O Estado do País

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isto é que é um governo de esquerda??????

Essa medida ainda não chega, já viste a quantidade de trabalhadores inúteis, incompetentes e dispensáveis que existe em muitas empresas? Porque não se podem despedir? Porque tem de ser pagar um exagero e mais uma quantidade de burocracias e problemas.. enquanto isto há gente séria, honesta e trabalhadora que está no desemprego, isto sim é uma injustiça.. quem não quer vai fora, vem quem quer.

O pior é que eles sabem isto mesmo e ainda se tornam mais malandros.
 
Essa medida ainda não chega, já viste a quantidade de trabalhadores inúteis, incompetentes e dispensáveis que existe em muitas empresas? Porque não se podem despedir? Porque tem de ser pagar um exagero e mais uma quantidade de burocracias e problemas.. enquanto isto há gente séria, honesta e trabalhadora que está no desemprego, isto sim é uma injustiça.. quem não quer vai fora, vem quem quer.

O pior é que eles sabem isto mesmo e ainda se tornam mais malandros.

Não concordo muito com a medida, trepkos e eu até sou de direita.

Primeiro porque não é uma medida que fomente o emprego, pois se o objectivo é despedir, vai contra a natureza da medida.

Segundo porque os salários em portugal estão normalizados/estabilizados de acordo com o código do trabalho que tenha estado em vigor. Logo, as políticas de remuneração das empresas vão de encontro ao que lhes é exigido. Ou seja, não pagam mais porque já têm de ter em conta os eventuais despedimentos, 13o e 14o mês! Portanto as contas já estão feitas e reflectem-se nos ordenados! Não há desculpas para cortes..

Terceiro, se existem trabalhadores inúteis, é por vários motivos: serem trabalhadores inúteis colocados por cunhas; má gestão de recursos humanos que deveria colocar os trabalhadores em funções em que eles sejam realmente bons e que se sintam realizados, e não apenas porque no currículo diz lá que tem o curso a ou b; um trabalhador também pode ter um qualquer azar na vida por razões de saúde por exemplo, e ficar mais limitado, a um ponto que lhe chamem inútil infelizmente!

Quarto, porque não é por um mês (22dias/ano) de indemnizacão que uma empresa vai à falência! Se a empresa está assim, então talvez seja melhor que o pior aconteça quanto antes!

O que faz falta em portugal para fomentar emprego e competitividade, são verdadeiros apoios ao investimento. E a CGD deveria dar o exemplo ao resto da banca! Se eu chegar ao banco com uma idéia para criar uma empresa que vá criar 100 postos de trabalho ainda me chamam maluco! Dizem-me logo, eh pá isso passa-lhe.. Mas olhe se quiser um crédito pessoal, ou para comprar carro ou casa, aí já podemos negociar! É a vida..
 
Essa medida ainda não chega, já viste a quantidade de trabalhadores inúteis, incompetentes e dispensáveis que existe em muitas empresas? Porque não se podem despedir? Porque tem de ser pagar um exagero e mais uma quantidade de burocracias e problemas.. enquanto isto há gente séria, honesta e trabalhadora que está no desemprego, isto sim é uma injustiça.. quem não quer vai fora, vem quem quer.

O pior é que eles sabem isto mesmo e ainda se tornam mais malandros.

Não concordo, se estão há largos anos é porque produziram, contribuíram para o crescimento da empresa. Quando os trabalhadores chegam aos 50, 60 anos, obviamente perdem faculdades, perante alguns de 20 ou 30, são as leis da vida, mas não serão descartáveis para ir para casa de mãos abanar depois de uma vida de trabalho e no seu lugar colocar alguém a recibos verdes ou numa situação precária por medida economicista mercenária.

Ao fim de uns meses consegue-se ver o que será um bom ou mau funcionário e aí, já se tem uma ideia se vale a pena apostar. Não se mudam as regras do jogo após muitos anos.

Concordo com o Vince, mexidas deste género seriam em tempo de vacas gordas...
 
