Olha, pensei que a queda do PSD seria CATASTRÓFICA!
Como é óbvio, na próxima semana poderá ser pior...ou não!
Com "supostos" aldrabões que nos deixaram o país na miséria, os senhores do PS ainda tem muitos partidários e seguidores...estou nas nuvens.
Bem, isto está agradavelmente quente. Só tenho pena que amanhã o "NADINE" não atinja em cheio o país para arrefecer muitas cabeças por aí.
Os funcionários públicos ficaram sem subsídio de férias e 13º mês este ano.
Indignação contida dos funcionários públicos e muitas laudes de regozijo dos média e dos "fazedores de opinião".
Agora que alguma "igualdade" vai ser reposta - corte de apenas 1 subsídio para os funcionários do estado e corte de apenas 1 subsídio aos privados - eis que cai uma BOMBA no país, saem os lobos da toca, tocam cornetas a despertar as tropas e vamos á luta que se faz tarde...Afinal com os males dos funcionários do estado, a maioria pode bem. Mas nas mesmas condições desses já tudo parece tão diferente.
Quando se cortam funcionários dependentes do estado (professores, médicos, enfermeiros e outro pessoal com mais elevados rendimentos - uns mais que outros...), quando finalmente se vão subir sensivelmente os impostos sobre bens de luxo e ordenados milionários, bem como ao tão propalado "capital",
afinal há cortes ou não há cortes tão solicitados pela esmagadora maioria da população?
PPP´s saberemos no próximo ano, fundações e institutos públicos verão reduzidos\cortados os seus rendimentos obtidos do estado. A parque escolar levou travão. Noutras âreas veremos se há novidades...
Não há cortes na despesa? Se calhar não há suficientes como pede a população.
Falta é o exemplo: reduzir os salários e corte profundo nas regalias dos políticos do estado central e do poder local.
Quando assim for, a população aceitará de outra forma os cortes atuais.
Parece-me que o grande erro é precisamente aqui:
no exemplo. E vejo, com muita tristeza minha, que nenhuma voz dos partidos da coligação PSD\CDS, do PS, do PCP ou do BE, se levantou para propor um corte efectivo nos salários dos políticos e nas suas regalias.