Serão mais que 5 ou 6 certamente.....
Não creio... aquelas que referes deixariam de ser fundações e passariam a ser IPSS's. E mesmo as IPSS's deveriam ter controlo apertado...
Serão mais que 5 ou 6 certamente.....
no mundo da lua
Quando António José Seguro chefiar o próximo governo de maioria absoluta do Partido Socialista municiará os seus ministérios de fotocopiadores de última geração, com os quais fabricará os euros necessários para pagar as reformas dos pensionistas, os salários da função pública, os encargos com o Serviço Nacional de Saúde, as Universidades e os Politécnicos, as reformas do património do estado, a construção de novas escolas, tribunais e esquadras da polícia, os custos com as Forças Armadas, e, claro está, as subvenções à Fundação Mário Soares que, nessa altura, espera-se terem já igualado, ou desejavelmente ultrapassado, os valores anteriores aos do orçamento de 2013.
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Só assim se entende que Seguro pretenda governar com o Estado Social da Constituição de 75, como nos tem vindo a afiançar. No meio disto, o líder socialista ainda não percebeu que o modelo traçado por esse arcaico documento já não existe: implodiu, pelas suas contradições intrínsecas e pela ajuda entusiástica que o seu próprio partido deu para o enterrar bem fundo, nos consulados de António Guterres e de José Sócrates. De certo modo, somos todos devedores deste gesto involuntário do PS, de que resultou a aceleração do fim de um modo de vida nefasto e inevitavelmente condenado a prazo. Imagino que, mesmo que Seguro chegue ao poder com as convicções que nos tem vindo a descrever, não chegará para ressuscitar o morto. Até porque, que se saiba, embora viva mais no mundo da lua do que neste, ainda ninguém lhe descobriu dotes espíritas.
link: http://blasfemias.net/2012/10/31/no-mundo-da-lua/
O “Interessante” Rasto Do Halloween Nas Minhas Paragens
Posted by Paulo Guinote
Pela madrugada, uns jovens com um conceito particular de doce ou travessura, andaram a vandalizar os eco-pontos, fazendo um ligeiro upgrade em relação ao que é habitual em muitas noites sem aulas no dia seguinte ou apenas quando lhes dá vontade, e que passa por estragar canteiros, defecar e urinar nas traseiras de casas alheias, fumar os seus charritos enquanto dizem aos papás que vão passear o cão, ouvir música em (relativos) altos berros nos telemóveis, discutir dilemas juvenis e tardo-juvenis para que toda a gente em redor possa ouvir.
Quando confrontados, ofendem como lhes dá na gana, achando que o número os protege e intimidam com ameaças de danificar a propriedade alheia, ou acabam por fugir quando, por fim percebem estar a ser fotografados para a posteridade.
É verdade que não se trata de um único grupo mas de vários, alguns deles fui observando ao longo dos tempos evoluindo do fim da infância para o fim do Secundário, o início do desemprego ou, no caso de alguns grupinhos mais favorecidos, para o que passará por ser Ensino Superior.
Nem todos são descamisados ou pequenos marginais, em potência ou já em efectividade de funções. Não são poucos os que apenas são filhos de famílias que não estão para aturá-los e os preferem ver pelas costas até á hora que eles entendem voltar para casa deixando rasto de ruído, lixo e pequena destruição por onde passam e estacionam, mais alcoolizados ou menos inebriados por umas fumaças aditivadas que suportam apenas ao custo de muita escarradela e alguma tosse.
Nos momentos mais giros, arrancam as plantas dos canteiros, partem as garrafas no empedrado ou na estrada, falam aos berros uns com os outros com uma riqueza de palavrões que não escolhe género, sendo a estridência das meninas equiparável à grunhice dos meninos, procuram vandalizar equipamentos públicos ou tentam acrobacias próprias de símios, algo que foi muito notório em algumas noites de Verão em que os papás e mamãs estavam fora ou, estando dentro, tinham mais do que fazer do que verificar o que a sua prole fazia nas redondezas. Bem… no caso de se preocuparem minimamente porque em muitos casos, quando os crianços andam lavadinhos pela manhã e se lhes faça algum reparo, respondem que é próprio da idade e já todos fizemos o mesmo, que é o argumento típico da desresponsabilização parental.
