O Estado do País

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O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso:

"Devo dizer que os momentos que mais sofri não foram tanto com a crise do euro, mas com o que se passava no nosso país,

verti uma lágrima

E as bombas do Sadam, Barroso? Já as encontraste?


Juncker é "candidato de primeira categoria", diz Paulo Rangel...

Depois do Barroso e dos voos de presos às escondidas, o Juncker.

O primeiro-ministro do Luxemburgo apresentou no verão passado sua demissão após um escândalo com os serviços secretos.

http://www.spiegel.de/international...ker-was-felled-by-a-spy-scandal-a-911132.html
 
http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/ajuda-externa-bruxelas-mantem-supervisao-lisboa-2037

Nada de novo... qual soberania qual quê? Vamos ser "bons alunos" durante muitos e muitos anos.

Talvez assim não venha a troika tão cedo para o país, se ninguém controlar as contas daqui a 5-10 anos levamos com a troika outra vez. A maior parte dos portugueses viviam à grande e à francesa, era crédito para tudo e mais alguma coisa. Quem teve cabeça e juízo, a crise não afectou muito agora quem gastou mais do que devia até os anéis a crise levou.
 
Talvez assim não venha a troika tão cedo para o país, se ninguém controlar as contas daqui a 5-10 anos levamos com a troika outra vez. A maior parte dos portugueses viviam à grande e à francesa, era crédito para tudo e mais alguma coisa. Quem teve cabeça e juízo, a crise não afectou muito agora quem gastou mais do que devia até os anéis a crise levou.

A troika não vai voltar porque nunca vai sair. Por um lado todos nós levamos com a propaganda da recuperação mas por outro o PPC diz que o empobrecimento está para ficar. O que não é novidade, sendo nós um país muito dependente de importações.
 
o que me preocupa , nem é a TROIKA,é quererem fazer de Portugal o escravo da europa com baixos salarios e produção barata.

Belmiro-de-Azevedo-e-Passos-Coelho.jpg
 
çPosso vos dizer que sei o que digo, isto nao vai durar 10 nem15 anos mas sim decadas e nao tem só haver com um plano de racionalização de contas publicas mas com um plano de empobrecimento do pais um reajuste para que sejamos mais competitivos ou seja mais pobres é uma agenda liberal radical e isto ainda é so o começo e nada nem ninguem nem nenhum grupo social podera evitar isso pois os mercados nao irao permitir. Em ultima instancia se houver muito ruido e com o desemprego que existe o trabalho precario ira chegar a onde nunca se pensou o que nao falta sao pessoas validas formadas bem preparadas fisica e mentalmente disponiveis para ganharem metade do que o que os actuais ganham é triste mas é a realidade, o trabalho precario ja chegou a areas impensaveis como a Saude, Justiça e ira chegar a outras.
 
Décadas? para mudar precisamos dos mesmos dias que os corruptos levam a assinar os papeis das privatizações de monopólios. É o tempo de rasgar todos esses contratos. E isso não é nenhuma dificuldade.
 
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Da mesma forma que rasgam os salários, as pensões e todas as outras garantias sociais... rasgaremos os lucros, os contratos leoninos e os acordos secretos.
 
Não há volta a dar: em 2015, o Estado tem de cortar dois mil milhões de euros na despesa. A receita está definida e implica cortes definitivos nos salários e pensões, mas com as europeias à porta o assunto tem sido tratado com pinças pelo Governo e tudo aponta para que as medidas só sejam aplicadas depois das eleições.

Apesar de Maria Luís Albuquerque ter já admitido que o encerramento da 11.ª avaliação da troika depende da apresentação de “medidas para 2015”, o Governo vai tentar gerir os prazos de aplicação das medidas, seguindo o guião que ficou definido na 10.ª avaliação.

O discurso sobre os cortes é claro, mas os portugueses só devem sentir no bolso o efeito das medidas depois de a troika sair do país. “Não podemos regressar ao nível salarial de 2011, não podemos regressar ao nível remuneratório das pensões de 2011” - resumiu o primeiro-ministro, esta quarta-feira, no Parlamento, lembrando que “há uma diferença entre usar uma cinta e emagrecer de facto”.

A fórmula para o emagrecimento duradouro passa por reduzir os vencimentos e as pensões no sector público. Há quem defenda, como tem vindo a apontar a Comissão Europeia, que o caminho passará também por reduzir as rendas excessivas no sector energético, mas o Governo terá pouca margem de manobra nessa área e a redução que possa ser conseguida será sempre uma percentagem muito pequena do corte total de despesa que há a fazer.

http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=100919

Traduzindo isso numa linguagem mais verdadeira e simples: Aos amigos não se pode cortar nada. Já aos restantes...
 
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Sim, porque as nacionalizações resultaram muito bem neste país. Oh wait...

as privatizações são um milagre. A electricidade subiu 20%, a ana subiu os preços 3 vezes desde janeiro do ano passado e agora quer expulsar as rent-a-car que não sendo multinacionais não podem pagar 1 milhão de euros para parquear carros dentro do aeroporto. Já na água o preço vai começar a subir uns 30% até ficar alinhado com a expectativa de lucro dos interessados. Espera pela bojarda dos CTT onde ao lado dos selos de correio te vão tentar vender fundos de investimento assim tipo os gajos da televisão por cabo que te ligam 2 ou 3 vezes por semana a tentar vender todos os serviços possíveis e imaginarios.
 
çPosso vos dizer que sei o que digo, isto nao vai durar 10 nem15 anos mas sim decadas e nao tem só haver com um plano de racionalização de contas publicas mas com um plano de empobrecimento do pais um reajuste para que sejamos mais competitivos ou seja mais pobres é uma agenda liberal radical e isto ainda é so o começo e nada nem ninguem nem nenhum grupo social podera evitar isso pois os mercados nao irao permitir. Em ultima instancia se houver muito ruido e com o desemprego que existe o trabalho precario ira chegar a onde nunca se pensou o que nao falta sao pessoas validas formadas bem preparadas fisica e mentalmente disponiveis para ganharem metade do que o que os actuais ganham é triste mas é a realidade, o trabalho precario ja chegou a areas impensaveis como a Saude, Justiça e ira chegar a outras.


Portugal declarou bancarrota parcial em 1892. O país ficou estagnado e com as contas públicas descontroladas décadas. Mas houve espaço para nascerem fortunas à conta do Estado, de monopólios e de proteccionismos.

Agora será diferente. O povo está mais instruído e tem outra noção dos seus direitos.
 
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Portugal declarou bancarrota parcial em 1892. O país ficou estagnado e com as contas públicas descontroladas décadas. Mas houve espaço para nascerem fortunas à conta do Estado, de monopólios e de proteccionismos.

Agora será diferente. O povo está mais instruído e tem outra noção dos seus direitos.

Tens de recuar até 1892 para teres algo parecido em Portugal com que o estás a passar actualmente.
O problema reside mesmo ai o "Povo" em caso de uma revolta irá conduzir o pais a uma ditadura militar liderada por uma certa melícia militar, para mim a alternativa revolucionária não é solução, alias não existe solução isto é daquelas coisa que é deixar andar e esperar que passe, pois á mínima instabilidade politica e social no nosso pais os "mercados" caiam-nos em cima a troika cai-nos em cima e até a continuidade no € poderia estar em causa como esteve com maior gravidade na Grécia, e o Mundo viveria bem com isso.
 
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