O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Inacreditável os nomes que inventam para disfarçar. Então não é programa cautelar mas sim "Mecanismo de Apoio Reforçado" :lol:

Marcelo Rebelo de Sousa revelou este domingo, na TVI, que Portugal deverá sair do programa de ajustamento financeiro com um Mecanismo de Acompanhamento Reforçado (MAR).

«Começa a haver nos sectores económicos uma palavra que eu ouvi três ou quatro vezes, dita baixinho, que se chama MAR, quer dizer Mecanismo de Acompanhamento Reforçado. É a tal saída limpa, mas controlada, supervisionada. Portanto é uma saída com a partida da troika, mas em que a troika vem cá de três em três meses», disse no Jornal das 8 da TVI.

http://www.tvi24.iol.pt/opiniao/mar...-sousa-mar-ultimas-noticias/1541558-5339.html

É uma saída limpa mas controlada :lol: Sou só eu que acha isso uma contradição?
 
Inacreditável os nomes que inventam para disfarçar. Então não é programa cautelar mas sim "Mecanismo de Apoio Reforçado" :lol:

download+%282%29.gif


Esperteza....
 
  • Gosto
Reactions: CptRena
Inacreditável os nomes que inventam para disfarçar. Então não é programa cautelar mas sim "Mecanismo de Apoio Reforçado" :lol:



http://www.tvi24.iol.pt/opiniao/mar...-sousa-mar-ultimas-noticias/1541558-5339.html

É uma saída limpa mas controlada :lol: Sou só eu que acha isso uma contradição?

Podem crer, mas a malta adora estas coisas.
Na pratica iremos continuar em austeridade com medidas anti Estado Social e anti direitos adquiridos durante as próximas décadas.
 
E para continuar a enganar a manada, ou seja, os portugueses:

Após relatar que o PSD transmitira à 'troika' que considerava mais prudente um programa cautelar, o vice-presidente da bancada social-democrata fez uma nova declaração, agora para esclarecer que não há opção tomada nesta matéria.

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3709142

Mas alguém acredita que a poucos meses de a Tróika ir-se embora um governo não sabe o que vai fazer? A ser verdade são uma cambada de irresponsáveis (chocante ou talvez não).

Já o PS, o suposto salvador, também quer um programa cautelar, mas, como é hábito por estes dias, há a utilização de uma linguagem deveras complexa:

O PS considerou hoje que a sua recomendação de "prudência" sobre a solução a aplicar em Portugal no final do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) foi "bem acolhida" pelos representantes da 'troika'.

A posição foi assumida pelo dirigente socialista Óscar Gaspar no final da reunião do PS com a delegação da 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia) que durou cerca de 70 minutos e que se realizou no âmbito da 11.ª avaliação ao programa de assistência.

"Neste momento recomenda-se prudência. Essa ideia foi bem acolhida na reunião de hoje", declarou Óscar Gaspar em conferência de imprensa, no final de uma reunião em que esteve presente o secretário-geral do PS, António José Seguro.

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3709436

Portanto, mesma coisa com palavras diferentes.
 
  • Gosto
Reactions: CptRena
Noutras notícias:

A revista Forbes publicou esta segunda-feira, 3 de Março, a lista dos mais ricos do mundo, em que continuam a figurar três portugueses: Américo Amorim, Alexandre Soares dos Santos e Belmiro de Azevedo.

Com uma fortuna avaliada em 5,3 mil milhões de dólares, Américo Amorim, o empresário que controla a Corticeira Amorim, subiu 49 posições no ranking de 2014, ocupando a 267ª posição. No ano passado, o maior accionista da Galp Energia (a Amorim Energia detém uma participação de 38,34%) surgia em 316º lugar com uma fortuna de 4,1 mil milhões de dólares.

