O Estado do País

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na educação e na saúde foi determinante o 25 de Abril
Infelizmente, no campo politico, as coisas não correram bem por culpa dos intervenientes que sempre procuram os interesses pessoais em detrimento da nação e o mais grave é que não são punidos por isso
 
na educação e na saúde foi determinante o 25 de Abril...

O 25 de abril foi determinante em várias áreas, nomeadamente na saúde e na educação como dizes.
Infelizmente, muitos dos "actores" da luta de abril foram os responsáveis pelo abandalhamento colectivo que observamos.
Nunca colocaram o bem público acima dos interesses pessoais ou de grupo.

Por isso é que temos uma classe política sanguessuga do erário público, ávida de controlar os destinos da nação. Juntemos os políticos aos militares que se agarraram ao controlo da máquina militar, por medo que o povo os possa de alguma maneira controlar...
Juntemos a estes dois grupos os juízes, sempre em bicos de pés porque se arrogam na verdade absoluta de representar os altos interesses do povo.

Temos na verdade um 25 de abril radicalmente diferente daquilo que foi o propósito na época.
Pergunto eu: faz sentido manter o 25 de abril como feriado nacional, representando actualmente apenas certas "elites" e não o verdadeiro povo?

Uma nota para o maior hipócrata das décadas recentes: MÁRIO SOARES!
Ele que tem usado a máquina de estado para o servir, da qual se serve e serve o PS...
Ele seguramente é aquele que menos faz falta nas celebrações dos ideais do 25 de abril. Uma chaga política, um exemplo de desonestidade intelectual e que nem a idade consegue apagar.

P.S.: o povo não é o povo da esquerda política. O povo somos todos nós, sem distinções ideológicas como querem fazer crer constantemente. A luta do povo é uma luta pelo reconhecimento de que todos temos de estar ao serviço dos outros. A política tem de nos servir e não ser usada para se servirem.
 
Por muito que atribuam a desgraça existente aos gastos da educação, saúde, estado social, isto não passa de puras utopias algumas demagógicas. Para os politicos encostados à direita as despesas estão intrinsecamente ligadas a tudo o que beneficie a população. Este governo teve a oportunidade de ser exemplar mas segue um rumo ruinoso.

As despesas não são o que pode beneficiar a população estas são investimentos. Despesas são, os negócios ruinosos do BPN, as despesas desnecessárias de lugares de gabinetes esvaziados de funções práticas ocupados por tecnicos sem experiencia de vida vindo das jotinhas e que alferem entre 3 e 5 mil euros. Rendas milionárias dos grandes grupos energéticos, trapalhadas dos negócios ruinosos com alguns grupos económicos em forma de Parceria Pública ou Privada. Negócios Ruinosos com capital de empresas públicas em apostas de risco. cartões de crédito a todos os quadros superiores do estado, ajudas de custos, carros, chofers. Reformas vitalicias com poucos anos em determinados lugares. outras.

Isto são despesas, como se pode pedir sacrificios ao povo, quando o próprio estado não dá o exemplo rigorosamente em nada????????? Sem se começar por aqui, toda a discussão sobre cortes perde sentido.
 
Um governo que assinou contratos ruinosos não tem salvação assim como um governo que pactua com esses contratos. A entrevista do eng Henrique Gomes na SICN, ex-secretário de estado da energia de Álvaro Santos Pereira é muito grave. Ele não disse tudo o que podia dizer mas nós percebemos tudo que ele não quis dizer. Há um conjunto de indivíduos que sequestraram as finanças públicas do Estado.

Já para não falar destes swaps sobre os empréstimos que nunca ninguém tinha ouvido falar nas empresas públicas. Não foi apenas uma contrapartida para emprestar dinheiro. Foi mesmo uma vigarice.
 
...como se pode pedir sacrificios ao povo, quando o próprio estado não dá o exemplo rigorosamente em nada????????? Sem se começar por aqui, toda a discussão sobre cortes perde sentido.

Mago, acho que se começa a acordar para o verdadeiro cerne da questão.
Os sacrifícios pedidos são válidos, mas para o povo os compreender tem de ver o exemplo daqueles que nos governam (governo e oposição, autarcas, gestores públicos e privados, etc.).
Se o estado desse o exemplo (representado à direita e esquerda no parlamento) as pessoas compreenderiam que são necessárias reformas profundas no chamado "estado social". Não necessariamente menos estado social mas melhor estado social. Se calhar com menos funcionários (mais desemprego?).

