O Estado do País

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1. Os produtores recebem ou não recebem na mesma os 30 cêntimos ao litro?

2. O leite vendido no Pingo Doce e no Continente cumpre ou não cumpre os requisitos de qualidade? Se fosse adulterado certamente que já tínhamos ouvido algo acerca disso. Qual é o problema, e que tem o Estado a ver com isso, de se vender o preço abaixo do preço pago ao produtor?

3. Que dirá a esquerda portuguesa (que pelos vistos concorda com o procedimento) àquelas famílias que depois de terem perdido os empregos, de serem esmagadas por impostos para pagar as roubalheiras do BPN e das PPP, e os buracos de AJJ, e que ainda por cima agora não podem beneficiar de promoções assumidas livremente pelas grandes superfícies?

4. Achas ético que se deixem apodrecer 240 mil litros de um bem alimentar de primeira necessidade só porque estava a ser vendido a baixo preço?

1 - Não. Os produtores recebem se venderem. Se não venderem não recebem nada. E como não venderam ao Continente nem ao Pingo Doce, provavelmente vão deitar o leite fora.

2 - A acção da ASAE não incidiu sobre isso mas no meu ponto de vista o leite vendido não tem qualquer qualidade porque é uma salganhada de produtos de vários países na mesma embalagem. Se a empresa fosse obrigada a escrever na embalagem a procedência de cada quantidade de leite, certamente que ninguém o compraria. «Os pobrezinhos» não são propriamente analfabetos.

Vender abaixo do preço do produtor é enviar uma mensagem clara a quem produz. Não nos interessa o vosso produto. Eu arranjo sempre quem me faça 2/3 mais barato. O Estado tem muito que ver com isso. A Agricultura não é paisagem. A organização do espaço rural não é paisagem. Se o mercado se organiza desta forma em exclusivo favor de uma das partes do circuito comercial, criando um tal poder sobre todas as outras, o Estado tem de intervir e repôr o equilíbrio.

3 - Isto não é uma promoção. É uma fraude. A esquerda portuguesa dirá o que sempre disse sobre o BPN (que é um esquema de crime organizado onde muita gente esteve dos 2 lados), sobre as PPP's (que é preciso anular as alterações que foram feitas aos contratos e que colocaram o Estado a assumir todos os riscos financeiros dos projectos contratados) e sobre AJJ (a esquerda apresentou propostas e foi a eleições. Os resultados são conhecidos, os eleitores decidiram manter o actual governo regional e reforçar outras forças/propostas políticas, com melhor imagem e mais vendáveis junto da comunicação social e que ao que parece não têm qualquer solução para resolver os problemas).

4 - O produto não tem qualquer qualidade porque é uma mistura de vários produtos na mesma embalagem. Acho ético que o produto seja destruído e não seja entregue «aos pobrezinhos». Além das dificuldades económicas, que não são da sua responsabilidade, as pessoas por esse motivo não são obrigadas a comer lixo.
 
Per capita a divida nacional significa 2.5 a cada português continental, a dívida da Madeira é 1.7, logo inferior.

Depois a primeira medida do OE é acabar com fonte de financiamento não dependente do estado Português mudando as aplicações diretas do estado, e a atividade bancária (publica e privada) Portuguesa para outras praças financeiras.

É só por ter estado oculta? Ora os Açores apresentam défice de 0% para 2012 como meta e sabem que mais? Serão alvos de cortes iguais aos nacionais, a isto chama-se em alto e bom som RECOLUNIZAÇÃO!
 
1- O leite é vendido a 0.13 cêntimos 1.5 litros a quem tem o cartão continente e esse mesmo desconto vai de forma faseada para o cartão, o preço do leite no Continente é de 0.78 cêntimos, será que não é mais caro que o preço pago ao produtor e no Pingo Doce um litro desse leite é a 0.48 cêntimos o litro, só que leve 2 e pague 1.

