O Estado do País

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O 1º de maio não tem significado porque há uma enorme satisfação pelo poder discricionário que estes agentes capturaram. Imaginem o que acontecerá se a próxima promoção decorrer no dia das eleições nacionais.

Isso é mesmo de quem já não tem mais por onde pegar. :p

Acontecerá o mesmo que se estiver sol e calor, ou frio e chuva.
Aqueles que insinuas que iriam trocar o dever de voto pelas promoções, são os mesmos que já trocam pela praia, pelo quentinho do sofá, pelo café, etc...

Aqueles que realmente querem votar, planeiam o seu tempo para tal.

Até então nunca deixei de exercer o meu dever, e garanto-te que não deixei de ir à praia ou fazer "n" coisas por causa disso. Até já estive à espera que as urnas abrissem.

Além disso, os supermecados não abrem às 7h. E este até fechou antes das 19h.

Normalmente acontece que após instalado um monopólio o mercado não o consegue eliminar, até lá a " miragem" do almoço grátis como se diz em economia teve o preço de "banquete"

É claro que se consegue. Hoje, cada vez mais se procura o que é mais barato.
Em Odivelas tenho, por exemplo, o Lidl (mais que um), o Continente, o Pingo Doce (mais que um), o Intermache e o Minipreço (mais que um) a menos de 2km de casa. Sublinho, 2km! E tal como eu, os mais de 150mil habitantes da cidade. E sempre que há uma promoção (seja do leite, das cebolas, dos morangos, etc), é uma corrida ao estabelecimento "x".
E o mesmo se passa em lojas mais pequenas. Nomeadamente lojas de roupa.
A informação nunca correu tão depressa. Num ápice todos sabem que no lugar "x" é mais barato que "y", e a população encaminha-se logo para lá.

Sabe-se que no dia "x" há promoção da carne em tal sítio, no dia "y" há peixe fresco noutro sitio, aos Sábados é a promoção de uma loja mais pequena e há filas para comprar peixe, o mesmo para os legumes e o pão vendidos na feira, etc.
 
E eis que aconteceu o que se esperava, o Polvo ferido no seu orgulho por umas promoções que lançaram uma discussão ideológica resolveu prevenir-se para promoções futuras e usar um dos seus tentáculos ( PIDE ) para castigar os visionários desta promoção, infelizmente, nunca mais chega o 'dia' da mudança de mentalidades. País de tartatugas, quem ousa meter a cabeça de fora fica logo sem ela.
 
Em Portugal tudo é dumping e agora andam entretidos com o Pingo Doce. Se multam o Pingo Doce, multem o Lidl tem agora um cabaz por 5 €, multem o Continente que tem 75% de desconto em cartão. Todos os produtos estão a abaixo do preço. Multem as bombas de gasolina de marca branca, multem os raios os partam. Multem que só chove. Multem que olhei para a vizinha que levava uma mini mini saia também é dumping leva roupa abaixo do permitido por lei. :lmao::lmao:

Se a ASAE fosse fechar as lojas do chinês que essas sim arruínam o país com produtos de baixa qualidade nem alguns têem qualidade, estavam a fazer um bom serviço.

A Autoridade da Concorrência no caso do Pingo Doce é dumping, mas nos combustíveis não existe cartel que raio de país. :angry:

Força Jerónimo Martins que faça mais promoções destas que o povo estará lá.
 
O que sucedeu no Pingo Doce demonstra o nosso atraso cultural, e como pouco mudámos, pelo menos desde o século XIX.

Para já, a importância dada pela comunicação social a este tema, quando há assuntos mais importantes para serem destacados, só mostra a nossa pequenez e atraso. Até a ASAE actuou com celeridade! Ora muito gostariam os portugueses que nos casos BPN, Fac Oculta ou Freeport também tivese havido tanta rapidez por parte das autoridades!

O que o Pingo Doce faz já é feito por outras cadeias, por exemplo, a Sacoor antes dos saldos faz promoções de 50%, enviam mensagem com dias de antecedência a avisar quem lá tem conta cliente. Em Portugal este tipo de promoções em bens alimentares é uma novidade, mas lá fora pelo que vi é comum.

O que chocou muitas pseudo elites de Esquerda e de Direita foi a correria dos «pobres» para aproveitar os descontos, «que horror», «coisa de pobretanas», de «miserável», de «avarento». Tais elites que andam por aí com o Estado Social na boca compram no supermercado do El Corte Inglês ou nas mercearias finas e imaginam um país igual ao seu «pequeno mundo». Esquecem que nos países verdadeiramente ricos da Europa a classe média aufere o mesmo que a classe média-alta daqui. E por lá, anda-se mais de transporte público, a pé ou de bicicleta, vendem-se mais produtos de marca branca ou genéricos, a «mania das marcas» não é tão acentuada como por cá, enfim, há uma cultura de poupança.

