O Estado do País

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Interessante ponto, também por lá andei, fiquei na cidade de Lodi, arredores de Milão, uma cidade com a dimensão de Évora, talvez com 50 mil habitantes, além de ter zonas industriais como falas tinha também uma coisa engraçada, a autarquia tinha menos meios e gentes que Montemor... que tem 9 mil habitantes, o jardim deles, a Isola Carolina tinha um ou dois funcionários, aqui um jardim do tamanho de uma horta chega a ter 10.

A Itália tem mais funcionários públicos por população ativa que Portugal. Não são muitos mais mas também não será um exemplo.
 
A maior parte? Depois das autonomias os investimentos nacionais nas regiões são nulos!

Não tenhas dúvidas que se a madeira fosse independente desde 1975 tais como as colonias, o seu indice de desenvolvimento seria equivalente talvez ao de Cabo Verde. mesmo fazendo parte da comunidade europeia, não teria escala para tanto subsidio, pois a sua população resume-se a uma cidade média.

Mas a questão nem está ai, durante tempos o descontrolo total das contas numa comunhão com determinados grupos economicos, resultou numa economia insolvente.
 
Não tenhas dúvidas que se a madeira fosse independente desde 1975 tais como as colonias, o seu indice de desenvolvimento seria equivalente talvez ao de Cabo Verde. mesmo fazendo parte da comunidade europeia, não teria escala para tanto subsidio, pois a sua população resume-se a uma cidade média.

Mas a questão nem está ai, durante tempos o descontrolo total das contas numa comunhão com determinados grupos economicos, resultou numa economia insolvente.

O nosso desenvolvimento deve-se a duas parcelas importantes, fundos Europeus e o trabalho dos Madeirenses.

Mais nada, nem Portugal se safa de ter evoluído apenas pelos fundos Comunitários.
Vocês não existem...
 
O problema Madeira, que é igual ao problema poder local, só se resolve quando o Estado Central fizer uma reforma profunda que proíba a existência de empresas municipais, regionais, ou sociedades de desenvolvimento. O modelo de admissão dos funcionários públicos deverá ser alterado, para prevenir a corrupção, e fomentar a escolha pelo mérito individual. As democracias evoluem, um dos problemas de Portugal é a cristalização dos modelos adoptados, escolhe-se um sistema que depois nunca é mudado ad eternum. Por exemplo, a escolástica medieval permaneceu em Coimbra até à Reforma do Marquês de Pombal! Historicamente e socialmente gostamos excessivamente da estabilidade e temos medo da mudança constante e do dinamismo que isso implica, e para perceber isso os políticos teriam de ter cultura humanística e compreender o insconsciente colectivo da «raça/nação». Se o português comum fosse uma pessoa individual, eu diria que seria alguém onde predomina o arquétipo feminino, no sentido que predominariam as características base, positivas e negativas, do princípio feminino: capacidade de perdão, predomínio da emoção, do coração, sobre a razão, compaixão, aversão à competição, inveja, destruição da imagem alheia como mecanismo de defesa, amor à estabilidade e receio da mudança, vaidade, etc. Jung teria explicado isto bem melhor que eu se fosse português! Ora dizia eu para governar a nação é necessário acima de tudo perceber a alma do povo, as suas qualidades e defeitos, para sobressair as qualidades e reduzir os defeitos. Salazar, pelo que escreveu, percebeu bem isto, e isso foi uma das razões que o levaram a ficar tanto tempo no poder.
 
Em Portugal há a mania de colocar modelos que são bons porque foram aplicados no estrangeiro, ora isso normalmente é um argumento que cai bem numa sociedade provinciana, e que é utilizado para depois levar para a frente interesses pessoais! E por que somos provincianos? Porquê? Usando a definição de Fernando Pessoa, somos provincianos porque copiamos alegremente tudo o que se faz lá fora, com um deslumbramento infantil, sem criar os nossos próprios modelos, as nossas próprias opiniões, sem estudar para depois criar algo original, diferente, adaptado à nossa realidade.

Mas não, as leis têm de estar sempre a mudar, o SNS nacional de saúde também, os modelos de avaliação, os mapas do poder local, tudo, sempre no caminho da perfeição, adaptando-se às novas realidades e corrigindo os defeitos ou imperfeições que se vão encontrando! Aqui nem mudámos quase nada no mapa do poder local há mais de um século! Andámos séculos sem tirar a escolástica medieval de Coimbra! E depois somos tudo ou nada, 8 ou 80, um exemplo, de um país com poucas infra-estruturas rodoviárias passámos para um dos países com mais auto-estradas em todo o mundo (claro, proporcionalmente ao tamanho do nosso território e densidade populacional). E porquê? Somos provincianos, somos deslumbrados. Os outros têm, eu tenho de ter melhor. Predomínio da emoção sobre a razão: atraso cultural, povo inferior aos nórdicos, teutónicos e anglo-saxónicos. Tenho dito.
 
