O Estado do País

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Estava à espera de mais uma piada sobre a Coreia do Norte. O que é que Cuba tem que ver com a privatização da ANA? Gostas de ser roubado é? Até parece que tens dinheiro pra comprar um carro.

Guardo as piadas sobre a Coreia do Norte para outro dia. A partir do momento em que o PCP branqueia o regime de lá, qualquer pessoa tem o direito de fazer semelhantes associações (penso eu de que). Hoje usei uma de Cuba para mostrar como o Comunismo não funciona (o camarada Jerónimo esteve lá em Janeiro). Infelizmente o povo continua a ser levado por demagogias.
 
Não compreendo o complexo que o Agreste tem com os católicos romanos.

A grande maioria de das pessoas em portugal (mesmo sendo elas politicamente de esquerda) assumem serem católicos romanos.

Um exemplo de apoio à igreja pela esquerda, foi feito durante a 2ª guerra mundial por Josef Stalin à igreja ortodoxa, desprezando as outras, de modo a existir uma maior união do povo e favorecer assim o seu combate aos nazis.

Em Portugal a maioria dos ateus não se importam com os manifestos de pesar políticos a determinada pessoa de uma entidade eclesiástica. Simplesmente não se manifestam por desinteresse. Não apoiam, nem são contra.
 
Não compreendo o complexo que o Agreste tem com os católicos romanos.

A grande maioria de das pessoas em portugal (mesmo sendo elas politicamente de esquerda) assumem serem católicos romanos.

Um exemplo de apoio à igreja pela esquerda, foi feito durante a 2ª guerra mundial por Josef Stalin à igreja ortodoxa, desprezando as outras, de modo a existir uma maior união do povo e favorecer assim o seu combate aos nazis.

Em Portugal a maioria dos ateus não se importam com os manifestos de pesar políticos a determinada pessoa de uma entidade eclesiástica. Simplesmente não se manifestam por desinteresse. Não apoiam, nem são contra.

Não se trata de defender aqui um credo ou outro. O comunismo, em especial o português agarra-se com todas as forças às minorias. O comunismo português ainda não reparou que a continuar assim, o destino é a sua extinção completa! O que é pena, digo-o sinceramente. Há que haver respeito pelos credos que cada cidadão tenha, quer seja ateu ou religioso, todo o cidadão compõe a nação e tanto pode ser beneficiário como contribuinte. É o cidadão num estado democrático quem elege os governantes, logo os partidos mesmo sendo laicos tem o dever de respeitar os seus cidadãos! Os comunistas têm mais é que trabalhar como os outros e preocupar-se com o futuro da nação, sem utopias e demagogias estúpidas! Todos os partidos fazem falta, da esquerda à direita, mas haja o bom senso de respeitar os cidadãos!
 
Parece o meu antigo chefe... ainda bem que há comunistas a fazerem greves e a lutarem por direitos... senão era eu que tinha de ir prá rua gritar e não me apetece.
 
...A partir de 2011 (ano em que já tinha sido concretizado um desanuviar legal), para adquirir novos carros era necessário uma autorização governamental. Um privilégio que era apenas reservado a médicos, políticos, oficiais, atletas de topo e artistas. Estas excepções eram muitas vezes negociadas no mercado negro por quantias muito elevadas...
:lol:

Quanto a mim, "parto-me" todo a rir com isto.:D

Normalmente estas figuras são associadas às elites, seja em PORTUGAL ou nos outros países chamados CAPITALISTAS.
Sendo assim, Cuba é um país capitalista!

Comunistas e socialistas deste mundo: só vos sobram a Venezuela e a Coreia do Norte. Bons locais para emigrarem...:malandro:
 
Não querendo faltar ao respeito a ninguém, até porque nestas questões fracturantes da sociedade tenho algumas ideias um pouco antagónicas, se por um lado entendo que é preciso cautela quando se fala em liberalizar a pura adopção por parte de casais homossexuais, na co-adopção não tenho duvidas e neste caso mais vale uma família que um orfanato... A empírica evidencia ou prova isso mesmo.

Contudo, depois do chumbo por parte da direita à co-adopção por parte de casais homossexuais, atenção aos mais distraídos é co-adopção e não adopção, cada vez me convenço mais que à maioria dos "carneiros" de direita da Assembleia da Republica lhes parou o cérebro no dia 25 de Abril de 1974 e nunca mais funcionou...
 
