O Estado do País

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Estado
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Tivemos um bom teste na pintura de uma escadaria na tua cidade. Infelizmente a liberdade de expressão teve que ser defendida pela Comissão Nacional de Eleições. Os milhares de católicos, comunistas ou não, ficaram do lado que se sabe.

Se eu fosse Presidente da Câmara o PCP tinha lavado as escadas com escovas de dentes!!!
Ainda te orgulhas da m.rda que fizeram?...
 
Se todos os países fizessem como a Suiça, um cofre gigante para esconder o dinheiro global, o mundo seria um local bem pior e a Suiça não seria praticamente nada entre tantos a fazer o mesmo. Aquilo que eu quis dizer é que não é olhando para a Suiça que encontraremos o nosso rumo. Eu acho que o nosso país tem futuro, acredito que pequenos países se desenrasquem melhor neste mundo globalizado, temos é que mudar de vida, sermos mais dinâmicos, criativos e flexíveis. Small Is Beautiful. O nosso modelo não pode ser de concorrer com os gigantes de produção massificada, mas sim vender coisas inovadoras ou exclusivas com qualidade aos gigantes.

Por isso uma politica fiscal única e os Eurobonds é a única maneira de proteger o Euro, se perdermos a soberania fiscal certamente não será para pior do que já está. Assim é que continuamos a ter flancos abertos para a especulação.

Quanto a tua chamada de atenção compreendo e peço desculpa a todos os utilizadores que tiveram de ler o que disse sem nada terem a ver com isso.
 
Encargos de exploração conhecidos totalizam apenas 100 mil euros
CP deixa 350 mil euros por explicar na ligação Valença-Vigo


Quando em Julho passado a CP anunciou a supressão dos dois comboios diários em cada sentido, entre Valença e Vigo, alegou que o mesmo acarretava custos na ordem dos 450 mil euros anuais, para uma receita de apenas 218 mil euros, atribuída pela Renfe pelo facto de a empresa portuguesa efectuar essa operação com o seu próprio material em território espanhol. As receitas de bilheteira ficariam para a Renfe, que, curiosamente, raras vezes colocava um seu revisor no comboio português entre Tui e Vigo.

Os prejuízos da CP seriam, assim, de 232 mil euros por ano, pelo que se justificaria acabar com o serviço. "A empresa está obrigada a uma rigorosa contenção orçamental e à redução de custos, pelo que foi entendido que não se deveria continuar a perder dinheiro num serviço operado em território espanhol", justificou então a transportadora nacional.

Os protestos de ambos os lados da fronteira levaram a que a CP e Renfe chegassem a um acordo provisório no sentido de manter o serviço até Setembro, sendo que a empresa espanhola pagaria, neste período, a totalidade da operação entre Tui e Vigo, isto é, os tais 450 mil euros por ano.

O PÚBLICO, porém, fez as contas e só encontrou justificação para cerca de um terço dos encargos de exploração que a CP diz assumir nestes 40 quilómetros de percurso entre a fronteira portuguesa e Vigo.

A maior factura deste serviço é a energética. Uma automotora UDD (Unidade Dupla Diesel) consome 0,8 litros de gasóleo por quilómetro. Por ano, entre Vigo e Tui, são percorridos 58.400 quilómetros, o equivalente a um consumo anual de 46.720 litros de combustível e a igual valor em euros, pois o gasóleo ferroviário ronda um euro por litro.

Como a operação na Galiza implica que dois maquinistas portugueses pernoitem em Vigo, considerando que um quarto de hotel custe 50 euros por noite, tal implicará para a CP um gasto anual de 36.500 euros no alojamento daqueles profissionais. Um encargo que, apesar de tudo, sempre existiria para a empresa, pois, se não dormissem em Vigo, os maquinistas pernoitariam em Valença numa residencial com quem a CP tem um contrato. São, portanto, custos que a transportadora pública ferroviária terá sempre que suportar, independentemente do facto de o serviço ser prolongado a Vigo ou terminar em Valença, já que nunca esteve em causa a manutenção dos comboios entre o Porto e esta cidade fronteiriça. Já a dormida dos maquinistas em Vigo implica, para a CP, mais um encargo de 14.600 euros por ano, dado que aqueles recebem um bónus de 20 euros por cada pernoita no estrangeiro.

