O Estado do País

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Não sabes do que falas, essa atitude também devia morrer rapidamente e é diariamente contrariada pela realidade, posso fazer-te uma visita guiada a empresas de sucesso em plena crise global, supostamente a maior de sempre. Quanto ao petróleo, se calhar ainda bem que não o temos, só voltaria a estragar tudo como aconteceu ao longo de séculos.

Empresas de sucesso até na etiópia existem, mas duas ou três não sao suficientes, ter muitas? dificil, sem procura e poder de compra é impossivel,além do mais dificil criar tantas onde existe no país quase ou mais de 1 milhão de analfabetos.

Quanto à agricultura, é sustentada por aqui que abobinas, em grande parte por subsidios publicos, o que é o PAC? subsidiação da agricultura para competir com países de mão de obra barata, é um dos objetivos entre outros do PAC. Vários estudos sustentam que um país não pode ter mais de 7%, 8% de agricultura na economia ou esta não se torna sustentável. Não ha vergonha nenhuma eu trabalho esporádicamente na agricultura, vindimas, descavar vinhas, apanhar fruta, batatas, nada disto é novidade para mim, julgo que esse estigma já não existe muito...

Quanto à questão do petroleo, bem se estragava-mos essa dádiva estragaria-mos as outras também ou seja no fundo é como te digo, estamos condenados a ser pobres porque não sabemos ter riqueza. Aqui deveria intervir o estado criar equidade na economia.
 
Será possível viver sem dívida externa?

Quando Ceausescu foi demitido da presidência do Governo do país, a Roménia tinha conseguido pagar todas as dívidas aos seus credores, dívidas essas que se arrastavam desde os anos 60. Porém não havia comida nas lojas, tudo era orientado para o esforço de exportação, para pagamento da dívida externa e a televisão só funcionava durante 2 horas diárias para se poupar na electricidade.

A Albânia também não tinha dívida externa.
 
Ainda esta tarde na opinião pública da SIC ligou uma mulher que estava muito emocionada, porque foi alto cargo da função pública e que tiraram os subsídios da sua reforma de uns chorudos 1500 euros mensais, o marido que trabalha na função pública ganha 1900 euros por mês.

Os reformados que vivem com 300 euros como sobrevivem?


Este governo devia fazer era uma avaliação aos funcionários aqueles que dessem rendimento ficavam os outros era tudo posto na rua. Porque muitos, estão lá porque têem um cú quente sentado na cadeira.

Um trabalhador que trabalhe no privado que não dê rendimento é despedido, ninguém no privado quer alguém que não produza.

Se este governo cair, que venha a Troika governar isto, e aí aqueles que estão muito indignados vão ver como elas as mordem.

Outra coisa que há muito tempo deviam pôr cobro a isso é a dívida das câmaras municipais às Águas de Portugal. Só no Algarve, a dívida é de cerca 80 milhões de euros às Águas do Algarve, porque não fazem como nos outros bens como a electricidade, o gás, o telefone, e muitos mais exemplos. Pagar a quem nos fornece e não às câmaras. Se eu não pago a água eles cortam a água, porquê que as àguas do Algarve não cortam a água às câmaras devedoras? Seria radical demais e seria desumano, mas seria uma excelente lição. As câmaras de Portimão e Albufeiras são as maiores devedoras, porque em vez de cumprirem os seus comprimissos, gastaram o dinheiro todo em festas e festinhas e fogos-de-artifícios e depois o guito não dá para pagar a àgua.

Como venho cá de vez em quando, porque acho mau um forum de meteorologia, onde de meteorologia pouco se fala, e então só se fala de politica, neste forum que aqui no fundinho se alivia a mente e a raiva, ou se enaltece os ensaios de politica, que dará sempre jeito num futuro, faz-me lembrar as festividades religiosas, o motivo é a veneração ao santo...mas as festividades são encaminhadas para outras festanças.;)
Este user tocou num aspeto importante, as reformas/vencimentos milionarios, mas curioso que poucos agarraram no tema....pois bem me parece:D, mais vale mandar umas bocas para acabar com as freguesias, pois desconhecem por completo o que lá se faz, só sabem que é uma despesona, e não falo nas da cidade pois estas já deviam ter acabado há muito, assim como certos municipios, mas sim aqueles que ainda fazem valer e ajudar no interior.
Assim é facil incentivar e falar de politica, cortar nos outros...mas que ninguem saiba que eu até vivo bem à conta dos chorudos salarios/pensões do estado.;), está bem, está bem..lá descontamos e temos que viver bem acima da média.;)
 
Tás enganado Mago, todo esse discurso é profundamente derrotista, não só há empresas competitivas em Portugal, como naturalmente o nosso caminho é sermos todos ainda mais competitivos, de preferência sem um tostão de ajuda estatal. Se quiseres adormecer nessa ilusão de sonho derrotista e socialista em que esperas que alguém te venha alimentar pelas injustiças do mundo, adormece à vontade no assunto, mas por por favor, não faças é com que com essas coisas tenham que ser pagas por todos os outros. Estamos todos cansados disso e já não aguentamos mais....

