O Estado do País

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Concordo com o teu ponto de vista raposo_744.
As autoridades estiveram mal de parte a parte.
E com isto deitaram fora um capital de respeito que muita gente tinha por esta autoridade.

Se ele quebram as regras, ultrapassam os limites da lei, quem nos diz que o comum dos mortais o não pode fazer?
Quando eles, autoridades, pedem o respeito dos cidadãos, porque se comportam desta maneira?

Ia escrever umas palavras duras acerca de parte dos membros das nossas forças policiais, mas porque grande parte dos homens e mulheres não o merecerem fico-me...:mad:

E culpo também alguns dos instigadores do momento, políticos irresponsáveis que olham para o próprio umbigo e não para o interesse na paz social dos Portugueses:

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[ame="http://www.youtube.com/watch?v=-VUDfR0JUzM"]No discurso mais aplaudido da noite, Pacheco Pereira na Aula Magna em "defesa da nossa Pátria amada" - YouTube[/ame]
 
De facto a invasão da escadaria da Assembleia da Republica foi muito infeliz, até porque o poder ainda não caiu nas ruas e os órgãos de soberania devem ser respeitados... Com que moral alguns deles vão agora mandar umas bastonadas quando em outras manifestações, existirem prevaricadores a desrespeitarem e subirem a escadaria? Com isto tudo tiveram de rolar cabeças escusadamente...

Além do mais, quando for para invadir tem de ser a sério, não a brincar, :D. Não me admira que tudo ainda venha a piorar...pelo andar da carruagem e atendendo ao próximo orçamento de estado que mais parece uma "caçada paleolítica" ao dinheiro dos portugueses já tudo pode acontecer....
 
Manuel Alegre (poeta). Vítor Ramalho (soarista). Carlos do Carmo (fadista). Boaventura Sousa Santos (latinista). Vasco Lourenço (abrilista). Marisa Matias (bloquista). Ruben de Carvalho (comunista). Pedro Silva Pereira (socrático). Jorge Sampaio (sampaísta). António Capucho e Pacheco Pereira (embaixadores do "centro-direita"). Pinto Ramalho (general). Helena Roseta. Maria de Belém. Carlos Zorrinho. Alberto Martins. Ferro Rodrigues. Jorge Lacão. João Semedo. António Costa. Manuel Tiago. Domingos Abrantes. Almeida Santos.
Estas são algumas das personalidades que, através de mensagem de apoio ou presença corpórea, disseram "sim" à convocatória de Mário Soares e iluminaram a Aula Magna a fim de alegadamente defender a Constituição e o Estado "social". Na verdade, o exercício versou mais o ataque ao Governo e ao presidente da República, a quem se exige imediata demissão a bem ou posterior remoção a mal. As sugestões de violência, os apelos à violência e as ameaças de violências foram tantos e tão explícitos que apenas a transmissão televisiva do evento nos lembrou não se tratar de uma reunião da Carbonária a conspirar o regicídio. O Dr. Soares "aconselhou" os governantes (e Cavaco) a regressar a casa pelos próprios pés enquanto podem. Vasco Lourenço incitou que os corressem, cito, "à paulada". Helena Roseta defendeu que "a violência é legítima para pôr cobro à violência". E, visto que as camisas de força nunca chegaram, um longo etc.
Talvez não valha a pena notar que, em 2013, a "família real" em causa foi eleita pela maioria dos cidadãos. Vale a pena notar que ninguém elegeu os revolucionários em questão. Sobretudo ninguém lhes passou procuração. Os amiguinhos do Dr. Soares falam em nome de um "povo" que, abençoadamente, não existe. O "povo" que existe pode não gostar do Governo e lamentar o Prof. Cavaco, mas boa parte da população é capaz de abominar com maior empenho o bando de privilegiados da Aula Magna, que no entender de muitos devia estar na cadeia pelo que outrora fez ao país ou pelas desmioladas soluções que agora propõe.
Sou avesso a excessos. É claro que umas centenas de malucos fechados numa sala (de que infelizmente não se perdeu a chave) não definem o espírito do tempo. O que o define é a importância que se dá à coisa. Assim de repente, os augúrios não são simpáticos: sem discernível ironia, os media dedicaram ao encontro a seriedade que se dispensaria a um encontro de gente séria, e quando se vê comentadores solenes interpretarem as palavras do Dr. Soares como interpretariam as de alguém digno de atenção, é lícito constatar que a democracia não atravessa um período radioso. Não discuto que o Governo não seja um paradigma de incompetência. Digo que enquanto a alternativa reconhecida implicar múltiplas exibições de demência, aliás em nítido desrespeito pelo Código Penal, isto não vai longe.
De resto, não imagino se o "povo" um dia pegará em armas e varrerá a tiro ou à paulada os poderosos. Porém, tenho a certeza de que o "povo" não berra a uma só voz e sem dúvida não pensa pelos cerebelos do Dr. Soares e respectivo séquito de parasitas: o trágico caos que se seguiria à hipotética sublevação varreria também a estirpe de poderosos que inflama as massas por diletantismo ou preservação de regalias. Os Robespierres de trazer por casa já perderam a cabeça no sentido figurado. Vê-los perdê-la no sentido literal seria, para os menos piedosos, o único alívio cómico do caos.

