O Estado do País

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Que raio é isso de uma lista de independentes imunes a todos os partidos? Novamente o 28 de Maio de 1926?

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Porque razão não se criticam as organizações políticas que sistematicamente defraudam os eleitores e que se apresentam às eleições com propostas que rapidamente percebem que não podem concretizar?

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Porque razão se ignoram as propostas dos restantes grupos e organizações políticas?
Será que a única conclusão que conseguem tirar da sistemática fraude eleitoral é a necessidade de reduzir a democracia a alguém predestinado?

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Que raio é isso de uma lista de independentes imunes a todos os partidos? Novamente o 28 de Maio de 1926?


Porque razão se ignoram as propostas dos restantes grupos e organizações políticas?
Será que a única conclusão que conseguem tirar da sistemática fraude eleitoral é a necessidade de reduzir a democracia a alguém predestinado?

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Agreste, por acaso nem estava a pensar em nada disso, como é óbvio!
Penso que não será necessário pertencer a um partido para poder concorrer a umas eleições, ou estou enganado? Um grupo de pessoas, mesmo que não pertençam a nenhum partido, não se poderá associar e criar uma lista para concorrer às eleições, de uma forma democrática?

O "imune a todos os partidos" seria uma lista de pessoas que não pertencem a nenhum partido e terão algumas ideias com vista a solucionar este problema.

Nunca falei em "suspender" a democracia!
 
Inadmissível:


AUTARQUIAS
Câmara de Elvas anula aumentos. Funcionários têm de devolver 300 mil €
por Rosa Ramos, Publicado em 19 de Outubro de 2010 | Actualizado há 13 horas
Vice-presidente da autarquia justifica-se com erro "técnico" na elaboração do orçamento
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A Câmara Municipal de Elvas decidiu anular os aumentos salariais do ano passado e vai obrigar os funcionários a devolver o dinheiro que receberam depois de terem sido aumentados. A medida foi anunciada pelo próprio presidente da Câmara, Rondão Almeida, aos 160 funcionários afectados - desde técnicos superiores a operários da autarquia, todos com contratos por tempo indeterminado. Os cortes vão afectar, a partir de Novembro, mais de 60% dos funcionários camarários que, além de terem de devolver o dinheiro que terão recebido a mais em 14 prestações, vão ver os seus salários reduzidos. Feitas as contas, a autarquia vai encaixar, até ao final de 2011, perto de 300 mil euros.

Depois de quase 25 anos ao serviço da Câmara de Elvas, Vladimiro Lascas, fiscal municipal, vai passar a pagar uma prestação mensal de 150 euros à autarquia durante os próximos 14 meses. "Como se fosse um empréstimo", contou ao i. Além disso, verá o salário reduzido em cerca de 75 euros e passará a ganhar o mesmo que recebia em Janeiro de 2009, antes de ser aumentado.

Segundo fonte da Câmara, os funcionários foram aumentados no ano passado no âmbito dos reposicionamentos salariais resultantes da avaliação de desempenho (SIADAP). Só que, explicou ao i o vice-presidente Nuno Mocinha, o orçamento aprovado no final de 2008 não previa esses reposicionamentos. "A lei diz que nos documentos provisionais aprovados no final de cada ano para o ano seguinte devem estar previstas as verbas para os reposicionamentos salariais", justificou. Terá sido esta "questão técnica relacionada com a elaboração do orçamento" que ditou a decisão anunciada há 15 dias pelo presidente da Câmara e que terá efeitos já a partir de Novembro.

No entanto, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) vai reunir amanhã com os trabalhadores e garantiu ao i que irá avançar "judicialmente" contra a medida da autarquia. "A Câmara aplicou, e bem, os aumentos, mas a Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL), depois de um pedido de consulta da Câmara, veio dizer que a alteração do orçamento, que até foi aprovada em Assembleia Municipal, estava, afinal, incorrecta", explicou o dirigente Francisco Viera. "Os municípios têm autonomia financeira e podem alterar o orçamento, por isso o IGAL está a fazer uma interpretação inflexível da lei", acusa o dirigente, alertando para a "difícil situação" dos funcionários "que assumiram compromissos financeiros depois de serem aumentados".

