O Estado do País

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Lousano, revoltem-se, marchem sobre Lisboa. O metro de Lisboa ainda há dias recebeu autorização para se endividar em mais 120 milhões. Não compreendo como o resto do país aceita estas coisas.




Ainda no DN de ontem, eles desde 2008 a nível nacional contabilizaram pelo menos 600,000€ só em festas do Tony Carreira ou 4,4 milhões em espectáculos pirotécnicos. Mas lá está, se por acaso um autarca disser que não faz uma festa ou que não há iluminação de Natal por causa da crise, ainda acaba insultado pela população e atacado pela oposição.

Se o metro de Lisboa tem licença para se endividar em mais 120milhões, não deve ser para construir mais linhas de metro! Deve ser para pagar/negociar as dívidas de curto prazo e/ou converte-las do médio/longo prazo.. Ouvi à uns tempos que em lisboa cada passageiro de metro custava 1eur de dívida. Então se eu aqui vou ter de pagar 8 centímos/km de A23 porque é que não aumentam a viagem de metro em lisboa em 1eur?? Compreendo, ficaria caro e como é muita gente junta (lisboa e arredores) poderia resultar numa revolução popular inaprópriada para o momento de eleições presidenciais e eleições futuramente.. ! :)

Quanto ao aumento das remunerações das chefias, penso que até já tinha começado no aumento das ajudas de custo dos deputados, depois no ministério da administração interna, depois passou para o ministério do trabalho e solidariedade social, e digamos que até ao fim do mandato seguem-se os restantes ministérios.. Estejam atentos! Trata-se de uma compensação pela redução nos ordenados, coitadinhos dos pobres! :) só vos digo que ninguém se opõe, é tudo do mesmo, seja qual for a cor política!!
 
Arranca hoje aquela que espero seja a 1ª fase da Campanha Eleitoral para as Presidenciais. À Direita não espero novidades, à Esquerda sim, aguardo uma definição política claro de modo a haver 2ª volta. :rolleyes:
 
Nas muitas discussões que em Portugal se tem sobre o preço dos combustíveis, toda a gente aponta o dedo às malvadas petrolíferas, umas sacanas.
Mas serão elas as piores nesta história ?

gasoleo.jpg

(via Insurgente)

Entre Julho de 2008 e Janeiro de 2011, o preço do petróleo baixou 39.8% em dólares.
Um dos primeiros erros de avaliação começa logo aí, é que os preços tem que ser convertidos em Euros, e o euro nesse período desvalorizou-se 18.33% em relação ao dólar. Portanto na nossa moeda, a baixa do custo do barril de petróleo foi menor, 26.8%.

Feitas essas contas do barril, vamos agora ao preço dos combustíveis antes de impostos. Nesse período a Gasolina vendida ao público baixou 20.51% e o gasóleo 18.29%, valores antes de impostos.

Agora finalmente vamos aos preços com impostos que é o que pagamos nas bombas.
A gasolina apenas baixou 9.20% e o gasóleo 9.39% (versus 20.51% e 18.20% antes impostos).
Supresos ? Eu não !

Mesmo sabendo que os impostos têm um peso muito grande no valor dos combustíveis, também é certo que as petrolíferas têm muitas culpas no cartório. Não sei quem fez as contas, mas a grande valorização do euro face ao dólar ocorreu antes de 2008, quando o preço do barril atingiu máximos históricos. Nessa altura, todas as semanas subiu o preço do combustível, sendo que o valor do barril em euros não subia. Quando o barril, há cerca de 5 anos, valia 50 ou 60 dólares, o euro valia menos que o dólar. Em 2008, o euro valia quase 1 dólar e meio, e o barril andava pelos 130 dólares. A subida em euros foi também pouco significativa, andou pelos 20%. A gasolina subiu cerca de 50% e na altura ninguém se lembrou da valorização do euro. Acho que a comunicação social deveria dar o valor do barril de petróleo em euros à taxa de câmbio actual.

