O Estado do País

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... quem é o estrangeiro (principalmente espanhóis) que venha para o Algarve pagar portagens numa A22 aquilo parece ser um baloiço. No Sul de Espnha não existe portagens, não têem praias pagas, quem conhece a Auto-estrada que liga Ayamonte e Huelva aquilo sim é uma auto-estrada agora a A22 é mesmo uma palhaçada.:disgust: Vou é morar para a Espanha, ao menos lá não existe a roubalheira que existe cá.:thumbsup:

As minhas últimas viagens para e do Algarve têm sido feitas passando por Beja e Mértola visto ser um percurso bem mais tranquilo e a nível de paisagem acho mais interessante, mas as últimas vezes que fiz o percurso pela antes só chamada Via do Infante, entre o nó de Albufeira e o acesso para Monte Gordo, sobretudo entre esta primeira e o acesso para Faro lembro-me perfeitamente que eram muitos os quilómetros seguidos onde a irregularidade do piso dava à condução um efeito de ondulação que realmente parecia estar num barco. Curiosamente esse efeito dava-me vontade de rir, talvez num misto de achar aquilo estranho e ao mesmo tempo insólito numa região tão visitada por tantos estrangeiros, vergoooonha. :p

A Auto-estrada que liga Ayamonte e Huelva até é mais recente e de facto está muito boa, e quando este troço termina (penso) na ligação Huelva-Sevilha e passa a ser a Autovia del 5º Centenário (se bem me lembro) é um troço de auto estrada bem mais antigo e nada de ondulações à vista...
Ir morar em Espanha, embora! :D
 
As minhas últimas viagens para e do Algarve têm sido feitas passando por Beja e Mértola visto ser um percurso bem mais tranquilo e a nível de paisagem acho mais interessante, mas as últimas vezes que fiz o percurso pela antes só chamada Via do Infante, entre o nó de Albufeira e o acesso para Monte Gordo, sobretudo entre esta primeira e o acesso para Faro lembro-me perfeitamente que eram muitos os quilómetros seguidos onde a irregularidade do piso dava à condução um efeito de ondulação que realmente parecia estar num barco. Curiosamente esse efeito dava-me vontade de rir, talvez num misto de achar aquilo estranho e ao mesmo tempo insólito numa região tão visitada por tantos estrangeiros, vergoooonha. :p

A Auto-estrada que liga Ayamonte e Huelva até é mais recente e de facto está muito boa, e quando este troço termina (penso) na ligação Huelva-Sevilha e passa a ser a Autovia del 5º Centenário (se bem me lembro) é um troço de auto estrada bem mais antigo e nada de ondulações à vista...
Ir morar em Espanha, embora! :D

Não concordo com as portagens na A22 porque tem vários estilos de construção/piso consoante os anos e os construtores que se foram sucedendo mas tem havido melhorias.

Existia um ponto negro que era o pequeno viaduto na ribeira do Espiche antes da saída para Algoz/Pêra. Tinha uma cova em ambos os sentidos antes da junta de dilatação da ponte no trajecto Faro-Portimão mais parecendo uma rampa de lançamento. Foi pavimentado de novo e está impecável.

A degradação evidente do piso antes da saída para Alvor também foi repavimentado de novo.

Depois do nó de Olhão por detrás do Cerro da Cabeça até à área de serviço, toda a zona tinha uma grande deficiência no piso que quando chovia tornava-o muito perigoso. Muitos acidentes se deram ai. O piso foi melhorado porque abriram pequenos cortes oblíquos no alcatrão de modo a encaminhar a água para as bermas.

Mas muito está por fazer. O perfil entre Olhão e Faro não é o melhor porque tem uma recta de 3 km que acaba numa descida acentuada à passagem do Rio Seco. As faixas de aceleração e travagem são muito pequenas.

O nó de Loulé/Quarteira deveria ser repensado. Tem muito tráfego e a configuração de trevo não facilita as saídas e entradas em zonas congestionadas.

O excesso de velocidade é uma regra. De inverno anda-se à vontade quando não chove. De verão está cheia com muita gente de fora cujo comportamento é muitas vezes imprevisível. Espanhóis a conduzir durante Km's na faixa da esquerda são aos montes.

Apesar de tudo a A22 é a 3ª Autoestrada com mais tráfego a nível nacional.
 