Também as Câmaras de Castelo Branco, Bombarral e Mêda estão a ter com problemas com a aplicação do SIADAP e tiveram de refazer as contas. No caso da Mêda, por ter aplicado mal a avaliação do desempenho. "Quando chegámos à Câmara percebemos que a maioria dos trabalhadores não tinham sido avaliados. Por isso, decidimos atribuir um ponto a todos", conta ao i o presidente Armando Carneiro, que está a cumprir o primeiro mandato à frente da autarquia.
Alguns dos funcionários tiveram direito, com o ponto que receberam, a ser aumentados. Mas o secretário de Estado da Administração Local "veio dizer que o ponto não contava", explica o autarca. Ainda assim, a Câmara da Mêda optou por não pedir aos cerca de 40 funcionários afectados a devolução do dinheiro, apesar de terem recebido pela nova tabela entre Janeiro e Junho deste ano.


http://www.ionline.pt/conteudo/84001-camara-elvas-anula-aumentos-funcionarios-tem-devolver-300-mil-
 
É triste sem duvida o estado da nação, mas a conjuntura actual não permite meias medidas.... Os nossos governantes actuais nao têm a culpa toda.... É preciso realmente fazer algo...romper com qualquer coisa senão vamos afundar até um ponto sem retorno.Ao menos nao se pode dizer que nada foi feito. Queria tambem deixar a minha perspectiva de que ao fazermos parte da união europeia é preciso dar garantias e cumprir metas, não é so pedir apoios e ajuda sem nada dar em troca. Isto é para os criticos nessa materia.
 
O Orçamento e as clientelas partidárias
17-Out-2010
Algumas questões essenciais do debate sobre o Orçamento do Estado para 2011 estão sendo ocultas por uma série de cortinas de fumo que dificultam a compreensão do que verdadeiramente se passa no terreiro político.

O problema essencial não reside, ao contrário do que vem sendo revelado pelos diversos atores, na necessidade do país em encontrar financiamento externo. O problema essencial reside no facto de a classe política (de todos os setores) manter a empregabilidade das suas clientelas, espalhadas, de forma mais ou menos equilibrada e na devida proporção, por toda a rede da administração pública.

São mais de 350.000 funcionários excedentários, um exército de gestores que só o são porque passaram pelo filtro dos partidos ou têm alguém amigo na política e, a montante e a jusante, clientelas empresariais, agora mais visíveis, porque, apesar de tudo, o governo resolveu torná-las públicas numabase de dados sobre a contratação.

O chamado «estado social» é minúsculo e Portugal continua a ter dos maiores índices de pobreza da Europa.

Segundo a base de dados Pordata, a divida bruta das administrações públicas cresce a um ritmo quatro vezes superior ao da receita fiscal. Porém, a despesas pública na educação e na saúde (que são o essencial do «estado social») é sensivelmente inferior a metade da receita fiscal.

Significa isso que, sem operar reduções das despesas da saúde e da educação, o Estado ficaria com outro tanto para se manter. Só que, o que a realidade mostra é que gasta oito vezes mais do que esse valor, em boa parte com despesas inúteis ou marcadas pela suspeita de má administração.

É por demais óbvio que este caminho é absolutamente insustentável. Ninguém pode gastar quatro vezes o valor do que tem como proveitos sem se colocar numa posição de insolvente.

À luz dos conceitos que o próprio Estado definiu para as empresas, é obvia a conclusão de que o Estado português está numa situação de insolvência.

Dispõe o artº 3º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas:

«É considerado em situação de insolvência o devedor que se encontre impossibilitado de cumprir as suas obrigações vencidas.»

É essa, precisamente, a situação do Estado Português, porque, vistos os números, se encontra impossibilitado de cumprir as suas obrigações.

Sendo um Estado e tendo ainda alguns amigos, vai empurrando com a barriga e tentando tapar os buracos com empréstimos que nunca pagará, porque a divida, com este ritmo, é absolutamente imparável.

O Estado é, porém, beneficiário dos favores que merecem sempre os grandes devedores. Enquanto as pequenas empresas morrem como tordos (veja-se a propósito, só, o que aconteceu em Portugal nos dias 14 e 15 de Outubro) os grandes devedores sobrevivem mesmo com grandes passivos, porque a declaração da sua insolvência causaria graves danos na contabilidade dos seus credores. E estes preferem ter papel que não vale nada a terem nada.

