O Estado do País

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Não há de ser a câmara algarvia mais endividada os padrinhos pagam a àgua ao preço que pagam os mais necessitados. O PS no seu melhor.



O Francisco Leal diz que o governo está a gozar com os olhanenses tem muita piada este senhor, este senhor devia estar calado que nem a Feira que há muitos séculos ele fez porque não paga aos fornecedores. Indignados e revoltados estão os olhanenses com está política desastrosa há mais de 20 anos em Olhão. :angry::mad:

A julgar pela 1ª noticia, suponho que a camara seja do PS, mas tambem a noticia diz que por parte do PSD "Pela parte do PSD, o presidente da concelhia, Pedro Xavier, diz que não tem comentários a fazer sobre esta matéria específica."
Parece-me ser como o governo tapam-se uns aos outros;)
 
Os desastres de Olhão são estes:

-o centro histórico da antiga vila, único em todo o mundo pela sua arquitectura, está ao abandono e cada vez mais descaracterizado. Todos os anos são demolidas belas moradias oitocentistas ou do príncipio do século passado, para dar lugar a mamarrachos. Os palacetes das ruas que circundavam o centro, acima da linha de caminho de ferro, desapareceram quase todos. As fábricas, que poderiam ter sido aproveitadas para habitação, dando lugar a projectos de arquitectura interessantes, como se faz em Itália, foram demolidas. Hoje Olhão não passa de uma cidade de Terceiro Mundo em termos arquitectónicos.

- O desaparecimento de muita da indústria que existia na cidade.

- O abandono da agricultura por todo o concelho.

- A transformação de Olhão num dormitório de Faro e a perda de identidade da população.

Quem tem a culpa? Pelo menos boa parte das responsabilidades pertencem a quem está na Câmara há décadas...
 
Numa democracia os deputados devem representar a população, mas isso não acontece em Portugal. A nossa assembleia não representa o país, e é por isso que ninguém se revê nela. O nosso parlamento representa apenas as direcções partidárias. O número de deputados é totalmente irrelevante, tanto podiam ser 50 como 500 que continuariam a não representar nada para além daqueles que os colocam nas listas. Os deputados só vão realmente representar o povo quando passarem a ser escolhidos pelo povo, ou seja, cada eleitor tem de saber que deputado está a escolher com o seu voto. Para que isso possa acontecer esta lei eleitoral tem de ser alterada.

Concordo! Mas tem de haver mais pressão popular e mediática para que as direcções dos partidos aceitem a mudança.
 
Pagar ginásio com o fantástico clima que temos. Correr 1 hora a olhar para uma parede. Só tem interesse nalgumas máquinas ou nos pesos...

A mim interessa-me a piscina e também as máquinas. Por isso frequento.

Para quem quer apenas correr ou fazer bicicleta não compensa. Basta correr meia hora na rua ou fazer uma hora de bicicleta, e fazer os exercícios de força ou de flexibilidade em casa. A Sport Zone vende já material de treino a bons preços e não fica caro comprar o básico, num instante se poupa o investimento não indo ao ginásio. Uma bola de abdominais, um tapete e alguns pesos é suficiente.

Mas também há a questão do auto-controlo. Conheço muita gente que anda num ginásio porque em casa não se sentem motivados para fazer exercício. Por isso frequentam aulas no ginásio, aquelas de RPM, Bodybump, pilates, etc.
 
Empresa de que Passos foi gestor dominou fundo gerido por Relvas

A Tecnoforma, uma empresa de que Passos Coelho foi consultor e administrador, dominou por completo, na região Centro, um programa de formação profissional destinado a funcionários das autarquias que era tutelado por Miguel Relvas, então Secretário de Estado da Administração Local

Os números são esmagadores: só em 2003, 82% do valor das candidaturas aprovadas a empresas privadas na região Centro, no quadro do programa Foral, coube à Tecnoforma. E entre 2002 e 2004, 63% do número de projectos aprovados a privados pelos responsáveis desse programa pertenciam à mesma empresa.

Ao nível do país, no mesmo período, 26% das candidaturas privadas que foram viabilizadas foram também subscritas pela Tecnoforma.

