O Estado do País

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... Não é possível ignorar que parte das obras são desnecessárias e estão a ser feitas escolas quase novas com alguns erros de desenho e construção.
...

...Do que vejo acho algum exagero no que está a ser posto em prática ...

Vi há uns tempos uma reportagem sobre estas renovações das escolas, e ontem confirmei a situação com um Electrotécnico que me falou sobre o assunto. Pelo que percebi, a ideia é dotar as escolas de sofisticados (topo de gama) sistemas de ar condicionado, aquecimento central, aquecedores de parede, pisos radiantes...:maluco: ..etc...

Pergunto eu: para quê isso tudo? Não seria mas fácil (e BARATO!!) renovar as escolas adoptando, desde logo, práticas construtivas que levassem à eficiência energética, com o devido isolamento térmico das paredes, com a devida orientação e dimensionamento das janelas, com janelas duplas e sem pontes térmicas, etc... hoje em dia existem inúmeras opções... certamente que não sendo nós um país de grandes extremos climáticos, as opções existentes permitiriam que as escolas pudessem ser utilizadas com todo o conforto térmico, sem ser necessário esta absurda instalação de sistemas de arrefecimento e aquecimento... que para além de serem muito caros, terão depois uma manutenção dispendiosa e gastos de electricidade também elevados, que as escolas não poderão comportar....
 
Sim tal como já tinha dito anteriormente não vale a pena estarmos a debater facções ideológicas, através de maus exemplos, nenhum sistema é perfeito.
Hoje uma noticia curiosa sobre a Islândia, um tal País governado pela esquerda verde uma espécie de mistura entre BE e PCP.
Três anos depois, a Islândia terminou o programa de ajuda financeira acordado com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Um programa que entrou na galeria de "sucessos" do FMI e que deixa o pequeno país do Norte da Europa em boas condições para continuar a caminhar pelo seu próprio pé: com a economia a crescer a mais de 2% ao ano e uma taxa de desemprego em queda acelerada.
Não estou com isto a dizer que estes partidos sejam do mais competente, mas não existe só maus exemplos ( coreias, cubas, etc).
Penso que este tópico se está a fechar numa barricada esquerda/direita e esquecendo outras temáticas mais importantes.
 
Em Olhão, estão a arranjar a Secundária e a obra parece-me megalómana. Há cerca de 12 anos andava naquela escola e a escola não era assim tão má, tinhamos boas salas de aula, boa biblioteca, um pavilhão para termos educação física, só os pavilhões de artes e electrotecnia é que precisavam de obras. Já nessa altura, a escola tinha dito obras. Agora, eu passo por lá existem pelo menos 3 gruas e só edíficios novos a serem construídos e os outros a serem remodelados.

Será mesmo necessário, investirem tantos milhões de euros de 10 em 10 anos em obras nas escolas. Não será isto, mais um verdadeiro desperdício. Sinceramente, este país é muito rico para ter estas obras.
 
Câmaras algarvias apelam ao governo por mais crédito

A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) apelou hoje ao Governo para que encontre com a troika e com os bancos formas de desbloquear os pedidos de crédito feitos pelas autarquias da região.

No final de uma reunião do organismo que reúne dos 16 municípios algarvios para debater as dificuldades financeiras que atravessam, o presidente da AMAL, Macário Correia, disse que neste momento a banca não está a conceder crédito às autarquias, pedindo a intervenção do Governo.

“A chamada troika está numa nova ronda de negociações e acompanhamento da situação em Portugal e tem dedicado nestes dias algum trabalho com a banca. Dos 78 mil milhões dedicados ao reequilíbrio da República Portuguesa, 12 mil milhões têm a ver com a banca e estará a ser analisado com os oito maiores bancos a forma de afetar estes 12 mil milhões para a economia privada, para empréstimos a autarquias ou outras finalidades”, afirmou Macário Correia.