http://www.dn.pt/inicio/opiniao/int...E7alves&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco&page=-1
 
a herança de 50 anos de fascismo e obscurantismo católicos.

Os portugueses são dos cidadãos da União Europeia com menores taxas de participação em actividades culturais, segundo o relatório do Eurobarómetro. São números que “não nos ficam bem”, diz o secretário de Estado da Cultura.

Falta de investimento, fraca aposta na educação e baixo poder de compra explicam parte destes resultados dizem diversos especialistas e responsáveis.


http://www.publico.pt/cultura/notic...e-ha-quanto-tempo-nao-visita-um-museu-1613057

é preciso é não estragar a vida aos pobres. :lol:
 
Meses e meses de insultos, porém o pateta confessou-se...

Não discuto que o Governo não seja um paradigma de incompetência.

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Agora só falta o outro anormal do expresso escrever alguma coisa semelhante. É provável que seja expulso lá para o insurgente (desse grande vulto Arrojante) de onde nunca devia ter saído.
 
Meses e meses de insultos, porém o pateta confessou-se...



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Agora só falta o outro anormal do expresso escrever alguma coisa semelhante. É provável que seja expulso lá para o insurgente (desse grande vulto Arrojante) de onde nunca devia ter saído.

São inúmeras as crónicas em que ele critica fortemente o governo, alguns dos seus membros ou algumas das suas decisões. N'O Insurgente, então, é quase todos os dias. Um governo que alguns chama de liberal, mas que tem sido tendencialmente socialista, e que ultimamente está a extremar o seu socialismo (lei do tabaco, taxa audiovisual, regulação do número de animais em casa, obrigação de combustíveis low-cost, etc.), só pode ser criticado pelos que são verdadeiramente liberais.
 
...o pateta confessou-se...
Quando colocas uma afirmação ou texto alusivo a palavras de alguém, convinha uma referência à pessoa em causa, para termos uma verdadeira opinião.
Estamos a falar do Pacheco Pereira?:huh:
 
Portugal já tem quase meio milhão de jovens que não estudam nem trabalham

Liliana Vieira, 27 anos, deixou o 10.º ano a meio. Não trabalha, nem estuda, nem frequenta qualquer acção de formação. Faz parte da geração “nem-nem” que em Portugal somava, no final de 2012, 435 mil jovens, o número mais elevado dos últimos anos, e que no fim de Setembro subiu para os 450 mil.

Têm entre 15 e 34 anos e, ao contrário do que seria de esperar, não estão na escola, mas também não conseguem entrar no mercado de trabalho. Estão, literalmente, desocupados. Em alguns casos, interrompem o ciclo e fazem biscates ou trabalhos precários. Depois voltam ao mesmo. Todos sentem que estão a ser esquecidos e desperdiçados. Para todos, os dias parecem intermináveis.

Liliana deixou a escola para curar uma depressão. Numa altura em que no comércio não faltava trabalho, foi adiando o regresso às salas de aula. Trabalhou numa loja de artesanato, num cabeleireiro, em lojas de decoração e de pronto-a-vestir. Nunca por mais de seis meses. A última tentativa de emprego foi há duas semanas. Três dias à experiência num café. No anúncio prometiam três dias de formação, mas afinal queriam alguém que não precisasse dela. Liliana passa a maior parte dos dias em casa. Vê televisão, está atenta às ofertas de emprego, envia currículos e espera que alguém ligue para uma entrevista de emprego. Já foi a várias. A conversa é sempre a mesma: não tem qualificações suficientes ou falta-lhe experiência. O salário nunca foi além do mínimo. Não tem direito a subsídio de desemprego porque nunca trabalhou 12 meses seguidos.

