O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
A mentira da crise. Todos deviam ver. A verdade nua e crua

 
Editado por um moderador:
Felizmente hoje não há censura, pode haver inverdades, cada um escreve e diz o que quer, no entanto essa liberdade acaba quando se cometem difamações e alegações sem provas colocando o bom nome e a honra das pessoas em causa. Daí que provavelmente o livro tenha saido do mercado....Obviamente houve momentos bons e menos felizes em todos os partidos, gente honesta e gente aproveitadora manipuladora e de má fé. Os partidos são feitos de homens erram e acertam.
Esse livro de histórias da carochina não é mais que um punhado de letras que fala mais na vida do partido do que realmente interessa, deslocando culpas para o partido socialista, quando quem teve maioritariamente no governo no tempo das vacas gordas foi o Sr. Silva, este foi o governante que mais tempo teve no governo, numa época de ouro a nível mundial. Ao Sr. Cavaco Silva foram depositadas as responsabilidades de Tornar o nosso país mais moderno, justo, desenvolvido e sustentável, mas o que se viu foi uma politica de "terra queimada" eliminando todos os setores produtivos, criando o verdadeiro "monstro"....

Este pequeno texto de Daniel Oliveira demonstra um pouco a "inveja da direita sobre Sócrates"

v3pgv525txtdsd2raym.png
 
  • Gosto
Reactions: raposo_744
Hoje não existe censura, existe uma cultura de inverdades e um interesse exacerbado em atirar areia para os olhos dos que não são adeptos da esquerda.

Na cabeça da esquerda, todas as ideias fazem sentido, nem que para tal se distorcione a realidade, e inclusivé acreditam que todo o mal que fizeram, foi por causa da direita.

Senão vejamos, o tal sentido de justiça da esquerda:

PR Soares / PM Cavaco : Culpado é o Sr Silva
PR Cavaco / PM A, B ou C: Culpado é o Sr Silva

De nada vale ser PM ou PR, se lá está o Sr Silva, a culpa é dele!

Querem mais sentido de justiça? Então vamos lá:


1ª vinda do FMI (1960):
2ª vinda do FMI (1977): PR Ramalho Eanes / PM Soares
3ª vinda do FMI (1983): PR Ramalho Eanes / PM Soares
4ª vinda do FMI "Troika" (2011): PR Cavaco / PM Sócrates

É engraçado, o quanto devemos à política de esquerda: Obrigado, Sr Soares e Sr Socras!

E agora tentem lá apagar a realidade! Custa muito, não é?
 
Não poderemos comparar as décadas de 70 e inicio de 80 onde portugal tinha acabado de se levantar de uma ditadura onde eramos um dos países mais pobres no indice desenvolvimento humano da Europa, quase ao nivel de alguns países do corno de áfrica, com o presente. Quando falo em pobre, não me refiro a reservas de ouro e semelhantes, mas sim aos parâmetros idoneos e reconhecidos pelas organizações não governamentais. É deveras previsivel que um país analfabeto como o nosso, sem infa-estruturas, de economia fechada para o mundo, quando saiu da ditadura tenha passado por um calvário económico.
Mário Soares colocou-nos na União Europeia, outro governante anteriormente como Sá Carneiro tinham a verdadeira personalização da politica para o povo, mesmo sendo de direita. Os beneficios com a entrada na C.E.E foram evidentes, mas o que veio a seguir com a batuta do Sr. Silva foi o que se viu.
 
A mentira de José Sócrates
Posted on Setembro 26, 2013
9
Há cerca de um mês, a Maria Henrique Espada ligou a José Sócrates para confirmar uma informação: a tese do ex-primeiro ministro seria sobre tortura. Na altura, Sócrates foi peremptório: “Não. Aliás, peço-lhe que não escreva isso porque estará a enganar e a induzir em erro os leitores da sua revista, estará a dar-lhes uma informação errada.” Ainda acrescentou: “Isso não é verdade”. Afinal, era mesmo. Foi o próprio que o admitiu ao Expresso. José Sócrates não teve um “equivoco factual”. Muito menos disse uma “inverdade”. Ele, simplesmente, mentiu. E confrontado com a mentira teve uma reacção à “animal feroz”: “Eu não lhe admito isso, nem que me peça explicações”. Depois lá deu uma explicação para o sucedido – que é bastante reveladora sobre ele próprio. Está hoje na Sábado.
fotografia-13.jpg


Aqui

Vá lá, olha que o homem é irremediavelmente sério. :winner:
"Eu não lhe admito isso..."
Dislike_normal.jpg
 

Continuamos a atirar areia para os olhos dos portugueses?? :huh:

É que essa é muito fácil de desmontar.. (347% do sr silva)

1º) Na vossa linha de pensamento, o culpado seria o sr soares que foi presidente da república.

