O Estado do País

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Isto tudo aconteceu devido a um rumor de que o governo grego ia taxar retroativamente os detentores estrangeiros da dívida grega. Este rumor foi negado mas como se sabe, é verdade agora, mentira logo e novamente verdade amanhã.

Notícia aqui:

Greece's government on Thursday denied it had instituted a retroactive tax on foreign holders of Greek bonds, and revoked a tax document that spooked investors and sent yields to near two-month highs.

Traders cited a document detailing a retroactive tax on non-resident holders of Greek bonds as the reason for Greek 10-year bond yields shooting up.

Greek officials, however, said that document - a government circular - had only sought to clarify that the previous tax regime of 33 percent on foreign legal entities and 20 percent on individuals had been abolished starting this year.

A finance ministry official had said the document was "probably misinterpreted" but the ministry later in a statement said it had revoked the document. It did not provide details clarifying the impact of the withdrawal.

http://www.reuters.com/article/2014/05/15/greece-tax-idUSL6N0O15IM20140515
 
a união soviética estava já melhor que isto nos anos 50. A china nos anos 70. Dentro de 10 anos até a venezuela estará melhor.

:lol::lol::lmao:

Non creo que Portugal este moito peor que Espanjha, pero eu po lo menos podo andar po la rua con tranquilidad e sen medo a que me maten, e falta de comida non temos de momento nen tan sequera as persoas mas desfavorecidas.

Eu estou deacordo que España, Portugal e Grecia estamos arruinados e poucas esperanzas tenho de que esto mellore, a deuda non para de subir, cada vez recortan mas istes fillos de puta que temos de politicos...

Eu tenho claro, o PP e o PSOE xa fai tempo que morreron para mi como partidos politicos, mesmo Portugal e Espanha se estas eleccions votan o mesmo de sempre, e que istes paises NON TEÑEN SOLUCIÓN¡¡
 
Abertura dos mercados e novo disparo das taxas de dívida portuguesa! +10pontos base em minutos! :eek::eek::eek:

A barreira dos 4% já lá vai... :cold::cold::cold:
 

El colonizador y el colonizado. No te preocupes que con Portugal y Angola pasa lo mismo. Y con Mozambique también. A ver si un dia se topan al espejo sobre el asunto de andar por las calles y no ser robado. Puede que no haya robos de pistola, pero hace la compra o busca tu servicio de salud y ya verás el atraco...
 
O Partido Socialista no seu labirinto
Hoje a taxa de juro a 10 anos atingiu os 4,1% (há uns dias era 3,6%). O Tribunal Constitucional prepara-se para chumbar medidas que valerão mais de 1000 milhões de euros. O Partido Socialista promete gastar mais 800 milhões de euros por ano, que seriam pagos com o crescimento económico que, segundo o próprio partido socialista, não existe. As actuais eleições europeias transmitem sinais de desagregação dos antigos arranjos políticos e da pópria União Europeia na Grécia, França e Reino Unido, e na verdade ninguém sabe muito bem como será a Europa dentro de um ano. Pergunto-me por isso em que mundo viverão pessoas como o Manuel Caldeira Cabral para virem garantir em público que o Estado vai poder gastar mais, cobrar menos impostos, crescer e em simultâneo respeitar o tratado orçamental. Tudo isto antes de uma decisão do Tribunal Constitucional crítica para as finanças públicas, e tendo o PS submetido pedidos de inconstitucionalidade que valem mais de 2 ou 3 mil milhões de euros.

Note-se ainda que o PS sempre defendeu estímulos keynesianos para combater a recessão e agora vem dizer que se houver crescimento também pretende gastar mais. Ou seja, há sempre uma justificação para gastar mais. Isto independentemente dos riscos óbvios que o próximo ciclo político vai ter. Aumentar a despesa porque a economia cresce, sustentando a consolidação orçamental no aumento da receita, torna inevitável uma bancarrota quando vier a próxima recessão.

http://blasfemias.net/2014/05/21/o-partido-socialista-no-seu-labirinto/

Anseio pela nossa falência.
 
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O Partido Socialista no seu labirinto


Anseio pela nossa falência.



O proximo a chamar o fmi deve ser o Seguro ou o Costa .

Se os socialistas vao gastar mais mas , segundo os proprios , o crescimento vai ser insuficiente , so posso concluir que eles vao preparar novamente a insolvencia do pais .
 