O autarca de Faro frisou que “as autarquias, no seu conjunto [do país], carecem de uma forma urgente de cerca de 2 ou 3 mil milhões para contratos de saneamento, dívida financeira e outras dificuldades ”, mas “todavia, a banca, desde há cerca de dois meses a esta parte, praticamente fechou o acesso ao crédito e está a exigir spreads muito altos“.

“Esperamos que essa negociação corra bem, porque neste momento alguns municípios têm condições de pagar empréstimos, necessitam deles, mas tem havido uma atitude difícil da banca em concedê-los. Esperamos que esta negociação, que é articulada pelo Governo em primeiro lugar, e com a própria troika, resulte em nosso benefício para acorrer às nossas dificuldades”, disse Macário Correia.

O presidente da AMAL afirmou ainda que as 16 autarquias do Algarve somam 300 milhões de euros de dívida vencida, sublinhando que “a negociação bilateral câmara a câmara, banco a banco está difícil e tem que haver uma decisão estratégica, definindo uma tranche, uma orientação, que tem que ser dada pelo governo para orientar este setor da economia”.

Macário disse também que estas verbas “não são para investimentos sumptuosos”, mas sim “para animar a economia local” e “manter postos de trabalho”, esperando por isso que “o Governo ajude a ter essa abertura da banca”.

O autarca frisou também que o Algarve “teve uma quebra de receitas de metade nos últimos três anos”, quer por parte das transferências do Estado quer pelo facto de ter menos acesso a fundos comunitários, mas tem que “manter a linha de animação e atração que torne satisfatória a presença no Algarve de tantos milhões de cidadãos de Portugal e do mundo inteiro”.

Macário Correia disse que as autarquias da região irão, no âmbito do contrato que têm com a Águas do Algarve para fornecimento de água potável e tratamento de efluentes, “fazer um esforço para harmonizar o tarifário praticado na região” e “recomendar a outras entidades algumas contenções de custos, aproximações e fusões”.

Fonte: Observatório do Algarve

Mas querem mais crédito para quê? Para gastarem milhões em eventos e festinhas.

As Câmaras no Algarve devem a tudo e a todos. Têem uma dívida enorme às Águas do Algarve de milhões de euros, nem isso pagam, só sabem subir escandolasamente os tarifários da água, esgotos e resíduos sólidos à população e nem pagam às Águas do Algarve. Se for um cidadão que não pague a água passado dois dias cortam-lhe a água. Então, se as câmaras municipais não pagam à água então que a Águas do Algarve não forneça água às câmaras, isso sim era uma medida drástica. A maioria das câmaras algarvias que devem às Águas do Algarve são do PS, porque será. :rolleyes:

Porque, neste país, ninguém quer pagar nada.

Quanto à CMO abriu uma empresa municipal chamada de AmbiOlhão que o presidente da CMO é o presidente da empresa AmbiOlhão, logo 2 ordenados que bem que sabe. :D
 
ME GUSTARÍA DEJAR ESTE ARTÍCULO QUE ANALIZA LAS SITUACIONES DE LOS LLAMADOS "PIGS", VEMOS QUE NO ES ALGO COYUNTURAL, SINO ESTRUCTURAL.

SINDROME MEDITERRANEO.

¿Qué tipo de enfermedad padecen España, Portugal, Italia y Grecia, que los convierte en países tan vulnerables frente a las turbulencias de los mercados? Sin duda, existen una serie de elementos coyunturales que en parte explican su situación, pero más allá del déficit o la deuda hay una serie de rasgos estructurales –pilares culturales– que nos permite la búsqueda de una explicación más profunda.

Se trata de lo que llamaremos síndrome mediterráneo, y agrega elementos explicativos que no se mencionan en muchos análisis económicos o que, peor aún, buscan en el accionar de otros (Alemania, Estados Unidos, "los mercados", etc.) la causa de los males propios.