Alexandre Soares dos Santos continua a ser o segundo português mais rico mas, este ano, desceu 151 posições no ranking dos bilionários. O ex-presidente do conselho de administração da Jerónimo Martins é o 609º mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em 2,8 mil milhões de dólares. Caiu da 458ª posição que ocupava em 2013 quando a sua fortuna totalizava, de acordo com a Forbes, três mil milhões de dólares.

A maior escalada no ranking é protagonizada por Belmiro de Azevedo, que subiu 337 posições. O presidente do conselho de administração da Sonae detém a terceira maior fortuna portuguesa e é o 687º homem mais rico do mundo. A revista Forbes avalia a fortuna de Belmiro de Azevedo em 2,5 mil milhões de dólares quando, no ano passado, era de 1,45 mil milhões e o empresário ocupava a 1024ª posição.

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...o_sobem_na_lista_dos_mais_ricos_do_mundo.html

A maioria dos países do hemisfério ocidental ainda não faliu por causa das taxas de juro baixas (e com a falência de uns vão os outros). Mesmo com esta política as dívidas dos países continuam a aumentar. O dinheiro está indo para as ações fazendo os ricos mais ricos e os pobres (como é novidade) mais pobres. Aumentar o salário mínimo é mau porque aumenta a inflação mas imprimir do ar dinheiro para salvar bancos é uma coisa "boa" e não aumenta inflação.

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, reiterou hoje que o programa de compra de dívida soberana "está pronto" para ser activado se for necessário e assegurou que é "completamente legal".

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...a_compra_de_divida_esta_pronto_e_e_legal.html

Mais areia para os olhos, o próprio FMI acha mais provável falências ao estilo dos anos 30 e o próprio documento da UE que já postei indica que as poupanças vão ao ar para salvar os países. Mas enfim, que siga a caravana.
 
  • Gosto
Reactions: CptRena
Parcerias Público-Privadas revelaram um “Estado fraco”

As Parcerias Público-Privadas rodoviárias foram feitas por “pressão política” e foram um “instrumento de propaganda de diversos Governos” que revelam um “Estado fraco”, escreve Sérgio Azevedo, deputado do PSD e relator da comissão de inquérito sobre a matéria.

As fortes críticas à utilização das PPP em Portugal nos últimos anos constam de um livro que é apresentado na próxima quarta-feira, em Lisboa.

O livro pretende chamar a atenção para os “erros” que se cometeram com as PPP rodoviárias e que resultaram numa “factura” de quase 12 mil milhões de euros, encargos líquidos equivalentes a dez anos de subsídios de férias de todos os funcionários públicos e de todos os reformados portugueses.

“Espero que o livro dê a conhecer às pessoas o porquê de sermos hoje resgatados. Os gastos que se fizeram e os erros que se cometeram. O custo do interesse político quando se sobrepõe ao interesse do país e à sua estratégia de desenvolvimento sustentado”, afirmou ao PÚBLICO Sérgio Azevedo.

O relatório da comissão parlamentar de inquérito foi aprovado em Julho de 2013 e remetido para a Procuradoria-Geral da República (como é habito), que revelou já existir uma investigação em curso. As conclusões (180 em 500 páginas) apontam para responsabilidades dos governos de José Sócrates, culpas que os socialistas têm rejeitado.

O deputado não critica o modelo das PPP em si, mas sim a forma como foi utilizado e desvirtuado. “Os seus contractos [das PPP] foram mal negociados e foram sobretudo feitos por pressão política e em coincidência com períodos eleitorais. Foram um instrumento de propaganda de diversos governos que desvirtuou as suas potencialidades: reduzir encargos para o Estado e satisfazer as necessidades públicas”, lê-se no livro, que tem o prefácio de José Gomes Ferreira, jornalista da SIC, e que será apresentado pelo antigo juiz do Tribunal de Contas, Carlos Moreno.