No fim de contas, bem vistas as coisas, o que interessa a quem empresta dinheiro é receber os juros, mesmo que saiba que os ativos de capital são irrecuperáveis, porque desde que os juros sejam pagos é como se eles fossem efetivos e reais.

Natural é, porém, que os juros a cobrar a quem se sabe que nunca pagará o capital sejam mais elevados. E que não haja mais empréstimos, mesmo que para o pagamento dos tais juros (como é manifestamente o caso) se não houver a garantia de que quem de direito aprova o endividamento.

Nisso reside o cerne da questão da absoluta necessidade do Orçamento do Estado.

Se ele se destinasse à exclusiva função de prever receitas e despesas não viria mal ao mundo (nem a Portugal) se se adiasse a sua aprovação e o Governo fosse forçado a governar com duodécimos. Mas não, o Orçamento é uma ferramenta indispensável - como se fosse um aval do Povo a um novo empréstimo – para aumentar o calote português.

O problema essencial reside no facto de, com aqueles números, a situação se tornar insustentável, tornando-se a bancarrota inevitável, em condições muito mais gravosas do que aquelas que teríamos hoje se ela fosse declarada.

Os recursos necessários para o funcionamento da economia serão ainda mais reduzidos, a miséria aumentará exponencialmente e alguns dos melhores valores que Portugal como país pequeno, moderno e limpo, desaparecerão inexoravelmente, como, aliás, já se viu em quadros semelhantes.

O atual presidente do Tribunal de Contas chamou a atenção para a gravidade do problema, quando eraministro das Finanças, em 2001. Mas parece que ninguém o ouviu. E, desde essa data para cá, tem sido um autêntico regabofe.

Uma visita ao portal base-contratos online abre-nos os olhos para um espetáculo dantesco de administração danosa. Desde os ministérios às câmaras municipais, passando pelos institutos públicos são milhões gastos em despesas sumptuárias que poderiam evitar-se, a benefício da saúde financeira do país.

Muitas delas reportam-se a áreas de intervenção claramente fora do quadro de competências das instituições. Outras parecem esquecer – ou menorizar – o papel dos funcionários da própria administração, marginalizados por contratações de serviços, pagas por valores principescos.

Antigamente, as grandes questões jurídicas do Estado eram estudadas e vertidas em pareceres pelo corpo de auditores públicos ou pelos juristas da Procuradoria Geral da República. Hoje são tratadas, sem que se saiba se com a mesma dignidade ou não, porque os pareceres deixaram de ser públicos, por firmas de advogados que faturam milhões, geralmente contratadas por ajuste direto. Pode verificá-lo na base, consultando, por exemplo advogados, assistência jurídica, apoio jurídico, serviços jurídicos. A falta de regras de classificação, não permite sequer ter uma ideia de conjunto de cada classe de serviços, o que não nos parece ser inocente.

Se se ligarem as instituições às pessoas, constata-se que estes negócios são, por regra, feitos com empresas de que são sócios ou políticos ou ex-políticos, em que pauta, com peso muito especial oProf. Sérvulo Correia, antigo deputado do PSD.

O que se passa na área da Justiça é um escândalo, pela exorbitância dos desperdícios, dos valores pagos e da duplicação de encomendas. Vejam-se, só a titulo de exemplo as pesquisas relativas em nome do próprio Ministério e as relativas ao Instituto dos Registos e do Notariado, que aparece também como IRN ou do Instituto para as Tecnologias da Justiça, que tem outra lista sob a sigla ITIJ.

O que se vê nesta base de dados é uma complexa teia de interesses, em que se jogam milhões e milhões de euros em aquisições de bens e serviços por valores principescos, muito superiores aos correntes no mercado, porque a generalidade destas contratações foram operadas por ajuste direto.

Esta situação exigiria uma cuidadosa auditoria para a verificação da sua (i)razoabilidade, que, obviamente, ninguém tem condições para fazer. Ficarmos todos parados é, porém, atitude semelhante à da não reação perante o carteirista que nos rouba no metro e foge…

Todos temos o direito de conhecer os documentos contratuais e os que se reportam aos seus resultados. É altura de o exercermos.

