Os comentários que fiz relativamente a Álvaro Cunhal não o desculpam para o descalabro que o PCP atirou o país durante o gonçalvismo. No entanto, acredito que os reaccionários afectos ao PCP não conseguiram-se impor, uma vez que o país esteve mesmo à beira de uma guerra civil. O facto do PCP (liderado por Álvaro Cunhal) ter sempre reconhecido os actos eleitorais foi um contributo decisivo para a estabilização da democracia em Portugal.
David, excelente leitura dos factos; Soares foi de facto um grande defensor do sistema democrático e o principal inimigo dos objectivos do PCP (a ele também se ficam a dever ligações aos grupos pró-americanos e penso também à maçonaria). Soares também faz-me também lembrar as manifestações da fome que percorreram um pouco por todo o país; também teve a feliz ideia de levar Portugal para a CEE. Mas Soares sempre foi um homem cheio de contradições; lembram-se do caso de Macau? Uma das mais tristes histórias da democracia portuguesa, protagonizada por pessoas influentes ao PS de Mário Soares.
Leituras complementares sobre escândalos ligados a Mário Soares: aqui, aqui (2ª parte do texto) e aqui
José Durão Barroso - Capacidade de adaptação e incapacidade de decisão (Análise Social , vol. XX, pág. 453 a 465)
David, excelente leitura dos factos; Soares foi de facto um grande defensor do sistema democrático e o principal inimigo dos objectivos do PCP (a ele também se ficam a dever ligações aos grupos pró-americanos e penso também à maçonaria). Soares também faz-me também lembrar as manifestações da fome que percorreram um pouco por todo o país; também teve a feliz ideia de levar Portugal para a CEE. Mas Soares sempre foi um homem cheio de contradições; lembram-se do caso de Macau? Uma das mais tristes histórias da democracia portuguesa, protagonizada por pessoas influentes ao PS de Mário Soares.
Leituras complementares sobre escândalos ligados a Mário Soares: aqui, aqui (2ª parte do texto) e aqui
José Durão Barroso - Capacidade de adaptação e incapacidade de decisão (Análise Social , vol. XX, pág. 453 a 465)


A sua mensagem em nada explicita que as relações do nosso país com o Vaticano sejam prejudiciais para Portugal. Se se refere a razões de ordem especificamente religiosas, então deve abrir outro tópico e discutir esse assunto mas de uma forma explicita e fundamentada.