Bem como o argumento do sempre foi assim nos remeter para – e talvez seja apropriado – uma estabilização dos comportamentos por altura dos neandertais.
E há sempre o canónico, sacramental, não foi o meu(minha) filho(a). Claro, que a culpa é sempre dos outros, tadinhos do Bruninho ou da Catiazinha. Que no outro dia eram dois irmãos aos berros, que ela ia telefonar à mãe e vou dizer-lhe que estás a fumar droga, só porque ele não a queria partilhar.
Mas, por acaso, não, não andei a subir aos candeeiros para tentar partir os globos de vidro para apagar a luz e ficar a zona em penumbra.
Claro que num país crescentemente disfuncional em meios e valores, tudo se passa sem especiais consequências. As autoridades policiais queixam-se, justamente, de falta de meios mas, quando aparecem e para evitar chatices, ligam a sirene e as luzes para que todos possam desaparecer das zonas visíveis e percorrem duas ruas e, quase sempre, desaparecem em poucos minutos deixando tudo na mesma. Consideram que estas coisas são menores, não valendo a pena burocracias e discussões. Os lesados pelos actos de pequeno ou médio vandalismo, receando represálias dos grupos mais complicados, preferem fingir que não vêem ou ouvem ou, quando saem da apatia por um momento, recuam logo a seguir, perante ameaças e ofensas. Os comerciantes preferem mesmo o silêncio pois acabam com material partido, dejectos à entrada dos estabelecimentos e outros mimos assim. E instala-se o silêncio, amedrontado por pivetes de 3ª ordem.
Mesmo quando tudo se passa à luz do dia, seja o consumo, o tráfico ou apenas o vómito ou o wc onde dá vontade fazer, reagindo à necessidade do momento, não interessando onde se está (sim, o menino da camisola amarela…).
Restam uns quantos palermas que ainda tentam extrair um pouco de sentido da vida em sociedade e que, mesmo que de forma irregular, vão documentando o crescimento destes simpáticos seres humanos que certamente se tornarão adultos muito responsáveis e progenitores de descendência que descomprovará a teoria da evolução como eles próprios já o fazem à saciedade.
Quanto a mim, já me preocupo quase só em manter um perímetro de algum conforto visual e auditivo e agradeço ao meu bom senso não dar aulas perto de casa, porque assim não tenho de me cruzar com estes seres dentro de quatro paredes, nem – há que ser sincero – com alguns dos seus demissionários encarregados de educação, mais preocupados com a pose de esplanada. A apatia que vejo perante estes actos, repetidos, semanas após semana, ao longo dos meses, com esta ou aquela intermitência, já me moeu mais o neurónio. Agora apenas desejo que quem tolera um dia se arrependa e que quem permite que a sua linhagem faça estas figuras um dia acabe por ter de ir a uma esquadra.
Um dia, em que ostensivamente estava a fotografá-los começaram a gritar que eu não podia fazer isso, que era proibido e que se iam queixar à polícia (dos direitos todos têm uma imensa, mesmo desmesurada) consciência. Agradeci-lhes e perguntei se precisavam de telemóvel e do número, pois que eu percebesse estavam em local público a fazer uma bela m€rd@, algo que eu estava a registar e que sempre poderia servir-lhes de prova para mostrar em casa.
Quanto ao resto, enfim, tudo corresponde ou ao meu intolerante envelhecimento ou a um estado de progressiva degenerescência dos usos e costumes de um país governados por patetas ignorantes, assessorados por gente de condomínio privado e mandados por ulricos, doces e salgados.
