O Estado do País

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Relativamente às portagens, e ao facto destas incidirem em apenas autoestradas ou não, e na forma como são pagas através de portagem ou de ponto de passagem (portico), devia de haver um estudo por parte do estado para decidir onde todos pagamos enquanto contribuintes, e onde apenas pagam os utilizadores! Porque disto que se trata! Porque é que se pagam portagens? Ou porque existe um contrato com a concessionária que a explora, ou porque é necessário pagar as despesas de manutenção da dita via rodoviária!

Tudo se paga, pois os buracos na estrada não aparecem remendados porque alguma alma caridosa se lembrou de ir lá tapar! Aqui o dilema será sempre, quem irá pagar:

- Todos os contribuintes através de impostos.

- Ou o utilizador/pagador
 
Relativamente às portagens, e ao facto destas incidirem em apenas autoestradas ou não, e na forma como são pagas através de portagem ou de ponto de passagem (portico), devia de haver um estudo por parte do estado para decidir onde todos pagamos enquanto contribuintes, e onde apenas pagam os utilizadores! Porque disto que se trata! Porque é que se pagam portagens? Ou porque existe um contrato com a concessionária que a explora, ou porque é necessário pagar as despesas de manutenção da dita via rodoviária!

Tudo se paga, pois os buracos na estrada não aparecem remendados porque alguma alma caridosa se lembrou de ir lá tapar! Aqui o dilema será sempre, quem irá pagar:

- Todos os contribuintes através de impostos.

- Ou o utilizador/pagador

O discurso do utilizador-pagador é uma falácia que merece ser desmontada.

Na verdade visa apenas um aumento encapotado dos impostos, mantendo a actual carga fiscal sobre famílias e empresas intacta.

Darei um exemplo. Faria todo o sentido aplicar um pouco do princípio do utilizador-pagador na saúde. Começávamos a pagar 20 euros ou 30 euros por uma consulta de especialidade, 10 euros ou 15 por uma de Medicina familiar, e claro, isenções para os mais carenciados. Mas em contrapartida, o Estado baixava um imposto qualquer. Na Educação, as famílias não carenciadas poderiam pagar uma taxa anual, 100, 200, 300 ou 500 euros, mas em contrapartida o Estado também baixaria um imposto. Assim faz sentido que haja aplicação do princípio utilizador-pagador, pois a população tem uma noção mais exacta do destino do dinheiro. Mas o que se pretende não é isto. O objectivo da actual classe política com esta lengalenga do utilizador-pagador é manter a actual carga fiscal e ainda colocar os portugueses a pagar à parte a saúde, a educação ou as estradas: em suma, um aumento brutal e encapotado de impostos.
 
Eu pessoalmente andei uma data de anos a pensar exactamente dessa forma, que deveria existir um esquema diferenciado de preços quando acedemos aos serviços e bens do Estado (saúde, educação,etc, etc), andei anos iludido a pensar que isso seria a melhor solução para os nossos problemas. Mas aqui há uns meses li com atenção um estudo que foi completamente demolidor para mim, em que se desmontava totalmente essa tese. Porque nós sempre tivemos um sistema tributário progressivo. Quem ganha mais, paga mais impostos, pelo que não podemos estar a criar ao lado um novo esquema progressivo, seria uma aberração extremamente injusta.

Todos os sistemas são aberrantes na prática! Se não vejamos:

o ideal seria termos um sistema contributivo e ponto final! Onde falha este sistema? Falha naqueles que podem fugir aos impostos! Os funcionários públicos em especial, e depois os trabalhadores por conta de outrem, não têm como fugir aos impostos.

Por esta razão, parece que o princípio utilizador-pagador é o único que se garante o pagamento!

E depois também à gente que por tudo e por nada vão a correr para as urgências, e por causa destes abusos pagamos todos! Em tempo e em dinheiro.
 
A Grécia pretende construir um fosso de 120Km de comprimento, com 30 metros de largura de modo a separar a sua província da Trácia, da Turquia europeia.

