O Estado do País

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Aurélio, eu acho bem a avaliação.

Acho é estupido ser só aos profs....se fazem aos profs façam a todos os trabalhadores...assim talvez dessem conta com aquela malta que fez cursinhos tipo o socrates e tal..

Mas isso é impossível, os governos não querem armar coisas que possam por em causa a sua crónica corrupção.

Eu acho optimo isto dos exames, os cursos da faculdade muitas vezes preparam mal os alunos, eu mesmo sinto isso agora no IGOT-UL, e de certeza que há muita gente por ai a trabalhar mal e a fazer porcaria e a gastar dinheiro de empresas ou do estado, prejudicando a economia, só porque são verdadeiramente incapazes.
 
Aurélio, eu acho bem a avaliação.

Acho é estupido ser só aos profs....se fazem aos profs façam a todos os trabalhadores...assim talvez dessem conta com aquela malta que fez cursinhos tipo o socrates e tal..

Mas isso é impossível, os governos não querem armar coisas que possam por em causa a sua crónica corrupção.

Eu acho optimo isto dos exames, os cursos da faculdade muitas vezes preparam mal os alunos, eu mesmo sinto isso agora no IGOT-UL, e de certeza que há muita gente por ai a trabalhar mal e a fazer porcaria e a gastar dinheiro de empresas ou do estado, prejudicando a economia, só porque são verdadeiramente incapazes.


Viste um exemplo modelo da prova? Eu vi ....
Eu sou completamente contra este modelo de prova, quer este .. quer qualquer modelo que se traduz em avaliar uma pessoa através de um teste. Um teste não mostra em nada a capacidade de um professor ou de um trabalhador.

Eu trabalho para a REMAX " Objectivo: Vender Casas"
Eu trabalho para a Microsoft " Objectivo: Desenvolver novo software "
Eu trabalho para o Jumbo/Continente/Pingo Doce " Cumprir os objectivos da loja em alguma das vertentes pelo menos e atender bem os clientes"
Eu trabalho num talho " Cortar bem a carne"
Eu trabalho na Segurança Social " Atender bem os clientes e ser profissional no trabalho" ...

Eu sou professor " Despejar a matéria" Errado: "Ensinar os meus alunos, mostrando conhecimentos e pedagogia"

................
Além disso qualquer empresa deve procurar criar programas contínuos de Formação Profissional, fazer sentir ás pessoas que fazem parte da familia, que não são apenas um numero, e o trabalhador deve procurar esforçar-se em retorno por cumprir os objectivos da empresa.

No caso dos professores a avaliação correcta seria através de uma avaliação anual, presencial de uma comissão do Ministério da Educação, que avaliaria a forma como o professor ensinava, como preparava as aulas e ouvia a opinião dos alunos relativamente ao professor.
Assim avaliava-se a componente conhecimento, pedagogia e relação professor aluno.

Agora transformar tudo num teste ... em que separa os "cadeirões" dos "caloiros" e com base num teste rídiculo ... é patético !
 
Não vi modelo nenhum.

Acho bem que se faça avaliações, ou formação.

Eu até nem sou a favor de notas, porque uma nota momentânea não representa uma pessoa em nada.
A formação devia ser continua, e depois deviam haver maneiras de atribuir validade ao trabalhador.

E isto é assim porque infelizmente há pouca gente séria....num mundo ideal as pessoas teriam mais responsabilidade e nem seria preciso esta parvoiçe de estar constantemente a avaliar as pessoas..
 