Tal como Liliana, mais de metade dos “nem-nem” completaram apenas o ensino básico. Os restantes 29% têm o secundário e 17% têm no mínimo o curso superior. Quem deixou a escola a meio corre mais riscos de entrar neste vazio e de lá permanecer por mais tempo.

Massimiliano Mascherini, coordenador do relatório sobre o fenómeno dos “nem-nem” (a que os técnicos chamam NEET, acrónimo da expressão inglesa Young People Neither in Employment nor in Education and Training) divulgado no ano passado pela Comissão Europeia, alerta que a geração do “vazio” é bastante heterogénea. Contudo, “alguns jovens correm um risco mais elevado de se tornarem NEET do que outros”. “Os jovens que abandonam o seu percurso escolar têm mais probabilidade de cair nesta situação. Quem tem um baixo nível de instrução tem três vezes mais probabilidades de se tornar NEET do que os que têm um curso superior”, realçou numa conversa telefónica a partir de Dublin, onde está a sede do Eurofound, instituição que elaborou o relatório.

Nuno Almeida Alves, sociólogo que acompanha a problemática do desemprego jovem, acrescenta que o seu aumento, também entre a categoria dos “nem-nem”, se deve às dificuldades de transição para o mercado de trabalho e para a vida adulta. Há uns anos, o problema na Europa e em Portugal era residual. Agora, alerta, ameaça tornar-se estrutural.

Alheados da política
Em 2012, a Europa apresentava uma taxa de NEET de 13,2% para os mais jovens e de 20,6% para a faixa etária dos 25 aos 34 anos. Os países nórdicos, nomeadamente a Holanda, são os que apresentam taxas mais baixas. Portugal está nos primeiros dez lugares da tabela e faz parte do grupo de países como a Espanha em que a taxa de NEET foi muito influenciada pelo aumento do desemprego associado à crise.

“São pessoas que, mesmo tendo formação, não conseguiram entrar no mercado de trabalho. Estão desencorajadas. E não estamos a contar aqui com os jovens em situação de emprego precário e subemprego que não se podem dar ao luxo de ser NEET. Têm de sobreviver”, realça o investigador do Instituto de Ciências Sociais do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa).

O problema é que à medida que o tempo passa, quem está no vazio vai vendo a vida passar e, pouco a pouco, como diz Massimiliano Marcherini, vai surgindo “uma cicatriz” que se torna cada vez mais visível e que deixa estes jovens “alheados da política, e da participação cívica”, e com reduzidos níveis de autoconfiança e altos níveis de frustração, dificultando a sua saída dessa situação.

"Não somos preguiçosos nem piegas"
É dessa frustração que fala António (nome fictício), 25 anos. Terminou o mestrado em Engenharia Civil em 2011 e desde então a sua experiência no mercado de trabalho resumiu-se a um estágio de nove meses. “Cada dia que se abre o email, se correm os sites de emprego e no final nada se vê, é mais um dia que contribui para aumentar a nossa frustração”, conta num testemunho escrito que enviou ao PÚBLICO.

Depois do estágio já foi a várias entrevistas de emprego, mas quando chega o momento decisivo, António identifica dois problemas recorrentes: ou a empresa pretende um estágio apoiado pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP ) e ele não preenche os requisitos para se recandidatar, ou oferece salários que rondam os 600 euros, insuficientes para quem precisa de mudar de cidade para trabalhar. Concorreu a bolsas de investigação, ficou em primeiro lugar em duas delas, que acabaram por não se concretizar por falta de verba. Emigrar não está para já nos seus planos, mas não afasta a hipótese de voltar a estudar e “começar de novo”.

“Não somos preguiçosos nem piegas. Muitos de nós trabalharam e fizeram a sua parte com distinção para, no final, ficar apenas a frustração de tanto trabalho e potencial desperdiçado”, diz António, que receia nunca alcançar o “futuro prometido”.

Tiago Roça, 23 anos, terminou o mestrado em Educação Física antes do Verão, e ainda acredita nesse futuro. Tem enviado currículos, já foi a várias entrevistas mas, confessa, tem sido muito selectivo. “Para já não quero começar fora da minha área”, e também tem recusado part-times que considera mal remunerados que têm aparecido na sua área. Em Janeiro começa uma formação de inglês e em Maio vai candidatar-se para dar aulas. Até essa prova de fogo, mantém-se optimista e recusa baixar os braços. Se for preciso, emigra. Mas para já será a última solução.

