O Estado do País

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Cada um faz com o dinheiro aquilo que quiser inclusive jogá-lo no lixo...

Enquanto o GES não for ao fundo, o BES não pode vir à superfície...

Agreste, é óbvio que o BES terá o impacto da imagem de um grupo económico à deriva. Está a ser ainda impulsionado para a confiança em todos os grupos económicos do país ser de incerteza e isso está a afectar em muito as cotadas em bolsa.

Alguém vai ganhar muito "carcanhol" com isto tudo.
 
hoje também tens o querido daniel bessa a culpar o vitor constâncio e o josé sócrates... 3 anos depois ainda é o josé sócrates o culpado da crise... 4 anos depois ainda é o vitor constancio a tratar do ges.
 
hoje também tens o querido daniel bessa a culpar o vitor constâncio e o josé sócrates... 3 anos depois ainda é o josé sócrates o culpado da crise... 4 anos depois ainda é o vitor constancio a tratar do ges.


Claro , porque os problemas do " Bes " surgiram na semana passada e por causa do Passos .

No tempo desses senhores estava tudo bem .
 
( BES )

Mais uma chumbada na economia portuguesa, mais uns milhões que provavelmente os contribuintes terão de pagar para sustentar os ensaios gananciosos e ilusitórios de alguns magnatas.

7,7 mil milhões que ninguém sabe onde anda, ou que já deram a volta ao mundo, depois a culpa é dos preguiçosos dos improdutivos dos portugueses, dos rendimentos mínimos, dos subsidios de desemprego, do estado social.

O pior é que alguns portugueses ainda continuam a postrar-se a um culto de personagem a estes tipos que teimam em condenar tudo à volta a uma penuria agonizante.
 
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A onda vendedora do BES continua, já está a cair mais 6%, já perdeu mais de 30% do valor em bolsa... Já não vai lá com comunicados... ninguém acredita nos senhores que mandam no BES.

Ainda não é agora que se devem dar as ordens de compra... Deixa cair... :calor::calor::calor:

Cá pra mim a culpa é do TC! :lol:
 
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Um banqueiro citado pelo "Financial Times" garantiu que a situação do BES vai exigir uma intervenção do Estado. De acordo com o mesmo jornal, a instituição financeira vai necessitar de uma "uma solução agora - dentro de umas semanas- e isso significa uma intervenção do Estado", uma vez que, o banco precisa de aumentar o capital na ordem dos dois a três mil milhões de euros.

Já vários analistas consideram que este caso atingiu o sector financeiro europeu como um "torpedo e reavivou nos investidores os seus pesadelos mais negros acerca da Europa” e dizem que esta situação provocou o aumento dos juros da dívida soberana portuguesa no mercado secundário.

O que é certo é que ainda esta sexta-feira, Pedro Passos Coelho pediu ao Banco Espírito Santo (BES) para negociar com os seus credores para minimizar eventuais incumprimentos e afastou a necessidade de uma intervenção do Estado.

"Julgo que era importante para todos que, tão rápido quanto possível, o grupo organizasse junto dos seus credores as negociações que são necessárias para que, de uma forma ordenada, eventuais incumprimentos do grupo venham a não ter impacto relevante em termos macroeconómicos e possam, evidentemente, ser minimizados numa base de negociação”, acentuou o chefe do Governo, numa declaração à margem da conferência internacional "Problemas Sociais Complexos - Desafios e Respostas", que decorre no Palácio da Ajuda, em Lisboa.

http://www.ionline.pt/artigos/dinhe...-bes-pode-ser-alvo-intervencao-governo/pag/-1

Os clientes institucionais (empresas) do Banco Espírito Santo (BES) detinham, no final de Junho, 511 milhões de euros de títulos de dívida emitidos pela Espírito Santo Internacional (ESI), holding do Grupo Espírito Santo que está tecnicamente falida.

Estes investidores detinham igualmente 1,5 mil milhões de euros de dívida da Rioforte, outra holding não financeira do GES, e subsidiárias.

Entre estes grandes clientes contam-se a Portugal Telecom que tem papel comercial da Rio Forte de quase 900 milhões de euros, e a Petróleos da Venezuela. O comunicado em que explica a exposição do banco ao GES realça que estes investidores são considerados qualificados, o que de acordo com critérios legais lhes confere maior capacidade de avaliação de risco.

Os clientes de retalho detinham directamente 853 milhões de euros em títulos de divida emitidos por entidades do GES no final de Junho. Estes títulos consistem em papel comercial (dívida normalmente de curto prazo) das sociedades Rioforte: 342 milhões de euros, Espírito Santo Internacional: 255 milhões de euros, ES Saúde e ES Property: 44 milhões de euros e Espírito Santo Financial Group (ESFG) e suas subsidiárias: 212 milhões de euros.