É pela redução de 2dias/ano de indemnização aos trabalhadores que as empresas deixam de ir à falência?? E é esses 2 dias que passa a fomentar-se o (des)emprego?
Valha-me Deus, minha nossa Senhora.. :) Tanto preciosismo para umas coisas e tanto disparate de dinheiro mal gasto noutras! Enfim, só consigo imaginar os custos com reuniões, deslocações, estudos para decidir tal feito.. :) É mesmo política à tuga!!
 
Boa noite.

Há uns meses estive numas conferências com professores de economia e gestão da Católica, da FEP e até estava um professor português de uma universidade inglesa. Foi salientado várias vezes que um dos principais factores que afasta o investimento estrangeiro em Portugal é a lei laboral. Até foi mostrado um estudo recente, penso que do Banco Mundial, e Portugal era um dos países do mundo com uma lei laboral mais rígida, a par de uma mão-cheia de países pobres. Estávamos mesmo no fim da lista, em 130 ou 140 países.

Uma das medidas do FMI seria provavelmente esta alteração da lei laboral. Portanto, agora ou mais tarde, seria algo a mudar.

Claro que há consequências muito negativas. A geração acima dos trinta anos em Portugal tem uma baixa formação escolar e profissional, e não são diplomas ao estilo Novas Oportunidades que alteram o quadro. Sendo despedidos, dificilmente terão a oportunidade de encontrar emprego, e muita desta gente acabará por ter de emigrar para fazer trabalhos menores lá fora, como limpezas, construção civil, apanha de frutas e vegetais, etc.

Nos países europeus onde há leis laborais muito flexíveis a maior parte da população tem uma formação muito elevada, e para além disso, a mobilidade laboral e social está culturalmente bem entranhada nessas sociedades. É comum ser-se professor aos 30 e aos 40, e depois, aos 50, estar-se a gerir uma quinta agrícola, por exemplo. Nas sociedades mais liberais até há pessoas que trabalham afincadamente durante alguns anos, depois param outros tantos para se dedicarem a algum hobbie a tempo inteiro e por fim voltam a trabalhar de novo.

Pessoalmente prefiro esse modelo mais dinâmico, típico dos países anglo-saxónicos ou escandinavos, mas Portugal não tem essa cultura de mobilidade laboral e social, veremos como a sociedade reage nos próximos anos...

A minha família tem empregados com mais de 30 anos de serviço. São pessoas que mal sabem ler e escrever, nada produtivos, que ocasionalmente dão problemas, mas não passa pela cabeça dos meus pais despedi-los, pois sabem que não conseguiriam emprego, acaba por haver aquela «compaixão cristã». Nestas pequenas e médias empresas há por vezes uma relação de amizade muito próxima entre empregados e patrões, e por isso suponho que nesses casos não haverá muitos despedimentos. Situação diferente será provavelmente nas empresas maiores.
 
Saliento que o Governo tem aplicado medidas «à FMI», desde subidas de impostos, abandono de algumas obras públicas a esta alteração da lei laboral.

No entanto, as grandes reformas de encolhimento do Estado ainda estão por fazer, e passam pelo fim de concelhos, freguesias, governos civis, fundações ou institutos. E claro, pelo despedimento de funcionários públicos.

Como disse à dias Pacheco Pereira, a entrada do FMI não é a salvação. Quem estiver no poder, pode sempre estragar ainda mais o país, lançado mais impostos e fazendo cortes cegos. E sim, é possível aumentar ainda mais os impostos, cortar na Saúde e Educação ou nas prestações sociais.

Entretanto, as obras do TGV avançam...
 
A propósito das obras do TGV, recomendo a leitura do artigo do Expresso desta semana sobre os elefantes brancos...

- Estádios do Euro 2004

- Auto-estradas sem tráfego que justifiquem a sua existência, como a A13

- Plataformas logísticas

- Aeroporto de Beja

O artigo não refere, mas eu acrescento, os pequenos elefantes brancos do poder local...
 
