O Estado do País

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Os 12 mil milhões não são uma "perda" mas sim um "não ganho". Pode parecer um pormenor, mas é muito relevante. Ninguém tira ao Estado aquilo que é do Estado, apenas alguns deixam de dar ao Estado aquilo que não lhe (ao Estado) pertence.
Se um ladrão entrar em minha casa com o intuito de me roubar 20% do meu património, e só levar 15%, o ladrão não "perdeu" 5% do meu património, deixou foi de ganhá-lo. Mesmo que depois diga que o produto do roubo era para ajudar os pobrezinhos, fazer uma estrada, pagar ordenados da "família ferroviária" de grevistas (295 dias de greve num ano) ou nacionalizar um banco falido.


É a tua opinião...mas os mapas complementam-se e relatam a verdade, agora se alguem quer mais "estado" não há muitas razões para o exigir, somos e temos o que merecemos;)
Agora se há desgoverno dos nossos governos, a minha opinião é a mesma que a tua, mas simplesmente é porque o povinho gosta da dupla alternancia;), gostamos de ser enganados;)
 
É a tua opinião...mas os mapas complementam-se e relatam a verdade, agora se alguem quer mais "estado" não há muitas razões para o exigir, somos e temos o que merecemos;)
Agora se há desgoverno dos nossos governos, a minha opinião é a mesma que a tua, mas simplesmente é porque o povinho gosta da dupla alternancia;), gostamos de ser enganados;)

Com impostos mais baixos provavelmente... a fuga seria menor.
 
Eu como algarvio, acho que o sistema intermunicipal das Águas do Algarve, foi a melhor coisa dos últimos 20 anos que aconteceu no Algarve. Quando a água era proveniente dos furos, a água era calcária e sabia mal para caraças. Para mais, estragava tudo, esquentadores, torneiras, máquinas de lavar era sempre um gastar de dinheiro devido ao calcário da água. Aliás, a água nunca devia ser paga às câmaras, mas sim às Águas do Algarve. Agora, nós andamos a pagar na água, impostos escondidos para as câmaras e que fazem subir o preço da água, do resíduos sólidos e do saneamento. Mas a dívida que as câmaras municipais têem ás Águas do Algarve não pára de subir, para onde vai o dinheiro que os munícipes pagam à câmara da água.

Enquanto, as câmaras continuarem a roubar e não pagarem as suas dívidas nada se resolve e se as Águas de Portugal tivessem rins deixavam de fornecer a água, às câmaras incumpridoras, aí sim talvez as coisas mudassem.
 
Eu como algarvio, acho que o sistema intermunicipal das Águas do Algarve, foi a melhor coisa dos últimos 20 anos que aconteceu no Algarve. Quando a água era proveniente dos furos, a água era calcária e sabia mal para caraças. Para mais, estragava tudo, esquentadores, torneiras, máquinas de lavar era sempre um gastar de dinheiro devido ao calcário da água. Aliás, a água nunca devia ser paga às câmaras, mas sim às Águas do Algarve. Agora, nós andamos a pagar na água, impostos escondidos para as câmaras e que fazem subir o preço da água, do resíduos sólidos e do saneamento. Mas a dívida que as câmaras municipais têem ás Águas do Algarve não pára de subir, para onde vai o dinheiro que os munícipes pagam à câmara da água.

Enquanto, as câmaras continuarem a roubar e não pagarem as suas dívidas nada se resolve e se as Águas de Portugal tivessem rins deixavam de fornecer a água, às câmaras incumpridoras, aí sim talvez as coisas mudassem.

Já vivi no concelho do Porto e a água era duas vezes mais barata que no concelho da Maia onde resido actualmente. A água na Maia é caríssima, a última factura veio de 60 euros para 20 m3 (3 pessoas). Toda a gente se queixa do preço da água no concelho da Maia. Não percebo estas diferenças, mas talves seja a boa gestão de Rui Rio que faz toda a diferença!
 
Uma estimativa de -2% de crescimento destrói quantos postos de trabalho? :D

E será que os 4 mil milhões de euros estimam -2% de crescimento? :eek:

Não estarão a esconder-nos coisas? :cool:
 
Agreste, empresas como a HP, Microsoft, Apple, Google, Facebook, e milhares de outras; em Portugal nunca teriam hipótese de nascerem em pequenas garagens como estas nasceram.