Para não encher-mos o tópico à volta do mesmo assunto arremato, que se reparares não há nenhuma economia no mundo em que não haja nenhuma intervenção do estado. Até mais, há determinados segmentos económicos que não são rentáveis, não são atraentes e terá de ser o estado a intervir se quiseres ter um jardim público, um espaço verde, um campo sintético, outros exemplos.

A economia por si só não se auto-regula unicamente sózinha. Isso de uns pagarem para os outros, é treta....
 
Não acredito muito em oráculos mas Pacheco Pereira é muito capaz de acertar. Na altura do aperto até o Relvas perceberá a figura que está a fazer... :lol:

«Depois tudo correu mal, e mesmo alguns ex-fiéis já começaram a abandonar o barco, começando nos blogues e acabando na imprensa económica. Vai acabar por ficar sozinho com Relvas e Carlos Abreu Amorim, e, mesmo assim não estou certo sobre o primeiro. E é bem-feita.»
 
Olha, pensei que a queda do PSD seria CATASTRÓFICA!
Como é óbvio, na próxima semana poderá ser pior...ou não!


Com "supostos" aldrabões que nos deixaram o país na miséria, os senhores do PS ainda tem muitos partidários e seguidores...estou nas nuvens.:trovao:

Bem, isto está agradavelmente quente. Só tenho pena que amanhã o "NADINE" não atinja em cheio o país para arrefecer muitas cabeças por aí.


Os funcionários públicos ficaram sem subsídio de férias e 13º mês este ano.
Indignação contida dos funcionários públicos e muitas laudes de regozijo dos média e dos "fazedores de opinião".
Agora que alguma "igualdade" vai ser reposta - corte de apenas 1 subsídio para os funcionários do estado e corte de apenas 1 subsídio aos privados - eis que cai uma BOMBA no país, saem os lobos da toca, tocam cornetas a despertar as tropas e vamos á luta que se faz tarde...Afinal com os males dos funcionários do estado, a maioria pode bem. Mas nas mesmas condições desses já tudo parece tão diferente.:sono:

Quando se cortam funcionários dependentes do estado (professores, médicos, enfermeiros e outro pessoal com mais elevados rendimentos - uns mais que outros...), quando finalmente se vão subir sensivelmente os impostos sobre bens de luxo e ordenados milionários, bem como ao tão propalado "capital", afinal há cortes ou não há cortes tão solicitados pela esmagadora maioria da população?

PPP´s saberemos no próximo ano, fundações e institutos públicos verão reduzidos\cortados os seus rendimentos obtidos do estado. A parque escolar levou travão. Noutras âreas veremos se há novidades...
Não há cortes na despesa? Se calhar não há suficientes como pede a população.


Falta é o exemplo: reduzir os salários e corte profundo nas regalias dos políticos do estado central e do poder local.
Quando assim for, a população aceitará de outra forma os cortes atuais.
Parece-me que o grande erro é precisamente aqui: no exemplo. E vejo, com muita tristeza minha, que nenhuma voz dos partidos da coligação PSD\CDS, do PS, do PCP ou do BE, se levantou para propor um corte efectivo nos salários dos políticos e nas suas regalias.
 
Os professores fazem um banzé tão grande em relação ao aumento dos alunos por turma.

Na primária, a minha turma tinha 28 alunos.

Em 1990, em Olhão, só havia uma escola preparatória entre o 5º ano e o 9ºano, eu tive turmas de 32 alunos numa sala de aula. Sempre existiu alunos com maior dificuldade e outros com menor. Vim depois para o 10º ano e tinha turmas de 28 alunos e não existia assim tanto insucesso escolar.

Os meus pais quando andaram à escola no tempo do Salazar tinham turmas de 30 alunos na primária.

Quanto ao PS, o Seguro tem tantas soluções para a crise que teve que ir buscar a publicidade da Zon. :lol: O PS quer é tachos e está com vontade para levar o país à falência. Aqueles, que mostram-se muito indignados com estas medidas são aqueles que ganham cerca de 1500 euros ou mais por mês, não é aqueles que ganham o salário mínimo ou menos.