Edit:

lendapetroleo1.png


Aqui:

http://dererummundi.blogspot.com/2008/04/evoluo-do-preo-da-gasolina.html
 
Arranca hoje aquela que espero seja a 1ª fase da Campanha Eleitoral para as Presidenciais. À Direita não espero novidades, à Esquerda sim, aguardo uma definição política claro de modo a haver 2ª volta. :rolleyes:

Nunca percebi essa da união das esquerdas. Se houver vinte candidatos quase de certeza haverá segunda volta. Se só houver dois, haverá menos mobilização, e a segunda volta é quase impossível. Quantos mais candidatos, mais mobilização. Isso percebeu o PS ao lançar Defensor Moura para receber alguns votos de socialistas que não querem Alegre, e para fazer a campanha mais suja.
 
Devido aos FMI, BPN, Carlos Castro, Alberto João Jardim, que têm marcado as últimas horas dos nossos espaços noticiosos não se falou muito nisto. Repito-me, mas acho que a maior ameaça mundial para os próximos anos vem do movimento da Sarah Palin e dos tarados que a acompanham. Já começou:

Democrata Gabrielle Giffords
Congressista norte-americana atingida a tiro no Arizona

A congressista norte-americana Gabrielle Giffords foi atingida a tiro em Tucson, Arizona, noticiou a National Public Radio, num ataque que fez várias vítimas.

A congressista foi primeiro dada como morta, mas entretanto o diário "New York Times" diz, no seu site, que Giffords estava a ser submetida a cirurgia à cabeça, onde foi atingida por um disparo a curta distância. O Presidente norte-americano, Barack Obama, veio entretanto dizer que a congressista está em estado grave, qualificando o incidente de "tragédia inominável".

As primeiras notícias davam conta de um total de seis mortos e nove feridos no ataque num supermercado onde a congressista democrata estava a promover um evento de contacto com os eleitores.

O suspeito é um homem na casa dos 20 anos, que fugiu do local mas foi parado por um transeunte e apanhado pela polícia. Uma testemunha que estava num escritório do outro lado da rua contou ter ouvido uma rajada de tiros. “Imediatamente depois disso vi pessoas a correr pelo parque de estacionamento”.

Uma outra testemunha contou à CNN ter ouvido 15 a 20 tiros. Cerca de dois minutos mais tarde chegaram a polícia e os bombeiros.

Giffords tem 40 anos. Foi eleita para o Congresso pela primeira vez em 2006 e é casada com Mark Kelly, um astronauta da NASA.

http://www.publico.pt/Mundo/congressista-norteamericana-atingida-a-tiro-no-arizona_1474255

El tiroteo de Arizona reaviva el debate sobre la violencia y la crispación en la política de EE UU
"Nos hemos convertido en una meca para el prejuicio y la intolerancia", señala el sheriff del condado de Pima al referirse a su Estado

El tiroteo de Arizona, en el que murieron seis personas y resultó herida gravemente Gabrielle Giffords, ha reavivado el debate sobre la violencia y la degradación en la política estadounidense. Mientras la legisladora lucha por su vida en el hospital University Medical Center de Tucson tras recibir un disparo en la cabeza, cientos de personas se han movilizado para realizar vigilias esta madrugada.

El mundo político, sacudido por el ataque, se pregunta los verdaderos motivos que tuvo el joven identificado como Jared Lee Loughner, de 22 años, para abrir fuego contra la congresista y el grupo de gente que le acompañaba en un acto político. El sheriff del condado de Pima, Clarence Dupnik, lo tiene claro: sospecha que la congresista era el blanco principal del tiroteo. "Nos hemos convertido en una meca para el prejuicio y la intolerancia", ha dicho Dupnik al referirse a Arizona, Estado que en los últimos años ha sido escenario del divisivo debate sobre la inmigración ilegal.

"Solo hay que ver cómo responden estos desequilibrados a la bilis que sale de ciertas bocas cuando hablan de acabar con el Gobierno", ha dicho el sheriff, en referencia a Loughner, detenido como autor de los disparos. "Toda esa rabia, ese odio, la intolerancia que se están viendo en este país comienza a ser escandaloso".