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O que têm em comum uma proposta de reforma do IRC bem desenhada e calibrada, como agora se diz, para servir os grandes grupos económicos, a Associação de Empresas de Segurança, que agora pretende ir ao pote das prisões abertas à iniciativa dita privada, ou as últimas novidades da rede social de Relvas, Passos, Branco, Branquinho e restante tropa-fandaga empreendedora? São outros tantos sintomas do que acontece à autonomia e autoridade do Estado democrático no tempo em que uma incensada lógica dos negócios está na condução da política e da fragilizada esfera pública. Reparem como este processo se auto-alimenta: o Estado é declarado incapaz de fazer o que quer que seja, a não ser criar condições supostamente boas paras os negócios, seja por via fiscal, seja por via de engenharias que substituem o serviço público e a sua ética pela lógica do lucro sem limites; a colonização neoliberal gera toda as predações e logo vêm os idiotas úteis dizer que a culpa disto tudo é do Estado que não sai da economia, o que por definição não pode ocorrer, e que os mercados, termo vaporoso destinado a ocultar os poderes capitalistas, fariam bem melhor; mais pretextos para novas e mais radicais rondas de privatizações, parcerias, concessões e outras predações. E assim sucessivamente. Um dos círculos viciosos mais salientes do neoliberalismo realmente existente fica claro, que isto está tudo ligado.

http://ladroesdebicicletas.blogspot.pt/2013/12/circulo-vicioso.html
 
Viste um exemplo modelo da prova? Eu vi ....
Eu sou completamente contra este modelo de prova, quer este .. quer qualquer modelo que se traduz em avaliar uma pessoa através de um teste. Um teste não mostra em nada a capacidade de um professor ou de um trabalhador.

A prova era facílima. Qualquer pessoa com nível médio de conhecimento acertaria em pelo menos 90% das questões de escolha múltipla em menos de meia hora.

Discordo que um professor seja avaliado exclusivamente com base em provas deste tipo, quando a maior parte da especificidade dessa profissão relaciona-se com a vertente pedagógica, na capacidade de transmitir conhecimento, de estabelecer boa relação com os alunos, motivá-los, etc.

Mas por outro lado, acho que qualquer professor deveria tirar 90% nesta prova.

Acho que muitos professores hoje se comportaram como arruaceiros, que foram um exemplo vergonhoso para os seus eventuais alunos.

E acho que o Estado, como entidade empregadora, deve estabelecer os critérios, por mais absurdos que sejam, para seleccionar os seus trabalhadores. Ninguém é professor por ter uma licenciatura, e muito menos tem um emprego garantido.
 
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Chega a ser desesperante. A incapacidade de perceber os mecanismo fiscais e a diferença entre pessoas e empresas, IRS e IRC é de bradar aos céus. A ver. O IRC incide sobre os lucros de uma entidade fictícia que não existe fisicamente. Uma empresa não tem filhos ou hipotecas. Não tem férias, não tem encargos, não fala, não pensa, não tem desejos, aspirações, não é uma pessoa. É uma ficção jurídica que existe com um único propósito: organizar a produção, juntar capital e trabalho e produzir qualquer coisa. Uma empresa não paga impostos. Quem os paga sempre são pessoas. No que respeita ao IRC há três classes de pessoas que o pagam: accionistas, trabalhadores e consumidores. Um papel, dê-se-lhe o que nome que se der – escritura, pacto social, etc – não paga impostos. Sendo que só pessoas pagam impostos, dos três grupos de pessoas referidos quem paga o IRC? Não é uma questão fácil porque depende de outros factores. Da elasticidade dos preços, da mobilidade do capital, da mobilidade do trabalho, etc. Mas sabe-se alguma coisa: quanto mais móvel for o capital (e a UE é um exemplo extremo) mais o IRC incide sobre trabalhadores e consumidores. Quanto menor a flexibilidade dos preços mais incide sobre os trabalhadores (e Portugal é um exemplo extremo) e quanto menor for a mobilidade dos trabalhadores mais ainda incide sobre estes. Sabe-se desde há muito – e aconselho ler o Stiglitz , um dos dois Nobel queridos da esquerda indígena – que em casos como o português, o IRC é pago maioritariamente pelos trabalhadores, pelas pessoas que produzem, as de carne e osso, que têm filhos e hipotecas e férias e desejos e aspirações. Dir-me-ão: mas se baixa o IRC aumentam os lucros a distribuir pelos accionistas. É verdade, mas os dividendos – lucros distribuídos – são taxados em sede própria. O único lucro que beneficia com uma descida do IRC é o que fica na empresa. Lucro esse que se não for reinvestido ou retido para fundo de maneio mínimo e suficiente, não é lucro nenhum, é um custo. Numa empresa, dinheiro parado é custo, meus amigos. Dai que o destino dos lucros menos/não taxados só pode ser um: investimento. E é do investimento que vem o emprego. Não cai do céu, não vem de um decreto lei, vem do investimento e este, por sua vez, vem dos lucros retidos APÓS IMPOSTOS.