Portugal é o segundo país da União Europeia com o preço de gás mais elevado, ficando apenas atrás da Bulgária. Na eletricidade, o país surge como o terceiro país onde esta é mais cara, atrás da Alemanha e de Chipre. Estes dados constam de um relatório divulgado esta quarta-feira pelo Eurostat e têm em conta o poder de compra dos países da União.

No período analisado – o segundo semestre de 2013 – Portugal ficou assim entre os três países da União onde a energia é mais cara. No geral, a tendência europeia foi para um aumento das tarifas energéticas desde o segundo semestre de 2012. Portugal até nem aparece listado como um dos países onde se deram os maiores aumentos na eletricidade – que subiu em média 2,8% – mas no gás foi o segundo país onde o aumento foi maior: 9%, apenas suplantado pelos 10% da Roménia.

Um exemplo, em euros: os portugueses pagam hoje 9,30€ por 100 kWh de gás, enquanto os romenos, apesar dos aumentos, pagam apenas 3,10€. É na Suécia que os preços de gás são mais elevados: 12,2€.

Quanto à eletricidade, não tendo em conta o poder de compra, os preços mais elevados praticam-se na Dinamarca (29,4€ por 100 kWh), na Alemanha (29,2€) e em Chipre (24,8€), todos acima da média da zona euro (20,1€), a qual Portugal ultrapassa ligeiramente (21,3€).

http://observador.pt/temos-o-segundo-maior-preco-de-gas-e-o-terceiro-maior-da-eletricidade-da-uniao/
 
Portugal é o segundo país da União Europeia com o preço de gás mais elevado, ficando apenas atrás da Bulgária. Na eletricidade, o país surge como o terceiro país onde esta é mais cara, atrás da Alemanha e de Chipre. Estes dados constam de um relatório divulgado esta quarta-feira pelo Eurostat e têm em conta o poder de compra dos países da União.

No período analisado – o segundo semestre de 2013 – Portugal ficou assim entre os três países da União onde a energia é mais cara. No geral, a tendência europeia foi para um aumento das tarifas energéticas desde o segundo semestre de 2012. Portugal até nem aparece listado como um dos países onde se deram os maiores aumentos na eletricidade – que subiu em média 2,8% – mas no gás foi o segundo país onde o aumento foi maior: 9%, apenas suplantado pelos 10% da Roménia.

Um exemplo, em euros: os portugueses pagam hoje 9,30€ por 100 kWh de gás, enquanto os romenos, apesar dos aumentos, pagam apenas 3,10€. É na Suécia que os preços de gás são mais elevados: 12,2€.

Quanto à eletricidade, não tendo em conta o poder de compra, os preços mais elevados praticam-se na Dinamarca (29,4€ por 100 kWh), na Alemanha (29,2€) e em Chipre (24,8€), todos acima da média da zona euro (20,1€), a qual Portugal ultrapassa ligeiramente (21,3€).
http://observador.pt/temos-o-segundo-maior-preco-de-gas-e-o-terceiro-maior-da-eletricidade-da-uniao/


Em Portugal é assim: Ganha-se m**** e paga-se ouro. Mai' nada!
 
apesar de todo o investimento em renováveis e barragens... o preço não baixa. Há o tal negócio que ninguém parece interessado em desfazer.
 
Obras de requalificação da EN 125 serão retomadas em julho

A Estradas de Portugal anunciou hoje ter alcançado acordos com as concessionárias do Baixo Alentejo e do Algarve Litoral que permitem poupanças totais de 1.451 milhões de euros a partir de 2015 e 50 milhões este ano, retomando as obras em julho.

No caso da subconcessão do Algarve Litoral, o acordo assegura a requalificação da EN125 entre Vila do Bispo e Olhão, bem como a conclusão das variantes de Faro, Lagos e São Lourenço/Troto.

As restantes estradas - num total de 100 quilómetros – são também reintegradas na jurisdição da empresa, ficando a requalificação da EN125, entre Olhão e Vila Real de Santo António, de ser “equacionada” pela companhia à luz do plano de proximidade.

No caso do Baixo Alentejo, segundo a Estradas de Portugal, fica agora assegurada a conclusão das obras previstas para a A26/IP8 entre Sines e Relvas Verdes, para a A26-1/ER261-5, entre Sines e Santo André, a construção da A26 entre o IC1 e Santa Margarida do Sado, concluindo a ponte sobre o rio Sado, garantindo também a requalificação do IP2 entre São Mansos e Castro Verde.