(...)Pessoalmente prefiro esse modelo mais dinâmico, típico dos países anglo-saxónicos ou escandinavos, mas Portugal não tem essa cultura de mobilidade laboral e social, veremos como a sociedade reage nos próximos anos... (...)

Sim , mas nesses casos também convém acompanhar-mos certas coisas deles, vencimentos mais altos, menos fosso entre rendimentos maiores e menores , menores salários para gestores, etc etc.

Mas concordo em grande parte com o teu comentário.:)
 
Sinceramente não me parece que actualmente o caminho para criar empregos seja facilitar despedimentos, ou embaratecer despedimentos neste caso. Pelo menos nesta fase, estas coisas a fazerem-se devem ser feitas em tempos de vacas gordas. É certo que uma empresa se estiver com a corda na garganta pode sucumbir ao despedir algumas pessoas e indemniza-las, destruindo a própria empresa e outros postos de trabalho que poderiam eventualmente sobreviver se assim não fosse. Mas epa, a fazer reformas nesta área não pode ser uma coisa cega, temos que ser socialmente responsáveis, é diferente por exemplo teres que despedir uma pessoa que já trabalha há 30 anos numa empresa de uma pessoa mais jovem que trabalha há 2 ou 3 e que mais facilmente arranjará emprego. A mais velha precisa dessa ajuda extra das indemnizações para sobreviver na dura vida que tem pela frente.

Eu sou um defensor de um mercado laboral totalmente flexível, mas em simultâneo defendo que tem que existir um bom apoio social aos que não conseguem emprego e querem mesmo trabalhar. Se desatamos a cortar a direito de forma cega só por um dos lados e não acautelar o outro do apoio, em plena crise, estaremos a criar uma grande catástrofe social. Presentemente estamos a assistir a isso, e é muito mau....

Estamos a embrutecer o mercado de trabalho. Ninguém vai querer trabalhar e ninguém vai querer ser patrão...
 
Ninguém está a embrutecer ninguém Agreste. Apenas está a ser enxertada uma alteração para a qual o país não está culturalmente preparado, trata-se de uma reforma que já deveria ter sido feita há anos, e à boa maneira portuguesa, faz-se as coisas em cima do joelho. Portugal não tem uma cultura de mobilidade no trabalho ou de mobilidade social, e por outro lado há toda uma geração que no mercado europeu só está qualificada para limpezas ou para carregar baldes de cimentos, mesmo com os diplomas das Novas Oportunidades... o país será obrigado a uma série de transformações sociais e culturais que deveriam ter avançado décadas atrás, espero que seja no sentido de uma sociedade mais liberal e menos dependente do Estado :)
 
É que basta pensar um pouco na questão.

Este eventual "problema" do valor das indemnizações só se coloca em empregados de longa duração, muitos anos ou mesmo décadas numa empresa, que implicam pesadas indemnizações, ora, desmontando o argumento do trepkos, uma qualquer empresa do sector privado não tem funcionários ineficientes durante tantos anos ou décadas como todos sabemos (no sector público a história pode ser diferente).

Por muito inflexível que seja ou tenha sido a nossa legislação laboral, todos sabemos que com mais ou menos dificuldades, qualquer empresa privada acaba por conseguir dar o pontapé para fora dos "malandros".

Portanto, os que sobram são trabalhadores dedicados que estiveram anos e anos numa empresa. E nesse aspecto, uma empresa tem sempre que ter esse custo social, alguém que deu tantos anos da sua vida a uma empresa, a empresa tem que lhe dar pelo menos uma ajuda no dia em que essa relação acaba. Sou tendencialmente liberal, mas não sou socialmente maluco, acredito na ética e responsabilidade social dos empresários e empresas. Toda a vida trabalhei no sector privado, e ao contrário do que alguns "esquerdistas caviares" pensam, já vi (infelizmente demasiadas vezes) o "patrão" a chorar por não conseguir paqar aos seus funcionários que sempre considerou como se fossem da própria família.