David Justino, ex-ministro da Educação, entende bem as expectativas defraudadas de que fala António e realça a perda que representa para o país ter quase meio milhão de jovens neste vazio. “Cada aluno que sai do ensino superior custa ao Estado 90 a 100 mil euros em termos médios. Sem contar com o investimento que as famílias fizeram. Veja o que estamos a desperdiçar”, indigna-se.

“Temos mais gente, mais bem qualificada e as oportunidades não correspondem. Andámos durante muito tempo a criar falsas oportunidades. Agora estamos sem qualquer oportunidade”, frisa em declarações ao PÚBLICO. A solução é apenas uma, defende: crescimento económico.

Massimiliano Mascherini vai mais longe: “Neste momento precisamos de qualquer tipo de emprego, seja ele subsidiado ou precário. No longo prazo temos de pensar na qualidade do emprego.”

Regressar a casa dos pais
De acordo com o Eurofound, em 2011, os prejuízos económicos resultantes da desvinculação dos jovens do mercado de trabalho foram de 153 mil milhões de euros. É uma estimativa prudente e correspondia a 1,2% do PIB europeu.

Em Portugal, o fenómeno dos “nem-nem” é mais expressivo entre os jovens adultos, dos 25 aos 34 anos, com uma taxa 18,9%, acima da média de 16,8%. Para a geração mais nova, dos 15 aos 24 anos, a taxa desce para 14,1%.

Entre estes jovens adultos, uns nunca saíram da casa dos pais, outros tiveram de voltar quando o desemprego lhes bateu à porta. Andreia (nome fictício), professora contratada, viu-se obrigada, aos 31 anos, a regressar a casa dos pais. O que mais a incomoda? “Estar presa em casa com um subsídio de desemprego, quando podíamos estar a trabalhar, na fase mais activa da nossa vida”, diz ao PÚBLICO. Custa-lhe ver os amigos a abandonar o país e diz que mais tarde ou mais cedo será ela também a ir para fora.

Mas na realidade, estes “nem-nem” já estão fora. Fora do mercado de trabalho, da escola, da formação. Parece que não há um lugar onde os colocar.

Uma das conclusões a que o Eurofound chega é preocupante. Depois de analisar os dados estatísticos, os investigadores concluíram que ser NEET – ou na gíria “nem-nem” – traz “consequências negativas graves para o indivíduo, a sociedade e a economia”. E concretizam que os períodos passados nessa condição podem conduzir “a um largo espectro de problemas sociais, como isolamento, trabalho precário e mal remunerado, criminalidade juvenil e patologias mentais e físicas”. Mas, acima de tudo, é a vida que pára. Liliana, por exemplo, não consegue olhar para o futuro e ver quando poderá sair da casa dos pais para fazer a sua própria vida.

Fonte: Publico

Tantos nem-nem. Ainda ontem deu na RTP1, um olivicultor em Celorico da Beira que não arranja mão de obra e paga 30 € por dia, por mês, é cerca de 600 € se calhar ainda é pouco, se fossem uns 1500 € se calhar também não aceitavam. Apanhar azeitona é duro e não é um emprego cool, porque a malta agora quer um emprego e não um trabalho, fala-se em trabalho e eles fogem que nem lebres.
 
Quando colocas uma afirmação ou texto alusivo a palavras de alguém, convinha uma referência à pessoa em causa, para termos uma verdadeira opinião.
Estamos a falar do Pacheco Pereira?:huh:

Alberto Gonçalves do DN e Henrique Raposo do Expresso. Haverá mais alguém que passe o tempo a insultar pessoas directamente de um jornal sem ser posto a andar?


Deturpações, mentiras, falsidades, a mesma missa cantada vinda dos mesmos de sempre, os branqueadores do fascismo.

Tantos nem-nem. Ainda ontem deu na RTP1, um olivicultor em Celorico da Beira que não arranja mão de obra e paga 30 € por dia, por mês, é cerca de 600 € se calhar ainda é pouco, se fossem uns 1500 € se calhar também não aceitavam. Apanhar azeitona é duro e não é um emprego cool, porque a malta agora quer um emprego e não um trabalho, fala-se em trabalho e eles fogem que nem lebres.