Apontando o dedo à opção de investir no betão em vez da educação, num país que “continua pobre”, o deputado social-democrata conclui: “Fomos fracos. Ou melhor, o Estado foi fraco”. Foi “fraco” perante os parceiros privados, onde se colocou em “posição de inferioridade”. E virou-se contra si próprio. “Estes contractos PPP foram feitos, na sua maioria, contra os interesses de uma das partes. O Estado. O Estado foi o seu próprio inimigo. E isso traduziu-se num peso que carregaremos nos próximos 30 anos. O Estado falhou”, escreveu o relator da comissão de inquérito. O deputado exige responsabilidades por este “erro humano” e espera que a justiça cumpra o seu papel.

No livro que contém as conclusões do inquérito parlamentar, o autor sublinha alguns exemplos que considera “difíceis de perceber”. É o caso da Lusoponte, cujas PPP supõem não trazerem custos para o contribuinte, e que já tenham custado “quase mil milhões de euros”. Ou ainda: “Como também ninguém percebe, por exemplo, porque é que foram, nalguns casos, as concessionárias a definir as suas próprias rentabilidades. Ou porque é que se assumiu compromissos financeiros em nome do Estado, para as subconcessões, em 2010 para serem debitados em 2014 quando, se não tivesse havido demissão do governo anterior, teríamos eleições legislativas em 2013”.

Apesar de reconhecer o inquérito parlamentar como uma fiscalização tardia, o deputado assegura que funcionou: “Politiquices à parte, houve um sentimento unânime e transversal a todos os partidos. As coisas não correram bem. E todos têm essa consciência”.

Para o futuro e para evitar repetir a experiência desta “espécie de inferno”, Sérgio Azevedo aconselha uma avaliação muito “séria e rigorosa” dos projectos em regime de PPP, “nos seus pressupostos e fundamentos”. E remata: “Tudo o que faltou até aqui”.

http://www.publico.pt/politica/notic...-fraco-1621080


Acabem com elas

Paulo Morais - Os custos com as parcerias público-privadas (PPP) não param de crescer. Ao longo deste ano, as rendas vão atingir valores incomportáveis, aos quais acrescem ainda pagamentos de compensações aos concessionários, designados pomposamente de "reposição de equilíbrio financeiro" Com tudo isto, estima-se que a fatura venha a rondar os quatro mil milhões, tendo já sido ultrapassados todos os limites do admissível.

Os pagamentos devem pois ser imediatamente suspensos. Até porque há contratos irregulares ou com cláusulas abusivas.

Em primeiro lugar, existem muitos contratos ilegais, nomeadamente as PPP cuja construção não foi precedida dum "comparador público", isto é, um instrumento que confronte vantagens e inconvenientes de construir em regime de parceria ou na forma de investimento direto do Estado.

São também irregulares contratos que, desrespeitando a lei de enquadramento orçamental, não contemplam as responsabilidades do Estado nos orçamentos de cada ano.

Finalmente, são nulos todos aqueles com anexos secretos, já identificados pelo Tribunal de Contas. Mas mesmo os contratos regulares dispõem de cláusulas que roçam a loucura. Garantem pagamentos fixos pela simples disponibilização das autoestradas.

Geram rentabílidades de vinte e tal por cento a troco de risco zero. Premeiam de forma milionária a redução do número de acidentes, mas, em caso de aumento da sinistralidade, aplicam multas ridículas. Os contratos admitem ainda negociações que levam a uma suposta reposição do equilíbrio financeiro.

Só em 2011, este estratagema representou para o Estado uma despesa suplementar de quase mil milhões.

Há que estancar esta sangria. É preciso que o Estado passe a receber rendas, em vez de as pagar; mesmo que para tal se aumente o prazo das concessões em alguns anos. Em alternativa, renegoceiem - se as rendas para valores decentes e, neste caso, os encargos públicos passarão para metade. Há sempre ainda um último recurso, que é a expropriação pelo real valor de cada equipamento. Por muito cara que fique esta opção, fica seguramente muito mais barata do que a espoliação a que, no modelo vigente, os concessionários das PPP subjugam o Estado.