Existe uma linha que nos separa da salvação e da falência.

Quanto às manifestações não faço intenções de ir a nenhuma, estou marimbando-me para manifestações com partidinhos e sindicatoszitos da treta. Eu acho engraçado, é fazerem manifestações a gritarem Troika para fora do país, se a Troika for embora não há ninguém que nos vai emprestar o dinheiro e aí não haverá salários para ninguém, é isso que defende a esquerda, os sindicatos.
 
Olha, pensei que a queda do PSD seria CATASTRÓFICA!
Como é óbvio, na próxima semana poderá ser pior...ou não!


Com "supostos" aldrabões que nos deixaram o país na miséria, os senhores do PS ainda tem muitos partidários e seguidores...estou nas nuvens.:trovao:

Bem, isto está agradavelmente quente. Só tenho pena que amanhã o "NADINE" não atinja em cheio o país para arrefecer muitas cabeças por aí.


Os funcionários públicos ficaram sem subsídio de férias e 13º mês este ano.
Indignação contida dos funcionários públicos e muitas laudes de regozijo dos média e dos "fazedores de opinião".

Agora que alguma "igualdade" vai ser reposta - corte de apenas 1 subsídio para os funcionários do estado e corte de apenas 1 subsídio aos privados - eis que cai uma BOMBA no país, saem os lobos da toca, tocam cornetas a despertar as tropas e vamos á luta que se faz tarde...Afinal com os males dos funcionários do estado, a maioria pode bem. Mas nas mesmas condições desses já tudo parece tão diferente.:sono:

Quando se cortam funcionários dependentes do estado (professores, médicos, enfermeiros e outro pessoal com mais elevados rendimentos - uns mais que outros...), quando finalmente se vão subir sensivelmente os impostos sobre bens de luxo e ordenados milionários, bem como ao tão propalado "capital", afinal há cortes ou não há cortes tão solicitados pela esmagadora maioria da população?

PPP´s saberemos no próximo ano, fundações e institutos públicos verão reduzidos\cortados os seus rendimentos obtidos do estado. A parque escolar levou travão. Noutras âreas veremos se há novidades...
Não há cortes na despesa? Se calhar não há suficientes como pede a população.


Falta é o exemplo: reduzir os salários e corte profundo nas regalias dos políticos do estado central e do poder local.
Quando assim for, a população aceitará de outra forma os cortes atuais.
Parece-me que o grande erro é precisamente aqui: no exemplo. E vejo, com muita tristeza minha, que nenhuma voz dos partidos da coligação PSD\CDS, do PS, do PCP ou do BE, se levantou para propor um corte efectivo nos salários dos políticos e nas suas regalias.


Actualizando, os FPs o ano passado ficaram sem o subs ferias e de natal, este ano ficam sem um deles, no outro que recebem vão ser compensados nos 12 meses mas como a taxa aumenta....resumindo ficam sem os mesmos 2 e em certos casos com 2 e meio de corte:eek:
 
Os funcionários públicos ficaram sem subsídio de férias e 13º mês este ano.
Indignação contida dos funcionários públicos e muitas laudes de regozijo dos média e dos "fazedores de opinião".
Agora que alguma "igualdade" vai ser reposta - corte de apenas 1 subsídio para os funcionários do estado e corte de apenas 1 subsídio aos privados - eis que cai uma BOMBA no país, saem os lobos da toca, tocam cornetas a despertar as tropas e vamos á luta que se faz tarde...Afinal com os males dos funcionários do estado, a maioria pode bem. Mas nas mesmas condições desses já tudo parece tão diferente.:sono:

Quem está endividado é o Estado, pelo que a lógica passa por tentar reduzir os gastos do Estado. Logo, se o Estado tem que poupar, é natural que tente baixar os seus custos com pessoal, tal como as empresas em dificuldades o fazem. Seria justo os funcionários do Estado levarem cortes nos salários para salvarem empresas privadas em dificuldades?
 
Quem está endividado é o Estado, pelo que a lógica passa por tentar reduzir os gastos do Estado. Logo, se o Estado tem que poupar, é natural que tente baixar os seus custos com pessoal, tal como as empresas em dificuldades o fazem. Seria justo os funcionários do Estado levarem cortes nos salários para salvarem empresas privadas em dificuldades?

Os funcionários do estado, não são funcionários públicos! Não são TCO-Trabalhadores por conta de outrem, nem TI-Trabalhadores independentes!
 
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