Esta medida e todo o fuzz em torno dela são sintoma de cortes cegos de quem já nada sabe do que está a fazer. Há milhões de coisas em Portugal onde devemos cortar despesa, mas temo muito (e se calhar já infelizmente previa) que entremos nesta espiral de cortar em todo o lado menos onde se deve cortar. Será assustador em termos sociais se for este o rumo do país.

Nem mais!

Mas eu referia-me apenas aquela situação em particular em que devido a uma lei laboral altamente inflexível não permite despedimentos por incompetência ou malandrice, eu por onde passei sempre dei o meu melhor para ajudar a empresa e as empresas sempre me trataram bem, das que saí, saí por vontade própria.

O que o Vince diz é pura verdade, os empregados dedicados às empresas as empresas não os tratam mal.

Sei de casos em que pequenas e médias empresas ( não o grande capital económico e financeiro como dizem os vermelhos ) contrataram pessoas baseadas em CV, mas que estes mesmo depois de estarem dentro das empresas se tornaram verdadeiros malandros, muitos deles encostados aos sindicatos da treta que por ai existem, ah eu quero ser aumentado mas não quero trabalhar, muitas dessas empresas quando tentam expulsar os malandros não o conseguem por questões financeiras, e estou a falar muitas vezes de contratos de 6 meses em que se têm de pagar uns milhares.
 
Nem mais!

Mas eu referia-me apenas aquela situação em particular em que devido a uma lei laboral altamente inflexível não permite despedimentos por incompetência ou malandrice, eu por onde passei sempre dei o meu melhor para ajudar a empresa e as empresas sempre me trataram bem, das que saí, saí por vontade própria.

O que o Vince diz é pura verdade, os empregados dedicados às empresas as empresas não os tratam mal.

Sei de casos em que pequenas e médias empresas ( não o grande capital económico e financeiro como dizem os vermelhos ) contrataram pessoas baseadas em CV, mas que estes mesmo depois de estarem dentro das empresas se tornaram verdadeiros malandros, muitos deles encostados aos sindicatos da treta que por ai existem, ah eu quero ser aumentado mas não quero trabalhar, muitas dessas empresas quando tentam expulsar os malandros não o conseguem por questões financeiras, e estou a falar muitas vezes de contratos de 6 meses em que se têm de pagar uns milhares.

Só posso concluir que a tua experiência laboral ou é muito pequena ou é muito má. Não minha realidade laboral conheço trabalhadores ainda mais eficientes do que esses, não usam sindicato e nunca se encostam para trabalhar. São muito eficazes, têm apenas um botão para ligar e outro para desligar e trabalham bem à distância, pouco controlo necessitam.

Chamam-se motores eléctricos e a única manutenção que usam é a troca dos rolamentos gripados!
 
Só posso concluir que a tua experiência laboral ou é muito pequena ou é muito má. Não minha realidade laboral conheço trabalhadores ainda mais eficientes do que esses, não usam sindicato e nunca se encostam para trabalhar. São muito eficazes, têm apenas um botão para ligar e outro para desligar e trabalham bem à distância, pouco controlo necessitam.

Chamam-se motores eléctricos e a única manutenção que usam é a troca dos rolamentos gripados!

Nao te preocupes, um dia essa esquerda que nos faz tanto de bem, haverá de arranjar forma de sindicalizar essas vitimas do grande capital económico e financeiro, estou totalmente solidário com eles.

É certo que tenho ainda uma curta experiencia laboral, com poucos anos, mas tenho visto mais que o desejável.
 