Para além disso, todos temos o direito de denunciar ao Ministério Público todos os atos que indiciem administração danosa, nos termos do disposto no artº 235º do Código Penal, onde se dispõe que «quem, infringindo intencionalmente normas de controlo ou regras económicas de uma gestão racional, provocar dano patrimonial importante em unidade económica do setor público ou cooperativo é punido com pena de prisão até 5 anos ou com pena de multa até 600 dias. »

Mais do que as pessoas, é altura de as empresas lesadas pela perturbação da concorrência recorrerem aos tribunais para exigir a punição criminal de quem, por via de esquemas de favorecimento, beneficia os seus concorrentes, adquirindo-lhes bens ou serviços por preços que ofendem todas as regras da gestão racional.

É que a continuação destas práticas põe em causa a nossa própria sobrevivência.


http://www.inverbis.net/opiniao/miguelreis-orcamento-clientelas-partidarias.html
 
Bom; este tópico vai de mal a pior:
Quando se chega alegremente a um pensamento assim,
aqueles que viram e sabem da miséria salazarenta que foi este País
durante meio século, fogem...
E o mais grave é que para além de fugirem deste tópico, fogem obviamente do
Fórum...
 
Há cerca de uns 10 ou 15 minutos atrás, em plena televisão pública depois do jogo do Braga, televisão que todos nós pagamos olimpicamente, e bem paga, apareceu uma personagem oficial a defender o orçamento, uma personagem que é só uma personagem envolvida em múltiplos escândalos de pedofilia nos Açores e aqui há uns tempos até se deu ao luxo de surripiar um gravador em plena entrevista jornalistica.
Se tu achas que tudo isto é normal, ok, é contigo, eu cá acho que o regime cai de podre a cada instante que passa. Como na republica que abriu as portas a Salazar, estamos a brincar com o fogo e a abrir as portas aos extremistas. Se calhar é isso que certa esquerda radical quer, o caos. Os cidadãos responsáveis terão que lutar sozinhos contra esses radicais, será uma luta difícil.

Olhem em redor e vejam na europa o que ja esta a acontecer. A cada ano que passa mais partidos de extrema direita estao a ganhar terreno nas eleicoes e em lugares nos varios parlamentos europeus.

Franca a extraditar pessoas de uma etnia, a Chanceler alema a falar em discurso que a coexistencia entre europeus (alemaes mais especificamente) com outros povos nao tem sido o sucesso que se esperava, devido aos outros ( muculmanos mais especificamente) nao se adptarem ao estilo de vido dos paises para onde veem, como eles esperam que nos adptemos ao estilo de vida deels se formos morar para qualquer pais muculmano.

Em inglaterra cada dia que passa, mais extremistas estao a ficar para com emigrantes, especialmente muculmanos, que veem para ca viver as custas do estado e de benificios e nao fazem nada da vida (infelizmente posso atestar um pouco dessa realidade pelo que vejo com os meus proprios olhos). Nas ultimas eleicoes mais partidos de direita e extrema direita subiram nas eleicoes e em lugares na camara dos comuns. Ja tenho lido em algums forums que se nao fizerem nada contra a emigracao para o UK dentro em breve as tensoes sociais vao comecar a estalar, e a coisa vai ficar feia, algums politicos ja comecaram a dar voz a essas preocupacoes.

Juntem a crise a tudo isto, e o que eu estou a ver e um futuro proximo muito tumultuoso na europa, especialmente contra nao europeus.

So em Portugal e que as pessoas parece que ainda nao esqueceram a ditadura e so por isso e que nao permitem partidos de extrema direita entrarem em eleicoes ou sequer registarem-se para tal.

Estou a ver a coisa um pouco tremida aqui pela europa. Espero que me engane quanto a isto mas... ja nao digo nada.
 
Olhem em redor e vejam na europa o que ja esta a acontecer. A cada ano que passa mais partidos de extrema direita estao a ganhar terreno nas eleicoes e em lugares nos varios parlamentos europeus.

