leste (Hungria/Roménia/Bulgária)... A União Europeia corre o risco de se esfrangalhar...

Sem falar que os paises fortes também estão de tanga.

Por exemplo, existem muitas dúvidas sobre qual a verdadeira situação em que se encontram economias do Reino Unido, Itália e até França.
 
Mas não há fim para estas especulações nos mercados financeiros/agências de rating?

Como muito, muito, muito pequeno investidor, estou mesmo a ficar farto de tudo isto! Se no muito curto prazo, os agentes decisores das políticas (governo e oposição) não mudarem qualquer coisa, quem muda para os mercados internacionais, sou eu e muitos, muitos mais!

Vou citar Einstein e a sua teoria da insanidade:

"Esperar obter resultados diferentes, continuando a fazer tudo igual!"
 
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