3 revisões de impostos (2 no rendimento e 1 no património), esperem pela cartinha do IMI que está a ter aumentos de 4000% e 5000%...
Mais horas trabalhadas pelo mesmo salário,
Menos apoios sociais...
Junho de 2011 já lá vai tão longe...
Engenharia civil levou um arraso e no geral só se salvaram as 2 universidades de lisboa, a de coimbra e a do porto porque o resto do país desapareceu... mas 1017 novos alunos em direito?![]()
Não há que esconder a verdade. Na altura, com perspectiva de eleições, ele disse o que disse e na minha opinião () disse apenas aquilo que o povo português gosta, não aquilo que devia dizer.
Penso que, após a investidura como primeiro-ministro, assumiu o cargo e passou a dizer e fazer o que deve\acha que tem de ser feito.
Não tudo bem, não 100% correcto, mas no essencial o que deve e deverá ser feito para corrigir erros passados e sustentar a economia real do país.
Isso deveria configurar fraude eleitoral, com perda de mandato...
O problema é que neste momento a alternativa é ainda pior.
Um curso com saída
Em vez de frequentar licenciaturas inúteis ou de fingir que frequentam licenciaturas inúteis, os jovens pragmáticos vão directamente ao assunto e inscrevem-se na Universidade de Verão do PSD. À superfície, a brincadeira não diverge muito dos acampamentos do Bloco de Esquerda, tirando as tendas, a iconografia "revolucionária", o haxixe consumido pelos participantes e o estado geral de alucinação da maioria dos oradores. No fundo, porém, ambas as iniciativas visam o mesmo: produzir políticos de carreira. É verdade que o grau de implantação do PSD e a rotatividade das respectivas direcções auguram uma carreira mais promissora do que a rígida pequenez do Bloco, mas o ponto não é esse.
O ponto é a existência de centenas (ou milhares?) de meninos e de meninas capazes de trocar os prazeres da idade e da estação por uma semana de clausura, a ouvir oradores de gabarito diverso, a estabelecer os contactos "certos" e, sobretudo, a preparar o seu futuro. Não importa muito se o fazem por fanatismo ideológico ou cinismo: o facto é que o fazem, e isso só nos deve angustiar.
Não sou de mitificar as lideranças políticas já reformadas, que à distância parecem sempre melhores do que na realidade foram. Em contrapartida, não me custa nada lamentar a monumental pelintrice das lideranças actualmente em funções. Mal por mal, antigamente ainda passava pelas cúpulas partidárias o ocasional portador de um percurso profissional realmente exterior aos partidos e à influência dos partidos. Hoje, não. Se retirarmos a política aos políticos de agora, ficamos com uma multidão de rematadas e disciplinadas nulidades sem serventia no mundo real excepto, talvez, no sector da arrumação de automóveis.
Dizer que o problema do país são os maus políticos é tão redundante quanto sugerir que Haydn tinha jeito para a música: os políticos são maus porque nunca souberam ser outra coisa, sobretudo uma coisa sujeita a responsabilidades e que tomasse decisões sem envolver o dinheiro alheio. É por isso que, na sua franqueza, as universidades (e os acampamentos) de Verão chocam um bocadinho, embora um bocadinho menos do que a disseminada ilusão de que compete a essa gente aperfeiçoar as nossas vidas. Contas feitas, a única aptidão de tais espécimes é a criação de emprego: o deles.


Os dois principais partidos do poder estão muito reféns das máquinas partidárias locais e dos seus interesses, talvez agora mais que nunca, com o PSD no Governo.
Muitos professores universitários estão ligados às máquinas partidárias, fazem parte do PS e do PSD. Depois há os interesses dos autarcas e de estruturas partidárias locais, que temem perder votos se houver encerramentos. Muitos boys e girls dos partidos poderão ir para o desemprego se houver uma reforma a sério do superior.
Encerrar cursos sem saídas para o mercado de trabalho e concentrar cursos em Lisboa, Coimbra, Porto ou Braga para poupar recursos será uma medida que terá forte oposição das máquinas partidárias. Só um Marquês de Pombal![]()
Ninguém daria emprego a alguém que tenha apenas um curso e-learning..
São cursos ideais enquanto formação complementar, ou para reciclagem de formações/cursos anteriores.
Como é que iam acreditar/controlar quem faz o curso? Punha-me já aí a ganhar dinheiro em casa, a sacar cursos e-learning destinados a outras pessoas!
Esses cursos e-learning, com um mínimo de credibilidade são de acesso limitado, por exemplo no horário de trabalho e identificado através do login, só assim é minimamente controlado, e mesmo assim ainda os colegas podiam ajudar ou guardar printscreens dos testes..
Paulo
Existe ai uma qualquer confusão, pode consultar o site da Universidade Aberta e verá que já leciona umas quantas licenciaturas, mestrados e doutoramentos, o e-learning apenas serve para lecionar aulas e materiais didacticos. Posteriormente existem provas de avaliação presenciais cuja aprovação é nacessária. Todas as provas e cursos têm certificação de qualidade e também certificação pelo Ministério do Ensino e Tecnologia. Este tipo de ensino não é novidade, em Portugal existe desde os anos 80 em que as aulas eram pela televisão e em todos os países existe uma modalidade destas. Só a titulo de curiosidade a Open University tem dezenas de milhares de alunos. As licenciaturas são válidas como quaisqueres outras. A dificuldade em determinados casos até é maior.
Verifique mais em www.uab.pt ou google forum UAB onde poderá verificar alguns testemunhos, também pode consultar mais informaçao na UNED espanhola, ou open University Inglesa. Verá do que falo...