O comboio para Vigo não leva revisor português, que desce em Valença, pelo que este não entra nas contas. E, no troço galego, a CP não paga taxa de uso (portagem ferroviária), que é assumida pela Renfe.

Assim sendo, os custos directos da operação Valença-Vigo ascendem aos 97.820 euros (que facilmente podem ser arredondados para 100 mil euros). Como explicar os 350 mil euros que faltam para perfazer os 450 mil euros que a CP alega suportar em despesas de exploração? É que, recebendo ainda compensações da Renfe no valor de 218 mil euros anuais, a CP até acaba - aparentemente - por ganhar com o negócio cerca de 118 mil euros.

Foi isso que o PÚBLICO pediu à CP para esclarecer, mas a empresa não respondeu. É certo que há a considerar despesas de manutenção e de amortização do material circulante, mas estas nunca poderiam ser três vezes superiores à soma dos encargos em combustível e em pessoal, e só poderiam incidir de forma proporcional sobre o troço de 40 quilómetros entre Valença e Vigo.

De resto, as automotoras UDD 450, apesar de modernizadas nos anos noventa, são estruturalmente velhas, pois foram construídas na Sorefame há 40 anos, pelo que os seus custos de amortização também não poderiam ser elevados.

"É natural que a CP inclua nas contas de exploração uma parte dos seus muito elevados custos de estrutura [serviços centrais] da empresa, tornando caro o valor da operação", afirma Nelson Oliveira, presidente da Associação Portuguesa dos Amigos dos Caminhos-de-Ferro (APAC). Este dirigente associativo diz estar habituado a ser confrontado com "valores surpreendentes", quando pretende fretar um comboio especial para viagens da APAC. E comenta que estes valores não são nada transparentes, incorporando custos relativos às "gorduras" de vários departamentos da empresa.

Há uns anos, aquando do I Congresso Ibérico dos Amigos dos Caminhos-de-Ferro, o grupo espanhol viajou numa automotora especial da Renfe entre Santiago de Compostela e Valença. A Renfe cobrou 1500 euros pela viagem de Santiago até à ponte internacional sobre o rio Minho. Desde a ponte até à estação de Valença (dois quilómetros) a CP tentou cobrar 500 euros...

Fonte: Publico

Espectáculo o português no seu melhor. Cobrar 500 euros por 2 kms demonstra bem, que os comboios em Portugal devem ser feitos em ouro. :lmao::lmao:

Feitas as contas, tudo é fiável neste país, a CP precisa é de levar uma limpeza a fundo e despedir metade dos mamões que estão lá.
 
Algumas coisas que a nossa extrema esquerda vai escrevendo e desejando para cá:


http://5dias.net/2011/08/09/transformemos-portugal-numa-nova-inglaterra/

http://5dias.net/2011/08/10/escrevi...uerra-a-si-mesmo-e-isso-so-pode-ser-positivo/




Se por acaso fosse de extrema-direita, caía o carmo e a trindade ....

Algumas pessoas ainda se lembraram do grupo Anonymous mais rapidamente o grupo distanciou-se desses acontecimentos porque sempre promoveram a manifestação com não violência como as que aconteceram já por Espanha.

O que se passou no Reino Unido tem a mão da Extrema Esquerda, e o pior disso tudo é que a Extrema Direita ficou com motivos de qualquer outra coisa que venha acontecer haja retaliação entre concidadãos.
 
Penso que não, as coisas começaram por protestos eventualmente compreensíveis dado o que aconteceu, e depois descarrilam e entram em cena anarquistas e verdadeiros criminosos de delito comum aproveitando o caos. O que se passa muitas vezes de errado é que algum pessoal da extrema-esquerda mais radical fica muito excitado e precipita-se confundindo contestação social com crime puro e duro. (...)