Viram-se ao espelho, viram o retrato do país real, aquele que não passa por vinhos seleccionados, spa's, mercearias gourmet ou lojas da Av. da Liberdade e não gostaram.

Que venham mais promoções do género pois os portugueses agradecem!
 
Curiosamente, a crise está a ser muito benéfica para muitos proprietários de pequenas e médias empresas, e conheço casos específicos de um novo fenómeno muito interessante. Imaginem que numa vila há 4 restaurantes. Dois fecham porque não conseguem pagar a renda. Os outros dois captam os clientes dos que entretanto encerraram e sobem a facturação. O que está a acontecer é simples: quem não paga renda nem empréstimos aguenta-se, e capta paulatinamente os clientes de quem fecha portas.

Contudo é certo e sabido que os sectores onde isto está a acontecer estão sobredimensionados: restauração, cafés, padarias, lojas de vestuário. Portugal é mesmo o país da Europa com maior área comercial por habitante, muito por causa dos centros comerciais!

Com as rendas elevadíssimas praticadas pelos senhorios no nosso país, e devido às restrições de crédito bancário, é de esperar um acentuar desta situação nos próximos anos. Portanto, maior diferença entre ricos e pobres.

A Esquerda amiguinha do pobrezinhos e dos pequeninos nada diz sobre o assunto. Portugal continua a não ter um mercado de arrendamento decente, mas a Esquerda amiguinha dos pobrezinhos anda preocupada com o Pingo Doce.

Salazar nas suas aulas de Coimbra dizia que a renda média de uma habitação deve ser um sexto de um salário médio nacional. Ora o salário médio português deverá andar pelos 800 euros. No Porto, a renda de um T1 oscila entre os 350 e os 550 euros. Um sexto do salário médio? Onde?
 
Outra coisa divertidissima que tenho visto nos últimos dias em sites de extrema esquerda, é a pergunta, o que aconteceria se o Pingo Doce fizesse isto num dia de Natal ou da Páscoa. É uma questão curiosa por vir precisamente daqueles que passam a vida a mandar vir com os católicos (como o nosso amigo Agreste).

Pois obviamente que seria também um escândalo e afronta. Mas há uma grande diferença, o Pingo Doce nunca faria tal coisa nessas datas pois esses dias são realmente importantes para uma larga maioria de portugueses, ao contrário do 1º de Maio, que a maioria dos portugueses passa em casa, a passear ou na praia e esplanadas se estiver bom tempo. Portanto, nunca teria o efeito que eles conseguiram nesse dia, que era o 1º do mês, com as pessoas acabadas de receber os salários para as suas compras mensais.

Gostaste de ser testado desta forma. Vamos ver daqui prá frente que outros testes é que estas empresas farão porque eu acho que se abriu aqui uma porta de grande humilhação pessoal que já não é possível voltar a fechar...

E outro pormenor, de dizerem que foi um movimento de pobres, sinal da miséria nacional. Isso é completamente falso, afirmações só possíveis vindas por quem vive noutro planeta que não em Portugal. Um amigo meu que até ganha bastante bem aproveitou de manhã cedo para comprar 2 caixas de vinho daquelas carotas, umas caixas de camarão tigre, coisas desse género, que raramente consome com frequência devido ao seu preço, tudo bens que pode guardar por bastantes meses. E muitos outros fizeram isso também. E houve muitos que se lamentaram já não conseguirem ou não valer a pena uma segunda entrada. Tudo zombies e miseráveis pelos vistos.

Foi uma captura de pobres. Houve gente que tapou a cara para não aparecer na TV. Estavam a ser humilhados.

Sobre isto, outra coisa que me esqueci de referir para desmontar a imbecilidade desta gente da esquerda. Na véspera do passado Natal houve greves de comboios em Portugal, centenas de milhares de portugueses (meio milhão? um milhão?) geralmente de classes baixas sem carro próprio que nesses dias habitualmente vão visitar as suas famílias às terras, não puderam usar os comboios, tiveram que recorrer às empresas privadas de transportes rodoviários (quando era possível) para se dirigirem às suas terras para os raros encontros familiares que têm anualmente. A nossa esquerda mete nojo, passa a vida com a palavra "povo" na boca e nunca fez nada de útil por ele. Isto sim, foi um atentado contra as classes mais pobres, mas ninguém se indignou na altura.