Adoptar ou coadoptar é o mesmo. Liberalize-se.

Duas pilinhas ou 2 passarinhas e é a confusão mental. A homossexualidade é contagiosa. A sida é a doença dos homossexuais. Os toxicodependentes devem tratar-se na cadeia. Os alcoólicos devem bater nas mulheres e todos devemos cuspir para o chão.
 
Não querendo faltar ao respeito a ninguém, até porque nestas questões fracturantes da sociedade tenho algumas ideias um pouco antagónicas, se por um lado entendo que é preciso cautela quando se fala em liberalizar a pura adopção por parte de casais homossexuais, na co-adopção não tenho duvidas e neste caso mais vale uma família que um orfanato... A empírica evidencia ou prova isso mesmo.

Contudo, depois do chumbo por parte da direita à co-adopção por parte de casais homossexuais, atenção aos mais distraídos é co-adopção e não adopção, cada vez me convenço mais que à maioria dos "carneiros" de direita da Assembleia da Republica lhes parou o cérebro no dia 25 de Abril de 1974 e nunca mais funcionou...

Certamente que a direita beata foi a principal responsável pela não aprovação da lei, mas se todos os deputados do PS tivessem votado a favor ela teria sido aprovada.

A direita beata padece do mesmo mal da esquerda boazinha, não é uma questão de paragem cerebral, mas sim de achar que o estilo de vida de um grupo, mesmo que maioritário, deve ser adoptado por toda a sociedade. É tão somente o medo da liberdade, da responsabilidade individual e um desejo de haver uma entidade (Estado) a controlar tudo e todos.

Claro que no processo de adopção devem ter prioridade as famílias "convencionais", mas é sempre preferível uma criança ser adoptada por uma família homossexual, ou monoparental, do que passar a sua infância e adolescência numa instituição.
 
isso é uma lei para inglês ver, não se fala dos direitos de quem interessa que são as crianças e só delas de terem uma vida feliz e torna-se bandeira de quem acha que tem menos direitos que o resto. Em portugal um casal inicia uma adopção com um bébe e quando acaba já ele tem quase 18 anos vividos em orfanatos, ou então em varias familias de acolhimento
 
O primeiro-ministro disse hoje ter sido "surpreendido" pela prescrição dos procedimentos contra-ordenacionais aplicados pelo Banco de Portugal ao fundador do BCP, Jorge Jardim Gonçalves. No discurso que assinala hoje os 40 anos do PSD, nas Caldas da Rainha, Passos Coelho fez ainda uma crítica velada ao caso, assim como às ameaças de prescrição dos casos do BPN e BPP.

"Um cidadão comum não teria conseguido um desfecho destes", disse Pedro Passos Coelho, garantindo contudo que não se estava a referir a nenhum caso em particular.

O Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa considerou prescrito o procedimento contraordenacional imputado pelo Banco de Portugal a Jardim Gonçalves. O prazo máximo de prescrição das contraordenações em causa quanto ao arguido é de oito anos, tendo tido o seu início em Março de 2005 e que, entre esta data e a remessa do processo a tribunal, decorreram cinco anos e cinco meses, período em que o processo esteve no Banco de Portugal (BdP), esclareceu o Conselho Superior da Magistratura na passada quinta-feira.

Perante a prescrição das contra-ordenações que obrigavam Jardim Gonçalves a pagar uma coima de um milhão de euros, o Banco de Portugal já confirmou que não irá recorrer da decisão do Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa, à semelhança da posição do Ministério Público. No entanto, o regulador liderado por Carlos Costa continua a defender que o Conselho Superior de Magistratura não contou devidamente o prazo entre o início do processo BCP e a decisão condenatória.

http://economico.sapo.pt/noticias/passos-surpreendido-com-desfecho-do-caso-bcp_189153.html

Então, pergunto eu, a que caso se está a referir? :lol:

Só faltaram as promessas ao estilo de campanha: "Se formos governo isto nunca mais acontecerá" ou "Não podemos ter justiça para ricos e justiça para pobres" ou ainda "Faremos tudo o que for possível para que casos destes nunca mais se repitam".

Mas no fim do dia, tudo fica igual.

Ups. Teclei cedo de mais:

"Grande parte da nossa acção política destina-se precisamente a corrigir estas injustiças, estas assimetrias, estes acidentes ou os privilégios que ainda possam existir na sociedade portuguesa", afirmou Pedro passos Coelho, este domingo, 16 de Março, depois de aludir a "processos que tinham uma grande visibilidade mediática e acabaram por não ter decisão porque foram prescritos".