Franca a extraditar pessoas de uma etnia, a Chanceler alema a falar em discurso que a coexistencia entre europeus (alemaes mais especificamente) com outros povos nao tem sido o sucesso que se esperava, devido aos outros ( muculmanos mais especificamente) nao se adptarem ao estilo de vido dos paises para onde veem, como eles esperam que nos adptemos ao estilo de vida deels se formos morar para qualquer pais muculmano.

Em inglaterra cada dia que passa, mais extremistas estao a ficar para com emigrantes, especialmente muculmanos, que veem para ca viver as custas do estado e de benificios e nao fazem nada da vida (infelizmente posso atestar um pouco dessa realidade pelo que vejo com os meus proprios olhos). Nas ultimas eleicoes mais partidos de direita e extrema direita subiram nas eleicoes e em lugares na camara dos comuns. Ja tenho lido em algums forums que se nao fizerem nada contra a emigracao para o UK dentro em breve as tensoes sociais vao comecar a estalar, e a coisa vai ficar feia, algums politicos ja comecaram a dar voz a essas preocupacoes.

Juntem a crise a tudo isto, e o que eu estou a ver e um futuro proximo muito tumultuoso na europa, especialmente contra nao europeus.

So em Portugal e que as pessoas parece que ainda nao esqueceram a ditadura e so por isso e que nao permitem partidos de extrema direita entrarem em eleicoes ou sequer registarem-se para tal.

Estou a ver a coisa um pouco tremida aqui pela europa. Espero que me engane quanto a isto mas... ja nao digo nada.

Em Portugal não há verdadeiros partidos de direita, extrema direita como lhes gostam de chamar e que ficou conotada com o movimento nazi, a 'extrema-direita' não é nada disso, os partidos em Portugal é que não têm capacidade para nada.

Não temos um partido de direita que defenda verdadeiramente a Nação, o sentido de ser Português, que sinta e respire Portugal como uma grande nação.. um Império, que nos traga o verdadeiro espírito nacionalista, que defenda os valores da nação e da vida como mais nenhum, que defenda o seu povo e a sua pátria acima de tudo... que nos faça erguer das cinzas causadas pela miserável esquerda.

Enquanto em Portugal a extrema direita for apelidada de nazismo e a esquerda caviar for dona da verdade nunca iremos ter a verdadeira direita em Portugal, aquela que nos poderia levar novamente à glória.

Se um dia isto mudar, a esquerda acaba.
 
Bom; este tópico vai de mal a pior:
Quando se chega alegremente a um pensamento assim,
aqueles que viram e sabem da miséria salazarenta que foi este País
durante meio século, fogem...
E o mais grave é que para além de fugirem deste tópico, fogem obviamente do
Fórum...

Seria utópico pensar que, tendo todos nós uma paixão comum óbvia, em termos políticos e filosóficos também partilhariamos os mesmos ideais:(.

Na realidade, coexistem no nosso Forum membros de todas as cores políticas e até de diferentes regimes.

Vivi a minha juventude debaixo do chamado regime salazarista, passei pelos tempos da revolução de Abril e finalmente pelo nossa bela democracia.

Digamos que em todas estas épocas constatei vantagens e inconvenientes, não existe um sistema perfeito.

Mas onde quero chegar é ao seguinte: o nosso Forum tem que estar acima destas divergências, para continuar a proporcionar belos momentos de comunhão naquilo que nos une: a Meteorologia:thumbsup:.
 
Duero, um grande conselho de amigo. O aproveitamento das tragédias para fins ideológicos é património de certa esquerda nojenta que existe. Foi assim com o Katrina ou mesmo com o terramoto do Chile. Aquilo que distingue moralmente alguma direita é jamais cair nessa nojice de aproveitar tragédias para propagandear ideologias. Por vezes pode parecer difícil, mas é uma regra sagrada que deves seguir, jamais usares tragédias para fazeres propaganda, deixa esse trabalho sujo para aqueles que queres criticar. Se amanhã salvarem uns mineiros num país qualquer de ditadura, isso não significa que esse país seja uma maravilha. O aproveitamento de tragédias para propaganda sempre foi uma coisa que me meteu muito nojo, seja lá de onde for.