Paulo Morais | Correio da Manhã | 01-03-2014

http://www.inverbis.pt/2014/artigoso...cabem-com-elas
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/no...cabem-com-elas



Notícia de 2010: Factura com parcerias público privadas duplica(?) de 2013 para 2014

As PPP rodoviárias, ferroviárias e com saúde deverão rondar os 0,4 por cento do PIB até 2013, dobrando o seu peso no PIB de 2013 para 2014, por força de um aumento dos encargos líquidos do Estado com as PPP rodoviárias, que passarão a representar 0,5 por cento do PIB em 2014, quando em 2013 deverão representar apenas 0,2 por cento.
As concessões rodoviárias serão ao longo da década as PPP que maiores encargos trarão ao Estado, devido aos compromisso já assumidos, com a saúde em segundo lugar em praticamente toda a década.
O cenário, avançado hoje pelo ministro das Finanças na Comissão de Orçamento e Finanças e entregue aos deputados, consta da análise de sensibilidade das finanças públicas até 2020, e avança que nesta década, os encargos com as PPP atingirão os 0,9 por cento em 2017.
As projecções incluídas na analise de sustentabilidade das finanças públicas até 2020, são realizadas com base nos cálculos do ministério das Finanças, das entidades gestoras destes projectos e do Grupo de Trabalho para o Envelhecimento - AWG, da dependência da União Europeia.
Os encargos são calculados tendo por base ainda as medidas incluídas no Programa de Estabilidade e Crescimento, entre elas o adiamento por dois anos das linhas de alta velocidade (TGV) Lisboa-Porto e Porto-Vigo e ainda a não assumpção de novos compromissos com concessões rodoviárias.

http://www.dn.pt/especiais/interior....eccao=ECONOMIA
 
  • Gosto
Reactions: frederico
Não se esqueção da àgua a nova moda das camaras privatizar o liquido mais precioso onde vivo a maioria do risco vai para o municipio se ouver quebra de consumo la vai o povinho pagar e a empresa não tem de fazer um unico metro de saneamento
 
Por cá, o mentiroso patológico confirmou mais uma das suas mentiras:

O primeiro-ministro afirma que "não há condições" para manter o nível salarial de 2011, em resposta a António José Seguro, que perguntou se os cortes são definitivos.

Segundo Passos Coelho, os cortes temporários são os que estão neste momento em vigor, sublinhando, no entanto, que é impossível regressar ao nível de salários e pensões de há três anos.

"Afinal não são temporários, são definitivos", diz Jerónimo de Sousa, acusando o primeiro-ministro de "falta de lealdade" e de "mentir aos portugueses."

Questionado sobre a saída do programa de ajuda externa, Passos Coelho volta a garantir que o Governo não está a negociar nada com a troika.

"O senhor deputado anda a insinuar que estamos a negociar a saída do programa com a troika há meio ano. Nós não andamos a negociar nada nas costas dos portugueses", assegurou.

http://expresso.sapo.pt/passos-diz-que-salarios-e-pensoes-nao-regressam-a-valores-de-2011=f859305

E ainda deu-se ao luxo de dizer mais uma:

"A dívida portuguesa é sustentável", garante o primeiro-ministro, refugiando-se na avaliação feita pelo FMI e acompanhado por BCE e Comissão Europeia. E deixou claro que o Governo sabe e dirá "qual o preço que está disposto a pagar para não reestruturar" essa dívida.

Num repto directo ao PS de António José Seguro, Passos diz que é preciso dizer "agora" e não esperar por eleições em 2015, para se construir "o futuro". E que é este o momento de Governo e PS se sentarem "à mesma mesa, sem hesitações ou falsos pretextos". Porque o pós-troika é daqui "a dois meses", "quem tem algo de relevante para dizer, é agora que é chamado para o debate. Não haja tibiezas ou hesitações", sustentou o primeiro-ministro.

http://economico.sapo.pt/noticias/a-divida-portuguesa-e-sustentavel_188483.html

Obviamente que o discurso do preço a pagar não recairá nele. Daqui a uns anos vê-lo-emos num cargo distinto nacional ou internacional. Tipo Relvas, que deu-nos mais uma pérola:

O antigo ministro do PSD Miguel Relvas criticou os comentadores que fizeram “análises patéticas” sobe o seu regresso à vida política activa e garantiu que aceitou encabeçar a lista do Conselho Nacional do partido para dar o seu "melhor contributo".