As greves foram anunciadas com tempo que a lei prevê. Não foram anunciadas no próprio dia como um boato.

A rede ferroviária está desmantelada e é hoje praticamente suburbana. Visitar as famílias de comboio já não é possível.
 
Mais uma investida da xuxa Crista e do seu gang de xuxaria.

Ministra da Agricultura considera que grupo Jerónimo Martins tem tido práticas comerciais inadmissíveis​

Em entrevista ao semanário Expresso, e no seguimento da promoção aplicada pela marca no 1º de Maio, Assunção Cristas receia que o Pingo Doce imponha aos fornecedores o desconto de 50% que vigorou na última terça-feira.

Uma prática que a ministra considera inadmissível e que reflete, diz Assunção Cristas, uma relação desequilibrada e chocante entre o produtor e as grandes superfícies.

Ontem, o ministro da Economia considerou normais as ações como a que o Pingo Doce aplicou.

De acordo com o jornal i, a marca arrecadou 11 milhões de euros no 1º de Maio, dia em que vigorou a promoção.

Link: http://sicnoticias.sapo.pt/economia...ns-tem-tido-praticas-comerciais-inadmissiveis

Como vi por ai, trata-se de facto da direita patusca, aquela que é tão xuxa como os outros.
 
Vão para o raio que os parta
Não os posso ouvir falar do povo. Do povo que eles dizem ignorante, boçal e pouco culto. Vão para o raio que os parta. Levaram o século XX a sonhar com aquilo que o povo devia fazer. Se fosse culto, se fosse educado, se fosse qualquer coisa que passava inevitavelmente por ser o que eles queriam. Eles mandaram o povo ser monárquico e depois republicano. Depois começaram a lutar entre si e escavacaram ainda mais a vida do povo. Levaram anos e anos em golpes e contra golpes que acabavam inevitavelmente com eles a abraçarem-se uns aos aos outros e a gritar Viva a República. O país empobrecia e o povo emigrava e eles achavam que o povo devia ficar a labutar nas suas courelas para ajudar o país. Das Europas e das Américas o povo mandava remessas que equilibravam as contas do país mas eles tinham vergonha desse povo emigrante que eles diziam e dizem não percebe nada de política e cometeu o pecado capital de querer viver melhor pelos seus meios e não graças à aplicação do decálogo do momento das élites do seu país. O povo ia rezar a Fátima e eles tremiam de horror porque o povo não devia rezar. Ou não devia rezar ali mas sim ficar a reflectir nos seus centros católicos sobre a superioridade moral das encíclicas papais. Eles mandaram os filhos do povo para a Flandres e para África e depois disseram-lhes que tudo tinha sido um engano. O povo pegou nas coisas e apenas deixou por essas terras os cadáveres dos filhos do povo que por lá tinham morrido. Quando chegaram encontraram no poder a maior parte daqueles que anos e meses antes lhes falavam de dever e da pátria. A única diferença entre o momento da partida e o da chegada é que os militares tinham sido promovidos. O povo quis televisão e praia e eles ficaram horrorizados com a falta de tipicismo das aldeias e quiseram banir o turismo de massas. O povo trocou as feiras pelos supermercados e eles que antes não suportavam as romarias populares passaram a defender os tempos em que o povo trocava galinhas por tecidos na feira da vila. O povo sentou-se à mesa dos restaurantes e eles quiseram proibir as cadeias de comida barata enquanto enfastiados se abasteciam nas lojas gourmet. O povo não larga o carro e eles sentados nos seus topos de gama e nas suas bicicletas que custam uma fortuna desataram a diabolizar o automóvel e anunciaram o fim do mundo como resultado das alterações climáticas. Eles quiseram que fossemos um estado corporativo e o povo viveu com os grémios. Depois os grémios passaram a cooperativas e o povo continuou a suportar-lhe os regulamentos. Eles disseram que o país estava orgulhosamente só e depois, às vezes os mesmos, garantiram-lhe que estava orgulhosamente acompanhado e que o povo se devia orgulhar por isso. E o povo orgulhou-se. Do Estado Novo ao socialismo à portuguesa do PREC eles disseram ao povo que Portugal era uma excepção e o povo suportou os custos dessa excepcionalidade. Eles disseram que lhes deram casas – quem as terá pago? – através duma fundação chamada Salazar em bairros que depois passaram a ser 25 de Abril e o povo continuou a bater palmas aos senhores que diziam que lhes davam casas. E eles contentes diziam que ainda iam dar mais. Volta e meia dizem ao povo que o país está em crise. Nunca por culpa deles mas sim por culpa do mundo e sobretudo por culpa do povo. Que trabalha pouco, gasta muito, é pouco culto e não tem formação. E o povo a quem apresentaram como uma conquista sua a legislação laboral, a quem disseram que poupar era coisa do passado e que paga e frequenta obrigatoriamente uma escola que o deveria fazer mais culto cerra os dentes e dispõe-se a trabalhar mais, ganhar menos, pagar mais impostos e fazer mais um sacrifício em nome do país. E todos os dias mas todos sem excepção lá estão eles a dizer mal do povo. Porque o povo não faz a revolução. Porque o povo ri. Porque o povo é alienado. Porque o povo quer comprar mais e pagar menos. Porque o povo… Não acredito na bondade natural do povo mas tenho a certeza que a nossa vida teria sido bem pior caso o povo tivesse cumprido os sonhos das suas élites.