El primer rasgo cultural-estructural del síndrome que emparenta a España, Portugal, Italia y Grecia es el alto índice de corrupción de sus instituciones.
Transparency International la define como "el abuso del poder encomendado para beneficio personal", y en su Índice mide la percepción de los niveles de corrupción en el sector público en una escala de cero (totalmente corrupto) a diez (ausencia de corrupción). En el Informe 2010 de la referida ONG, España obtiene una nota de 6,1, y Portugal otra de 6,0. Entre los países desarrollados solo Italia (3,9) y Grecia (3,5) superan esos niveles de corrupción. En el lado opuesto de la tabla encontramos países como Dinamarca (9,3) y Suecia (9,2). Cabe destacar que los resultados de los cuatro países mediterráneos mencionados están incluso significativamente por debajo de los de Chile (7,2) y Uruguay (6,9).

La importancia de este índice es decisiva si tomamos en cuenta el énfasis que hoy unánimemente se pone en la calidad y confiabilidad de las instituciones para la sostenibilidad a largo plazo del desarrollo económico. Se trata por ello de un indicador de confiabilidad más robusto aún que los niveles de deuda o déficit, que, a diferencia de la corrupción y la cultura de la que se nutre, son variables en el corto plazo. Es en este contexto que debemos interpretar las escandalosas cifras españolas (pero también las portuguesas, las italianas y las griegas) de economía sumergida o fraude tributario.

La segunda característica cultural-estructural común es la baja tasa de ocupación de la población en edad de trabajar (15-64 años), fiel reflejo de una serie de rasgos de fondo que van desde el clásico desdén mediterráneo por el trabajo (recuérdese que el primer atributo histórico de la "gente decente" en España era el no trabajar) a unas estructuras familiares que fomentan el no trabajo tanto de las mujeres casadas como de los jóvenes. Los jóvenes de los países del sur de Europa son los que menos trabajan y los que más tardíamente abandonan el hogar familiar. Entre las mujeres, la tasa de ocupación se ubica entre 20 y 30 puntos porcentuales por debajo de las registradas en los países del norte del continente. A ello hay que sumar los efectos de unos mercados de trabajo anquilosados y fragmentados, en los que coexisten una total indefensión de los trabajadores irregulares y el privilegio del trabajo de por vida de los funcionarios. El resultado de todo esto son unas tasas de empleo en el grupo conformado por las personas de entre 15 y 64 años del 65,6% en Portugal, el 59,6% en Grecia, el 58,6% en España y el 56,9% en Italia (fuente: Eurostat, 2010). Si comparamos estos niveles con los países del norte de Europa podemos constatar notables diferencias: Noruega, 75,3%; Holanda, 74,7%; Dinamarca, 73,4%; Suecia, 72,7%; Alemania 71,1%. Además, cabe notar que ningún país desarrollado está por debajo de los niveles españoles e italianos.

Estos datos son decisivos no solo para explicar los niveles actuales de bienestar de las diferentes naciones, sino para entender la sostenibilidad o insostenibilidad de los sistemas fiscales de protección social y de pensiones. Ante un desarrollo demográfico adverso (y es mucho más adverso en los países del sur que en los del norte de Europeo), cada punto porcentual de la tasa de empleo es decisivo. He aquí una fuente determinante de la falta de credibilidad de las economías mediterráneas.

El tercer rasgo cultural-estructural que comparten España, Portugal, Italia y Grecia hace referencia a la baja competitividad, es decir, a la falta de habilidad comparativa de estos países para atraer recursos productivos y organizarlos de forma eficiente.

La competitividad precisa de un ambiente institucional y macroeconómico estable, que transmita confianza y permita la llegada de capitales, tecnología y fomente la capacidad empresarial. El informe The Global Competitiveness 2010-11 del World Economic Forum mide una serie de aspectos determinantes para la prosperidad económica. Pues bien, en el ranking global de competitividad que arroja este informe España se ubica en el puesto 42º, Portugal en el 46º, Italia en el 48º y Grecia en el... 88º. Tampoco aquí encontramos más países desarrollados en tan bajos escalones, lo cual hace plenamente patente lo especial de este síndrome mediterráneo.