Aqui há uns tempos existiram conversas do PSD com o PS, no sentido de diminuirem o nº de deputados na assembleia no futuro. Da parte do PS parece que a vontade era pouca ou nula...
A diminuição de câmaras e juntas de freguesia, uma realidade necessária atendendo à realidade europeia, para que se gaste menos e se trabalhe melhor pelas populações, tem sido sistematicamente criticada pela esquerda. Não compreendo que aquilo que está à vista de todos (demasiado pessoal, demasiados gastos - muitos mal gastos) não possa ser colocado em prática.
Se porventura esta opção cai nesta legislatura, não acredito que a esquerda a proponha no futuro: há muitos lugares ocupados pelos "boys".

Não estou a fazer "guerra" direita vs esquerda.
O que pretendo demonstrar é que nenhum partido tem como primeira opção governar melhor, mas tão somente governar para servirem-se melhor.
E opção por arranjar lugarzinhos para amigos e familiares a expensas do parlamento é transversal a TODOS os partidos. todos tem "um rabo de fora...":mad:
 
Já para não falar destes swaps sobre os empréstimos que nunca ninguém tinha ouvido falar nas empresas públicas. Não foi apenas uma contrapartida para emprestar dinheiro. Foi mesmo uma vigarice.

Mais dinheiro para o fundo partidário e para uns quantos bolsos.
Mais um BPN?
Se assim for, vamos ter o tal chorrilho de críticas a este governo: o défice terá mais uns milharzinhos de milhões de euros - claro que a esquerda, nomeadamente aquela dos hipócritas do atual PS, lançará uma campanha majestosa contra o ministro das finanças, talvez o menos culpado disto, já que estes SWAPS vem dos governos anteriores...ainda que parte dos artífices tenham a cor deste em funções.

Haverão ainda mais (más) surpresas para adicionar divída à divída?:huh:
Esperemos que não, que aquilo que temos já é mau de mais...
 
Como é possivel com os gabinetes povoados e lotados dos "novos doutores" nada contra os jovens, apenas contra a maioria ter ocupado estes lugares à boleia da politica e juventudes partidárias, o estado com tanto recurso humano já ter gasto milhões, atenção são mais de 100 milhões apenas para este ano, gastos em estudos e pareceres, em que na maioria vão para o lixo, ou ficam obsoletos dentro de pen drives e Cds. Depois destes estudos vêm-se tomadas de posição ridicularmente tomadas em cima do joelho com uma visão miope daquilo que se deveria aplicar numa sociedade desenvolvida.

Como falei Aristocrata, não faz sentido falar-mos sequer em estado social, quando o desperdicio está mesmo dentro das próprias paredes do governo.
 
Como é possivel com os gabinetes povoados e lotados dos "novos doutores" nada contra os jovens, apenas contra a maioria ter ocupado estes lugares à boleia da politica e juventudes partidárias, o estado com tanto recurso humano já ter gasto milhões, atenção são mais de 100 milhões apenas para este ano, gastos em estudos e pareceres, em que na maioria vão para o lixo, ou ficam obsoletos dentro de pen drives e Cds. Depois destes estudos vêm-se tomadas de posição ridicularmente tomadas em cima do joelho com uma visão miope daquilo que se deveria aplicar numa sociedade desenvolvida.

Como falei Aristocrata, não faz sentido falar-mos sequer em estado social, quando o desperdicio está mesmo dentro das próprias paredes do governo.

Tem que se deixar de gastar, ou seja poupar, estruturalmente, ou seja todos os anos a partir deste, cerca de 5 500 milhões de euros para termos um défice pequeno (não nulo, apenas pequeno). Isto, sem considerar aquilo que se tem que poupar a mais para uma diminuição da carga fiscal que é obviamente necessária.

Como tal, deve-se poupar em tudo o que referes, mas não chega. Tem que se deixar de gastar tanto no Estado Social. É inevitável. E isso tem que ser discutido, de forma séria, e não aos berros, e em atitudes acriançadas como tem feito a generalidade da sociedade civil, desde alguns membros do governo, à extrema esquerda, passando pelo grupo de vergonhosos hipócritas reunidos este fim de semana num patético congresso, com algumas intervenções que já seriam infantis ditas por uma criança de 10 anos.

BPN, SWAP, e outros gastos pontuais, não interessam à discussão. São casos vergonhosos, de roubo do dinheiro dos contribuintes, mas foram gastos pontuais, que não serão repetidos nos próximos anos. Não é aí que se gerará poupança.