http://blasfemias.net/2012/05/05/vao-para-o-raio-que-os-parta/

:shocking: :palmas:
 
Pingo Doce: Trabalhadores vão ter descontos de 50% na próxima semana

Os trabalhadores dos supermercados Pingo Doce que estiveram de serviço no feriado do 1.º de Maio vão poder fazer compras ao longo da próxima semana com um desconto de 50 por cento, confirmou a empresa à Lusa.

Fonte do grupo Jerónimo Martins, proprietário dos supermercados Pingo Doce, disse à agência Lusa que o pessoal que esteve a trabalhar no feriado vai poder usufruir da promoção desse dia entre segunda-feira e sexta-feira.

No feriado, o Pingo Doce deu descontos de 50 por cento aos clientes que fizeram compras superiores a 100 euros, gerando uma enorme afluência às lojas que resultou em incidentes que obrigaram à intervenção da polícia em vários locais.

O Sindicato do Trabalhadores do Comércio e Escritórios (CESP) criticou o grupo por não ter respeitado o feriado do Dia do Trabalhador e acusou-o de prejudicar o sector, considerando que vendeu produtos abaixo do preço de custo.

Fonte: CM

:thumbsup:
 
Não é preciso ser muito observador para se perceber que a campanha do Pingo Doce não correu da melhor forma, até aqui na provincia e depois de se falar com alguns intervenientes foi saliente que houve atropelos e um explorar da miséria alheia, se querem tanto desenvolver o papel paternal da caridadezinha porque não diluem esses descontos ao longo do ano? Porque colocaram apenas esses descontos apos os 50 euros, sabendo que pessoas que vivem com reformas que envergonham qualquer sociedade moderna não podem usufruir dessa "promoção". Como Assunção Cristas que até é de direita e porque temos de dar o mérito a quem o tem, rompeu o estériotipo dos conservadores e fez uma análise fria da questão, " o grupo Jerónimo Martins tens práticas comerciais inadmissiveis", subscrevo! Não se trata aqui de ideias ou esquerdas ou de dias do trabalhador ou de Natais, quando a sociedade se preocupa com externalidades.... pouco já há mais a fazer....
Com esta campanha os grupo faturou 11 milhões, neste até incluem os que fizeram compras abaixo dos 50 euros sendo que em alguns produtos a receita operacional é de uns 6%, 7% pois apesar de os produtos poderem ter uma margem de quase 50% existem custos associados como salarios, impostos, custos de logisticos etc. Quem vai compensar isso? Os fornecedores? não vejam que o Pingo Doce vai suportar isto, não é nenhuma instituição de solidariedade social, pode usar vários trunfos, acrescento de preços ao longo do ano, e lá vai a tese que "não há almoços grátis" ajudando apenas o cliente mercenário, ou então pressionando os fornecedores a suportarem metade dos custos, com isto estrangulando empresários e trabalhadores, colocando-lhes condições que provavelmente nem sabiam, alterando as regras do jogo com a ministra disse e muito bem.

Enquando existem estas variáveis todas, perdem-se tempo com dogmas ideológicos populistas e já que estamos numa de calão, com "imbecilidades"...
 
Segundo comentários na Guarda e Viseu aconteceu, quando me refiro a provincia ou outro factor é concerteza uma amostragem, fala-se pela maioria, e as imagens da televisão, que até uma parte delas são de videos amadores passam essa imagem fiel do que aconteceu.

Não tenho azia, felizmente até há data não preciso de me sujeitar ao sufoco destas campanhas mas não estou acima de qualquer cidadão e imune a que não as possa utilizar futuramente, ou então, que tenha o comportamento similar aos demais. Defendo os meus ideais, respeitando os outros, se alguém parece estar com azia não serei eu, relê as tuas expressões.