Excelente abordagem :thumbsup: Enquanto as autoridades locais tentam acalmar a situação e julgar os criminosos, temos cá gente ligada à extrema esquerda que deseja que aconteça o mesmo em Portugal.
Desejo que as nossas autoridades mantenham esses tipos sobre rigorosa vigilância e, se necessário, que sejam presos por precaução (agora Mário Soares já não é presidente para libertar terroristas das prisões, aqueles que mandaram colocar bombas que mataram uma criança no Alentejo (executantes não materiais de crimes de sangue):

Abril de 1984- atentado com explosivos na residência de um agricultor em S. Manços, Alentejo; os efeitos da explosão provocam a morte de uma criança de 4 meses de idade (Nuno Dionísio)
 
A propósito de Inglaterra, e isto também se aplica a Portugal, de acordo com um grande professor que tive, Psiquiatra, «estamos a formar gerações de monstros».

Filhos que pouco tempo, ou nenhum, passam com os pais e os avós. O contacto humano que é perdido pela utilização maciça do telemóvel, do msn, do Facebook. A adoração pelos bens materiais doutrinada pelos meios de comunicação que os jovens preferem, como sucede no canal MTV. O desprezo a que foram votadas as Humanidades e as Artes nos currículos do Básico e do Secundário.

Infelizmente, poucos na sociedade pensam nas consequências nefastas desta sociedade cada vez mais desumanizada. Choca-me, por exemplo, que haja tanta gente a defender a abertura do comércio ao Domingo. Em nenhum país europeu, dos que já visitei, encontrei comércio de portas abertas ao Domingo, depois das 19 ou das 20 horas, e mesmo ao sábado pela tarde. Pelos vistos os outros não precisam de porta aberta ao fim-de-semana para terem economias mais ricas e dinâmicas que a nossa. Quem lá trabalha, como poderá ter tempo para estar com os filhos ao fim-de-semana? Ou com os pais, tios, avós?

Esta é pois uma das mais graves doenças do Ocidente, e em especial, de Portugal, nos tempos que correm: o desprezo pela família e pelas relações humanas.
 
Esta é pois uma das mais graves doenças do Ocidente, e em especial, de Portugal, nos tempos que correm: o desprezo pela família e pelas relações humanas.

Frederico, completamente de acordo contigo :thumbsup: Mas também é necessário dar ferramentas aos pais para que estes fiquem capacitados para darem uma melhor educação aos filhos.

Alguns artigos para pais (e que os jovens também devem ler):

-Bullying
- Ansiedade nos Exames – Medos e fobias aos exames?
- Sozinha com um Adolescente
- Dieta na Adolescência – dos 12 aos 18 Anos
- Quem são os adolescentes?
- Crianças e adolescentes portugueses só dormem metade do que precisam
 
A propósito de Inglaterra, e isto também se aplica a Portugal, de acordo com um grande professor que tive, Psiquiatra, «estamos a formar gerações de monstros».

Filhos que pouco tempo, ou nenhum, passam com os pais e os avós. O contacto humano que é perdido pela utilização maciça do telemóvel, do msn, do Facebook. A adoração pelos bens materiais doutrinada pelos meios de comunicação que os jovens preferem, como sucede no canal MTV. O desprezo a que foram votadas as Humanidades e as Artes nos currículos do Básico e do Secundário.

Plenamente de acordo, por isso muitas coisas que venham a ocorrer (chacinas, homicídios, atentados terroristas) não me irão chocar, porque nas cabeças ocas das novas gerações muita coisa é fácil de inculcar.
 
Embora o papel dos avós sempre foi importante na sociedade o que tem acontecido nestes últimos anos é que muitos dos avós tem de ficar a trabalhar até mais tarde não podendo dar a devia atenção aos seus netos.
 
Já fui ridicularizado muitas vezes por defender horários «nórdicos», mas mantenho a minha posição. Os serviços deveriam abrir, tal como as empresas, às 8 horas. Haveria uma hora de almoço, às 12h, e depois as pessoas trabalhariam até às 15 ou às 16 horas. Entre as 16 e a hora do jantar, assim, haveria tempo para estar com a família e os amigos, ir às compras, ao ginásio, ao curso de inglês, ter um segundo emprego, etc. Para além disso, as aulas, seja nas escolas até ao secundário, seja nas faculdades, deveriam começar sempre às 8, e terminar, às 13, 14 ou 15 horas. Em vários países europeus funciona assim, mas por cá os horários, com frequência, são feitos à medida dos interesses dos professores e não do rendimento e organização dos alunos. Há muito que se perdeu a cultura de serviço público por parte dos funcionários do Estado, mesmo dentro das elites.