O Estado necessita, obviamente, de emagrecer, não há volta a dar, e terão que ser despedidos esses "doutores" de juventudes partidárias que referes, mas também vários excedentários anónimos, não há outra alternativa, não temos que ser todos nós, contribuintes, a sustentar empregos desnecessários.
 
BPN, SWAP, e outros gastos pontuais, não interessam à discussão. São casos vergonhosos, de roubo do dinheiro dos contribuintes, mas foram gastos pontuais, que não serão repetidos nos próximos anos. Não é aí que se gerará poupança.

Já para não falar no BPN outra vez, só o nome já cansa, cria um sentimento de revolta, os SWAP esta sigla que tão depressa não sairá da cabeça dos Portugueses deu num prejuizo que chegou aos 3000 milhões de euros. Planos de austeriedade? chumbos do tribunal de contas? e outros desvaneios são meros amendoins. Como não há almoços grátis a factura deste regabofe financeiro cairá sobres os mesmos. Resultado, alguém terá de levar com mais uma carga fiscal para pagar isso, ou será uns cortes na saude? na educação? O que levou à explosão económica de países como a Suiça , Países baixo e escandinavos sem que estes tivessem recursos ricos como carvão no séc. XIX? Olhando para o livro de Rondo Cameron, sobre a história económica e social, percebemos que a chave do sucesso estava numa população bem alfabetizada. Aqui segue-se o caminho da desalbafetização ou embrotecimento, também o caminho do "morrer aos cantos" com cortes na saude, o da pobreza generalizada....;)
 
a chave do sucesso estava numa população bem alfabetizada. Aqui segue-se o caminho da desalbafetização ou embrotecimento, também o caminho do "morrer aos cantos" com cortes na saude, o da pobreza generalizada....;)

Tenho de discordar contigo.

Desde que o PS assumiu o governo, que a paixão foi a educação.
Tão assolapada foi, que se queimou, torrou, dinheiro em novas escolas. Quais países nórdicos quais quê...nós temos de ter escolas melhores que eles.
Português e matemática no ensino básico? Não, temos de ter tantas disciplinas que não haverão professores no desemprego (não é importante limitar o nº de formandos na educação).
Chumbar alunos?! Mas que falta de delicadeza...passa tudo e depois vê-se no que dá. A bem dos números da alfabetização...
"Novas oportunidades"...a bem dos números da alfabetização porque os canudos são um bem precioso. Não interessa se há aquisição de conhecimentos sólidos, nomeadamente na luta contra o analfabetismo funcional: quase metade dos portugueses tem dificuldade na compreensão daquilo que lêem.
"Magalhães". Um bom exemplo de um péssimo exemplo de gestão pública dos nossos dinheiros: foi usado numa maquiavélica orquestração publicitária, porque reza a história que a sua real utilidade foi essencialmente ligada aos jogos pelos petizes e para negócios dos adultos.

Andamos a esbanjar dinheiro em utopias. Um ensino faz-se com pés e cabeça.
Os alunos hoje em dia andam ocupados em actividades educativas e formativas longas horas. Ainda trazem trabalhos para casa, que mais do que castigar os alunos, castigam os pais ocupando por vezes as reduzidas horas que tem para o convívio inter-geracional. E muitas das vezes o tempo que dispõe para as actividades lúdicas ao fim do dia, um bem precioso na infância, é-lhes retirado.

O caminho é mais e melhor educação. Disso não há dúvidas.
Mas não tenho também dúvidas que o dinheiro tem de ser melhor aplicado, para que tenhamos resultados ao nível do melhor que se vê no norte da Europa.
Temos de copiar processos se assim for necessário, mas tenhamos presente uma coisa: os meios são escassos.
 
Mas alguém me viu escrever que se deseja um ensino facilitista? Defendo uma aposta no ensino, quando se aposta no ensino de uma forma abrangente à população tem de ser tendencialmente gratuito. Sabe porque o Grâ-Bretanha e a Bélgicacom tantos recursos económicos como o carvão e outras matérias primas foi apanhanda rapidamente pela Alemanha, Suiça e Escandinavos? porque foi a ultima adoptar o Ensino Universal. Levou a que os outros países levassem a cabo politicas de divisão de trabalho espacializado e intensivo.

A questão do Magalhães, tenho exemplos bem próximos, que esse pequeno aparelho foi sem dúvida o primeiro passo para a integração da informática. Hoje alguns miudos conseguem manejar a máquina melhor que muitos adultos. Além da projecção internacional, olhe até a Politica Britânica o usa.

