AnDré
Moderação
O 1º de maio não tem significado porque há uma enorme satisfação pelo poder discricionário que estes agentes capturaram. Imaginem o que acontecerá se a próxima promoção decorrer no dia das eleições nacionais.
Isso é mesmo de quem já não tem mais por onde pegar.

Acontecerá o mesmo que se estiver sol e calor, ou frio e chuva.
Aqueles que insinuas que iriam trocar o dever de voto pelas promoções, são os mesmos que já trocam pela praia, pelo quentinho do sofá, pelo café, etc...
Aqueles que realmente querem votar, planeiam o seu tempo para tal.
Até então nunca deixei de exercer o meu dever, e garanto-te que não deixei de ir à praia ou fazer "n" coisas por causa disso. Até já estive à espera que as urnas abrissem.
Além disso, os supermecados não abrem às 7h. E este até fechou antes das 19h.
Normalmente acontece que após instalado um monopólio o mercado não o consegue eliminar, até lá a " miragem" do almoço grátis como se diz em economia teve o preço de "banquete"
É claro que se consegue. Hoje, cada vez mais se procura o que é mais barato.
Em Odivelas tenho, por exemplo, o Lidl (mais que um), o Continente, o Pingo Doce (mais que um), o Intermache e o Minipreço (mais que um) a menos de 2km de casa. Sublinho, 2km! E tal como eu, os mais de 150mil habitantes da cidade. E sempre que há uma promoção (seja do leite, das cebolas, dos morangos, etc), é uma corrida ao estabelecimento "x".
E o mesmo se passa em lojas mais pequenas. Nomeadamente lojas de roupa.
A informação nunca correu tão depressa. Num ápice todos sabem que no lugar "x" é mais barato que "y", e a população encaminha-se logo para lá.
Sabe-se que no dia "x" há promoção da carne em tal sítio, no dia "y" há peixe fresco noutro sitio, aos Sábados é a promoção de uma loja mais pequena e há filas para comprar peixe, o mesmo para os legumes e o pão vendidos na feira, etc.