Manual de etiqueta para viajar nos transportes públicos
Transportadoras publicaram regras de utilização para os passageiros. Duas 'socialites' também dão os seus conselhos.

O civismo deveria ser suficiente para as pessoas viajarem nos transportes públicos sem incomodar as outras. Mas não é. Motivo que levou os operadores de transportes a criarem informações e regras sobre a utilização correcta dos seus serviços. Mesmo assim, continua a haver muita gente que não segue essas instruções, viajando como se estivesse num campo de batalha em que os inimigos são os restantes passageiros, acotovelando-os, empurrando-os, barafustando e impedindo-os de entrar e sair. Para reforçar essas regras, alguns operadores, como o Metropolitano de Lisboa, lançaram este ano a "Carta do Cliente", revelando quais os deveres da empresa e quais os dos passageiros. O mais elementar de todos é que se deve adquirir e validar o título de transporte. Mas há muitos mais, que se seguem nesta espécie de manual de instruções.

Manter acessos livres

Quando entrar num autocarro, deve-se deslocar para a parte de trás do veículo para manter a zona de entrada e o corredor de passagem livres para os outros utentes que vêm atrás de si. Deste modo, evita bloquear a entrada de mais pessoas que, por isso, podem acabar por ficar na rua e ter de esperar pelo autocarro seguinte.

Não bloquear saídas

Também não deve ficar junto das portas de saída ao longo do percurso do autocarro para não dificultar nem impedir a passagem dos outros passageiros que pretendem sair. Caso contrário, essas pessoas correm o risco de ficar retidas no autocarro e só conseguir sair na paragem seguinte.

Fechar as janelas

Nos autocarros com sistema de ar condicionado ligado, não se deve abrir as janelas, senão o ar fresco escapa-se e entra o bafo quente do exterior. No fundo, deve-se fazer como nos automóveis, quando se viaja com o ar condicionado ligado.

Usar roupa fresca

E porque estamos no Verão, nunca é demais aconselhar o uso de roupas frescas de algodão ou de linho. Deve-se evitar ao máximo usar camisas de poliéster, uma fibra que impede a respiração corporal e provoca mais calor e transpiração a quem as usa. Como resultado, essa pessoa passa a emanar um odor desagradável para todos os passageiros que ali se encontram, muitas vezes completamente comprimidos uns contra os outros.

Esperar que as pessoas saiam

Nos comboios e no metropolitano, os passageiros que se encontram nos cais devem esperar que as pessoas saiam primeiro para só depois entrarem. De seguida, devem sentar-se ou ocupar o corredor ao longo dos bancos, deixando livre o hall de entrada e saída.

Encoste à direita

Nos interfaces e estações de transportes públicos, é importante não impedir a passagem de outras pessoas que pretendem andar mais rapidamente nos tapetes e escadas rolantes. Quem quiser utilizar esses equipamentos sem andar ou fazê-lo de forma mais lenta, deve encostar-se à direita do tapete ou da escada rolante para as pessoas mais apressadas poderem avançar e ultrapassar pela esquerda.

Música incómoda

Os utentes de transportes públicos devem evitar viajar com os telemóveis ou outros aparelhos de som a emitir música a um volume audível e incómodo para os restantes passageiros, que não são obrigados a gostar daquele ritmo.

Não baralhe o validador

No Metropolitano de Lisboa, não fique a esfregar o título de transporte rodando-o de um lado para o outro no validador, porque isso só contribui para baralhar o sistema que, assim, não consegue detectar a informação contida no passe ou no bilhete e não abre as portas de acesso. Limite-se a aproximá-lo suavemente do validador.

Proibido fumar

Não fume no interior dos transportes públicos nem nas estações e interfaces.

Evitar o mau cheiro e os volumes

Não transporte objectos que, pelo seu volume, forma, cheiro ou conteúdo, possam pôr em causa a segurança ou a comodidade dos outros passageiros.

Não comer nem beber

Não é permitido comer ou beber no interior dos autocarros, comboios e outros transportes públicos que não possuam bar ou zona de refeições.

Bagagem ter de ser pequena

Nos autocarros da Carris, em Lisboa, o transporte de bagagem permitido é de dimensão reduzida e deverá ser realizado nos lugares adequados, normalmente sobre a roda da frente esquerda.

DICAS DE VICKY FERNANDES

Respeitar a fila

As pessoas devem esperar pela sua vez na fila para entrar no transporte.