É ser ilha, devias cá viver para cresceres.

O problema Madeira sim, já todos percebemos que é um poço de nepotismo, corrupção, tráfico de influências e despesismo! Pare de tapar o sol com a peneira!

E não venha com o facto de ser ilha, a capital, o Funchal, é uma das cidades mais populosas do país, e mais turísticas e cosmopolitas, maior isolamento tem certamente o interior Norte, ou a Beira Interior, ou ainda o Alentejo interior!
 
Já repararam que querem destuir uma fonte de rendimento extra, para entregar aos Outros? Já repararam bem que as autarquias que cumpriram todas, estão a ter graves problemas de liquidez e para pagamento das dividas as empresas que também são regionais.
Tão a minar e a implodir a economia regional, porque? Pela cabeça do AJJ? Ou para destruir o povo?

Eu sei que não irei mudar da tua lealdade ao AJJ, nem é de minha intensão.

Mas já agora, as autarquias madeirenses têm uma dívida de 500 milhões de Euros, não contabilizando as empresas municipais.

São muito poucas as autarquias com contas em ordem e penso que nenhuma é da região da Madeira.
 
E não venha também com a lengalenga da pobreza no interior da ilha e na costa norte, cuida que era só aí que havia atraso? Pois eu tenho 24 anos e conheci aldeias na serra do Caldeirão sem ponte, sem estrada asfaltada, sem televisão, sem electricidade, sem água canalizada, sem esgotos, sem recolha de lixo, e onde havia apenas um telefone público que fora instalado nos anos 80, ou ainda onde um simples WC era um luxo recente! Os jovens adultos haviam fugido todos para o litoral ou para o estrangeiro, alguns quase analfabetos! Para irem estudar, muitas crianças percorriam por vezes quase uma hora, a pé, por entre montes e vales! A minha mãe tem uma empregada na casa dos 50 que andava uma hora na serra de Tavira até chegar à escola primária! As pessoas viviam da agricultura de subsistência, da amêndoa, da azeitona, da alfarroba, da cortiça, e de alguns legumes e frutas que cultivavam nos vales. Tinham porcos para ter carne, cabras para terem leite, mulas, machos e burros para arar e se deslocarem. O pão era a base da alimentação, e as leguminosas a base proteica. As mulheres até faziam a própria roupa, mantas, toalhas, não compravam na loja! Isto nos anos 90!
 
A aldeia do Pego dos Negros, na serra de Tavira, está rodeada por duas ribeiras e só teve ponte no final dos anos 90! Até aí, no Inverno, chegava a estar dias isolada! O meu avô, um ano, foi lá aos petiscos, choveu imenso e ficou isolado três dias na aldeia, penso que isso foi em 1989! Para sair da aldeia, era necessário passar dentro de uma ribeira, com os carros, ou a pé com botas de borracha. E ao lado, a aldeia dos Cintados também só teve ponte na ribeira que a atravessa já nos anos 90!
 
Lisboa "Mata" Zona Franca disse:
Em causa, o chumbo da proposta relativa à manutenção dos benefícios fiscais para a Zona Franca
Deputados do PSD-M vão abster-se na votação do OE



O JM está em posição de anunciar que os quatro deputados do PSD-M vão optar por abster-se, hoje, durante a votação do Orçamento de Estado para 2012. O chumbo da proposta relativa à Zona Franca foi a gota de água.

O JM conseguiu apurar que os quatro deputados do PSD eleitos pela Madeira vão abster-se, hoje, na votação final global do Orçamento para 2012, estando ainda prevista a apresentação de uma declaração de voto. Esta posição de Hugo Velosa, Guilherme Silva, Cláudia Aguiar e Correia de Jesus surge na sequência do chumbo de 12 das 14 propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2012, apresentadas em conjunto com o deputado eleito pelo PP-Madeira, com destaque para uma que pretendia estender os benefícios fiscais da Zona Franca da Madeira.

Recorde-se que esta última foi chumbada, ontem à tarde, por todos os partidos com assento parlamentar, durante a votação na especialidade que decorreu no Parlamento.

Face a esta decisão, Hugo Velosa, em declarações ontem à Lusa, reconheceu que «ficámos numa situação um pouco difícil, porque para nós isso era fundamental", acrescentando, quanto ao sentido de voto na votação final global desta quarta-feira: "O que nós temos é de ser coerentes com o que dissemos na nossa declaração de voto", referiu.

Depois de terem votado a favor do Orçamento do Estado para 2012 na generalidade, os quatro sociais-democratas eleitos pelo círculo da Madeira avisaram, numa declaração de voto conjunta, que "dificilmente" poderiam manter esse sentido de voto se as suas propostas de alteração não tivessem acolhimento na especialidade.