Sem quer fazer "qualquer observação em particular sobre esses processos", Passos Coelho adiantou que "custa à maior parte dos portugueses admitir que isto aconteceu porque as pessoas que estavam envolvidas nos processos não eram pessoas simples, cidadãos anónimos", sublinhando que "a maior parte das pessoas está convencida de que um cidadão comum não teria conseguido um desfecho destes nestes processos".

Bem ou mal "ainda há uma percepção de injustiça na sociedade portuguesa, na forma como uns e outros são objecto de tratamento na justiça", acrescentou o primeiro-ministro, admitindo haver "muitas reformas" que o Governo terá que executar e que este é o momento para todos aqueles que "querem conquistar o seu direito deixar um legado no futuro de maior esperança para os seus filhos ou para os seus netos" dizerem "presente".

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...cas_e_da_exemplo_de_processos_prescritos.html

Mais mentiras.

A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, insistiu esta terça-feira, na Assembleia da República, mais uma vez, que «acabou a impunidade em Portugal», acentuando que «ninguém está acima da lei», sejam «pessoas do passado, presente e futuro».

De acordo com a agência Lusa, Paula Teixeira da Cruz afirmou que «sempre houve impunidade em Portugal, como demonstram os processos recentes», mas sublinhou a necessidade de acabar com «a cultura de impunidades», em que «muitos se acharam acima da lei».

http://www.tvi24.iol.pt/politica/pa...tica-teixeira-da-cruz-tvi24/1384098-4072.html

Isto foi dito em.... 2012...
 
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Garcia dos Santos: "Salazar resolvia os problemas todos"
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Embora nunca tenha gostado de Salazar, o general Garcia dos Santos, defende em entrevista ao i, que este foi um grande homem do Ministério das Finanças e que é devido ao facto de ter resolvido todos os problemas sozinho que os portugueses hoje não sabem viver em democracia.

Num ano em que se assinalam os 40 anos da Revolução do 25 de Abril, o general Garcia dos Santos refere que, ainda hoje, os portugueses não sabem viver em democracia por culpa de António Oliveira Salazar, que “foi de facto um homem extraordinário” nas Finanças.

“Não sabemos viver em democracia”. É com base nesta ideia que o general Garcia dos Santos, um dos envolvidos no Golpe de Estado do 25 de Abril, inicia a entrevista que concede esta segunda-feira ao jornal i.

“Salazar foi uma pessoa que resolvia todos os problemas e que forçava os portugueses a não se preocuparem com nada”, afirma, explicando que por este motivo os portugueses não souberam viver em democracia nem souberam ensinar às gerações seguintes como fazê-lo.

Os políticos são o reflexo dessa incapacidade e hoje são, por isso, “garotos que nunca fizeram nada da vida, por um lado, e nem sabem o que é a vida com dificuldades”. A esperança está depositada nas gerações futuras.

Este não é, no entanto, o único problema dos portugueses. “O povo português não planeia, vive um pouco ao sabor do dia a dia”, o que significa que “não temos nenhum projeto de futuro enquanto país”.

Além disso, nunca responsabilizamos as pessoas pelas suas asneiras. “Não cortamos cabeças” e é também por isso que sobrevivemos tão bem à ditadura e, de certa maneira, se perdoou a PIDE, porque pensamos sempre: 'O gajo no fundo não é mau rapaz, não volta a fazer'”.

http://www.noticiasaominuto.com/pais/189573/salazar-resolvia-os-problemas-todos
 
Oitenta por cento dos utilizadores do Serviço Nacional de Saúde (SNS) estão isentos do pagamento de taxas moderadoras

Oitenta por cento dos utilizadores do Serviço Nacional de Saúde (SNS) estão isentos do pagamento de taxas moderadoras, calcula o ministro Paulo Macedo. São cerca de sete milhões os cidadãos que utilizam o SNS e actualmente há 5,5 milhões isentos de taxas, explicou nesta quarta-feira o ministro da Saúde, no Porto, durante um almoço-debate em que traçou um quadro positivo da evolução deste sector que “se tem mostrado resiliente”, apesar da crise económico-financeira.