Giffords, de 40 años, fue tiroteada durante un acto público fuera de un supermercado de Tucson. Junto a la legisladora fueron heridas por los disparos otras 18 personas. En un primer momento se informó de la muerte de la congresista. Después de operarle de emergencia, los médicos se muestran optimistas de su recuperación, a pesar de que sigue en estado crítico.

El atentado contra Giffords, apenas tres días después de que tomara posesión de su cargo en un nuevo Congreso dominado por la oposición republicana, reproduce en este país escenas de violencia política que han acompañado dramáticamente a esta democracia desde su nacimiento. De nuevo, el tiroteo de un líder político pone sobre la mesa algunos aspectos siniestros de esta sociedad, de ciertos individuos y del efecto, sin duda indeseado, que el fragor del debate ideológico puede llegar a tener en mentes enfermas o fanatizadas.

La congresista aparecía en una lista que la cara más visibles del movimiento ultraconservador Tea Party, Sarah Palin, hizo pública el año pasado sobre los enemigos a batir en las elecciones de noviembre de 2010. Aunque la grosera presentación de esa lista -con dianas apuntando a los Estados de los congresistas mencionados y el ominoso título de "No se retiren, recarguen"- provocó las iras justificadas de muchas personas, la lista se refería a 20 congresistas que habían votado a favor de la reforma sanitaria y que pertenecían a distritos ganados por los republicanos en las presidenciales de 2008, es decir susceptibles de ser recuperados por la oposición en 2010.

Especulaciones y conexiones similares van a ser inevitables hasta que la investigación avance. Es indiscutible que el clima político en Estados Unidos se ha envenenado desde la aparición del Tea Party y, aunque este múltiple crimen sea únicamente la reacción individual de un personaje atrabiliario que llenaba Internet con absurdas reflexiones, el debate sobre la responsabilidad de la clase política está servido.

Tras la matanza de Arizona, el debate ha caldeado la Internet. Las redes sociales han bullido de comentarios sobre el tiroteo. El nombre de la congresista y el del autor de los disparos son trending topics mundial en Twitter.

http://www.elpais.com/articulo/inte...itica/EE/UU/elpepuint/20110109elpepuint_7/Tes
 
David, que seu saiba ainda não foi provada essa relação entre o assassino tresloucado e o Tea Party. É certo que o cartaz de que todos agora falam era de mau gosto, mas o sentido era figurado como deves compreender. Eu não gosto desse tipo de discurso e política do Tea Party, compreendo as origens de algumas coisas mas acho sinistras outras, mas olha, sabes uma coisa ? Esse tipo de cartazes agressivos, discursos populistas, faz-me lembrar por exemplo o nosso Bloco de Esquerda, mas por qualquer razão, a sociedade é tolerante para movimentos mais extremistas à esquerda e à direita já não.

Mesmo não estando provado, é muito provável que o seja. E se não for, não se pode negar que o discurso odioso do Tea Party pode levar que cabeças mais ocas possam cometer actos destes. A diferença para o Bloco de Esquerda, é que o Tea Party pode um dia chegar ao poder, Sarah Palin poderia ser hoje vice presidente da maior potência mundial, na maior referência do mundo livre ao longo dos últimos séculos. O Bloco de Esquerda é um partido que poucos levam a sério, e nunca será poder, nem num país periférico como Portugal.
 
A extrema esquerda esteve no poder em 1975 no 5º Governo Provisório e em 2 acordos parlamentares feitos no tempo do 2º governo de Guterres. A convivência tem sido pacifica. Mais difícil é combater a alienação permanente dos restantes 18 Governos Constitucionais.
 
Variante de Olhão foi alterada a pedido dos moradores afetados

A alteração à futura Variante a Olhão da EN 125 foi uma das poucas vitórias conseguidas pela comissão de moradores «Pró Variante de Olhão», que representa a larga maioria dos que serão afetados pela nova estrada e não uma decisão súbita dos responsáveis pela sua construção, garantiram representantes desta associação ao «barlavento».