Saiu recentemente, no Domingo, uma notícia preocupante no Público, mas tal já se sabia há imenso tempo. Os adolescentes e jovens adultos portugueses vão para a cama tardíssimo, e é um caso muito especial na Europa, somos o povo que se deita mais tarde. E não é uma marca cultural, pois a geração dos meus pais e dos meus avós não foi assim. É muito comum os jovens saírem à noite até à 1, 2, 3, 4 ou mesmo 6 da madrugada, em vésperas de dias de aulas, ou ficarem no computador até tarde. Claro que no dia seguinte não há rendimento, seja no trabalho, seja na faculdade, seja no liceu. Já estive como bolseiro em Inglaterra e por lá os jovens só saem à noite à sexta-feira ou ao sábado, o convívio é feito nos pubs durante a semana, mas antes das dez ou onze da noite já estão em casa para dormir.

Isto é outro problema para o qual a sociedade se está nas tintas. Portugal é o país da Europa onde os jovens estão mais tempo para terminar os cursos no Ensino Superior, e isso é uma despesa monstruosa para os cofres do Estado. Conhecendo bem os meandros do Superior, não tenho dúvidas que as festas académicas semanais em vésperas de dias de aulas, não raras vezes dentro das faculdades, as praxes diárias ou semanais levadas a cabo ao longo do ano lectivo e as preparações das queimas, em muitos estabelecimentos de ensino, contribuem imenso para que haja muitos alunos que reprovam sistematicamente a cadeiras e de ano.

Tenho mesmo ao lado o exemplo de uma vizinha, cujos filhos, com 17 e 18 anos, desistiram da escola porque lhes «apeteceu», e a vida que têm é dormir até à tarde e passar a noite em bares e discotecas. Não trabalham, não estudam, «andam por aí», que a mãe e o pai, que até têm algumas posses financeiras, pagam as contas. Conheço mais casos idênticos, e tantos de licenciados que estão há anos sem nada fazer, em casa, a viver por vezes faustosamente de mesadas. Não querem emigrar, não querem fazer trabalhos que consideram «vergonhosos para a sua condição».

É assim parte da minha geração, e tal é um caso muito especial dos países do Sul da Europa, pois no Norte é tudo algo diferente. Uma geração de pessoas sem iniciativa individual, imaturas, dependentes, ociosas, arrogantes, com ares de novo-riquismo, iletradas, desumanizadas, deslumbráveis.
 
Já fui ridicularizado muitas vezes por defender horários «nórdicos», mas mantenho a minha posição. Os serviços deveriam abrir, tal como as empresas, às 8 horas. Haveria uma hora de almoço, às 12h, e depois as pessoas trabalhariam até às 15 ou às 16 horas.

Até nos países nórdicos cada vez existe menos esse padrão de horário. Neste momento o que está idealizado é a flexibilização de horário de trabalho e isso ainda eleva mais a problemática do bem estar familiar.
 
frederico

Vamos lá ver uma coisa na Islândia no Inverno as 15h começa a anoitecer, a temperatura é desagradável. Ficamos pouco produtivos trabalhando nessas ocasiões.

Acho errado em Portugal com boas temperaturas, bom período de sol trabalhe em horários tão rígidos. É que no final das contas há muita gente que trabalha quer queiras ou não 24h/365d. E ficamos a olhar quando olham para o horário como um direito de não se fazer nada.

Aliás sem estruturas gigantescas mas em horários mais repartidos o serviço fica mais operacional.

A função publica por exemplo obriga a quem trabalha tirar dias para tratar de papeladas, quando tendo um horário 8h/22h evitavam o desertificar das cidades, menores horários de ponta de tráfego e uma distribuição do consumo energético mais uniforme.
 
frederico

Vamos lá ver uma coisa na Islândia no Inverno as 15h começa a anoitecer, a temperatura é desagradável. Ficamos pouco produtivos trabalhando nessas ocasiões.