Miguel Relvas era então o responsável político pelo programa, na qualidade de secretário de Estado da Administração Local de Durão Barroso, Paulo Pereira Coelho era o seu gestor na região Centro, Pedro Passos Coelho era consultor da Tecnoforma, João Luís Gonçalves era sócio e administrador da empresa, António Silva era seu director comercial e vereador da Câmara de Mangualde. Em comum todos tinham o facto de terem sido destacados dirigentes da JSD e, parte deles, deputados do PSD.

O programa Foral foi lançado por António Guterres em 2001, com dinheiro do Fundo Social Europeu e do Estado português. E ao longo dos cerca de seis anos da sua execução absorveu cerca de 100 milhões de euros.

Os principais beneficiários foram, de longe, os 278 municípios do Continente, numerosas juntas de freguesia, associações de municípios, empresas municipais, sindicatos, associações profissionais e outras entidades sem fins lucrativos.

As empresas privadas que actuam no mercado da formação profissional, e que ao tempo eram alguns milhares, também podiam apresentar candidaturas – com base em protocolos previamente celebrados com as autarquias – mas a sua parte no bolo global foi sempre diminuta. Foi nesse contexto, o das empresas privadas, que a Tecnoforma conseguiu a parte de leão do negócio.

Favorecimento? "Um absurdo", diz Passos Coelho

Tanto Passos Coelho, como Miguel Relvas e os actuais e antigos responsáveis da Tecnoforma negam que esta tenha beneficiado de alguma espécie de favorecimento devido às ligações políticas existentes entre os intervenientes.

Passos Coelho disse mesmo ao PÚBLICO, que essa ideia é um “absurdo”. E o presidente do Conselho de Administração da empresa, um empresário que já desempenhava essas funções entre 2002 e 2004, garante que até “já perdeu contratos por dizerem que a Tecnoforma é do Passos Coelho”.

O actual primeiro-ministro, que assegura nunca ter sido accionista da empresa, omite, porém, nos seus currículos que foi administrador desta entre 2005 e 2007. Ao PÚBLICO garantiu várias vezes que se desligou dela em 2004, admitindo que a tinha gerido por um “período não muito longo” em 2003 e 2004. No entanto, em 2007 ainda geria a empresa. Em Agosto passado ainda estava em vigor uma procuração dos seus donos que lhe permitia administrá-la.

Confrontado com esses factos, Passos Coelho manifestou-se extremamente surpreendido, afirmando, depois de os confirmar, que se tratava de um “engano” seu.

Procuração revogada em Agosto de 2012

Quanto à procuração, considerou também um “absurdo” o facto de ela não ter sido revogada, como disse ter pedido expressamente à empresa. No dia 29 de Agosto passado, depois de Passos Coelho ser questionado pelo PÚBLICO sobre o assunto, a procuração foi formalmente revogada pela Tecnoforma.

A eventualidade de uma empresa a que Passos Coelho esteve ligado ter sido favorecida no quadro do programa Foral foi sugerida em Junho por Helena Roseta, antiga presidente da Ordem dos Arquitectos.

A actual vereadora da Câmara de Lisboa disse na televisão não se lembrar do nome da empresa, mas garantiu que Miguel Relvas lhe propôs um acordo, quando era secretário de Estado da Administração Local, com o objectivo de a Ordem se candidatar a um programa de formação destinado aos seus membros com dinheiro do Foral.

A condição, disse Helena Roseta, era a de esse programa ser depois subcontratado a “uma empresa do dr. Passos Coelho”. A arquitecta garantiu que rejeitou de imediato a proposta. Miguel Relvas que, tal como Passos Coelho não comentou na altura o assunto, fez saber depois que apresentou uma queixa em tribunal, por difamação, contra Helena Roseta.

http://publico.pt/Política/empresa-de-que-passos-foi-gestor-dominou-fundo-gerido-por-relvas-1566221?p=2
 
Estado paga torneio de golfe a deputados e não só

Associação dos ex-deputados e grupo desportivo receberam 286 mil euros do Orçamento da Assembleia da República nos últimos cinco anos

Saiu do orçamento da Assembleia da República dinheiro para financiar, este ano, um torneio de golfe para deputados, na Quinta da Marinha, entre 11 e 13 de julho.