Os membros desta comissão, formada em 2009 para defender os interesses da população das zonas atravessadas pela futura variante que há-de tirar do centro de Olhão o trânsito da estrada mais movimentada da região, mostraram-se perplexos com a tomada de posição pública do deputado algarvio do PSD Mendes Bota, que pediu esclarecimentos ao Governo sobre a alteração efetuada num pequeno troço desta estrada.

O deputado entregou um conjunto de perguntas ao governo, relativas ao traçado desta estrada. Segundo o parlamentar algarvio, trata-se de uma alteração que a Estradas de Portugal «subitamente parece pretender impor, à revelia do corredor de proteção previsto no Plano Diretor Municipal desde 1995 e das marcações no terreno feitas em Setembro de 2009».

«A Estradas de Portugal, prepara-se para, de uma assentada, inviabilizar um conjunto de estufas cobertas, uma exploração pecuária devidamente legalizada, um furo de captação de água que irriga um pomar de citrinos com duas mil árvores, uma área considerável de solos com elevadíssima potencialidade agrícola, além de fracionar várias explorações em plena produção e de prejudicar seriamente a Urbanização Encosta do Brejo cujas casas edificadas ficarão a 35 metros da nova variante», acusou o deputado.

Em declarações ao «barlavento», Nuno Redondo, da Comissão Pró Variante de Olhão, disse que «os argumentos apresentados não têm qualquer fundamento e são de alguém que não estudou o assunto».

A situação foi empolada, não corresponde à realidade no terreno e o PDM de Olhão prevê a alteração feita, garantiu.

O representante da associação disse exatamente o mesmo a Mendes Bota, numa missiva que lhe enviou, bem como a outras personalidades e ao «barlavento».

«O senhor deputado já me respondeu e disse não conhecer a nossa comissão e que queria reunir-se conosco», revelou.

A história contada por Nuno Redondo é bem diferente e também mais abrangente. A questão levantada por Mendes Bota centra-se na zona de Brancanes, onde a estrada foi desviada «cem metros para sul», no seguimento de sugestões feitas pela comissão.

«Antes deste desvio, ia passar a dez metros da porta de uma casa e inviabilizar vários furos», além de outros problemas, disse Nuno Redondo.

E esclareceu que a comissão representa «80 por cento dos moradores afetados» e que os «dois proprietários» agora atingidos e os moradores da urbanização mencionada, «foram convidados a pertencer à comissão, mas não se mostraram interessados».

«Esta é uma situação complicada. A construção de uma estrada vai sempre prejudicar alguém. A Variante vai atravessar muitas explorações agrícolas e passar perto de cerca de 60 habitações. O que nós tentámos foi conseguir o mal menor», ilustrou Nuno Redondo.

E a situação denunciada em Brancanes é um mal menor, tendo em conta a situação vivida noutros pontos atravessados pela futura Variante.

«Em Piares, a estrada vai serpentear por entre casas, muitas habitadas por idosos, com dificuldades de locomoção», disse. «Esta é a situação mais absurda. A estrada vai ter, desde o cemitério de Quelfes até à rotunda do restaurante O Monte [a rotunda da EN 125 onde desemboca o acesso à Via do Infante de Olhão], 50 casas de um lado e do outro. Uma delas vai ficar a dois metros da Variante, mas a Rotas do Algarve Litoral diz que não virá abaixo. Quero ver como eles fazem isso», disse, irónico, Nuno Redondo.

Onde passa a Variante de Olhão?

A Variante a Olhão, segundo o projeto atual, que é já uma terceira versão, vai partir da EN 125 na zona de Bela Mandil e atravessará «uma plantação de morangos com estufas, passa junto à Sul Betão, atravessa estufas de tomates, um eucaliptal perto da urbanização João de Ourém, atravessa a zona de Brancanes, passa junto do cemitério de Quelfes e segue por Piares até à rotunda do Restaurante O Monte», descreveu Nuno Redondo.