Lugares reservados

Os passageiros têm de respeitar os lugares reservados a pessoas idosas, grávidas, com crianças ao colo ou outras limitações.

Ocupar o nosso lugar

Temos de nos restringir ao nosso espaço, sem ocupar mais do que o nosso lugar.

Falar baixo ao telefone

Pode-se atender o telemóvel, mas sem falar muito alto para não incomodar as outras pessoas, porque o transporte público é um espaço de partilha com os outros.

DICAS DE PAULA BOBONE

Crianças caladinhas

Quando se viaja com crianças, deve-se ensiná-las a ir caladinhas, sem fazer barulho, e sossegadas para não incomodarem as outras pessoas.

Pés fora dos bancos

Deve-se habituar as crianças a não pôr os pés em cima dos bancos e ensiná-las a ceder o lugar às pessoas mais velhas.

Manter distância

As pessoas devem manter alguma distância entre elas.

Evitar peixeirada

Quando se gera uma discussão, as outras pessoas devem manter-se caladas, senão cria-se uma "peixeirada" que pode causar mais desacatos.

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1632171

Esta noticia fez-me lembrar uma coisa, isto:

img184f.jpg


Exemplo de conteúdo: http://venerandomatos.blogspot.com/2009/08/cartilha-de-hospedagem-portuguesa_3504.html

Editado a cores, intitula-se “Cartilha de Hospedagem Portuguesa” e foi editada pelo Secretariado da Propaganda Nacional em Abril de 1941.

Esta publicidade da Caixa Geral de Depósitos, entre outras fazem-me lembrar um cartaz de 1968 da TAP.

A publicidade.

[ame="http://www.youtube.com/watch?v=umrPGK-tGTo"]YouTube- Caixa Geral Depositos "Aqui" Commercial (PT)[/ame]


O cartaz.

2ry62z8.jpg


Ficam ambas as coisas pra reflexão ;)
 
Interessantes as novidades sobre a banca nacional sobretudo de projectos mutualistas com mais de 100 anos e que não estão cotados em bolsa.

O Montepio Geral prevê que a integração com o Finibanco gere sinergias de 70 milhões de euros, que serão atingidas num prazo de 18 meses.

O presidente da instituição mutualista, Tomás Correia, garantiu hoje em conferência de imprensa que o grupo salvaguardará os postos de trabalho de todos os trabalhadores do Finibanco (cerca de 1500), assim como as suas condições salariais.

O responsável também adiantou que a sobreposição de cerca de 20 balcões (entre os do Montepio e os do Finibanco) será compensada com a criação de uma rede específica para empresas.

O Montepio Geral anunciou na sexta-feira o lançamento de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre o Finibanco, operação que contempla um investimento de 340 milhões de euros (1,95 euros por acção).

Frisando tratar-se de uma “OPA amigável”, Tomás Correia explicou que a compra foi concertada com a família Costa Leite, que detém cerca de 63 por cento do capital do Finibanco.

O presidente do Montepio assegurou que nenhum outro accionista do Finibanco foi contactado (entre estes o Banif, que tem quase 10 por cento), mas garantiu não ter “a menor dúvida sobre o sucesso da operação”, que espera ver concluída no final do terceiro trimestre.

O processo de integração arrancará logo de seguida, adiantou o responsável.

A única operação em que será mantida a marca Finibanco será a de Angola, de que a Finibanco Holding tem uma posição de 61 por cento, "que é para desenvolver".

Tomás Correia diz que o banco está preparado e capitalizado para analisar novas operações de aquisição que surjam no futuro e, recusando-se a falar no caso específico do BPN, disse que há espaço para novas operações de concentração em Portugal.

O presidente do Montepio assegurou ainda que a instituição não terá que recorrer a crédito para financiar a aquisição do Finibanco.

Retirado daqui:
http://economia.publico.pt/Noticia/...milhoes-na-integracao-com-o-finibanco_1449748
 
Os avisos dos EUA para quem visita Portugal

As recomendações mais sublinhadas dizem respeito aos carteiristas

As recomendações mais sublinhadas dizem respeito aos carteiristas "especialmente a bordo do eléctrico 28 para o Castelo de São Jorge".

O Governo norte-americano disponibiliza informações aos cidadãos que partem de férias para o estrangeiro. Saiba o que dizem de Portugal.