Nota final: os serviços camarários revelaram-se os únicos eficazes nesta matéria. A meio da manhã apareceram e removeram a porcaria feita por quem não faz isto por qualquer desagregação ou desestruturação familiar, mas apenas por pulverização completa de noções de civilidade, em particular de quem teria como função transmiti-las aos seus filhos. Mas… em boa verdade andam mais ocupados com aipódes e a passear os canídeos que fazem o mesmo que os filhos, quase nos mesmos sítios. De ser do reconhecimento do cheiro…
Bagão Félix diz-se «envorgonhado» por ser a troika a decidir os cortesE tem toda a razão. E também se devia envergonhar que mesmo nem com duas intervenções do FMI, com uma divida pública estratosferica, um crescimento miserável e novamente na bancarrota e com uma nova intervenção do FMI ainda sontinuemos a fantasiar com o “sustentabilidade do estado social”. Eu tenho vergonha que tenham que vir alguém de fora a impor-nos a disciplina orçamental e a redução do estado uma vez que em quase 40 anos, os nosso governantes – entre os quais se inclui o Dr. Bagão Félix, tenha preferido continuar a alimentar o “monstro” e a “chutar” o problema para a frente. A vergonha do Dr. Bagão Félix justifica-se perfeitamente.
link: http://networkedblogs.com/EfKVp
A salvação de Portugal é inconstitucional
Pedro Passos Coelho levou um ano e meio para descobrir que o Estado português precisa de ser refundado. Tão demorada descoberta denota algumas dificuldades de aprendizagem, mas não vamos ser picuinhas: mais vale tarde do que nunca.
Se esta não for mais uma daquelas intenções que é apresentada quando o Sol nasce e retirada quando o Sol se põe, talvez o Governo possa finalmente pôr em prática o temível liberalismo de que tem tanta fama e tão pouco proveito. E se Passos Coelho quiser mesmo ser sério, só há um sítio por onde começar: a revisão da Constituição.
Nós temos uma Constituição velha, palavrosa, programática e escandalosamente socialista. São 211 mil caracteres de infinitas regulações e incumbências absurdas para um Estado do século XXI, cheios de coisas que tresandam a PREC como "eliminar os latifúndios e reordenar o minifúndio" (artigo 81º, alínea h). Além da linguagem tipicamente marxista – só a expressão "meios de produção" aparece 22 vezes –, a Constituição Portuguesa tem inscrita nela obrigações tão bizarras quanto… o combate à toxicodependência! Já agora, porque não à osteoporose ou ao cancro da próstata?
Nada disto faz qualquer sentido. Os Estados Unidos são um país 30 vezes maior do que Portugal em população e 100 vezes maior em termos de área, e, no entanto, a sua Constituição – eterno exemplo de eficácia e inspiração – é oito vezes mais pequena. Porquê? Porque se limita a enunciar os princípios fundamentais do país e a organização básica do Estado. Nós, pelo contrário, somos tão exaustivos que o resultado só poderia ser este: em 2012, a viabilidade de Portugal é claramente inconstitucional.
link: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/a-salvacao-de-portugal-e-inconstitucional
A vergonha.


PS diz que Álvaro é o "exterminador implacável" do emprego
O ministro revelou hoje que cerca de 100 pessoas já acumulam subsídio e salário.
Cerca de "uma centena" de desempregados já estão abrangidos pela medida que permite acumular parte do subsídio de desemprego com um emprego a tempo inteiro que pague um salário inferior ao valor da prestação.
O dado foi divulgado hoje pelo ministro da Economia na audição sobre o Orçamento do Estado. Santos Pereira referiu ainda que a medida que permite o reembolso da TSU para empresas que contratem jovens desempregados já originou 545 ofertas de emprego, entre Março e 4 de Novembro, permitindo 245 colocações efectivas. Já os estágios profissionais abrangeram 628 jovens.
Por seu turno, a medida Estímulo 2012, que permite subsidiar parte do salário oferecido pelas empresas no caso de novas contratações, originou, entre Fevereiro e 4 de Novembro, 13 mil ofertas de emprego e 8.288 colocações efectivas. Santos Pereira garante que 36% destes postos não teriam sido criados sem este apoio e sublinhou que 2708 empresas colocaram, pela primeira vez, uma oferta de emprego no Instituto do Emprego e Formação Profissional.
Os resultados apresentados pelo ministro da Economia não livraram o Governo das críticas da oposição. O deputado socialista Nuno Sá afirmou mesmo que Santos Pereira é o "exterminador implacável" do emprego, salientando que há 17 portugueses desempregados por hora.
O PS acusou o Governo de destruir quase 285 mil postos de trabalho e salientou que nunca um ministro "pulverizou tantos empregos". "É um verdadeiro exterminador", referiu o deputado.
Fonte: DE