O IC33, entre Roncão e Grândola Norte, e o IC1, entre Marateca e Grândola Sul, vão ser “reintegrados na jurisdição da Estradas de Portugal”, que vai “equacionar” a requalificação do IC1 através do seu plano de proximidade.

Em comunicado, a empresa dirigida por António Ramalho informou que “os acordos celebrados encerram esta segunda fase negocial que, nestes casos, tinha uma urgência especial, dada a interrupção das obras que se verifica desde 2011” e que serão retomadas pelas concessionárias – SPER e RAL, respetivamente – no próximo mês de julho.

Ainda sujeitos a verificação por parte dos sindicatos bancários envolvidos, do Estado e do Tribunal de Contas, os acordos preveem, segundo a Estradas de Portugal, uma poupança de 944 milhões de euros na subconcessão do Baixo Alentejo e de 507 milhões de euros no caso do Algarve Litoral, referindo-se aos pagamentos a realizar pela empresa “ao longo do período das subconcessões, com início apenas em 2015 e após a conclusão das obras”.

"Em ambas as subconcessões serão executadas as medidas necessárias à salvaguarda da segurança de pessoas e bens e à minimização dos impactos ambientais na área afetada pelas obras que não serão concluídas", refere a Estradas de Portugal.

Fonte: Região Sul

A requalificação chega até Olhão e deixa de fora entre Olhão e Vila Real de Santo António. Em termos de tráfego tem lógica ser assim, quem vai de Olhão para Tavira/VRSA, o trânsito é quase diminuto, só no Verão é que existe mais trânsito, por isso, lá tiveram o bom senso. As variantes fazem as principais, a de Faro é a mais prioritária devido ao trânsito para entrar em Faro todos os dias, a de Olhão desapareceu e ainda bem, não tinha qualquer sentido fazer uma variante que iria passar por uma zona agrícola e que pelo menos 2 dezenas de casas tinham que ser destruídas.
 
A Caixa Geral de Depósitos obteve um resultado líquido de 22,4 milhões de euros no primeiro trimestre, um período que fica marcado pelo regresso do banco do Estado aos lucros, que conseguiu superar o desempenho dos privados BCP, BES e BPI, que ficaram no vermelho.

CGD regressa ao lucro com resultado de 22,4 milhões no 1º trimestre

Banco encaixa mais de 1.600 milhões com venda dos seguros
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) teve um resultado líquido de 22,4 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, recuperando do prejuízo de 36,4 milhões de euros registado no período homólogo de 2013, anunciou hoje o banco público.

"Regressámos aos lucros e, mais importante e para evitar qualquer dúvida, estes lucros não são afetados pelos resultados que teremos registado na venda da seguradora [Fidelidade ao grupo chinês Fosun International]", destacou o presidente da CGD, José de Matos, num encontro com jornalistas, em Lisboa.

"A operação foi já concretizada, finalizada e totalmente liquidada e vai ter um impacto muito positivo na nossa posição de solvabilidade e nos rácios de capital e, também, um impacto significativo nos resultados da CGD no segundo trimestre e no conjunto do ano", sublinhou o banqueiro.

José de Matos explicou que "os lucros e a melhoria da situação financeira da CGD no primeiro trimestre decorrem de quatro aspetos principais", nomeadamente as melhorias da margem financeira, dos resultados das operações financeiras, dos resultados líquidos da atividade internacional, com enfoque em Espanha, e a contenção de custos.

Banco encaixa mais de 1.600 milhões com venda dos seguros

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) arrecada, no total, mais de 1.600 milhões de euros com a venda da área seguradora à empresa chinesa Fosun, acima dos mil milhões de euros inicialmente noticiados.

No contrato celebrado entre o Estado português (acionista único da CGD) e a Fosun, para a alienação de 80% das seguradoras do banco público (Fidelidade, Multicare e Cares), cuja quota de mercado ronda os 30%, o valor do negócio estava cifrado nos mil milhões de euros.

Porém, a operação foi fechada por 1.364 milhões de euros, devido à valorização do negócio das seguradoras envolvidas desde o momento da assinatura do acordo e a sua concretização e, sobretudo, por causa da reavaliação dos títulos de dívida pública portuguesa que estavam na Caixa Poupança.

A este valor somam-se 209 milhões de euros relativos a dividendos de 2013 das seguradoras que foram recebidos pelo banco liderado por José de Matos.