Usaram os paraísos fiscais para ganharem estrutura financeira e escapar ao financiamento bancário que também usa os paraísos fiscais.

Depois de estruturadas usam os paraísos fiscais para roubar países e multiplicarem as receitas.

Como não gosto de ser roubado ou pagam os impostos que lhes corresponde pagar para baixarem os impostos de todos ou mais vale que fechem a porta.
 
Vais começar a insultar como das outras 3 vezes anteriores é? :D

Estas empresas actualmente roubam países. Fazem planeamento fiscal agressivo que é crime.
 
Afinal não nos estão a esconder nada. As medidas de último recurso vão avançar já no início da execução orçamental. Este incompetente chamado Vítor Gaspar está a preparar a demissão e o "partido" vai ejectar-se da cadeira do poder em pleno voo.

"Temos de ter particular cuidado com a execução orçamental este ano e vamos ter de executar medidas que guardámos como reserva para o caso de se verificarem dificuldades orçamentais", disse Vítor Gaspar, perante militantes e simpatizantes do PSD.
 
Aqui temos uma empresa que da carolice e força de vontade na Universidade de Aveiro o já com tanto sucesso SAPO. O Sapo foi um Case study a nível Europeu pelo sucesso, à nossa pequenina escala de Portugal ainda com alguns tiques de analfabetismo cresceu. Mas Cresceu porque? com ajuda de grandes grupos económicos como a PT. O mesmo se passou nessas nos E.U.A, foram imediatamente absorvidas por grandes grupos, caso contrário pouco mais sairiam da garagem.
 
O problema das empresas (privadas) portuguesas é a grande confusão que o empresário faz entre fomentar o crescimento da dita ou do seu patrimonio particular.
 
O problema das empresas (privadas) portuguesas é a grande confusão que o empresário faz entre fomentar o crescimento da dita ou do seu patrimonio particular.

Isso também é verdade. Não concordo que um empresário que arrisque e que corra mal fique sem bens pessoais e passe pela miséria. Mas também que enquanto dá "desvie" tudo para o património familiar colocando em dificuldades acrescidas a empresa e a segurança do que nela trabalham.

Acredito que com melhor formação nas Universidades, esses empresários mais de médias empresas familiares aprendam a distinguir as coisas.
 
Isso também é verdade. Não concordo que um empresário que arrisque e que corra mal fique sem bens pessoais e passe pela miséria. Mas também que enquanto dá "desvie" tudo para o património familiar colocando em dificuldades acrescidas a empresa e a segurança do que nela trabalham.

Acredito que com melhor formação nas Universidades, esses empresários mais de médias empresas familiares aprendam a distinguir as coisas.

Boas,
Começando pelo fim, formação, hoje ser empresário é só acordar com queda para essa profissão e numa hora é empresário, e nem vou mais longe, senão daria cá exemplos que só vistos, são coisas que me escorregam nos dedos no dia a dia.
Edit: se fossem aprender nas universidades para serem empresarios, simplesmente nem se metiam, divertem-se a dar palestras bem remuneradas,em como ser bom empreendedor....isto fiz-me lembrar alguem que andou pelas TVs....
Quanto ao inicio do post, como isto vinha no seguimento dos empresarios vs empresa com sucesso no estrangeiro, em PT é conforme referi, ou a empresa vai durando, mantendo os salarios dos colaboradores por volta do SMN, inclusive o do empresario, mas este com vivenda de 400.000€ e familiares de carros de topo de gama; as empresas que não duram, pela concorrencia/mercados e afins, os familiares ficam bem a empresa e o gerente metem insolvencia;)
 
Um técnico bem preparado que faz 5 orçamentos em menos de 2 anos. E orçamentos assessorados por essa grande instituição técnica chamada IMF. :lol:

A conclusão final do Silva Pereira é bestial. Vem dentro da linha do «Relvas tem o direito de falar...»
:lol:

«Pronto, é oficial: Gaspar estatelou-se. Depois de ano e meio a teimar na sua absurda política de austeridade "além da troika", o ministro das Finanças teve de assumir o fiasco e o choque frontal com a realidade da espiral recessiva e do desemprego. Falhou nas políticas, falhou nas previsões, tinha de falhar nos resultados. Entretanto, o mal está feito: o erro de Vítor Gaspar pôs a economia em recessão profunda e atirou 250 mil portugueses para o desemprego em apenas dezoito meses.