Segurança: Portugal é descrito no guia turístico como um país "amplamente livre de incidentes terroristas". Contudo, como faz parte do Espaço Schengen, "grupos terroristas podem entrar e sair do país anonimamente" vindos de outros países europeus, pelo que os turistas norte-americanos são aconselhados a manterem-se "vigilantes em relação à sua segurança pessoal".

O Governo alerta também os turistas para a "frequência" de "greves gerais e manifestações", que "raramente são violentas" e até costumam ser publicitadas com antecedência.

Crime: "Portugal tem uma taxa relativamente baixa de violência", pode ler-se no documento. As recomendações mais sublinhadas dizem respeito aos carteiristas e aos assaltos de malas por puxão "especialmente a bordo do eléctrico 28 para o Castelo de São Jorge".

"Deve tomar-se cuidados redobrados nas estações de comboio do Oriente, Santa Apolónia e Rossio, bem como nas zonas do Bairro Alto e Alfama e nos pontos turísticos do Castelo de São Jorge e Belém", alerta o organismo liderado por Hillary Clinton.

As zonas turísticas de Sintra, Cascais, Mafra, Fátima e Algarve também merecem especial atenção.

O documento faz referência aos assaltos e conflitos que têm surgido nas praias da Linha de Cascais e alerta ainda para o facto de alguns turistas terem sido roubados dentro das suas próprias casas, no Algarve.

Os norte-americanos são ainda aconselhados a trancar as portas dos respectivos automóveis, especialmente quando têm de parar nos semáforos.

Hospitais: O sistema de saúde disponível é bom mas as instalações hospitalares podem ser limitadas fora das áreas urbanas. Os hospitais públicos oferecem serviços mais baratos que os privados mas não têm as mesmas condições que os hospitais norte-americanos. De referir também que os serviços de emergência estão longe dos padrões norte-americanos, acrescenta o documento.

Segurança rodoviária: Apesar de ter expandido a sua rede rodoviária com estradas bem construídas, a taxa de mortalidade nas estradas portuguesas continua acima da média da UE.

Os hábitos agressivos de condução e o excesso de velocidade devem merecer especial atenção.

Se utilizar um táxi deve estar atento a possíveis discrepâncias entre o valor que está marcado no taxímetro e o que o taxista lhe pede.

DE
 
Hospitais: O sistema de saúde disponível é bom mas as instalações hospitalares podem ser limitadas fora das áreas urbanas. Os hospitais públicos oferecem serviços mais baratos que os privados mas não têm as mesmas condições que os hospitais norte-americanos. De referir também que os serviços de emergência estão longe dos padrões norte-americanos, acrescenta o documento.

Haverá avisos deste calibre para quem visita os Estados Unidos? Ouvi dizer que o seguro de viagem não serve de muito perante os preços dos States... :p
 
As informações para esses avisos são efectuadas pelas embaixadas nos países em questão e têm por base dados oficiais que depois são interpertadas para os interesses do país emissor do aviso (por vezes apenas as mais mediáticas).

Mas existe alguma mentira nesse aviso dos EUA?

No caso dos EUA, O MNE de Portugal deixa-nos estes avisos:

Avisos de segurança sobre os EUA
 
À atenção dos moralistas do défice e das contas públicas certinhas...

Japan appears even more vulnerable, because it is even more indebted and its poor demographics are a decade ahead of ours. Japan may already be past the point of no return. When a country cannot reduce its ratio of debt to GDP over any time horizon, it means it can only refinance, but can never repay its debts. Japan has about 190% debt-to-GDP financed at an average cost of less than 2%. Even with the benefit of cheap financing the Japanese deficit is expected to be 10% of GDP this year. At some point, as American homeowners with teaser interest rates have learned, when the market refuses to refinance at cheap rates, problems quickly emerge. Imagine the fiscal impact of the market resetting Japanese borrowing costs to 5%.

Over the last few years, Japanese savers have been willing to finance their government deficit. However, with Japan’s population aging, it’s likely that the domestic savers will begin using those savings to fund their retirements. The newly elected DPJ party that favors domestic consumption might speed up this development. Should the market re-price Japanese credit risk, it is hard to see how Japan could avoid a government default or hyperinflationary currency death spiral.

Estranho que um país tão caótico continue a merecer a confiança do «mercado» e consiga refinanciar a sua dívida a uma simpática taxa de 2%...
 