Com todo o indevido respeito
Segundo parece, as "escolas privadas" correm o risco de fechar. E então, qual é o problema? Se uma padaria dá prejuízo, fecha; se uma fábrica de moldes dá prejuízo, fecha; se uma fábrica de componentes de automóveis dá prejuízo, fecha. E quem não tem dinheiro, não tem luxos. Se uns paizinhos deixam de ter dinheiro para pôr o iFilhinho numa escola privada porque, sem o despudorado apoio do Estado, a propina passa de 600 para 1200 euros, ponha-o numa escola pública, que o que não faltam por aí são exemplos de professores engenheiros doutores de sucesso criados na escola pública. Não é isto o capitalismo? O que dá prejuizo, acaba, e quem não tem dinheiro, não compra. Ou as leis da oferta e da procura são só para os pobres? Na verdade, a corja de sanguessugas imorais com o nome de AEEP não está a fazer nem mais nem pior que, sei lá, os subsidio-dependentes da cultura (que tanto ódio costumam gerar), ou aqueles que se encostam ao rendimento mínimo garantido ou ao subsidio de desemprego para não trabalhar (que os há, e não são poucos). Só que a chantagem destes animais da AEEP tem como objectivo subsidiar os mais ricos de todos nós com o dinheiro que faz falta em todo o lado, e não estão só a utilizar de uma esperteza para tentar sobreviver para cá do meio metro que os separa da pobreza e da miséria totais. Se toda a injustiça e imoralidade deve ser combatida e eliminada da gestão dos dinheiros públicos, deve-se no entanto começar pelas injustiças e imoralidades maiores; fazer jogo político com o rendimento mínimo como faz o CDS, e permanecer em diplomático silêncio quando as familias de filhos de administradores da PT são subsidiados em 500 euros por mês na sua escola privada, é como mijar para a caixa das hóstias. Gostava tanto de ser eleito Primeiro-ministro por uns meses: eu cá não me punha com paneleirices como "renegociar contratos de associação"; eu, pura e simplesmente, eliminava-os até ao último cêntimo (ai a "escola é longe"? fique com a tia, como o meu pai ficou, filhos da puta); e depois rezava a cada uma das santas padroeiras destes colégios todos orgulhosos da sua moral cristã que me fizessem uma manifestação com caixões ainda mais grossos que desta última vez, para que o Corpo de Intervenção da PSP, devidamente instruido por mim, os enfiassem pelo cuzinho daqueles pais acima.


Fonte: acausafoimodificada.blogs.sapo.pt
 
Ah...assim não sócrates! Assim não!:angry:

Até concordo com a medida pelo facto de todos terem de ajudar a diminuir o passivo...mas assim não!!!

Reduza-se mas de forma progressiva. Reduza-se a ajuda do estado a estas escolas mas com ponderação.

Nem todos são filhos de ricos mas muitos são filhos de "remediados", que procuram apenas melhores condições e melhor ensino para os seus filhos.
Muitos trabalham de fio a pavio para dar uma educação que entendem ser melhor para os seus. Se até ao momento conseguem meios para os ter lá, seguramente muitos deixarão de os ter. E com isso os seus filhos terão de ir para a escola pública.

A escola pública é hoje, não em todos os lados, mas numa boa parte deles, um mero edifício onde professores e restantes trabalhadores apenas estão a passar o tempo. E passam o tempo para ganhar o seu dinheirinho porque mais nada podem fazer. As condições de muitos estabelecimentos públicos é degradante. E o ambiente é tudo menos sadio para as crianças.

Atendendo aos resultados das avaliações do ensino em escolas públicas\privadas - uma iniciativa destes governantes - contatou-se que a maioria das melhores até são privadas. Se o estado tira ajuda para que alunos de agregados com menos condições ali possam estudar, não será esta uma forma de exclusão? Só pode ter acesso às melhores escolas os alunos de pais ricos?

E a culpa? A culpa é destes governantes que depois de jurarem amores (paixão) ao ensino e à educação, trocaram estes amores pela mentira, pelo engano e pela incompetência na forma como gerem o dinheiro e as emoções (dos professores, dos pais, das crianças).

Retirar o tapete subitamente é uma estupidez. Podem ter por vezes razão no que dizem, mas argumentar que o estado paga piscinas, golfe e equitação nas escolas privadas, é levar a estupidez a um nível que me faz pensar que ser escritor(a) pode ser afinal sinal de menoridade mental...para alguns:maluco:
 
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