:thumbsup:
 
Na sequência do Pingo Doce e do surgimento de um observatório que ninguém sabia existir, eis que aqui estão mais alguns, não vou colocar tudo, podem ver no link, são demasiados... demasiada gente a mamar do Polvo.

Para dar uma ajuda ao governo que, aparentemente, anda com dificuldades em encontrar onde cortar despesa, fica aqui uma lista a observar:

Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde
Observatório nacional de saúde
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório vida
Observatório do ordenamento do território
Observatório do comércio
Observatório da imigração
Observatório para os assuntos da família
Observatório permanente da juventude
Observatório nacional da droga e toxicodependência
Observatório europeu da droga e toxicodependência
Observatório geopolítico das drogas
Observatório do ambiente
Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde
Observatório nacional de saúde
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório vida
Observatório do ordenamento do território
Observatório do comércio
Observatório da imigração
Observatório para os assuntos da família
Observatório permanente da juventude
Observatório nacional da droga e toxicodependência
Observatório europeu da droga e toxicodependência
Observatório geopolítico das drogas
Observatório do ambiente
Observatório das ciências e tecnologias
Observatório do turismo
Observatório para a igualdade de oportunidades
Observatório da imprensa
Observatório das ciências e do ensino superior
Observatório dos estudantes do ensino superior
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento
Observatório da comunicação
Observatório das actividades culturais
Observatório local da Guarda
Observatório de inserção profissional
Observatório do emprego e formação profissional
Observatório nacional dos recursos humanos
Observatório regional de Leiria
Observatório permanente do ensino secundário
Observatório permanente da justiça
Observatório estatístico de Oeiras
Observatório da criação de empresas
Observatório Mcom
Observatório têxtil
Observatório da neologia do português
Observatório de segurança
Observatório do desenvolvimento do Alentejo
Observatório de cheias
Observatório da sociedade de informação
Observatório da inovação e conhecimento
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento
Observatório das regiões em reestruturação
Observatório das artes e tradições
Observatório de festas e património
Observatório dos apoios educativos
Observatório da globalização
Observatório do endividamento dos consumidores
Observatório do sul Europeu
Observatório europeu das relações profissionais
Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal
Observatório europeu do racismo e xenofobia
Observatório dos territórios rurais
Observatório dos mercados agrícolas
Observatório virtual da astrofísica
Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais
Observatório da segurança rodoviária
Observatório das prisões portuguesas
Observatório nacional dos diabetes
Observatório de políticas de educação e de contextos educativos
Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira
Observatório estatístico
Observatório dos tarifários e das telecomunicações
Observatório da natureza
Observatório qualidade
Observatório da literatura e da literacia
Observatório da inteligência económica
Observatório para a integração de pessoas com deficiência
Observatório da competitividade e qualidade de vida
Observatório nacional das profissões de desporto
Observatório das ciências do 1º ciclo
Observatório nacional da dança
Observatório da língua portuguesa
Observatório de entradas na vida activa
Observatório europeu do sul
Observatório de biologia e sociedade
Observatório sobre o racismo e intolerância
(..)

LINK; http://oinsurgente.org/2012/05/05/lista-de-observatorios-portugueses/
 
Hoje fui ao mercado do Bolhão, comprei uns ramos de hortelã, hortelã-pimenta, funcho da Provença, manjericão, tomates, espinafres, agriões, acelgas, entre outros produtos, e paguei 10 euros. Comprei directamente a uma produtora, se fosse a uma grande superfície pagaria o dobro. No Continente um ramos de hortelã, de manjericão ou de outra erva qualquer custa em média 1.50 euros, então quando é produto biológico ainda fica mais caro. Assim por dez euros trouxe o saco cheio de produtos ao nível de uma qualquer mercearia gourmet. Ainda reclamam das margens de lucro das grandes superfícies? Façam como eu, acordem um pouco mais cedo como eu, vão aos mercados locais, conheçam produtores e verão quanto poupam! Eu já fiz o boicote às grandes superfícies em muitos produtos há muito tempo! Ah, depois ainda fui a uma mercearia gourmet, e comprei uma série de produtos que nem se encontram nas grandes superfícies, mais baratos do que aqueles que se vendem no supermercado ou na mercearia gourmet do Corte Inglês, e com qualidade idêntica ou superior. Reclamam dos preços e das margens de lucro dos grandes? Caramba, deixem o mercado funcionar!
 
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