Politica deste governo, retirar a máquina de calcular, alterar planos curriculares em cima do joelho, uma preocupação excessiva com cortes, não é racionalizar, é mesmo cortar. Na questão das novas oportunidades, concordo que eram facilitistas, mas deveriam em vez de terminar ser reformuladas, introduzidos exames, vocacionadas para a formação e não para a atribuição de diplomas, o que fez este governo, acabou sem dar alternativas. Vejamos o que aí virá para o ensino superior....
 
Portagens: Autarca de Olhão admite interditar trânsito a pesados nas estradas municipais

O presidente da Câmara de Olhão (PS) admitiu ontem interditar o trânsito a pesados nas estradas municipais do concelho para minimizar o impacto negativo que a circulação de pesados tem na cidade, atravessada pela Estrada Nacional (EN) 125.

"A situação é gravíssima em Olhão porque quanto mais trânsito sai da Via do Infante para a EN 125, maior é a poluição atmosférica, maior é o ruído, e a vida destas pessoas tem-se vindo a tornar num inferno", afirmou aos jornalistas Francisco Leal , que hoje participou num protesto contra as portagens na Via do Infante (A22).

Segundo o autarca, a interdição não afetará os camiões que abastecem ou se dirigem às unidades industriais da cidade, aplicando-se apenas aos veículos que utilizem as estradas municipais do concelho como passagem, estando para isso previstas ações de fiscalização.

"Já que não nos ouvem, já que o secretário de Estado [dos Transportes] não nos ouve, há seis meses que temos pedida uma audiência com ele, pode ser que desta maneira façamos ouvir a nossa voz", sublinhou.

O protesto, organizado pela Comissão de Utentes da Via do Infante (CUVI) e pelo Moto Clube de Faro, juntou algumas centenas de carros e motos que durante aproximadamente uma hora percorreram dez quilómetros na EN 125, entre Faro e Olhão.

Um dos troços da EN 125 que atravessa Olhão é uma das principais avenidas da cidade, uma zona residencial onde vivem muitas centenas de famílias, afetadas diariamente pela circulação naquela estrada.

Francisco Leal criticou ainda o cancelamento da construção da variante a Olhão, que iria contribuir para desviar trânsito da cidade, argumentando que Olhão não pode "mais ser sacrificado" pelo atravessamento da EN 125.

De acordo com o socialista, a interdição significa que os condutores dos pesados que querem circular nas estradas nacionais tenham que sair em Tavira ou em Faro.

O autarca acrescentou que a medida poderá entrar em vigor nos próximos dois meses.

Na marcha lenta participaram entre 200 a 300 motos, segundo Carlos Serra, do Moto Clube de Faro, bicicletas, carros e ainda um veículo de reboque com um carro acidentado e que ostentava faixas contras as portagens.

Fonte: Região Sul

A EN125 que passa dentro de Olhão, quem faz a manutenção não é a CMO mas sim a concessionária Rotas do Algarve, ainda esta semana taparam os buracos que existiam no troço que passa dentro da cidade. Este tipo, vai proibir a passagem do trânsito pesado numa estrada nacional, mas também vindo de quem vem não estranho nada. Desde do 25 de Abril Olhão é liderada pelo PS e isso nota-se bem, que Olhão não passa de um dormitório de Faro, emprego em Olhão é uma miragem, e nem os bivalves se safam que já está interdita a apanha lá vem mais uns meses com a proibição da apanha e a ETAR poente a deitar um cheirinho bem agradável a tua zona ribeirinha de Olhão. :rolleyes: Este mesmo presidente fala que o governo desistiu da Variante de Olhão e eu até digo ainda bem, porque com as casas e os terrenos agrícolas que a variante leva à frente iam mais umas dezenas de pessoas para o desemprego. Então, se este senhor é presidente da CMO há 20 anos, ele não tem culpa nenhuma do que ele fez à cidade, a culpa é deste governo é mesmo anedótico. :lol::lol:

Quanto aos mortes na EN 125, a maior parte a culpa é dos condutores que não respeitam ninguém e é uma falta de civismo de todo o tamanho quando estão ao volante. A 125 continua a ter o mesmo trânsito, no percurso que faço diariamente não noto nem mais nem menos está completamente igual, sempre existiu filas para entrar em Faro na hora de ponta e sempre existirá, por isso, nada mudará.