Acho errado em Portugal com boas temperaturas, bom período de sol trabalhe em horários tão rígidos. É que no final das contas há muita gente que trabalha quer queiras ou não 24h/365d. E ficamos a olhar quando olham para o horário como um direito de não se fazer nada.

Aliás sem estruturas gigantescas mas em horários mais repartidos o serviço fica mais operacional.

A função publica por exemplo obriga a quem trabalha tirar dias para tratar de papeladas, quando tendo um horário 8h/22h evitavam o desertificar das cidades, menores horários de ponta de tráfego e uma distribuição do consumo energético mais uniforme.

O seu comentário não tem muito sentido. Já que cá há muito sol para aproveitar, faz ainda mais sentido que se saia às 15 horas, para que haja tempo para passar pela esplanada ou pela praia. Depois, basta a função pública abrir ao sábado pela manhã e fica o problema resolvido, aliás, as lojas do cidadão já abrem aos sábados pela manhã. O objectivo é haver produtividade, e quebras aqui e acolá quebram o rendimento. Num curso superior, por exemplo, teríamos mais rendimento se não tivéssemos furos de uma, duas ou três horas entre aulas, ao longo do dia. Bastaria dez ou quinze minutos entre aulas, e se entrássemos todos os dias pelas 8, poderíamos perfeitamente sair todos os dias às 13 horas ou às 14 horas, pois a carga horária entre prática e teórica no meu curso ronda as 20 horas semanais. E tal não acontece por falta de organização, excesso de alunos, falta de espaço, falta de docentes, horários feitos de acordo com os caprichos de professores, etc. Não é por acaso que nos melhores rankings não há universidades portuguesas no top 200, nem uma, quando Espanha ou Israel têm uma ou várias. Tudo falha, tudo está desorganizado.
 
Não defendo como existe hoje escalas pelo chefe que se lembra como existe na enfermagem. Defendo sim horários alargados na função publica de segunda a sábado em turnos rotativos. Tirando os feriados é como o restante dos funcionários tem:
-Os funcionários do cinema
-Os funcionários das praias
-Os funcionários das lojas onde vais ir as compras
-Os funcionários das águas, energia, medicina
Enfim são muitos mais que por regras de mercado trabalham em horário rotativo que pensas. Não há desculpa de a função pública não ter horários para servir a população se a isso Portugal nada lhe impede climaticamente.

Defendo também exclusividade da Função Pública.
 
Não defendo como existe hoje escalas pelo chefe que se lembra como existe na enfermagem. Defendo sim horários alargados na função publica de segunda a sábado em turnos rotativos. Tirando os feriados é como o restante dos funcionários tem:
-Os funcionários do cinema
-Os funcionários das praias
-Os funcionários das lojas onde vais ir as compras
-Os funcionários das águas, energia, medicina
Enfim são muitos mais que por regras de mercado trabalham em horário rotativo que pensas. Não há desculpa de a função pública não ter horários para servir a população se a isso Portugal nada lhe impede climaticamente.

Defendo também exclusividade da Função Pública.


Claro que há profissões que têm de ter horários distintos do grosso da população. Médicos (por causa das urgências nocturnas), enfermeiros, farmacêuticos, seguranças nocturnos, etc. Quando falo em horários das 8 às 15 ou 16, refiro-me a escritórios de empresas, escolas, faculdades, fábricas, etc. Como já referi, bastaria a função pública trabalhar aos sábados pela manhã e problema resolvido.

Há estudos recentes sobre o impacto negativo do trabalho nocturno e de deitar tarde (depois das 23/00 horas) na saúde, a longo prazo. Os seguranças nocturnos, por exemplo, têm maior risco de vir a sofrer de neoplasias e de problemas cardiovasculares. Porquê? A luz solar regular o nosso sistema endócrino! Por isso, o ditado popular «deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer» tem plausabilidade biológica. O ideal é que as nossas actividades diárias acompanhem as horas de luz solar, e portanto, à nossa latitude, faz todo o sentido que nos deitemos antes da meia-noite, e que estejamos de pé por volta das 7 horas.
 
Estado
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