O Estado do País

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Valentes quedas tem tido a PT esta semana na bolsa. Já leva a 3ª sessão da semana a cair, nestes 3 dias a PT já caiu mais de 8%, tanto que as acções da ZON já valem mais do que as da PT. Nunca me lembro, as acções da PT valerem menos que as da ZON. :rolleyes:
 
... engenheiros civis ... desemprego... emigrar...
Triste realidade. Cá por casa há 2 Civis do Técnico (IST) e um Electrotécnico (fortes). Todos já com discussão de trabalho de fim de curso marcado. Apenas um está com estágio remunerado e a especialização é Transportes. Um dos de Civil já foi visitar os nossos tios a S. Paulo e ver o que se passa no Brasil. Quando chegou não fez comentários e eu, perante tal silêncio, nada perguntei :unsure:
 
Mago, a natalidade descresceu muito nas últimas duas décadas. É normal que ano após ano haja tendencialmente um redução do número de candidatos.

Engenharia Civil está a ter um desemprego elevado, no British Council conheci alguns engenheiros civis que estavam no desemprego, pessoas formadas da Faculdade de Engenharia do Porto, na casa dos 30, que queriam emigrar, por não terem emprego em Portugal.

Por muito que se arranjem bodes expiatórios com estados sociais, politicas laborais, esteriotipos sociais, etc. O grande golpe na economia, nas sociedades ocidentais é causado pela baixa taxa de natalidade, além dos impactos económicos, virão as consequências sociais com um envelhecimento de topo na pirâmide etária. (tornando a forma de urna). Ora há que criar meios de captar emigração de preferencia qualificada, mas não temos emprego/trabalho para lhe oferecer. Resta-nos unicamente para consolo, o sol, o clima deste quadrado de terra envelhecido à beira mar...
 
Por muito que se arranjem bodes expiatórios com estados sociais, politicas laborais, esteriotipos sociais, etc. O grande golpe na economia, nas sociedades ocidentais é causado pela baixa taxa de natalidade, além dos impactos económicos, virão as consequências sociais com um envelhecimento de topo na pirâmide etária. (tornando a forma de urna). Ora há que criar meios de captar emigração de preferencia qualificada, mas não temos emprego/trabalho para lhe oferecer. Resta-nos unicamente para consolo, o sol, o clima deste quadrado de terra envelhecido à beira mar...

Mago, o problema da natalidade é acima de tudo cultural, deriva muito da urbanização da sociedade portuguesa. Muitas das chagas sociais que temos hoje em dia, depressão e outras doenças mentais, solidão, consumo de drogas, até mesmo DST's derivam da urbanização. Claro que há outros factores a ter em conta. Mas este modelo que se instalou em Portugal, de termos pessoas a viver em subúrbios, longe da família, onde ninguém se conhece, longe também do emprego e sem espaços públicos comuns e de convívio é um erro! Precisamos de voltar ao passado! Não é necessário que as pessoas voltem às aldeias e vilas, basta que voltem aos centros das cidades e voltem ao modelo de bairro tradicional, em que toda a gente no bairro se conhece e se entreajuda. Em que os pais estão perto dos filhos e estes por sua vez estudam e trabalham perto de casa. No futuro até deveremos usar menos o transporte privado nas deslocações, e mais o transporte público e a bicicleta. Não gosto muito de comparações ou copiar modelos, mas em boa verdade é algo bom que os nórdicos têm, é pensarem nestas coisas há décadas. E não estão a fazer nada de novo, já tivemos algo assim em Portugal antes do aparecimento dos subúrbios.
 
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Contas Certas

João César das Neves e João Ferreira do Amaral falam e bem, no que se passa na despesa , sobre a greve geral para dia 27 e a recessão economica

http://www.rtp.pt/play/p1231/e119342/contas-certas
 
Vodafone... i love you...

«Adicionalmente, e como referido no decorrer da nossa chamada, a diferença de preços que se verificava na sua factura, ocorria pelo facto do seu tarifário ser uma versão descontinuada do actual tarifário»

«o senhor está a pagar um tarifário que já não existe... foi descontinuado... e é mais caro que o serviço actual.»

O caso passou-se comigo e se não tiveres a paciência de andar a ver todos os produtos/serviços que a empresa coloca no mercado a toda a hora, corres o risco de pagar um serviço que já não existe, que já foi descontinuado e que é 10 euros mais caro que o novo produto com condições promocionais.
 
Pinto Balsemão convida Seguro e Portas para a reunião Bildeberg.

http://www.tugaleaks.com/bilderberg-balsemao-seguro-portas.html


Já se está a ver quem irá governar Portugal dentro de pouco tempo.

A menos que se ache que a democracia é automática, dispensa campanha eleitoral e esclarecimento das populações, porque se acha que a distribuição de votos será a mesma da distribuição de esmolas da campanha do banco alimentar...

13,9% Azeite; 12,4% Óleo; ; 44,7% Leite; 3,2% Atum; 12% Salsichas; 13,5% Açúcar...
 
Há semanas tentei mudar de tarifário na TMN. Qual não foi a minha surpresa quando me disseram que essa mudança tinha um custo de 5 euros!
 