Finalmente, hemos de aludir al bajo nivel de innovación de esos países mediterráneos. La innovación es la capacidad de generar o encontrar ideas nuevas, seleccionarlas, ejecutarlas, combinarlas y comercializarlas con éxito. En otras palabras, hablamos de la capacidad competitiva del capital humano y de las empresas de un país, que a su vez expresa la eficiencia de su sistema nacional de innovación, que a su vez nos habla de la calidad de su sistema educativo (sobre todo del tramo universitario), de sus niveles de inversión en investigación científico-tecnológica, de si premia salarialmente o no el talento y de la solidez de su sistema de patentes y de protección de la propiedad intelectual.

Una forma práctica de medir los resultados alcanzados por un país en este rubro nos la da la estadística recogida por la Organización Mundial de la Propiedad Intelectual (OMPI) sobre el número de patentes registradas en el extranjero por nacionales de un país. Para 2008, las cifras de patentes registradas por millón de habitantes de algunos de los países del norte de Europa eran las siguientes: Alemania, 502; Holanda, 566; Suecia, 693; Finlandia, 740. En cambio, España llega apenas a las 40 patentes, Portugal se queda en 11 y Grecia en 8. Solo Italia salía mejor parada en esta comparación, si bien sus niveles (107) no llegan a acercarse a los del primer grupo.

A partir de estas consideraciones, no puede caber duda de la existencia y gravedad de este síndrome mediterráneo. Sus componentes no son coyunturales, sino que hunden sus raíces en el entramado cultural-estructural de los países que lo padecen. Por eso éstos no tienen ante sí soluciones fáciles ni rápidas a su actual estado de vulnerabilidad. Ahora bien, por serio que sea el síndrome que nos aqueja, habremos dado un gran paso para superarlo si empezamos a reconocer nuestros verdaderos problemas. Para eso necesitamos proceder a una honesta introspección que vaya más allá de los clichés de las constantes tertulias, las proclamas miopes de algunos políticos y el cortoplacismo de la profesión económica.



MÓNICA MULLOR, especialista en Inmigración y Cooperación (Universidad Rey Juan Carlos).
 
Os problemas dos países do sul da Europa resultam dum atraso civilizacional bem patente nos dados apresentados nesse trabalho. A eliminação dos obstáculos que impedem o desenvolvimento é bastante difícil e exige, na maior parte dos casos, muito tempo.
 
O Governo começa a revelar-se uma desilusão. Em boa verdade, desde que vi a sua composição não fiquei com grandes expectativas. Creio que nas sociedades mediterrânicas ou de raiz católica tudo funciona melhor com pessoas de idade mais avançada, com experiência de vida, e o que temos é um Governo jovem, com alguns excelentes currículos académicos, mas muita falta de experiência política, e provavelmente, falta de conhecimentos (Literatura, História, Filosofia) fora da sua área de formação. Nota-se também alguma falta de coordenação e de estratégia de comunicação.

Ora vejamos:

- Os salários dos juízes, gestores, políticos, parte da classe médica ou militares, bem como as suas reformas, continuam bem acima do valor que deveriam ter atendendo à riqueza que o país produz;

- as empresas municipais continuam a fazer o que antigamente era feito pelos gabinetes das autarquias, com metade dos funcionários e da despesa;

- a reforma do poder local, com extinção de freguesias e de concelhos, nem começou, e estamos a dois anos das eleições autárquicas (uma reforma de fundo nesa área demorará provavelmente mais tempo, e neste momento teria já de ter uma equipa dedicada a isso quase a tempo inteiro, proveniente dos meios académicos);

- muitas regalias do poder político ou dos trabalhadores das empresas públicas, que nem existem em países europeus mais ricos do Norte da Europa, continuam em vigor (os motoristas são um caso paradigmático);

- não foi sequer anunciada qualquer medida para resolver um dos principais problemas do país, o desordenamento do território e a corrupção associada ao imobiliário e às obras públicas: continuam os ajustes directos, a lei dos PIN não foi alterada, não se vislumbra uma lei dos solos nem a taxação das mais valias imobiliárias, ou a penalização da especulação nos centros urbanos.


Em suma, o Governo continua a não tocar na aristocracia.
 