2- Que mal tem isto, isto é uma promoção como outras quaisquer que existem no supermercados todos os dias.

3- Quando metem produtos leve 2 pague 1 ao preço de 1 também é dumping estão a vender abaixo do preço pago ao produtor. Este páis é o páis da treta, é por estas e por outras que cada vez mais os portugueses vão a Espanha às compras e compram lá tudo mais barato.

4- Tenho um amigo que trabalha há mais de 20 anos no sector de distribuição e sabe muito bem onde são fabricados esses produtos de marca branca e eles diz que alguns têem qualidade muito superior à qualidade dos produtos de marca, isso é um mito como outros quaisquer.

5- Já agora deixo aqui um desafio aos moderadores do fórum, façam uma sondagem aqui no fórum sobre quem compra produtos de marca branca e quem compra produtos de marca de bens alimentares, para tirarmos uma conclusão.
 
Eu sou intolerante à lactose, compro substitutos à base de amêndoa, aveia, soja ou arroz. No caso da bebida de soja onde compro, da marca Provamel, vendem 3 e oferecem 1, ou vendem 4 e oferecem 1, depois tenho pontos em cartão, 10 compras superiores a 5 euros dá 4 embalagens de oferta.
 
Per capita a divida nacional significa 2.5 a cada português continental, a dívida da Madeira é 1.7, logo inferior.

Depois a primeira medida do OE é acabar com fonte de financiamento não dependente do estado Português mudando as aplicações diretas do estado, e a atividade bancária (publica e privada) Portuguesa para outras praças financeiras.

É só por ter estado oculta? Ora os Açores apresentam défice de 0% para 2012 como meta e sabem que mais? Serão alvos de cortes iguais aos nacionais, a isto chama-se em alto e bom som RECOLUNIZAÇÃO!

Tivessem pensado nisso quando deram segunda vitória a Sócrates.
 
Agreste a austeridade é óptima. O problema é que o sector privado não está a criar emprego. E não cria porque temos cargas fiscais elevadas, uma moeda que não se adequa à nossa realidade económica e cultural, falta de cultura industrial, e depois claro há a globalização. Sem esquecer os Sábios que desmantelaram alegramente o tecido produtivo, e que diziam alarvemente nos anos 90 «agricultura nunca mais». Eu conheço alguns países europeus e Portugal é o único onde se encontram vastas extensões de terra abandonadas. Este ano quando os centros comerciais começarem a cair que nem tortos é que será bonito. Representam 5% do nosso PIB, creio. Uma exploração, rendas de 5000 euros/mês, quando numa Baixa por igual espaço se paga um terço desse valor.
 
1 - Não. Os produtores recebem se venderem. Se não venderem não recebem nada. E como não venderam ao Continente nem ao Pingo Doce, provavelmente vão deitar o leite fora.

2 - A acção da ASAE não incidiu sobre isso mas no meu ponto de vista o leite vendido não tem qualquer qualidade porque é uma salganhada de produtos de vários países na mesma embalagem. Se a empresa fosse obrigada a escrever na embalagem a procedência de cada quantidade de leite, certamente que ninguém o compraria. «Os pobrezinhos» não são propriamente analfabetos.

Vender abaixo do preço do produtor é enviar uma mensagem clara a quem produz. Não nos interessa o vosso produto. Eu arranjo sempre quem me faça 2/3 mais barato. O Estado tem muito que ver com isso. A Agricultura não é paisagem. A organização do espaço rural não é paisagem. Se o mercado se organiza desta forma em exclusivo favor de uma das partes do circuito comercial, criando um tal poder sobre todas as outras, o Estado tem de intervir e repôr o equilíbrio.