Santos made in China

Imagens de louça barata, plantas de plástico, vitrais de imitação e muitas peças made in China. As ofertas que os fiéis fazem para enfeitar as igrejas começam a reflectir a crise, avança a edição do SOL desta sexta-feira

Antes eram os santos ‘com pés de barro’, agora são os santos de plástico, que invadem até as igrejas. E os chineses já descobriram o filão, embora façam o rosto de Nossa Senhora igual ao de Santo António.

As intenções são boas, mas de boas intenções estão os altares cheios. E nem sempre o resultado merece a bênção das comissões de arte sacra ou dos departamentos de património e bens culturais das dioceses. Muitos fiéis, por devoção, decidem oferecer imagens religiosas para a igreja da paróquia. Mas, na maior parte das vezes, por inibições económicas ou por falta de sensibilidade, acabam por doar peças sem qualidade artística, que pouco dignificam o espaço de culto.

«Frequentemente, assiste-se à oferta de fiéis, que fazem promessas e acham-se no direito de comprar imagens e colocar nas igrejas» , lamenta Maria de Fátima Eusébio, coordenadora do Departamento de Bens Culturais da diocese de Viseu. A historiadora de arte já encontrou várias igrejas com imagens de Nossa Senhora feitas em louça, «sem qualquer valor artístico». Os maus exemplos não ficam por Viseu.

Embora não encontre muitos casos de ‘má prática’ nas igrejas da capital, o padre António Boto de Oliveira, director do Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa, confirma ao SOL que «vão aparecendo, em pequenas localidades, onde não há recursos financeiros, imagens de Nossa Senhora de Fátima de plástico, de muito má qualidade».

O esventrar de uma industria que já abasteceu o mercado interno e deu emprego a muitas pessoas, são os meios de produção a cair em mãos alheias. Mudam-se os tempos mudam-se os santos, com sorte os pasteis de Belém e o bolo rei passa a fazer parte dos cardápios dos restaurantes Chineses no próximo Natal, já faltou mais.
 
Nazaré: População revoltada por SAP ter horário diferente para turistas
ARS de Lisboa nega discriminação. Assistência a moradores garantida por unidades de saúde familiar

O horário do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) no Hospital da Nazaré está a provocar a indignação dos moradores. Os habitantes queixam- -se de discriminação por o serviço ter um horário de aten- dimento diferente para moradores e turistas, que durante o dia os obriga a serem reencaminhados para as Unidades de Saúde Familiar (USF) do concelho. A Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo esclarece, no entanto, não haver razão para protestos, já que no horário em que o SAP está "vedado" a moradores existem "duas unidades de saúde familiar a funcionar".

"O SAP está a funcionar durante 24 horas apenas no período de Verão, para responder ao fluxo de visitantes. É uma resposta excepcional para uma população que no Verão praticamente duplica", justifica a ARS.

Durante o dia ninguém ficará sem atendimento médico porque "todos os utentes da região estão cobertos pela Unidade de Saúde Familiar [USF]". Se até 12 de Setembro, das 8 às 20 horas, o SAP vai estar a atender exclusivamente visitantes, os locais nesse horário "devem dirigir-se às USF", onde podem ser atendidos "pelos seus médicos de família, num local mais apropriado". A USF "tem o compromisso de dar resposta a todos os utentes no próprio dia, mesmo na ausência do médico de família por doença ou férias". A situação não é nova: as duas Unidades de Saúde Familiar do concelho estão a funcionar desde Dezembro de 2009.

Entre as 20 e as 8 horas, depois do encerramento das USF, moradores e visitantes devem dirigir-se ao mesmo local: o SAP, a funcionar no Hospital da Nazaré, estando assim garantida a assistência médica durante 24 horas por dia, de segunda a sexta.

A ARS explica que o horário reservado aos turistas no SAP "permite desentupir as USF" e "dar uma resposta mais rápida a urgências". Mas a população reclama ter de olhar para o relógio para perceber onde se deve dirigir.

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Estão a gozar com o povo ?!?! Só pode :eek:

Então é turista ? Não não, vivo ali numa rua em cima, ah então não pode entrar.