Vou relatar-vos um caso que sucedeu este Verão.

Junto da casa dos meus pais existe uma quinta que está abandonada há mais de vinte anos. O mato nunca é limpo, e a terra não é passada por um tractor há largos anos. Tem um antigo pomar de sequeiro, com amendoeiras, alfarrobeiras, oliveiras e figueiras, mas nunca vi aqueles frutos serem apanhados, excepto em momentos ocasionais, em que os ciganos resolvem ir lá roubar umas alfarrobas.

O meu pai tentou comprar o terreno. A proprietária é uma economista natural da terra, que vive em Lisboa. Tem outras quintas na mesma situação, ao abandono. A resposta foi esta: não vendia bens, fosse por que preço fosse. Também já houve quem tentasse arrendar, mas a proprietária também negou.

A maior parte do Algarve está neste momento ao abandono. Os proprietários, na maioria dos casos, esperam eternamente pela chegada do construtor milionário que lhes dê o desejado milhão de euros pelos quinta. Outros puro e simplesmente abandonam, e não vendem nem arrendam. E ainda há imensos casos de terras e casas sem dono, porque os herdeiros nunca se entenderam (há bens imóveis que estão décadas a fio sem serem partilhados).

Ora, simultaneamente, há milhares e milhares de famílias afectadas pelo desemprego que poderiam arrendar estas terras. Nem que fosse para uma agricultura de subsistência. Uma pocilga, uns galinheiros, uns canteiros, algumas árvores de fruto e a cultura de legumes e leguminosas teria um enorme impacto no orçamento familiar dos mais pobres (mas que se praticassem rendas equilibradas, e não milionárias, como continua a ser a actual tendência).
 
JUSTIÇA: Ex-administrador do Supremo Tribunal julgado a 08 de Novembro por desvio de dinheiro e bens

O julgamento de Ricardo Campos Cunha, ex-administrador do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), acusado de desvio de dinheiros públicos (peculato) e outros ilícitos, inicia-se a 08 de Novembro, revelou hoje à Lusa fonte judicial. Segundo a mesma fonte, o julgamento, que conta com um total de 12 arguidos, será julgado por um coletivo de juízes presidido por Ana Filipa Lourenço.
Ricardo Campos Cunha foi detido a 15 de Fevereiro de 2007, por suspeitas de irregularidades financeiras praticadas na administração do STJ e como chefe de gabinete do então Representante da República nos Açores, conforme foi noticiado na altura, tendo o arguido ficado em liberdade mediante caução e obrigado a apresentações periódicas às autoridades. O Ministério Público (MP) deduziu acusação contra Ricardo Campos Cunha no verão de 2009 por crimes de peculato e falsificação, pedindo uma indemnização superior a 300 mil euros.
O MP entendeu que o arguido utilizou verbas que estavam ao seu dispor, pelas funções que exerceu, para fazer suas tais quantias, além de supostamente se ter apropriado de objetos de luxo adquiridos em nome do STJ. Entre os arguidos, revelou a fonte, está Alex Beerten, Fernando Rodrigues Branco, Maria de Lourdes Reis, Graça Vieira,, Ciprianoi Sousa, Maria Leonor Xavier, Jorge Leitão, Teresa Faria e Paulo Alves, sendo que alguns dos réus desempenhavam as funções de revisor de contas, de empresários, retalhistas, gerente comercial, de industrial e de galeristas.
O caso, que abalou a mais alta instância judicial, envolveu assim a simulação de despesas e a compra de diversos bens não justificados, através de faturação falsa.

Fonte: DESTAK
 
A questão é que a economia está totalmente dependente do estado, ameaça-se que se param as obras no parque escolar, e sujeitam-se 10000 pessoas da construção no desemprego. Para-se umas quantas auto-estradas e vao mais uns milhares. Ou seja não se produzem bens transacionáveis, apenas serviços e obras em escala. Tudo depende se o estado investe ou nao investe, investe e há crédito e há crescimento económico ( como nos anos 90) não investe e não há crédito e adeus viola... uma recessão....