Ainda, ontem de manhã, um controlo de velocidade entre Olhão e Faro e eles estavam bem atarefados a multarem o pessoal. :lol:
 
Já não tenho pachorra para ouvir o líder do PS, parece ser um papagaio falante que nada diz de jeito e já pede maioria absoluta. Se calhar, os portugueses até vão dar essa maioria absoluta ao PS, porque esquecem-se que foi o PS que conduziu o país à falência.

O PS está louco para ir para o poder, se calhar para roubarem os portugueses, como fizeram nos últimos anos, o PS quer levar o país à falência, por isso, votar no PS nunca votei e nunca votarei. Devem pensar que vão fazer diferente do que este governo está a fazer. O discurso dos 12 mil milhões de euros para a economia, faz lembrar-me os 150 mil empregos que o Sócrates prometeu, por isso, é tudo farinha do mesmo saco, e milagres ninguém os faz. O Seguro não aguentava-se no governo mais de 1 ano, tremia por todo o lado e nunca será um líder para liderar Portugal.

Este governo que corte onde tem que cortar e que acabe com o regabofe que existe em muitos sectores do estado.
 
Na região do Baixo Guadiana há as seguintes escolas C+S:

- Martinlongo
- Alcoutim
- VRSA
- Castro Marim
- Cacela
- Monte Gordo

Está à vista de toda a gente que há escolas a mais para a população residente e o número de alunos.

As escolas de Castro Marim e de Monte Gordo poderiam ser encerradas, bem como uma das escolas de Alcoutim.

As escolas com contrato de associação têm por perto, na sua maioria, alternativa na escola pública para esses alunos.

Hoje em dia pagar livros aos alunos carenciados é desnecessário. O Ministério poderia fornecer os manuais em PDF, de forma gratuita, e os alunos imprimiam à medida das necessidades.

Há milhares de alunos que entram na Universidade para passar tempo porque não estão no curso que querem. No Reino Unido isto não sucede à escala do que se passa em Portugal. Por lá as pessoas só entram quando têm nota para o que querem, nem que entrem aos 25 anos.

No Superior abundam as cadeiras com taxas de reprovação superiores a 20%. É um desperdício de dinheiro brutal e algo impensável nos EUA ou no Reino Unido. No nosso país há repetição de matérias entre cadeiras e muitas aulas para encher chouriços. Mais dinheiro desperdiçado.

Há por cá cursos com desemprego brutal que continuam sem redução de vagas ou sem encerramento de cursos e escolas superiores que os leccionam.

Nem falo das formações profissionais, que a meu ver, deveriam ser pagas pelos alunos.

Há portanto um desperdício brutal de dinheiro na Educação, e poupar não implica colocar em causa o Estado Social, como grita por aí a Esquerda.

Quanto à máquina de calcular, se eu mandasse, só seria autorizada a partir do 10.º ano. E memorizar só faz bem ao cérebro.
 
Na região do Baixo Guadiana há as seguintes escolas C+S:

- Martinlongo
- Alcoutim
- VRSA
- Castro Marim
- Cacela
- Monte Gordo

Está à vista de toda a gente que há escolas a mais para a população residente e o número de alunos.

As escolas de Castro Marim e de Monte Gordo poderiam ser encerradas, bem como uma das escolas de Alcoutim.

As escolas com contrato de associação têm por perto, na sua maioria, alternativa na escola pública para esses alunos.

Hoje em dia pagar livros aos alunos carenciados é desnecessário. O Ministério poderia fornecer os manuais em PDF, de forma gratuita, e os alunos imprimiam à medida das necessidades.

Há milhares de alunos que entram na Universidade para passar tempo porque não estão no curso que querem. No Reino Unido isto não sucede à escala do que se passa em Portugal. Por lá as pessoas só entram quando têm nota para o que querem, nem que entrem aos 25 anos.

No Superior abundam as cadeiras com taxas de reprovação superiores a 20%. É um desperdício de dinheiro brutal e algo impensável nos EUA ou no Reino Unido. No nosso país há repetição de matérias entre cadeiras e muitas aulas para encher chouriços. Mais dinheiro desperdiçado.

Há por cá cursos com desemprego brutal que continuam sem redução de vagas ou sem encerramento de cursos e escolas superiores que os leccionam.

Nem falo das formações profissionais, que a meu ver, deveriam ser pagas pelos alunos.

Há portanto um desperdício brutal de dinheiro na Educação, e poupar não implica colocar em causa o Estado Social, como grita por aí a Esquerda.

Quanto à máquina de calcular, se eu mandasse, só seria autorizada a partir do 10.º ano. E memorizar só faz bem ao cérebro.

Algumas vezes a taxa de reprovação é superior a 40%.
 
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