Tá tudo maluco :shocking: :maluco:
 
VRSA: PS quer saber do ‘negócio’ do estacionamento em Monte Gordo
Os socialistas de Vila Real de Santo António foram “surpreendidos” pela decisão do executivo PSD de tarifar o estacionamento “em plena época alta”e sem decisão da Assembleia Municipal. E querem saber quem ficou com a concessão.
Em comunicado, o PS/VRSA manifesta-se “surpreendido pela decisão da autarquia de tarifar o parqueamento automóvel, nos parques Nascente e Poente da marginal de Monte Gordo, em plena época alta turística”.
Os socialistas dizem ainda” não entender a motivação desta deliberação apressada, sem que antes tenha sido apresentada qualquer proposta concreta para ser discutida no seio do executivo e na Assembleia Municipal, o que possibilitaria conhecer os contornos da medida e que a mesma fosse discutida por todas as forças políticas” com representação nos órgãos municipais.
Considerando ser necessário “criar um sistema que ordene o estacionamento automóvel e combata a ocupação abusiva do espaço público em Monte Gordo, designadamente na época alta de Verão, os socialistas reivindicam “medidas adicionais, tais como a isenção de pagamento a moradores e aos comerciantes daquela zona, para não os sobrecarregar com novas taxas”.

Quem são os concessionários?

Por outro lado, o PS pretende ver esclarecido “a quem foi atribuída a concessão dos parques, localizados em espaços públicos, em que circunstâncias e por quanto tempo, querendo ainda saber quais são as contrapartidas financeiras para a autarquia”.
PS lamenta ainda “que se tomem medidas desta natureza, em plena época balnear, sem antes acautelar todas as vertentes susceptíveis de criar problemas ao comércio local, que dizem estar já muito debilitado, bem como evitar constrangimentos aos turistas e visitantes.

Fonte: Observatório do Algarve

Parece que a medida é daquelas medidas para meterem dinheiro ao bolso e nada mais e nem a oposição sabe para que fins.:lmao:
 
MAI não paga carros da PSP e GNR

100 automóveis Skoda, já com as insígnias da PSP e GNR, estão parados na Azambuja, mas a SIVA só os entrega contra o pagamento de 2 milhões de euros da factura

Mais de 100 viaturas Skoda, prontas a estrear pela PSP e GNR, estão estacionadas desde o início do ano na Azambuja, no parque da SIVA (o importador oficial da marca), por falta de pagamento do Ministério da Administração Interna (MAI).

Os 120 Skoda Octavia, destinados a reforçar a frota automóvel e a actividade operacional da Polícia – sobretudo o patrulhamento de proximidade –, foram encomendados pela tutela através de um concurso público, lançado no ano passado.

«Estamos à espera de 60 carros e a PSP de outros 60», confirmou ao SOL Virgílio Ministro, da Associação dos Profissionais da Guarda Nacional Republicana, classificando de «muito graves» as consequências deste impasse.

No entanto, apesar dos várias contactos feitos pelo SOL, o gabinete do ministro Rui Pereira não adiantou qualquer explicação sobre o assunto.

Fonte: SOL

Grande atitude da SIVA, sem dinheirinho não há carrinho. :D:thumbsup:
 
Estradas de Portugal só é viável com mais portagens

Almerindo Marques diz que a sustentabilidade da Estadas de Portugal depende da introdução de mais portagens.

Em entrevista ao 'Público', o presidente da Estadas de Portugal (EP) afirma que a dívida da empresa, que deve atingir mais de dois milhões de euros no final do ano, "não é dramática", e considera não serem necessárias alterações ao modelo de financiamento.

A solução para assegurar o equilíbrio financeiro da EP, diz Almerindo Marques, reside na concretização da "introdução de portagens".

Escreve ainda o 'Publico' que o atraso na cobrança de portagens nas auto-estradas sem custos para o utilizador (SCUT) está a atrapalhar as contas da EP.

Além disso, adianta o jornal, o adiamento da cobrança de portagens nas SCUT está a fazer aparecer outras facturas que, ainda não se sabe quem vai pagar.

A Ascendi, do grupo Mota-Engil, que detém as concessões da Costa de Prata (A29) e do Grande Porto (A4/A41/A42), onde já foi decidida a cobrança de portagens, enviou no início deste mês ao Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias (InIR), uma listagem com as despesas que diz ter realizado para que a cobrança estivesse operacional no dia 1 de Julho, e que totalizam cerca de 263 mil euros.

Interessante, como tudo se interliga.
 
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