Como alterar este modelo económico? com a globalização a assediar o emprendedorismo para o Leste da Europa e Àsia onde a mão de obra tem custos reduzidos?
 
A questão é que a economia está totalmente dependente do estado, ameaça-se que se param as obras no parque escolar, e sujeitam-se 10000 pessoas da construção no desemprego. Para-se umas quantas auto-estradas e vao mais uns milhares. Ou seja não se produzem bens transacionáveis, apenas serviços e obras em escala. Tudo depende se o estado investe ou nao investe, investe e há crédito e há crescimento económico ( como nos anos 90) não investe e não há crédito e adeus viola... uma recessão....

Como alterar este modelo económico? com a globalização a assediar o emprendedorismo para o Leste da Europa e Àsia onde a mão de obra tem custos reduzidos?

Há países pequenos que estão a resistir bem à crise, cada um com os seus atributos, caso da Suíça, Israel, Dinamarca ou Holanda.


Eu acho que o nosso caminho passa por nos especializarmos a fazer três ou quatro coisas melhor que os outros. Podemos ser o maior produtor da Europa de produtos biológicos, podemos especializar-nos em cuidados paliativos e gerontologia, e assim poderemos atrair grandes quantidade de reformados endinheirados do Norte da Europa, podemos avançar muito na indústria das artes, como moda ou design, e exportar alta costura ou mobiliário, podemos ser um centro de festivais e diversão nocturna à escala internacional. Enfim, a nossa luta deverá ser nos próximos anos a criação de um modelo sustentável a longo prazo, baseado na iniciativa privada.

Mas as minhas ideias jamais terão prosseguimento. Não temos sociedade para isso. O nosso fado é um empobrecimento gradual, e por fim, quem sabe, o fim da democracia.
 
Sim mas isso são meia duzia de sectores onde não se produz emprego em escala, e lembra-te a quantidade de pessoas com baixas qualificações. São medidas que duram décadas, e hoje a ampuleta do tempo.....sufoca a paciencia.... infelizmente há poucas alternativas...
 
Sim mas isso são meia duzia de sectores onde não se produz emprego em escala, e lembra-te a quantidade de pessoas com baixas qualificações. São medidas que duram décadas, e hoje a ampuleta do tempo.....sufoca a paciencia.... infelizmente há poucas alternativas...

Enganas-te. Na Florida, por exemplo, é mesmo em escala. Os ricos de costa leste afluem para lá em grandes quantidades. Trata-se de um número incontável de empregos para médicos, enfermeiros, técnicos de saúde (fisioterapeutas, medicinas alternativas, etc.), e depois movimenta ainda restauração, hotelaria, golfe, comércio e outros serviços.

Recentemente soube-se que um dos maiores festivais do Reino Unido vai provavelmente terminar porque os promotores querem desviá-lo para um país do Sul da Europa, por causa das condições climáticas e das companhias de baixo custo. Duvido que venha para Portugal, mas seria uma boa oportunidade, já que o Estádio do Algarve está abandonado e tem por perto o aeroporto.

Uma fábrica de roupa pode empregar centenas de pessoas, e se estivermos a falar de alta costura são empregos bem remunerados.

No caso da agricultura biológica, por todo o país, desde a colheita, à apanha, e ao processamento em indústria alimentar também seriam muitos milhares de empregos.

E com estes sectores produtivos a funcionar, haveria mais dinheiro para gastar. Logo, mais empregos no comércio, clínicas, ginásios, hotéis, restauração...

Mas isto é uma perda de tempo. Os portugueses, na sua maioria, continuam à espera que o papá Estado lhes resolva a vidinha.
 
Há muitos, muitos sectores para fazer coisas engraçadas.

A Universidade do Algarve poderia ser uma academia internacional, à escala europeia. Aulas em inglês, boas residências, uma cidade universitária renovada, arquitectonicamente agradável. Com o clima que temos, e a facilidade das empresas de baixo custo, poderíamos atrair estudantes de toda a Europa, aliciados pelo sol de Inverno do Algarve, noite, praias...
 
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