Vendas... nunca pensei ver este sector a chegar a isto ... Apoio técnico ... Uma desgraça. Publicidade enganosa ... É incrível

A culpa é mesmo nossa. Aceitamos coisas que não passa pela cabeça de ninguém e refutamos outras já há muito convencionadas.
Estamos a desperdiçar o enorme capital humano (e não só, claro!) dos nossos jovens, renitentes na actualização das leis (olhem só o arrendamento - que levou o centro das principais cidades ao abandono), coniventes com a corrupção e os brandos costumes transformados no inteiramente diverso "dolce far niente" :(
Há cá um em casa que diz que vai para Artes (um aluno brilhante do quadro de honra dos liceus lisboetas). Engolimos em seco ... mas depois olhamos uns para os outros e ... olha seja feliz :)
 
Mas isso não são nomes basicamente óbvios ? Alguém tem uma lista completa de nomes para analisar? Recordo-me que aqui há uns anos também foi o Paulo Rangel porque na altura estava na berra no PSD mas acabou no PE de forma discreta. Eu hoje convidaria o Galamba do PS também :D

O Carlos Zorrinho deu a entender, há umas semanas, que o PS se coligaria com a Esquerda (BE e PCP), caso vencesse as eleições.
 
Seguro fala em 'elementos de aproximação' com o Bloco de Esquerda
O secretário-geral do PS sustentou hoje que há "elementos de aproximação" com o Bloco de Esquerda em matérias sociais e europeias, frisando que a permanência de Portugal na zona euro é questão "vital" para os socialistas.

Esta ideia foi transmitida por António José Seguro no final de uma reunião com a direcção do Bloco de Esquerda, que se realizou na sede nacional dos bloquistas e que durou uma hora e 50 minutos.

"Não escondo que na reunião com o Bloco de Esquerda se registaram vários elementos de aproximação sobre o início de um caminho. Em respeito pelas posições de cada um e pelas divergências, há um espaço em que é possível encontrar formas de diálogo, designadamente em matérias sociais mas também europeias", afirmou o secretário-geral do PS, numa declaração que indiciou maior consenso em relação ao Bloco de Esquerda do que as que proferiu após as reuniões que manteve na terça-feira com as direcções do PCP e do CDS-PP.

(...)

http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=77450

Vem aí um exercito de destruição em 2015, ou não, tendo em conta a conjectura criada pelo FMI.
 
Haverá país em 2015 à velocidade a que este está a ser destruído? os valores do INE são cada vez piores.

Valores do INE.

Pelo menos está-se a conseguir, finalmente, a equilibrar a balança comercial.

Pergunto-me, como é que se viveram décadas com tamanhos volumes de importação fase à exportação.


Portugal regista segundo excedente comercial trimestral desde 1995


O saldo da balança comercial de bens e serviços foi positivo no primeiro trimestre de 2013. Esta é a segunda vez desde 1995 que Portugal regista um excedente comercial.

O saldo da balança comercial foi positivo no primeiro trimestre de 2013, fixando-se em 1,4% do PIB, indicam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), devido a uma queda de 6% das importações e a uma subida de 0,1% das exportações.

As exportações totalizaram, em termos absolutos, 16,1 mil milhões de euros e a importações 15,5 mil milhões de euros, o que ditou um saldo positivo da balança comercial. À excepção do segundo trimestre de 2012, este saldo não era positivo desde, pelo menos, 1995, data no início da actual série do INE.

Em termos anuais, dados do Banco de Portugal e do INE, mostram que, no final de 2012, a balança de bens e serviços foi positiva pela primeira vez desde, pelo menos, 1953 (não existem dados anteriores a 1953).

O saldo positivo da balança comercial explica, em larga medida, que a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa tenha atingido 0,7% do PIB nos três primeiros meses de 2013.

Este indicador é positivo há quatro trimestres consecutivos mas o INE destaca que entre o quarto trimestre de 2012 e o primeiro trimestre de 2013 registou-se uma diminuição da capacidade de financiamento líquida de 3,9% do PIB para 0,7% do PIB, “em resultado do saldo mais negativo dos rendimentos primários e da diminuição do saldo das transferências de capital e do saldo das transferências correntes”.


Exportações sobem e importações acentuam queda


As importações de bens e serviços registaram, no primeiro trimestre de 2013, uma queda homóloga de 6% - uma redução mais acentuada face à verificada no trimestre anterior: -2,3%.

“Esta evolução reflectiu, em larga medida, o comportamento das importações de bens, que apresentaram uma taxa de variação homóloga mais negativa (-6,0% e -2,0%, respectivamente no primeiro trimestre de 2013 e no quarto trimestre de 2012), bem como o comportamento das importações de serviços (-5,8% no primeiro trimestre de 2013 e de -4,2% no último trimestre de 2012).

As exportações de bens e serviços em volume registaram uma subida de 0,1% nos primeiros três meses do ano, após uma queda de 0,2% nos últimos três meses de 2012. “Este resultado foi determinado pelo comportamento da componente de serviços que passou de uma queda de 1,4% no último trimestre de 2012 para um aumento de 1,2%. Em sentido oposto, as exportações de bens em volume diminuíram 0,3% no primeiro trimestre de 2013, depois de um aumento de 0,3% no trimestre anterior”, explica o comunicado do INE.

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