A proposta em concreto pretendia alargar para além deste ano os benefícios fiscais, como na distribuição de dividendos pelas empresas sedeadas na Zona Franca da Madeira e na aplicação de uma taxa reduzida de IRC a estas empresas, mas o Governo não esteve disponível para deixar que esta proposta passasse.

Estes benefícios fiscais acordados com a Comissão Europeia tinham um prazo de vigência até 31 de Dezembro deste ano, e o Governo entendeu que deveria deixar caducar os benefícios.

O deputado social-democrata Hugo Velosa havia apelado ontem de manhã à abertura do Governo para que voltasse a negociar com a Comissão Europeia sobre esta matéria - pretensão que ficou sem resposta - e o próprio anunciou que Paulo Núncio, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, já lhe havia transmitido pessoalmente que não apoiaria esta pretensão.

Hugo Velosa defendeu a proposta na altura, considerando que esta era essencial para arrecadar as receitas necessárias para o ajustamento da região e para a manutenção dos cerca de 3.000 postos de trabalho da ZFM.

"Entendemos que o Governo nesta matéria não tem razão, mas quero deixar uma palavra de esperança. Que as negociações com a Comissão Europeia sejam reabertas. É fundamental para o futuro da região e dos madeirenses que essas negociações sejam abertas", afirmou o deputado.

Do período de debate do Orçamento para 2012 na especialidade, os quatro sociais-democratas eleitos pela Madeira e o centrista José Manuel Rodrigues apenas conseguiram a aprovação de duas medidas. Uma delas corrigiu o que era considerado um "lapso" no valor das transferências para a Madeira e outra assegurou a autonomia da região no recrutamento de funcionários.



Líder do PP-M relevou importância da Zona Franca

Apesar dos esforços, não nos foi possível apurar qual o sentido de voto de José Manuel Rodrigues, hoje. O deputado madeirense eleito pelo PP-M subscreveu as 14 propostas apresentadas pelo PSD-M, pelo que também deixou no ar a possibilidade de fazer depender o seu sentido de voto da aprovação das mesmas.

Já ontem de manhã, durante o debate, o líder dos populares madeirenses interveio para alertar que o Centro Internacional de Negócios pode ser um instrumento de arrecadação de receitas muito importante para a necessária consolidação orçamental e para o Plano de Reajustamento Financeiro da Madeira. «Estamos a falar de uma receita fiscal de 80 milhões de euros e da manutenção de 2.800 empregos qualificados que estão em risco. O fim dos actuais incentivos retirará competitividade ao Centro e proporcionará uma deslocalização de empresas para outras praças financeiras europeias. Este é o ponto que o Estado e o Governo da República devem interiorizar e materializar em actos reabrindo o processo de negociações com a Comissão Europeia para um novo regime fiscal para o Centro Internacional de Negócios da Madeira», disse.

José Manuel Rodrigues disse ainda que «o Estado e a Região, e a defesa das populações, devem estar acima, bem acima, de qualquer animosidade ou ressentimento entre protagonistas políticos», reforçando que, «neste momento, deve prevalecer o sentido de Estado e a solidariedade nacional».

Recorde-se que José Manuel Rodrigues apresentou 14 propostas de alteração ao Orçamento em conjunto com os quatro deputados do PSD eleitos pela Madeira, mas apenas duas foram acolhidas pela maioria.



Maioria aprova subida do IVA na restauração para 23 por cento

A maioria parlamentar PSD/PP aprovou ontem o aumento do IVA na restauração, entre muitos outros produtos, que deixa de estar sujeito a uma taxa de 13 por cento, passando para 23 por cento, com votos contra de toda a oposição.

A votação que decorreu ontem no Parlamento concretiza assim o aumento da taxa de IVA na restauração para os 23 por centro, mas também de muitos outros produtos, como as bebidas e as sobremesas lácteas, a batata fresca descascada, os refrigerantes, ou as manifestações desportivas (caso dos bilhetes para os jogos de futebol), entre outros, que passam de 6 para 23 por cento.

Com as normas ontem aprovadas passam ainda de 13 para 23 por cento, as conservas de frutas, frutos e produtos hortícolas, óleos e margarinas alimentares, o café, pizzas e as refeições prontas a consumir, seja em regime de pronto a comer ou de entrega ao domicílio.

As águas de nascente ou águas minerais passam da taxa reduzida de 6 por cento para a intermédia de 13 por cento.

O ponto mais polémico foi mesmo o do aumento do IVA na restauração, que os partidos da oposição, em especial o PS, apresentaram diversas propostas para que este não subisse.

No entanto, a maioria chumbou uma proposta do PCP neste sentido, e as restantes acabaram por ficar prejudicadas, não chegando assim sequer a ser votadas.