2º) Esse aumento brutal, até poderia ser 100000% que ainda assim, em termos absolutos seria inferior à dívida contraída pelo sr socras!

3º) O sr balsemao em 1883 ainda não existia! Portanto essas fontes no mínimo, um pouco questionáveis..

Eu faço um esquema para percebermos como é que nos enganamos facilmente com percentagens ou estatísticas:

- O sr silva quando iniciou devia-se 1eur e quando saiu passou a dever-se 347eur (=347%)
- O sr socras quando iniciou devia-se 10000eur e quando saiu passou a dever-se 14900eur (=49%)

Afinal quem contraíu mais dívida?? O sr sócras! É só fazer as contas..

Mas pronto, como o PR foi o sr silva, vai dar no mesmo, certo? :lmao:
 
  • Gosto
Reactions: Albifriorento
Não poderemos comparar as décadas de 70 e inicio de 80 onde portugal tinha acabado de se levantar de uma ditadura onde eramos um dos países mais pobres no indice desenvolvimento humano da Europa, quase ao nivel de alguns países do corno de áfrica, com o presente. Quando falo em pobre, não me refiro a reservas de ouro e semelhantes, mas sim aos parâmetros idoneos e reconhecidos pelas organizações não governamentais. É deveras previsivel que um país analfabeto como o nosso, sem infa-estruturas, de economia fechada para o mundo, quando saiu da ditadura tenha passado por um calvário económico.
Mário Soares colocou-nos na União Europeia, outro governante anteriormente como Sá Carneiro tinham a verdadeira personalização da politica para o povo, mesmo sendo de direita. Os beneficios com a entrada na C.E.E foram evidentes, mas o que veio a seguir com a batuta do Sr. Silva foi o que se viu.

Não sei se percebi...

É perfeitamente aceitável que um país pobre (apesar de não ter herdado dívida do sr salazar), se endivide até ao tutano, favorecendo-se assim os grandes grupos financeiros de AGIOTAS que nos exploram com taxas de juro elevadas??:huh:
 
Além das PPP servirem para esconder as contas, também existe a Parpublica.

E também é verdade que até há pouco tempo, em termos contabilisticos, a dívida só era considerada quando se iniciava o pagamento da mesma.

Daí aquele problemazito, com o sr alberto joão.. :lmao:
 
Não sei se percebi...

É perfeitamente aceitável que um país pobre (apesar de não ter herdado dívida do sr salazar), se endivide até ao tutano, favorecendo-se assim os grandes grupos financeiros de AGIOTAS que nos exploram com taxas de juro elevadas??:huh:

Há que entender duas coisas, a divida de um estado é diferente de uma familia, ou de um individuo em que tem uma duração curta de vida, cujo pagamento o tem de fazer naquele espaço de tempo, somando o facto de haver uma fase da sua vida que fica numa situação de aposentação, inativa.
Outra é o estado, cuja duração não têm fim, permanece ao longo dos tempos, não envelhece. Como tal o crédito, através da divida acaba por fazer face a investimentos que darão dividendos a curto, médio, longo prazo ultrapassando gerações. Algumas futuras gerações gozarão dos investimentos e conhecimento adquirido e isso consegue-se com investimento.Não esquecer que há bem pouco tempo finalizamos o pagamento de um dívida do tempo quase da implementação da républica.

A segunda, a economia não unicamente tudo o que a terra dá ou produção no sentido rigido da palavra, a economia é constituida pelo conjunto de trocas de serviços bens, entre pessoas, entidades, estado instituições. Quanto mais trocas se fizerem, claro com a ajuda do lubrificante monetário que é a moeda, maior crescimento economico existe. Por isso em vários setores, 1€ investido pelo estado, poderá dar 2€ de retorno para este, através de impostos, emprego, aumento do produto interno bruto. As contas do estado são diferentes das de um orçamento familiar. É necessário também eliminar as cadeias vampirescas na economia e que são transversais à esquerda e à direita.
 
Não poderemos comparar as décadas de 70 e inicio de 80 onde portugal tinha acabado de se levantar de uma ditadura onde eramos um dos países mais pobres no indice desenvolvimento humano da Europa, quase ao nivel de alguns países do corno de áfrica, com o presente. Quando falo em pobre, não me refiro a reservas de ouro e semelhantes, mas sim aos parâmetros idoneos e reconhecidos pelas organizações não governamentais. É deveras previsivel que um país analfabeto como o nosso, sem infa-estruturas, de economia fechada para o mundo, quando saiu da ditadura tenha passado por um calvário económico.
Mário Soares colocou-nos na União Europeia, outro governante anteriormente como Sá Carneiro tinham a verdadeira personalização da politica para o povo, mesmo sendo de direita. Os beneficios com a entrada na C.E.E foram evidentes, mas o que veio a seguir com a batuta do Sr. Silva foi o que se viu.


