Existem cerca de 130 000 funcionários de administração local ( mais coisa menos coisa) e uns 16000 em empresas municipais.
Atendendo ao facto de se acabar com 20% de concelhos poderão gerar cerca de 10% de despedimentos, pois alguns serão aposentados, outros entrarao na mobilidade.
Mesmo assim , autarquias mais empresas municipais num cenário provável culminarão em uns 15 000 desempregados diretos.
Acho este facto mais preocupante e prioritário no que toca em arranjar forma de integrar essas pessoas no mundo do trabalho num País com 11% de desemprego do que estar a decidir já se fecha A ou B e se C junta-se a D.
O problema não teria sido criado se o Estado central tivesse batido com o punho na mesa e proibido as contratações por parte do poder local. Pessoalmente defendo auditorias do Estado Central às autarquias, já que não se despede ninguém, que se cancelem as novas contratações, e que se coloque gente em programas de mobilidade. Poderíamos ter um plano a dez anos para redução de 100 000 a 200 000 funcionários sem despedimentos, apenas com privatizações, mobilidade e cancelamento de novas contratações.

, é mesmo necessário um concelho com 378,7 km² de área e 124 576 habitantes ter 89 freguesias??