O único ponto onde a maioria cedeu em matérias de produtos que sofrem aumento de IVA foi no IVA a que ficam sujeitas as atividades culturais, que em vez de subirem de 6 para 23 por cento, ficando-se pela subida para 13 por cento.



“O país não perdoaria se ignorássemos situação”



"Este orçamento foi e é um orçamento que é difícil de apresentar, tem medidas que não são simpáticas para a população, medidas que são necessárias para atingir os objectivos. O país não nos perdoaria se ignorássemos a situação actual, e se não apresentássemos medidas que permitissem atingir estas metas", afirmou o secretário de Estado do Orçamento, Luís Morais Sarmento, no último dia de debate na especialidade da proposta de lei do Orçamento do Estado para 2012.



Governo soube ouvir

O primeiro-ministro afirmou ontem que o Governo ouviu as "observações" de quem pedia maior equidade na "repartição dos sacrifícios", justificando as alterações ao Orçamento do Estado. No final da I Cimeira Luso-Moçambicana, que decorreu em Lisboa, Passos Coelho respondeu a questões dos jornalistas sobre os novos valores a partir dos quais incidirão os cortes nas pensões e nos salários da Função Pública em 2012, assim como o aumento das taxas liberatórias em sede de IRS, aprovados na segunda-feira. "Esta é uma matéria fechada, espero que amanhã [hoje] o Parlamento, na votação final global [do Orçamento] confirme esta abertura que o Governo manifestou para com algumas observações que foram realizadas e apontavam para a necessidade de uma melhor repartição dos sacrifícios", disse.



PS fala em falta de reflexão...

O PS lamentou o aumento e acusou o Governo de ter refletido pouco sobre os efeitos desta medida na economia, no emprego e mesmo nas receitas fiscais. O deputado socialista Duarte Cordeiro fez uma declaração aos jornalistas para afirmar que "o PS até à última procurou consciencializar o Governo de que esta medida vai ter efeitos muito negativos na economia", alertando que "são postos de trabalho que vão ser destruídos, empresas que vão à falência". Segundo Duarte Cordeiro, este aumento do IVA "foi alvo de pouca reflexão" por parte do executivo PSD/CDS-PP. No entender do PS, "vai ser muito difícil o setor resistir a um aumento tão significativo" e "Portugal ficará numa situação muito difícil do ponto de vista da competitividade, porque o setor do turismo vai ser afetado, os preços vão aumentar".



... e Seguro minimiza críticas

O secretário-geral do PS desvalorizou ontem a contestação de deputados socialistas às opções da sua liderança, contraponto que recebeu muitos e-mails de cidadãos a agradecerem-lhe por ter pressionado o Governo para suavizar os cortes de subsídios. Segunda-feira, durante o debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2012, vários deputados socialistas enviaram e-mails ao líder parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, a contestarem a hipótese de se votar a favor da proposta do PSD/CDS para introduzir uma modelação mais suave nos cortes de salários e de pensões dos trabalhadores do sector público e reformados.

Confrontado pelos jornalistas com este caso de contestação interna entre os deputados socialistas, o secretário-geral do PS desvalorizou e contrapôs: "Recebi muitos e-mails de muitos portugueses a agradecer, mas eles não têm que me agradecer", respondeu.

Celso Gomes

In http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=17&id=201829&sdata=2011-11-30

Assim aproximadamente 2800 pessoas vão para o desemprego, não deixando as empresas da zona franca de deixarem de existir pois já muitas estão em processo adiantado de transferência para as outras praças Off-Shore Europeias.

Morre assim o sonho dos Madeirenses aliados com Turismo e uma Prestação de Serviços de Alta Qualidade, da auto subsistência, sem necessitar de qualquer ajuda por serem insulares.

Assim começa os próximos anos, de domínio continental e de esmagar um povo que decidi-o lutar para que todo o desenvolvimento desse-se a custa dos Madeirenses.

Aproxima-se a passos largos, da parte da identidade colonizadora a obrigação de privatização de activos, como água, energia e transportes para os grandes grupos nacionais tendo pela outra mão a asfixia financeira e a fome.

Tenho dito.
 
A minha maior indignação é das várias associações públicas (agrupamentos de pessoas) que vão surgindo com protestos, ideias, rumos... não criam um partido político que demonstre ser diferente dos que estão representados no parlamento.

Aliás, vemos ser criados partidos políticos já com boa aceitação (votos) com ideias base totalmente discrepantes com as da governação de um país.
 
Preços das portagens na A22 (Via do Infante) Algarve

Concessão do Algarve

Lanços a portajar, taxas de portagem e Concelhos abrangidos pela área de influência da A22

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A fazer a viagem entre Odiáxere e Monte Gordo custará 11.60€ em classe 1.

O lanço mais caro é entre Tavira e Monte Gordo (20 kms) que custará 2.30€ em classe 1.

Fonte: DE
 
Estado
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