3 - Isto não é uma promoção. É uma fraude. A esquerda portuguesa dirá o que sempre disse sobre o BPN (que é um esquema de crime organizado onde muita gente esteve dos 2 lados), sobre as PPP's (que é preciso anular as alterações que foram feitas aos contratos e que colocaram o Estado a assumir todos os riscos financeiros dos projectos contratados) e sobre AJJ (a esquerda apresentou propostas e foi a eleições. Os resultados são conhecidos, os eleitores decidiram manter o actual governo regional e reforçar outras forças/propostas políticas, com melhor imagem e mais vendáveis junto da comunicação social e que ao que parece não têm qualquer solução para resolver os problemas).

4 - O produto não tem qualquer qualidade porque é uma mistura de vários produtos na mesma embalagem. Acho ético que o produto seja destruído e não seja entregue «aos pobrezinhos». Além das dificuldades económicas, que não são da sua responsabilidade, as pessoas por esse motivo não são obrigadas a comer lixo.

Se a questão é a qualidade que se façam análises ao produto para verificar se cumpre os requisitos. Não vejo qualquer problema que seja uma salganhada de leite de vários produtores, desde que o leite seja bom. Se o leite não presta deve ser apreendido, analisado e deitado fora, responsabilizando quem comercializou leite adulterado. Como não é o caso (a quantidade de vezes que a ASAE já deve ter verificado a qualidade deste leite!!!), é de uma total falta de vergonha estar a deixar estragar comida só por um hipotético crime económico.

E não tem nada a ver com "pobrezinhos", mas sim com aqueles que tomam a opção de comprar produtos mais baratos, para poupar ou para gastar noutra coisa qualquer. O que se passa é que temos um Estado, que para além de nos extorquir em impostos e toda uma panóplia de taxas, impõe um preço mínimo aos produtos.
 
Caro frederico não foi a Madeira a dar a vitória a Sócrates embora nessa particular cresceu na votação.

Ora o que eu já estou a ficar farto é com a conversa do "buraco", não somos piores somos praticamente iguais para não dizer melhores.

O buraco AJJ ou Madeira, como queiram entender/adjetivar, resulta em anos de crescimento social e económico da região mais atrasada antes do 25 de Abril. Logo com proveito da economia regional e indiretamente nacional.

Casos de BPN e BPP por exemplo é puro ROUBO, tal como outra divida Portuguesa, que cresceu a olhos vistos só que o nível de vida não se comparou com o crescimento aqui existente.


Pois como Contribuinte neste momento creio que tenho de estar muito chateado, durante anos pessoas tomaram decisões técnicas danosas ao país e, não sendo essas políticas, deveriam ser criminalizadas.

Creio que nesta austeridade que não é em nada boa para o comum mortal, é que proporciona um decrescimento não sustentando com o decrescimento da divida. É muito mais rápido o decrescimento do total do poder de compra ao do humanamente possível decrescer nas suas obrigações.

Sendo que eu do PSD, já estou a começar a ficar muito farto a duas verdades básicas:

-A falta de execução do País Portugal deve-se simplesmente a Recessão.
-Aumentar a Austeridade será atirar mais famílias para insolvência e ficarem inevitavelmente marcadas como criminosas! Será diretamente proporcional ao incumprimento privado, ao crescimento do desemprego e inversamente proporcional ao aumento de receita pretendido pelo Estado.

Logo como no vídeo que colocas-te ontem a única solução é divida única e um sistema fiscal único nesta moeda única, e concorrer verdadeiramente neste mercado global que assim parecemos patinhos nas mãos dos EUA e da China!
 