Mago, estás claramente a exagerar.

Em 1974, segundo a ONU, com dados recolhidos em 1973, Portugal era o 24.º com um IDH mais elevado. Ou seja, Portugal era, em termos relativos, um país muito desenvolvido, à escala global.

Não sou adepto do Regime de Salazar, mas temos de contextualizar.

No analfabetismo o nosso atraso era Histórico. Tanto a Monarquia Constitucional como o Primeira República não resolveram esse problema. Em boa verdade foi o Estado Novo que começou a dar fim ao analfabetismo, embora nos anos 30 houvesse quem defendesse, dentro do Regime, que o povo não precisava de aprender a ler e a escrever.

Marcelo Caetano era um social-democrata cristão e lançou as bases da Escola pública e do SNS. Era um político mais humano que Salazar e com outra visão. Os resultados económicos das suas políticas foram extraordinários e Portugal de facto estava a convergir com a Europa. Esse convergência deveu-se aos acordos comerciais, à adesão à EFTA e a uma maior liberdade económica, política e social.

Quanto a infra-estruturas o nosso atraso é Histórico. Durante mais de mil anos usámos as estradas, aquedutos e pontes deixados pelos romanos. Não soubemos aproveitar os lucros do Império para modernizar a metrópole, e nos séculos XVIII e XIX os estrangeiros que nos visitavam ficavam impressionados pela falta de vias de comunicação, má higiene e más condições de vida em geral. A grande dispersão da população por aldeias, quintas, sítios e montes também não ajudou, bem como o relevo a Norte do Tejo.

Portugal não teve Revolução Industrial, passou ao lado da Revolução Científica e da Reforma. Estamos a pagar o nosso atraso e os defeitos da nossa cultura. É portanto injusto acusar o Estado Novo de todos os males do mundo, quando foi precisamente durante a ditadura que Portugal mais cresceu nos últimos 200 anos.
 
Há que entender duas coisas, a divida de um estado é diferente de uma familia, ou de um individuo em que tem uma duração curta de vida, cujo pagamento o tem de fazer naquele espaço de tempo, somando o facto de haver uma fase da sua vida que fica numa situação de aposentação, inativa.
Outra é o estado, cuja duração não têm fim, permanece ao longo dos tempos, não envelhece. Como tal o crédito, através da divida acaba por fazer face a investimentos que darão dividendos a curto, médio, longo prazo ultrapassando gerações. Algumas futuras gerações gozarão dos investimentos e conhecimento adquirido e isso consegue-se com investimento.Não esquecer que há bem pouco tempo finalizamos o pagamento de um dívida do tempo quase da implementação da républica.

A segunda, a economia não unicamente tudo o que a terra dá ou produção no sentido rigido da palavra, a economia é constituida pelo conjunto de trocas de serviços bens, entre pessoas, entidades, estado instituições. Quanto mais trocas se fizerem, claro com a ajuda do lubrificante monetário que é a moeda, maior crescimento economico existe. Por isso em vários setores, 1€ investido pelo estado, poderá dar 2€ de retorno para este, através de impostos, emprego, aumento do produto interno bruto. As contas do estado são diferentes das de um orçamento familiar. É necessário também eliminar as cadeias vampirescas na economia e que são transversais à esquerda e à direita.

Uma coisa é recuperar da pobreza que existia na ditadura, termos infrastruturas, de uma forma auto-sustentável. Outra é manipular mercados, impedir a livre concorrencia, investir em grupos de interesse, para depois privatizar na pior altura (em que vale menos).

Nós sabemos o que é que acontece em Portugal: Onde o estado mete a pata, tem de sobrar dinheiro para todos os "sacos azuis". Cada obra, encarece 2x ou 3x ou 4x mais! Verdade ou não? Gostava que se fizesse um estudo, com a média ponderada de todos os desvios de obras encomendadas pelo estado! As empresas são muito mais eficientes do que o estado, não gastam o que não podem e contam muito bem o dinheiro de que dispõem.

O dinheiro do estado (contribuições), incluindo a dívida do estado, representa no fundo uma dívida para as famílias, traduzindo-se em impostos.
 
Este tópico tem uma piada .... que é uma coisa doida sem dúvida !