Já em 2012, convém lembrar, Gaspar fez o Orçamento em três tentativas (o inicial e dois rectificativos) e falhou em todas. Incapaz de prever a queda abrupta da procura interna e das receitas fiscais (resultante das suas próprias medidas de austeridade), surpreendido por uma recessão e um desemprego acima do que lhe dizia o modelo académico resumido na sua folha de Excel e nos seus famosos "documentos de suporte", Vítor Gaspar deixou de conseguir disfarçar o fiasco a partir de meados do ano. Foi a evidência desse fiasco (constatada na 5ª avaliação) que forçou a "troika" a adiar para este ano a meta de redução do défice para 4,5%. Mas nem assim Vítor Gaspar conseguiu cumprir o objectivo de redução do défice. Por consequência, "transitou" para 2013 o "desvio colossal" registado na execução de 2012, tornando mais longínqua a meta do défice deste ano. Foi justamente para "resolver" esse problema que o ministro das Finanças teve a brilhante ideia do "enorme aumento de impostos", que nunca esteve previsto no Memorando inicial da "troika" e muito menos nas promessas eleitorais dos partidos da maioria.

Este ano, não foi preciso esperar tanto. Antes ainda do fim de Fevereiro, e muito antes dos dados da execução orçamental do 1º trimestre, já o ministro das Finanças, confrontado com os números da recessão e do desemprego do 4º trimestre do ano passado, teve de reconhecer que o cenário macroeconómico do Orçamento para 2013 estava de rastos: a recessão vai ser o dobro do previsto e o desemprego será ainda pior do que o estimado. O resto, já se sabe: as receitas fiscais e a despesa com subsídios de desemprego vão falhar os valores orçamentados. E Vítor Gaspar falhará outra vez a meta do défice.

Pressionado pelos factos, o Ministro das Finanças dispõe-se agora a dar o dito por não dito: já admite rever o ritmo do ajustamento; já quer alterar as metas e os calendários; já se dispõe a pedir mais tempo à "troika; já reconhece que "mais tempo" não implica mais dinheiro; já não garante o corte de quatro mil milhões de euros até 2014 e até já requereu igualdade de tratamento face à Grécia na assistência financeira. A pirueta é monumental.

Todavia, é preciso cautela. Confundir estes acertos de emergência no programa de ajustamento com uma verdadeira alteração de política seria uma precipitação e um erro grave. Bem vistas as coisas, o ministro das Finanças não anunciou até agora nada de muito diferente do que já fez no ano passado, quando as coisas deram para o torto: rever as metas do ajustamento à medida do seu fracasso. Ora, uma coisa é alterar as metas simplesmente para acomodar derrapagens e minorar as medidas adicionais de austeridade, outra bem diferente seria rever essas metas de modo a conquistar espaço para medidas de apoio ao crescimento e ao emprego. É por isso que a notícia da semana não foi a mudança de política do Governo - que está longe de estar confirmada - mas sim o reconhecimento pelo ministro das Finanças do fracasso orçamental e económico da sua política de austeridade "além da troika".

Apesar da sua obsessão ideológica, Vítor Gaspar não deixa de ser um economista bem preparado, cujos méritos ninguém põe em causa. Mas quando chegou ao Governo foi recebido com aquele ar provinciano com que alguns ainda olham para tudo o que vem de fora. Ele nem era bem português, mas um estrangeirado. O País, na sua infinita ignorância, desconhecia-o, mas o Mundo civilizado, alegadamente, venerava-o e só por distração não o tinha ainda premiado com o Nobel da Economia. Apesar de ministro, ele não era bem um político (coisa detestável) mas um "técnico" (coisa maravilhosa). E se não impressionava propriamente pelo que dizia, tinha uma característica muito marcante: falava devagar. Vinte meses depois, está confirmado: o ministro fala, realmente, devagar. Infelizmente, estatelou-se depressa.»


Manifesto o meu desapontamento também por verificar que o eminente Carlos Abreu Amorim é capaz de não ficar até ao fim do velório...

http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/abreu-amorim-vitor-gaspar-tvi24/1422865-4072.html
 
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