Sim, acho que levas razao, nem pense mesmo en eso, mais finalmente nao huvera tragedia pois os mineiros fican tudos ben. Mais esto podera acontecer en otro pais do mondo, calqueira.

O que eu queria dizer nao é tanto que o sistema economico salvo aos mineiros, acho que eso seria demagogia.

Estava a dizer que o fora o governo quen fizera tudo, mesmo o presidente la ficaba.
Nao era tanto propagando de un sistema como mostrar que ainda ese pais seja muito neoliberal o estado ainda existe e cando as pesoas precisan de ele, o governo va a ajudar. E que neoliberalismo nao quiere dizer inexistencia do estado.

Mais tamben acho que nao é total propaganda ideologica, pois mesmo o que eu dize ben pode ser utilizado por a esquerda, pois eles poden dizer:

Olhan¡ Cando as pesoas precisan de ajuda nao sao as empresas privadas se nao o estado a fazer as coisas. En esta cuestiao dos mineiros o estado esqueceu a optica neoliberal, e nao deixara que foram empresas privadas os que fizeran o rescate, se nao que fora o propio estado quen fizera eso mesmo.

Este argumento pode ainda mais ser utilizado por a esquerda, pois se os mineiros salvaran foi por o estado.

Nao queria fazer tanta propaganda ideologica se nao mostrar que é falso cando dizen que en una economía libre os estados nao fazen nada por as pesoas e deixan tudo a empresa privada, pois eles só pensan no dinheiro.

Eu quise mostrar que una economia libre ben pode ter estados fortes que ajudan cando é preciso. Estado forte nao quier dizer estado burocratizado, quer dizer estado que pode ajudar as pesoas cando elas precisan.


Embora admito que nao fora o melhor exemplo para tomar, mais como eu comenzei a falar de Chile e practicamente nao ha noticias de aquela naçao recurria a este exemplo.

Podera ser que nao estivera afortunado en elo, acho que tens razao no que dizes.
Por fortuna ao final a tragedia mudo en acontecimiento feliz, eso é o importante.
 
Seria utópico pensar que, tendo todos nós uma paixão comum óbvia, em termos políticos e filosóficos também partilhariamos os mesmos ideais:(.

Saber viver envolve também a capacidade que cada um de nós tem em conviver com a diferença ideológica, desde o conservadorismo ao reformismo se assim os pudermos chamar, existem quase sempre pontos onde se atinge o tão desejado consenso muitas vezes por destacar as vantagens e desvantagens das diversas cores mostrando que as divergências se resolvem desde que haja vontade mútua.

Formas diferentes de pensar e ver o mundo não faltam, correctas ou incorrectas cada um dirá, o que não invalida o nobre direito à diferença e tão-somente por isso deva ser respeitada.

A humanidade desde bem cedo provou o amargo do desrespeito à diferença e seria lógico pensar que já decorreu tempo suficiente para que muitos dos erros a esse nível já cometidos não se repetissem.

Este espaço também dedicado à livre expressão obviamente necessita sempre de que sejam minimamente definidos limites e se todos contribuirmos para que os mesmos não sejam ultrapassados, a riqueza exposta nas nossas opiniões ou visões que temos do mundo serão uma mais valia no sentido de expandir horizontes por vezes acorrentados a conceitos eventualmente menos próprios!
 
Não me parece que seja politicamente nojento responsabilizar um Governo Federal Republicano (George W. Bush) pela falência dos diques de protecção em Nova Orleães, cujos relatórios das inspecções alarmantes tinham ido parar à gaveta.

Não me parece que seja propaganda criticar toda a coordenação da operação de evacuação das populações na antecâmara do desastre. O Mayor da cidade (Nay Ragin) era Democrata, o Senador da Louisiana ("Bobby" Jindal) era Republicano.

Não estávamos cá mas todos se recordam de um Ministro da Defesa, de um governo de direita, de forma palerma admitir que foi por intercepção da nossa senhora de fátima que as manchas do "Prestige" não atingiram a foz do rio Minho enquanto outro governo de direita do lado de lá tentava empurrar o barco para o lado de cá.

Não são os governos de esquerda que usam a crise para promoverem expulsões de cidadãos estrangeiros legalmente autorizados a circular dentro das fronteiras da União Europeia.