A principal questão aqui, não é a da qualidade, mas sim a do crime de Dumping.
Por exemplo o Continente, a vender o leite a 13 cent/L, tem de pagar 6% de IVA que corresponde a cerca de 1 cent/L. Ora, o lucro máximo que o Continente poderia ter com este negócio era de 12cent/L, num extremo em comprasse o leite a 0€ e não tivesse custos de transporte.
Ora, mesmo a custo 0, isto seria um péssimo negócio, a médio e longo prazo, para o Continente, pois não tenho as menores dúvidas que a sua margem de lucro actualmente é maior que esta, comprando as marcas portuguesas, já que o preço de compra do leite ao produtor ronda os 33 cent/L, e o preço de venda dessas marcas portuguesas anda entre os 54 e os 59cent/L. A questão de compensar a menor margem de lucro com o aumento das vendas, também não me parece plausível, pois ninguém vai consumir mais leite só porque ele é mais barato. O consumo de leite faz parte de rotinas alimentares bem definidas e portanto o consumo total de leite em Portugal não aumentaria.
Posto isto, o objectivo do Continente e do Pingo Doce é pura e simplesmente, com esta prática e aproveitando a má situação económica, levar os concorrentes à falência (quer a marcas, quer os produtores), para depois vender o seu leite (importado), ao mesmo preço ou até acima do valor que estes vendiam, criando um oligopólio no leite.
O crime de Dumping é punível em qualquer economia de mercado, porque põe em causa bom funcionamento desse sistema económico.

Se a questão é a qualidade que se façam análises ao produto para verificar se cumpre os requisitos. Não vejo qualquer problema que seja uma salganhada de leite de vários produtores, desde que o leite seja bom. Se o leite não presta deve ser apreendido, analisado e deitado fora, responsabilizando quem comercializou leite adulterado. Como não é o caso (a quantidade de vezes que a ASAE já deve ter verificado a qualidade deste leite!!!), é de uma total falta de vergonha estar a deixar estragar comida só por um hipotético crime económico.

E não tem nada a ver com "pobrezinhos", mas sim com aqueles que tomam a opção de comprar produtos mais baratos, para poupar ou para gastar noutra coisa qualquer. O que se passa é que temos um Estado, que para além de nos extorquir em impostos e toda uma panóplia de taxas, impõe um preço mínimo aos produtos.
 
A principal questão aqui, não é a da qualidade, mas sim a do crime de Dumping.
Por exemplo o Continente, a vender o leite a 13 cent/L, tem de pagar 6% de IVA que corresponde a cerca de 1 cent/L. Ora, o lucro máximo que o Continente poderia ter com este negócio era de 12cent/L, num extremo em comprasse o leite a 0€ e não tivesse custos de transporte.
Ora, mesmo a custo 0, isto seria um péssimo negócio, a médio e longo prazo, para o Continente, pois não tenho as menores dúvidas que a sua margem de lucro actualmente é maior que esta, comprando as marcas portuguesas, já que o preço de compra do leite ao produtor ronda os 33 cent/L, e o preço de venda dessas marcas portuguesas anda entre os 54 e os 59cent/L. A questão de compensar a menor margem de lucro com o aumento das vendas, também não me parece plausível, pois ninguém vai consumir mais leite só porque ele é mais barato. O consumo de leite faz parte de rotinas alimentares bem definidas e portanto o consumo total de leite em Portugal não aumentaria.
Posto isto, o objectivo do Continente e do Pingo Doce é pura e simplesmente, com esta prática e aproveitando a má situação económica, levar os concorrentes à falência (quer a marcas, quer os produtores), para depois vender o seu leite (importado), ao mesmo preço ou até acima do valor que estes vendiam, criando um oligopólio no leite.
O crime de Dumping é punível em qualquer economia de mercado, porque põe em causa bom funcionamento desse sistema económico.

Há duas questões:

- Uma ideológica, se o Estado deve interferir na economia.

- A mais importante, se vale a pena estragar 240 mil litros de leite por um crime económico. Não valia a pena aplicar a multa simplesmente?
 
- O estado não está a interferir na economia, apenas está a fazer cumprir as regras de uma economia de mercado. Essas cadeias de supermercados, ao quebrarem as regras, essas sim é que estão a interferir negativamente na economia.
Políticas anti-dumping existem em todas as economias de mercado, mesmo nos Estados Unidos.