A restante fatia que permite que o encaixe total ultrapasse os 1.600 milhões de euros virá dos 5% do capital das seguradoras que estão reservados para os trabalhadores do grupo, no âmbito da lei das privatizações.

Em causa estão cerca de 50 milhões de euros que, caso os trabalhadores não exerçam os seus direitos de compra, serão pagos pela Fosun, o novo acionista maioritário das seguradoras da CGD, que assim passaria a deter 85% do capital das mesmas.

Tudo somado, o encaixe rondará uma verba entre os 1.600 milhões de euros e os 1.650 milhões de euros, que só será refletido nos resultados da CGD nos próximos trimestres (a fatia de leão já no segundo trimestre do ano).

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

Jornal i
 
O direito de António José Seguro ao esquecimento
Os dirigentes do PS não perceberam que ao tentar deitar abaixo Passos Coelho a todo o custo, estavam a destruir as condições para um dia poderem eles próprios governar em Portugal.

Segui, pela televisão, o discurso de António José Seguro na Convenção Novo Rumo. Ouvi as receitas, tomei nota das promessas. É óbvio que o secretário geral do Partido Socialista avançou com o discurso após a decisão do Tribunal de Justiça Europeu sobre o direito ao esquecimento: Seguro confia em que, se chegar ao governo, vai poder obrigar os motores de busca a apagar todos os traços dos compromissos e garantias de sábado passado. Só assim faz sentido. Porque senão, o que Seguro apresentou foi a mais longa nota de suicídio da política portuguesa.

Não quero ser injusto. O PS tem um grande problema: precisa de ganhar as eleições pela esquerda, para depois governar à direita. Em Julho do ano passado, perante a desagregação ministerial, o presidente da república pôs (e bem) o poder à mão dos socialistas. Hoje, o PS poderia ir a votos como o partido que garantiu a conclusão do ajustamento. Mas os inimigos de Seguro dentro do PS não lhe deram licença para agarrar a oportunidade. Agora, resta-lhe ser radical e milagreiro, para depois poder ser moderado e realista.

O destino de Seguro, com o seu Contrato para a Confiança, não tem mistério: será a versão portuguesa do último filme de François Hollande, menos as actrizes. Mas para o socialismo de cá, há o risco de ser pior. Sem maioria absoluta, um PS vitorioso nas próximas legislativas dependerá do PSD ou do CDS para governar, porque o PCP ou o BE não existem para fazer compromissos. Ontem, falou-se muito das coincidências programáticas entre o PS e a actual maioria. Mas um acordo parlamentar ou de governo não é simplesmente uma questão de medidas análogas. É uma questão de entendimento político. E aí, a intransigência do PS durante estes três anos terá consequências. Vai, quase de certeza, inspirar os inconformados que um pacto com os socialistas suscitar à direita: porque não imitar o Seguro dos últimos tempos, recusar qualquer cooperação e apostar num regresso rápido ao poder?

Há trinta anos, Mota Pinto não conseguiu reter o PSD no Bloco Central até ao fim — e então o PS e o PSD haviam recentemente chegado a consenso sobre uma revisão constitucional (em 1982) e tinham um inimigo político comum (o general Eanes). Imaginem como será com a raiva clubística de agora, para que Seguro, por opção ou sem opção, contribuiu deveras.

Pior: as legislativas de 2015 serão imediatamente seguidas das presidenciais de 2016. Um líder do PSD (ou do CDS) que pactuasse com o PS teria de desistir de um candidato presidencial próprio e subordinar-se à estratégia socialista. Já foi essa, aliás, a principal condição política do Bloco Central em 1983. O partido ou as facções da direita deixadas de fora vão poder inventar o seu candidato presidencial para minar qualquer acordo ou coligação. E a “esquerda do PS” fará outro tanto. Acham que vivemos tempos agitados? Esperem pelo PS no governo.

Os dirigentes do PS não perceberam que ao tentar deitar abaixo Passos Coelho a todo o custo, estavam a destruir as condições para um dia poderem eles próprios governar em Portugal. Ou perceberam, mas a pressão dos seus inimigos dentro do partido não os deixou escolher outro caminho. É a sina dos fracos: cometer erros de olhos bem abertos.

http://observador.pt/opiniao/o-direito-de-antonio-jose-seguro-ao-esquecimento/

Continua a tacanhice a nível de visão a longo prazo de sempre.
 
Estado
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