Jamais alguém de esquerda acusaria uma minoria de cidadãos dentro de um país, que profetizam outra religião, de "baixarem a inteligência colectiva da sociedade Alemã".

Não são os governos de esquerda que usam a crise para promoverem expulsões de cidadãos estrangeiros legalmente autorizados a circular dentro das fronteiras da União Europeia.


Esto ja nem é de esquerda, é do que agora se chama "políticamente correcto" o en España "progresia" que é o que resta do fin do Muro de Berlín.

Os cidadaos de calqueira pais de Europa poden circular por tudos os paises de Europa, mais..........NAO TEN DEREITO A NAO CUMPLIR AS LEIS DE ESES PAISES.

Os rumanos, mesmo acontece en Italia e en España, fazen "campismo" en locais onde é prohibido por lei, mesmo no verao pasado unos rumanos (200 o mais) foram con carros e as "casas" a ficar a beira de un barragem del Tajo/Tejo. Ese área é protegida, onde nem vose pode fazer fogo nenhum durante o verao, pois ha perigro de fogos. Mais eles fazian fogos, ficaban ali como "campistas", lavaban os carros no barragem (tambén prohibido) etc....

Mesmo por culpa de unos rumanos que fazeran eso en ao Sul da provincia de Soria, arderam florestas (nao moito, pois o Sul da provincia nao ten tanta floresta como o Norte, mais arderan). Eles ficaram en un área onde nao é posivel ficar, perto un área natural e fizeram fogo, e o fogo fora para ese area.

Con a lei na mao practicamente tudos os "campistas" rumanos deverian ir para prisao ou pagar fortes penas en dinheiro pois fazen coisas en areas por vezes protegidas, sen inteligencia nenhuma, en ocasioes en en reservas naturais ou parques protegidos onde é prohibido os fogos, lavar carros, etc.....

Eles ten direito a ficar en outro pais da Uniao Europea, mais nao ten direito nenhumo a nao cumplir as leis de eses paises.

Jamais alguém de esquerda acusaria uma minoria de cidadãos dentro de um país, que profetizam outra religião, de "baixarem a inteligência colectiva da sociedade Alemã".[/

Acho seguro que cando dizeran eso nao estavan a pensar nos Chinos, nem nos koreanos (en Alemanha tamben ha pesoas de China e Korea)
 
Eu coloquei aquela imagem, mas não sou salazarista, nem nacional-socialista, como já disse noutros posts estou algures entre o liberalismo e a social-democracia cristã, e acima de tudo sou democrata.

Estava apenas a pensar como um país que já teve um dos maiores impérios da História, que deu à ciência e à literatura nomes como Luís de Camões, Padre António Vieira, Amato Lusitano ou Garcia da Horta, chegou ao ponto em que nos encontramos hoje.

A degradação de Portugal não é apenas económica: é cultural, fere a identidade, a alma do povo.

Para além disso, aquela imagem também constitui um aviso: se não nos soubermos governar, alguém virá tomar conta de nós, tal como sucedeu em 1928.
 
Eu tenho un amigo italiano, que por vezes me dize:

Na minha cidade ha 1000 chinos e 200 musulmanos do Norte da Africa.

Agora........Cuel é o mais problematico con a povoaçao? Cual é o que moitos sao delincuentes?

Nao podemos fechar os olhos a realidade:

O brasileiro, angolano, mozambiqueño, podem ficar ben en Portugal pois practicamente na base é a mesma cultura, os mesmos habitos de base, a mesma mentalidade.

Aquí en España nao ha problemas con os argentinos, nem uruguayos, nem chilenos, nem cubanos, nem colombianos (por vezes algunos sao traficantes, mais acontece en tudos os povos).


MAIS, FALAMOS DE OUTRA COISA

Falamos de sociedades onde as pesoas ten outra pseudocultura totalmente diferente, onde o respeto nao existe, onde a mulher é menos que un burro ou camello, onde tudo o que nao é a sua pseudoreligiao nao é bó. Falamos de gente que ainda nao entendiu o que quer dizer liberdade de opiniaó, nem democracia. Falamos de una idea que é incompativel con a nosa.
 
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