Acreditas mesmo nesses 600 euros quando todas as explorações do Algarve e Alentejo oferecem 485 euros por mês para trabalhar no campo e muitas exigem que residas na quinta para trabalhar quando for preciso? Porque é que achas que há romenos, marroquinos e asiáticos a trabalhar por cá?
 
Deturpações, mentiras, falsidades, a mesma missa cantada vinda dos mesmos de sempre, os branqueadores do fascismo.

Deves estar a falar dos que fizeram o 25 de Abril, mesmo quando Marcelo Caetano já tinha acabado com o fascismo e com o Salazarismo, não é?



Acreditas mesmo nesses 600 euros quando todas as explorações do Algarve e Alentejo oferecem 485 euros por mês para trabalhar no campo e muitas exigem que residas na quinta para trabalhar quando for preciso? Porque é que achas que há romenos, marroquinos e asiáticos a trabalhar por cá?

Sabes que mesmo a pagar 50€ por dia para a apanha da Castanha, em Vinhais, não arranjam mão de obra?! Deve ser o mundo dos pobre$ coitados dos desempregados deste país a quem o governo quer tirar os direitos...

Agreste, quando te apresentam factos podes encolher os ombros ou apresentar argumentos contrários, válidos, que exaltem as tuas ideias.
Agora vens logo com a VELHA lenga-lenga do fascismo, da luta da esquerda, blá, blá, blá...
Sê objectivo: o mal não está na ideologia, seja A, B ou C. Está nas ideias e no que resulta da aplicação das ideias.
O Bernardino Soares se quer recuperar a depauperada autarquia tem de fazer uma coisa: poupar, controlar custos, PAGAR AS DÍVIDAS. Há vários caminhos mas o resultado é sempre o mesmo: sacrifícios de muitos dos trabalhadores da autarquia e dos cidadãos do município.
Acreditar no contrário é acreditar que o primeiro-ministro em 2015 será o camarada Jerónimo de Sousa, e que o governo de esquerda vai assumir a dívida camarária para que não haja austeridade local. (boa idéia!):D
 
Isto da politica tem muito que se lhe diga, tudo serve para alegar que a nossa ideologia (clube desportivo, tambem serve) é o melhor:lol::lol:
À pouco tempo caiu o carmo e mais alguma coisa porque algures um autarca comunista reformou-se de tenra idade e parece com a dita milionaria, mas ninguem me explicou, porque há centenas de autarcas de outros partidos(ps+psd) e ninguem comenta...
Agora o bernardino vai para uma camara arruinada e o problema não é de quem lhe deixou a ruina...mas o defeito é dele que dizia uma coisa e vai fazer outra...podiam ao menos dar-lhe os parabens pela vitoria;)
Estes dias tambem ouvi na radio, o novo presidente de VN Gaia, tambem comentava o mau estad€ com que o menezes deixou aquilo, mas possivelmente a culpa não é dele, mas de quem ganhou as eleições:lol:
Olhar para a arvore e não para a floresta, convem sempre....desde que sirva para comentar.
 
  • Gosto
Reactions: Aristocrata
Não poupes palavras, sou "fassísta", " neo-hiper-liberal" e derivados. Entretanto sobre o pequeno problema que Bernardino tem pela frente tens alguma coisa a dizer para além de disparares "fascismo" para todo lado ? É que Loures não é a Venezuela muito menos Cuba, ainda menos a Coreia do Norte.

Não tens partido nem apoias nenhum dos existentes. És um anarcocapitalista e esses ainda são menos que os eleitores do PNR.

Em vez de copiares insultos fascistas e a missa cantada, copia aqui a entrevista do homem, integral e sem cortes.

http://rsspod.rtp.pt/podcasts/at1/1311/583232_146105-1311191718.mp3

Deves estar a falar dos que fizeram o 25 de Abril, mesmo quando Marcelo Caetano já tinha acabado com o fascismo e com o Salazarismo, não é?

Achas que o regime acabou em 1968? Achas que o Marcelo fez isso? olha que não é o Marcelo da TVI...

Sabes que mesmo a pagar 50€ por dia para a apanha da Castanha, em Vinhais, não arranjam mão de obra?! Deve ser o mundo dos pobre$ coitados dos desempregados deste país a quem o governo quer tirar os direitos...

Tenho uma exploração de suecos aqui à porta de casa. Têm dinheiro mas nem 500 euros pagam. Aprenderam depressa.
 
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