http://oinsurgente.org/2013/12/18/r...ampaign=Feed:+oinsurgente/wqES+(O+Insurgente)
 

Boa tentativa. Dizer que os lucros destinados para o capital só existem se forem reinvestidos é o mesmo que dizer que o salário dos trabalhadores só existe se for gasto em compras de supermercado.

Sobre os lucros dos accionistas taxados em sede própria nem uma linha. A sede própria pode ser as ilhas virgens britanicas onde não se paga nada portanto fica a confissão desavergonhada que numa empresa tudo é pago pelos trabalhadores, o accionista, esse empreendedor vem apenas lamber o dinheiro sem o menor esforço.

Achar que este modelo desigual de pura exploração vai continuar sem que os trabalhadores lhe façam frente é andar a dormir. Este modelo tem de ser destruído.
 
Eu gostei muito da prova. Deveria era ter aparecido já há uns 30 anos atrás.

Eu não sou professor, mas pelo que vi na prova certamente até conseguia passar, se calhar afinal e avaliado unicamente por esta prova de duas horas, provavelmente tenho todas as apetências para ensinar. Aliás, acho que se devia esquecer todas as competências académicas para trás, qualquer mortal que passe nesta prova pode candidatar-se a dar aulas....

Acho esta prova ridícula, só mesmo um (des)governo imbecil como este implementaria tal coisa. Lá que obrigassem os professores a apresentarem resultados, lá que tivessem objetivos mais rigorosos, lá que fossem mais vigiados nas aulas com visitas surpresa, outros mecanismos quaisquer, mas uma prova desta natureza a atestar competências.... sem comentários....
 
Depois de feita e antes de se saberem os resultados o ministro já concluiu que não é preciso prova. Agora interessa é saber em que escola se fizeram as formações.

Na verdade nada disto interessa, o que interessa é arranjar um pretexto para despedir pessoas.
 
mas pergunto eu

fazer prova para professores com menos de 5 anos de atividade?...só para rir

é precisamente quem tem mais tempo de serviço que precisa ser avaliado




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mas pergunto eu

fazer prova para professores com menos de 5 anos de atividade?...só para rir

é precisamente quem tem mais tempo de serviço que precisa ser avaliado




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Também concordo de certo modo, no geral os professores que fui tendo mais "baldas" não eram os contratados mas os que davam aulas na mesma escola há 15, 20 anos ou mesmo mais e sabiam que desde que fizessem o mínimo (despejar a matéria) nunca seriam mandados embora.
 
Expectante para ver amanhã a abertura do mercado de dívida... Hoje a taxa fixou-se no fecho nos 6.03%, veremos o impacto do chumbo na confiança dos investidores na dívida nacional.

PAULINHO+DAS+FEIRAS.png


Alguém terá de dizer ao Paulinho das feiras que vai ter de dar corda ao relógio.
 
Mau para a maioria de nós, dia bom para os pensionistas da CGA.
Podem contar com mais um aumento do IVA, um imposto "cego" que penaliza bastante os pobres.
Não consigo entender porque é que Governo não se demite. É impossível fazer um ajustamento só via aumento de impostos. Nunca mais saímos disto, é entregar o poder aos que tem soluções melhores. Eu prometo que voto no PS e tudo.
E torna-se urgente mudar a segurança social, pelo menos impor um tecto máximo, eu não quero continuar a descontar tudo para um sistema social que é um esquema de pirâmide fraudulento que acabará por falir a prazo.

Sabendo já de antemão que quando chegar à idade da reforma, já não haja €s para essa reforma ou morre-se antes dessa idade;)
 
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