“Não há disparate maior do que dizer que na Saúde houve cortes cegos”, sustentou Paulo Macedo, contestando as críticas que lhe têm sido feitas, durante a sua intervenção sobre O Futuro do Sistema de Saúde Português, uma iniciativa organizada pelo International Club of Portugal e patrocinada pela consultora Delloite.

Lembrando que “cortar na despesa pública não é necessariamente mau”, deu o exemplo das “rendas excessivas”, nomeadamente no sector do medicamento, que têm vindo a diminuir de forma acentuada. Em resultado disso, notou, actualmente “o preço da saúde está mais baixo para as pessoas com menos recursos”.

Paulo Macedo voltou a afirmar que acredita no futuro do SNS, desde que se continue a fazer “reformas ambiciosas”. Citou, a propósito, o responsável pelo Serviço Nacional de Saúde inglês (NHS), David Nicholson, que recentemente afirmou que o NHS é “insustentável” e que “só passará a ser sustentável” se forem feitas reformas, incluindo “concentração de serviços”.

Se é isso que se pretende fazer em Portugal, porque não avançou então ainda na reforma da rede hospitalar, perguntaram-lhe à saída os jornalistas. Os hospitais vão entregar “um plano estratégico” e em breve haverá legislação, disse Macedo, que não deixou de acentuar que já foram dados vários passos neste sentido. Além dos cuidados psiquiátricos, há "uma intenção clara relativamente às maternidades” e foram criados novos centros hospitalares e unidades locais de saúde que hoje têm “outra massa crítica”, sintetizou.

Questionado sobre a recente polémica em torno do despacho que visa aumentar o número de colonoscopias (exames que permitem diagnosticar o cancro colo-rectal) – a Ordem dos Médicos e a Associação de Luta contra o Cancro do Intestino consideram que a forma de sedação proposta é inadequada e defendem que devem ser os anestesistas e não os gastrenterologistas a assegurá-la –, desvalorizou a questão. "Este é um despacho adicional e foi pedido à Direcção-Geral da Saúde que emita orientações sobre “a forma de melhorar a maneira de adicionalmente financiarmos esse tipo de exames”, explicou. Macedo acrescentou que vários hospitais públicos da região de Lisboa, onde as listas de espera são preocupantes, já disseram ter capacidade de resposta para assegurar produção adicional ,de forma a resolver "casos pendentes”.

À entrada do hotel, o ministro foi recebido por cerca de 30 pessoas que gritavam “assassino”, pediam a realização de eleições e empunhavam cartazes que diziam “Governo rua”, segundo descreveu a agência Lusa. Álvaro Agostinho, do Sindicato da Função Pública do Norte e trabalhador do Centro Hospitalar de Gaia/Espinho, esclareceu que estava a manifestar-se “por causa dos direitos e da falta de saúde que os portugueses têm actualmente”. “Peço ao senhor ministro que deixe as pessoas trabalhar com qualidade (…) nos serviços de saúde”, reclamou.

Fonte: Público

Temos de ter atenção que é cálculo de um político e que o resultado não é directo à totalidade dos portugueses residentes em portugal.
 
Demorou uns dias mas...

A recente reeleição de Kim Jong-un com 100% dos votos nas eleições parlamentares da Coreia do Norte, bem como o diferendo que opõe Ucrânia e Rússia, vem recuperar a herança pesada do PCP nas relações com regimes totalitários.

No Parlamento, os deputados do PCP evitam falar sobre o assunto e remetem para o gabinete de comunicação do partido. O SOL tentou uma reacção à reeleição do líder do regime norte-coreano, sem sucesso. Mas, no final de Fevereiro, os comunistas saíram em defesa de Kim e votaram contra uma deliberação do PSD, PS e CDS, aprovada também com os votos do BE, que condenava os “crimes contra a Humanidade perpetrados pelo regime da Coreia do Norte”.

Os comunistas, porém, apresentaram uma declaração de voto. Começaram por sublinhar que “nenhum partido em Portugal pagou como o PCP tão elevado preço pela defesa da liberdade, da democracia e dos direitos humanos”. Depois, reafirmaram o “compromisso com a defesa dos direitos humanos” e frisaram que o relatório da ONU referido na condenação - onde se acusa o regime norte-coreano de cometer “violações sistemáticas, duradouras e graves dos direitos humanos” - insere-se “na campanha de permanente tensão e conflito, com vista à desestabilização da Península Coreana e à justificação da presença militar norte-americana nesta região”.

http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=101692

Curiosamente defendem regimes que promovem exatamente o contrário :lol:
 
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