O projecto, levado a cabo pelo exército daquele país destina-se a travar a avalanche de emigrantes ilegais (130 mil só no último ano) provenientes da Turquia, acompanhando o rio Evros que separa as 2 regiões. O primeiro troço de 14,5Km ficou completo hoje. O custo total do projecto não é público.

Podemos sempre pensar que o projecto como última fronteira da União Europeia pode ter as virtudes mas e se os ilegais provenientes de Edirne, entrarem na Bulgária e depois voltarem a entrar na Grécia pelo lado norte?

A Turquia não aceita receber de volta os imigrantes ilegais que saiam do seu país.

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Link com a estória no El País

http://www.elpais.com/articulo/inte...tera/Europa/elpepuint/20110804elpepuint_8/Tes
 
Então isso significa que o Mira Amaral devia estar a uns 145 m de ti. :lol:

É o chamado "Polvo de Fricassé".

O programa de apoio social do Ministro Soares é insultuoso. Só a hipótese de colocar desempregados a trabalhar para empresas subverte toda a lógica do mercado de trabalho. O desempregado, coitadinho, já que não arranja trabalho compatível a gente vai-lhe arranjar aqui uma coisa que não é bem trabalho.
 
É o chamado "Polvo de Fricassé".

O programa de apoio social do Ministro Soares é insultuoso. Só a hipótese de colocar desempregados a trabalhar para empresas subverte toda a lógica do mercado de trabalho. O desempregado, coitadinho, já que não arranja trabalho compatível a gente vai-lhe arranjar aqui uma coisa que não é bem trabalho.

O tempo que um desempregado passa parado é do tipo, emburrecer. Experiência de trabalho na evolução de um profissional é muito importante.
Claro que também prefiro que não seja em empresas mas em actividades de manutenção da floresta, ou em ONG's de apoio social principalmente a cuidar de crianças, idosos e deficientes promovendo conforto para famílias com todas as condições de serem Produtivas mas sem possibilidades de dar o conforto aos seus sem que faça sacrifícios como deixar de trabalhar.
Promovendo a educação dos jovens por aqueles que eram bons mas que o mercado de trabalho já não aceita. Sim a custa dos nossos impostos temos de por todas as formas ter a maior parte da população em regime Activo!
 
É óbvio que as coisas não vão ser bem feitas. A troika mandou destruir os sindicatos e a organização dos trabalhadores. Uma das partes não se pode organizar para defender o preço pelo qual aceita trabalhar.

Apoiar instituições de solidariedade social é aceitar a pobreza como estatuto social.

Apoiar instituições de solidariedade social é aceitar que a desigualdade faz parte da vida.

Apoiar instituições de solidariedade social é aceitar que uma parte significativa da sociedade será sempre pobre.

A pobreza em Portugal já é tão indigente que muitos dos caridosos fazem disso uma actividade quase turística.

A caridade é um dos pilares do fascismo!

É o mesmo que o Jerónimo Martins mandou fazer quando descobriu que os empregados roubavam comida dos armazéns para matar a fome. Como ele acha que 540 euros mensais (salário médio da empresa) são um óptimo salário mandou dar-lhes aulas de educação financeira.
 
O drama do desemprego não é apenas monetário, de sustento, existe outra parte quase tão importante como essa, mas percebo agora pelos discursos dos Louçã's e companhia que afinal esta gente nunca lidou com desempregados e pobres na vida. Nada que verdadeiramente me surpreenda, em muitos anos a apoiar instituições de solidariedade social é muito raro ver por lá esse pessoal da extrema esquerda que tem sempre os pobres ou desempregados na ponta da língua.

A caridade é um dos pilares do fascismo.

E só um país fascista é que pode conviver sem quaisquer remorsos com salários de 485 euros, pobreza indigente e coisas como o Banco Alimentar...
 
Pânico na bolsa de Israel, Índices afundaram 7%


A praça de Telavive tombou 7%, numa reacção ao corte do 'rating' dos Estados Unidos.