«Neste processo, acordámos vários pontos com a Estradas de Portugal e a concessionária, mas ficámos sempre com a sensação que eram apenas os mais fáceis de resolver. Sentimos alguma falta de apoio», disse, mostrando-se esperançado que este surja agora da parte do deputado do PSD Mendes Bota.

«Da parte da Câmara de Olhão, foi-nos dado o apoio que era possível dar», acrescentou.

Fonte: Barlavento Online

Isto é o Portugal que nós temos.
 
Não esquecer a dívida privada. O futuro dessa ainda está por ver. Quando começarem os cortes após a entrada do FMI... muitas famílias vivem com o dinheiro contado, mesmo aquelas que recebem rendimentos muito elevados, pois estão endividadas a pagar casa, carro ou segunda habitação.
 
Não há a menor duvida que esse gráfico é a maior vergonha do nosso país, por muitas coisas boas que tenhamos o gráfico da divida publica não uma de certeza.
Agora resta saber quando e como vamos vê-lo a recuar. :confused:
Não vou falar de medidas e causas porque essas já todos sabem.
 
A seguir à petição pública de dia 12, proposta através do jornal correio da manhã, para a criminalização do enrriquecimento ilícito, penso se deveria efectuar uma nova petição para que se altere a nossa constituição no sentido de limitar o endividamento do país (dívida pública)!

Este é o verdadeiro caminho, o cerne da questão, uma ferramenta que obrigue os governos a governarem com o temos e só se endividarem até uma % definida. É o caminho da verdade mas também da democracia, sabem porquê? Um efeito imediato nas campanhas eleitorais seria que os partidos só prometessem aquilo que realmente podem prometer!

Que democracia podemos ter quando os partidos são votados pelas suas promessas vazias e demagógicas? Onde está a qualidade da democracia, quando o povo menos informado vota num bando de burlões em detrimento de outro bando, por ventura também burlão mas que promete um pouco menos??

Dia 12 vou assinar a petição!
 
Teodora Cardoso (Administradora do Banco de Portugal) afirmou que Portugal precisa de recorrer à ajuda externa, poucos minutos após o governador do Banco de Portugal ter garantido que o País tem capacidade para resolver os problemas sozinho.


A economista e administradora do Banco de Portugal, Teodora Cardoso, contradisse as afirmações de Carlos Costa, governador do banco central, ao afirmar que Portugal precisa, no curto prazo, de ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI).

"É mais fácil se tivermos um apoio externo, desde logo porque isso permite que o ajustamento não seja tão abrupto, mas feito sozinho, para os mercados acreditarem nele, teria que ser brutal", disse Teodora Cardoso, citada pela Lusa.

A afirmação da administradora do Banco de Portugal surgiu minutos após Carlos Costa ter garantido que Portugal “tem capacidade de resolver os problemas por si". "Eu disse e repito, os portugueses resolvem os problemas e têm capacidade para resolver os problemas por si, até me demonstrarem o contrário", afirmou Carlos Costa à margem da 1ª Conferência da Central de Balanços do Banco de Portugal.

No entanto, Teodora Cardoso sublinhou que dada a actual situação dos mercados "será inevitável" recorrer à ajuda externa.

De acordo com os participantes no encontro, Teodora Cardoso fez estas declarações no quadro teórico e hipotético.

Estas afirmações contraditórias surgem numa altura em que Portugal volta estar na mira dos mercados internacionais e em que surgiram diversos rumores de que o País estaria a ser pressionado para recorrer à ajuda externa.

Fonte: Jornal de Negócios

Alguém tem dúvida destas afirmações?

Os fundos de investimento não apontaram a dívida portuguesa como sendo altamente rentável e assim manipularem factos para que o juro se mantenha extremamente alto?

Os governos europeus não fizeram tudo para que isto acontecesse, com todos de inicio a não acreditar que o país podesse permancer sem ajuda externa, e agora quando ela está eminente, a referir o contrário para os juros se manterem a este nível altamente rentável?

Apesar dos problemas que temos, e são graves, o país é uma marioneta no sistema financeiro internacional.
 
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