Segundo o jornal «i», a Associação dos ex-deputados do Parlamento (AEDAR) e o Grupo Desportivo receberam à volta de 286 mil euros do orçamento da Assembleia da República nos últimos cinco anos.

Só em 2012, a primeira encaixou 42,5 mil euros vindos do Estado e a segunda outros 15,2 mil euros.

No caso do torneio de golfe, «cuja organização foi da inteira responsabilidade» do grupo desportivo, «a AR teve como custos diretos a oferta, como é tradicional em todos os parlamentos, do jantar de encerramento e de alguns prémios institucionais simbólicos». O Parlamento não divulgou, segundo o mesmo jornal, quais os valores em causa.

A associação dos ex-deputados conta com 370 inscritos, que pagam uma quota anual de 50 euros, pelo que a AEDAR consegue arrecadar, sem ajuda do Estado, 18.500 euros por ano.

Um montante que se destina também a custear o gabinete que a associação possui na assembleia, com uma funcionária a tempo inteiro e um técnico de contas, para além de apoiar antigos deputados com reformas baixas.

Fonte: Agencia financeira
 
Poderá começar a ser aplicada a taxa Tobin sobre as transacções financeiras na maior parte dos países europeus. Depende porque a maior parte dos governos são neoliberais. Pelo menos existe acordo. Londres, centro da batota financeira, como sempre fica de fora.

0,1% sobre operações de compra e venda de acções.
0,01% sobre produtos financeiros derivados.

A piada é que a economia real (acções) é tributada 10x mais que a economia fictícia (fundos e fundos de fundos, seguros, etc)...:D

Os especuladores são uma distorção do mercado e não podem ser beneficiados.
 
A piada é que a economia real (acções) é tributada 10x mais que a economia fictícia (fundos e fundos de fundos, seguros, etc)...:D

O problema está na origem (fiscal) dos fundos.

Mas como é óbvio o dilema das off shore é resolvido com a retirada dos poderes nacionais na CE, ou seja, uma CE com poder suficiente para qualquer capital ter de optar por ter como sede "dentro ou fora".

Isso significa praticamente a perda de qualquer poder de decisão em assuntos económicos (e não só) regionais de Portugal.
 
"É o maior despedimento colectivo"

Arménio Carlos (CGTP) segundo a redução de contratados no sector público para o ano de 2013.


Como não gosto dos políticos por adulterarem frases de modo a hipnotizarem o povo à sua verdade, aqui está o "chefe" do maior sindicato português a fazer exactamente o mesmo.

No mínimo vergonhoso.
 
Empresa de que Passos foi gestor dominou fundo gerido por Relvas



Pura siccome un angelo
Iddio mi die' una figlia;
Se Alfredo nega riedere
In seno alla famiglia,
L'amato e amante giovane,
Cui sposa andar dovea,
Or si ricusa al vincolo
Che lieti ne rendea
Deh, non mutate in triboli
Le rose dell'amor.
Ai preghi miei resistere
Non voglia il vostro cor.
 
Editado por um moderador:
Pensamento do ano

QUANDO OS SÓCRATES FOREM APENAS FILÓSOFOS;
OS ALEGRES APENAS CRIANÇAS;
OS CAVACOS APENAS INSTRUMENTOS MUSICAIS;
OS PASSOS APENAS OS DE DANÇA;
OS LOUÇÃS APENAS ERROS ORTOGRÁFICOS;
OS JERÓNIMOS APENAS MONUMENTOS NACIONAIS
OS JARDINS LOCAIS DE LAZER
E PORTAS SÓ AS DE ABRIR E FECHAR...

... VOLTAREMOS A SER FELIZES.

;)
Ai os políticos, os políticos...
 
... os comentarios dos que defendem estes politicos:lol:
O que é que o meu caro User propoe? :huh:
Que venha governar o Bloco de Esquerda (acho que a queda do muro de Berlim mostrou o fracasso dessas ideologias) ou que se vote na extrema direita (a História exemplifica o que aconteceu na Alemanha antes e durante Hitler)? Talvez a anarquia ...? Que lhe parece???? A mesma questão coloco a outros Users como o Sr. Agreste.
 
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