(...)

Miguel Relvas citou Grouxo Marx, Sá Carneiro e terminou o discurso com um provérbio: “Há um ditado chinês que diz ‘quando os ventos sopram alguns abrigam-se, outros constroem moinhos’. Eu escolhi sempre construir moinhos, convosco”.

http://www.publico.pt/politica/noticia/relvas-e-ao-vosso-lado-que-quero-caminhar-1626851
 
A malta do CDS é empreendedora... realmente é muito duro ser ultrapassado pelo deputado sexy de Braga. Arrajem aí um gabinete qualquer para enfiar os conhecimentos económicos do homem. Precisamos deles a todo o custo. :lol:

Diogo Feio, que contra a sua vontade não foi reconduzido como candidato a eurodeputado na lista PSD/CDS, vai "garantidamente" ser convidado para um elevado cargo no aparelho de Estado.

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3723604
 
Como piada do dia:

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, responsabilizou-se esta manhã por uma maior preocupação social na implementação do programa da ‘troika' em Portugal.

"Se não fosse um português à frente da Comissão Europeia a orientação [para Portugal] teria sido muito mais no sentido do rigor, sem a dimensão social, sem a dimensão do equilíbrio entre a consolidação e o apoio ao crescimento", afirmou Durão Barroso à chegada ao congresso do Partido Popular Europeu (PPE), que hoje elege o seu candidato oficial a presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso.

Durão Barroso, que hoje anunciou publicamente não estar disponível para continuar no cargo, garantiu que ao longo do mandato fez "tudo o que podia por Portugal", pelo que abandonará o cargo em Outubro com "a consciência absolutamente tranquila" em relação ao seu desempenho e no apoio a Portugal durante a crise financeira.

"Devo dizer que os momentos que mais sofri não foram tanto com a crise do euro, mas com o que se passava no nosso país, e agora aqui na Irlanda têm reconhecido o que fiz pela Irlanda, na Grécia também acabaram de me distinguir com outra condecoração, se os outros países reconhecem que fiz por eles o máximo que podia fazer, será que não o faria pelo meu próprio país?", questionou Durão Barroso em declarações à TVI e à agência Lusa.

Durão Barroso, que continuará a presidir à Comissão Europeia até ao final de Outubro, diz que "ainda não" pensou no que fará quando abandonar o cargo: "Agora estou concentrado até Outubro, depois logo se verá. Portugal é o meu país, mas neste momento não tenho planos, não tenho quaisquer planos."

http://economico.sapo.pt/noticias/b...duro-sem-um-portugues-na-comissao_188671.html

Acredito que tenha sofrido tanto. :lol:
 
O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso:

"Devo dizer que os momentos que mais sofri não foram tanto com a crise do euro, mas com o que se passava no nosso país,



verti uma lágrima
 
Portugal vai continuar a ser supervisionado por Bruxelas "pelo menos até 2026", uma fiscalização que poderá ir "até 2036 ou 2037", havendo missões regulares a cada seis meses, disseram à Lusa dois analistas de mercado.

As regras europeias determinam que, quando um país termina um programa de assistência financeira, a vigilância pós-programa mantém-se até que o país em causa pague pelo menos 75% do montante recebido, havendo missões duas vezes por ano, independentemente da forma como venha a sair do programa.

http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/ajuda-externa-bruxelas-mantem-supervisao-lisboa-2037

Nada de novo... qual soberania qual quê? Vamos ser "bons alunos" durante muitos e muitos anos.
 
  • Gosto
Reactions: frederico
Estado
Fechado para novas mensagens.