[Actualiza com valores de fecho, às 15h30]

O principal índice da bolsa de Israel, o TA-25, encerrou a cair 6,99%, o pior desempenho desde Novembro de 2008, segundo a Bloomberg. O índice geral desceu 7,20%, Por cauda das quedas, a bolsa de Telavive foi interrompida várias vezes durante a sessão para evitar mais perdas.

O tombo da praça israelita surge depois de a Standard & Poor's (S&P) ter cortado o 'rating' dos Estados Unidos na noite de sexta-feira. Uma decisão inédita na história americana.

Também as bolsas do Dubai (- 3,69%) e de Abu Dhabi (-2,5%) fecharam em queda acentuada.

Já o principal índice da bolsa da Arábia Saudita, a mais importante do mundo árabe, subiu uns ligeiros 0,08%. Isto depois de ontem ter descido 5,46%. A praça saudita, que funciona aos sábados, ao contrário da grande maioria dos outros mercados internacionais, foi a primeira a reagir à redução da classificação da dívida norte-americana.

Os investidores temem que a desclassificação da dívida dos Estados Unidos agrave ainda mais a crise de dívidas soberanas na zona euro e empurre a economia mundial para uma nova recessão.

Fonte: DE

Com o corte do rating nos EUA, amanhã vai ser um dia de grandes tombos nas bolsas mundiais.
 
É óbvio que as coisas não vão ser bem feitas. A troika mandou destruir os sindicatos e a organização dos trabalhadores. Uma das partes não se pode organizar para defender o preço pelo qual aceita trabalhar.

Apoiar instituições de solidariedade social é aceitar a pobreza como estatuto social.

Apoiar instituições de solidariedade social é aceitar que a desigualdade faz parte da vida.

Apoiar instituições de solidariedade social é aceitar que uma parte significativa da sociedade será sempre pobre.

A pobreza em Portugal já é tão indigente que muitos dos caridosos fazem disso uma actividade quase turística.

A caridade é um dos pilares do fascismo!

É o mesmo que o Jerónimo Martins mandou fazer quando descobriu que os empregados roubavam comida dos armazéns para matar a fome. Como ele acha que 540 euros mensais (salário médio da empresa) são um óptimo salário mandou dar-lhes aulas de educação financeira.

A troika vai trazer também aí a revolta daqueles que trabalham, muitos deles com o ordenado mínimo, e lhes vêem ser retirado no final do mês o dinheiro do seu suor para pagar a subsidio dependência que tanto gostas.
 
inurl: Visto.Blog.pt
uma Função pública disse:
Neste período de dificuldades existem já algumas ideias deverás brilhantes que devem ser divulgadas e apoiadas por todos os cidadãos deste país.

Creio que nós todos temos a noção que a “Função Pública” as vezes peca gravosamente no seu intuito de servir o cidadão porque às pessoas que nele exercem as suas funções como se fosse um emprego mínimo garantido. Não estou a generalizar, mas acontece muito criando-se um estereótipo comum, nos vários serviços mesmo transversal a toda a função pública.

A ideia que aplaudo é que dando o devido reconhecimento por uma seleção correta em concurso dos funcionários dos quadros da função pública a merecida remuneração e por parte do funcionário o compromisso de ser exclusivo a função que desempenha. Não quero com isto dizer que não se respeite o horário, quero com isto apoiar a que um funcionário publico seja exclusivo da sua função, não podendo trabalhar no “privado” não podendo ocupar o lugar de outros no mercado privado de contratações, separando completamente causa pública do interesse privado.

Desta forma colocamos os serviços com pessoas menos saturadas desde finanças a enfermagem, desde a medicina até a educação. Focando-se unicamente no melhor desempenho das suas funções, dando por seu lado a oportunidade de um outro cidadão ter oportunidade de trabalho numa empresa, de ser mais um contribuinte em vez de dependente na sociedade.

E é de ideias como esta que devem ser apoiadas de errado não tem nada, de benefício a pessoa humana daqueles que vagueiam sem emprego nesse período sempre Longo, por mais curto que seja, da evolução de um cidadão.

todos unidos seremos mais fortes
 
Estado
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