- O leite podia ser doado a famílias pobres ou a países pobres. Distribuir tanto leite, garantindo que este não voltasse a ser vendido não seria fácil, porque provavelmente já está no pacote. Aqui, claro estou de acordo que o leite não deveria ser deperdiçado. Mas, acho que foi uma boa decisão, a de ser apreendido.


Há duas questões:

- Uma ideológica, se o Estado deve interferir na economia.

- A mais importante, se vale a pena estragar 240 mil litros de leite por um crime económico. Não valia a pena aplicar a multa simplesmente?
 
É dumping, é crime e é muito grave! Se não houvessem regras de mercado aí sim, seria o paraíso para a fuga ao fisco! Como se pode vender um produto que não reflete aquilo que custou produzi-lo? Custa tanto compreender que é crime?? Todas as razões que possam tentar minorizar o crime, valem nada!! Os produtores podem até receber subsídio mas tal não contempla o direito de vender abaixo do preço de custo, aliás é ainda mais crime! Se por outro lado é tão só e apenas uma importação de excedentes do estrangeiro que caso não fossem vendidos cá iriam para o esgoto em vez de doar aos pobres, então também é grave pois estamos a desproteger os nossos produtores e as cotas a que estão obrigados a cumprir! Há ainda a possibilidade destes estarem sujeitos à pressão dos compradores que assinaram com eles um contrato de fornecimento! Mas lá está, são as regras de mercado que em última análise protegem a nossa economia! Nada do que se escreveu aqui assim como nas leis em vigor impedem que faça doações, atenção!
 
- O leite podia ser doado a famílias pobres ou a países pobres. Distribuir tanto leite, garantindo que este não voltasse a ser vendido não seria fácil, porque provavelmente já está no pacote. Aqui, claro estou de acordo que o leite não deveria ser deperdiçado. Mas, acho que foi uma boa decisão, a de ser apreendido.

Nem se fala em distribuir aos pobres, se é crime vender abaixo de um determinado preço, aplica-se a multa e obriga-se a cadeia de hipermercados a vender pelo preço de mercado.
 
É dumping, é crime e é muito grave! Se não houvessem regras de mercado aí sim, seria o paraíso para a fuga ao fisco! Como se pode vender um produto que não reflete aquilo que custou produzi-lo? Custa tanto compreender que é crime?? Todas as razões que possam tentar minorizar o crime, valem nada!! Os produtores podem até receber subsídio mas tal não contempla o direito de vender abaixo do preço de custo, aliás é ainda mais crime! Se por outro lado é tão só e apenas uma importação de excedentes do estrangeiro que caso não fossem vendidos cá iriam para o esgoto em vez de doar aos pobres, então também é grave pois estamos a desproteger os nossos produtores e as cotas a que estão obrigados a cumprir! Há ainda a possibilidade destes estarem sujeitos à pressão dos compradores que assinaram com eles um contrato de fornecimento! Mas lá está, são as regras de mercado que em última análise protegem a nossa economia! Nada do que se escreveu aqui assim como nas leis em vigor impedem que faça doações, atenção!

Crime muito grave não será certamente.

Deixemos de lado a proveniência do leite, e discutamos um caso genérico. Eu tenho um produto novo, quero lançá-lo no mercado. Tenho um fundo de maneio que me permite aguentar com prejuízos durante um ano, vendendo abaixo do custo de produção. Assumo esse risco, posso perder dinheiro se não conseguir implantar o produto no mercado, mas é um risco meu. Deve o Estado impedir-me de fazer isso? É uma discussão ideológica interessante, para mim o Estado não deve intrometer-se. O dinheiro dos meus impostos não deve ir para pagar operações deste tipo. É a minha opinião, aceito quem tenha outra.

PS: Se soubessem a quantidade de concursos públicos, ou seja lançados pelo Estado, que nos últimos tempos têm sido ganhos com preços muito abaixo dos custos de produção, tudo porque entre ter os funcionários parados a receber ordenado ou ter qualquer coisa mal paga para fazer, mais vale a segunda opção, que dá menos prejuízo...
 
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