Isto parece uma data de vendedoras da banha da cobra, e estes da direita (capitalistas) ainda mais piada têm.
Esse gráfico não vale nada ... porque sem números nada significa como já foi referido anteriormente, e agora atirar as culpas todas para cima do Sócrates é cúmulo do ridiculo.
Os capitalistas da direita têm menos preocupações sociais (se é que têm algumas) e portanto gastam muito mais em investimentos do quem preocupações sociais, enquanto que os da esquerda gastam demasiados em preocupações sociais, só que o Estado lá porque é Estado não tem que pagar tudo, aliás acho que as coisas deviam ser analisadas caso a caso, dependendo das carências de cada cidadão mas isso é outra história.
O cerne da questão é que sejam capitalistas ou socialistas se tem gastado muito mais do que se aquilo que se devia, oiço para aqui falar em modernizar o país, auto-estradas, barragens, bla bla bla .... é tudo treta !

Quando se pensa em investir, ainda para mais sendo Estado se tem que ver efectivamente se essa obra faz mesmo falta, cheguei ao cúmulo do rídiculo de ouvir falar em construir uma auto-estrada paralela á Auto-Estrada do Norte que liga Lisboa ao Porto no Governo do Sócrates !
Aliás a politica do Socrates foi a mais parecida possível em acção com o Cavaco Silva.

Efetivamente quer se goste ou não o facto é que existe muita gente (não povo) que vive á grande e á francesa á custa do Estado, como exemplo foi os incentivos á plantação de pinheiros, painéis solares, e isso tudo ... enfim !
Não pode haver incentivos para a esquerda e para a direita, apoios á contratação, ect ....
Os trabalhadores são usados como papel higiénico, são usados e deitados fora ....

Por outro lado temos aqueles que passam o tempo a fugir aos impostos, e eu conheço inumeros casos desses. Quero factura, se faz favor? Ficam com os cabelos em pé ... e não é de hoje, nem de ontem ... sempre foi assim !

Todos gostam do apoio do Estado, de comer á pala dele ... porque teoricamente recebemos o retorno dos impostos que pagamos, mas sérá que realmente pagamos todos os nossos impostos. Será que estamos a remar todos para o mesmo lado? Obvio que não ....

Dizer que culpa é do Socrates é muito fácil, que é do PS é muito fácil, mas um défice é um acumular de dívida e quando atinge um certa dimensão torna-se insustentável !

Existe muita gente em especial da direita que fala em défice é mau, divida é mau, mas até pode não ser um bom exemplo, mas os EUA muito provavelmente têm uma divida, ou défice superior a todos os países europeus todos juntos !
 
No analfabetismo o nosso atraso era Histórico. Tanto a Monarquia Constitucional como o Primeira República não resolveram esse problema. Em boa verdade foi o Estado Novo que começou a dar fim ao analfabetismo, embora nos anos 30 houvesse quem defendesse, dentro do Regime, que o povo não precisava de aprender a ler e a escrever.
É importante discernir entre analfabetismo funcional e analfabetismo disfuncional. O funcional é a ignorância das normas ortográficas, e o disfuncional é a incapacidade de utilização dessas normas em contexto prático, como a interpretação. O que importa salientar aqui é que embora o Estado Novo fomentasse a literacia, nunca foi do interesse do Estado Novo fomentar a funcionalidade dessa literacia, Portugal é ainda hoje um país com uma taxa de literacia disfuncional muito elevada. E podemos verificar isso quando os nossos país e avós nos pedem frequêntemente para que lhes tratemos de papelada.

Marcelo Caetano era um social-democrata cristão...
Catalogar um ditador com uma orientação política usada em democracia é o mesmo que afirmar que o céu é violeta. è estupidez nua e crua. Até porque praticamente toda a gente considera o Marcelo Caetano como tendo sido mais repressivo que o próprio Salazar. E a própria Primavera Marcelista como tendo sido um quadro mal pintado.

e lançou as bases da Escola pública e do SNS. Era um político mais humano que Salazar e com outra visão. Os resultados económicos das suas políticas foram extraordinários e Portugal de facto estava a convergir com a Europa. Esse convergência deveu-se aos acordos comerciais, à adesão à EFTA e a uma maior liberdade económica, política e social.
Embora concorde com o crescimento económico, a Primavera Marcelista ao qual se refere não foi mais que um quadro mal pintado... Um bom exemplo são os documento da PIDE que revelam que a ala liberal do parlamento estava sobre constante vigilância, entre os visados mais famosos podem encontrar-se documentos relativos a Sá Carneiro, Pinto Balsemão e o próprio Marcelo Rebelo de Sousa.
 
  • Gosto
Reactions: Mago
Estado
Fechado para novas mensagens.