Estes clientes estão protegidos do risco de cumprimento das obrigações da Espírito Santo Internacional e Rio Forte por uma garantia prestada pela Espírito Santo Financial Group no valor de 700 milhões de euros.

No total, os clientes do BES tinham 2864 milhões de euros de títulos de dívida de sociedades do Grupo Espírito Santo (GES). No entanto, o comunicado acrescenta que os clientes de retalho detêm ainda 64 milhões de euros de dívida da Escom e 144 milhões de euros da Espírito Santo Tourism, empresas que terão sido alienadas.

No comunicado em que detalha as relações com a área não financeira, o BES revela que a exposição total ao grupo ascende a 1183 milhões de euros. A este valor acrescem 297 milhões de euros relativas à Escom, sociedade com operação em Angola que segundo o GES terá sido vendida num processo que deverá ficar concluído em breve.

http://www.ionline.pt/artigos/dinhe...is-mil-milhoes-divida-das-holdings-ges/pag/-1

Supostamente há dinheiro porque:

O Governo decidiu reter a parte do empréstimo da troika destinado aos bancos até praticamente ao fim do ano, altura em que deverá estar concluída a “avaliação abrangente” do BCE à banca europeia.

A notícia é avançada na edição desta segunda-feira do Jornal de Negócios, recordando que em causa estão cerca de seis mil milhões de euros.

http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=211020

Em 2016/2015... esqueçam a corrida aos depósitos. Os bancos fecham ao mínimo medo/rumor.
 
Terminando a minha intervenção do short selling e das elevadas perdas/ganhos:

As acções do Banco Espírito Santo estão a subir mais de 4%, tendo arrancado com um ganho de 9,23%, depois da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários ter levantado a suspensão dos títulos, que tinha determinado a meio da sessão de quinta-feira. O levantamento da suspensão só ocorreu às 11h30, uma vez que o regulador manteve a decisão para poder avaliar a informação prestada pelo banco e para dar tempo aos investidores para assimilarem a informação prestada perto das 0h desta sexta-feira, 11 de Julho.

Os títulos sobem 4,72% para 53,3 cêntimos, tendo já estado a ganhar mais de 11%, tendo chegado a cair 6,48%, depois de ontem marcarem uma perda de 17,24% para 50,9 cêntimos antes da suspensão. O regulador do mercado determinou, ainda na quinta-feira, a proibição de vendas a descoberto, o chamado "short selling" das acções do BES durante a sessão desta sexta-feira. Ou seja, o regulador proíbe que os investidores apostem na queda das acções.

http://www.jornaldenegocios.pt/merc..._do_bes_marcado_por_elevada_volatilidade.html
 
Inicialmente publiquei esta notícia no tópico "internacional" mas como também se aplica aqui:

When asking Allianz SE’s chief investment officer about the euro area’s sovereign debt woes, be prepared for an emphatic response.

“The fundamental problems are not solved and everybody knows it,” Maximilian Zimmerer said at Bloomberg LP’s London office. The “euro crisis is not over,” he said.

While extraordinary stimulus from the European Central Bank has encouraged investors to pile into the region’s government bonds this year, that’s not a sufficient remedy for Zimmerer, who oversees 556 billion euros ($757 billion) at Europe’s largest insurer. Countries are still building up their debt piles, and that’s storing up trouble for the future, he said.

(...)

“There is only one country where the debt level last year was lower than 2012 and this is a signal the debt crisis can’t be over, only a recognition of the debt crisis has changed,” Zimmerer said on July 9. “If the debt levels are not going down in the end we will have a problem, that is for sure.”

(...)

Only Germany reduced its debt-to-gross-domestic-product ratio last year, according to data published by the European Union’s statistics office in Luxembourg in April.

Allianz is reducing holdings of euro-area government debt to avoid low interest rates after the bond-market rally incited by the ECB, Zimmerer said. The Munich-based insurer is planning to move cash from fixed income into “real assets” such as infrastructure and real estate, he said.

http://www.bloomberg.com/news/2014-...s-as-allianz-says-debt-crisis-isn-t-over.html

Aviso da maior seguradora europeia. Os juros baixos estão a encobrir os problemas e com o passar do tempo estão a ficar piores. Até a instituição está a investir em "bens físicos".

Em relação ao BES:

A Moody’s reduziu a classificação do BES, de "Ba3" para "B3". Ou seja, do terceiro para o quinto nível do grau especulativo, o chamado "lixo".

http://www.jornaldenegocios.pt/empr...oodys_corta_rating_do_bes_em_tres_niveis.html

A Dominion Bond Rating Service (DBRS) cortou a notação do ESFG, de ‘BBB (baixo)’ [qualidade de crédito adequada, que é o último nível do grau de investimento] para ‘B’ [que já é considerado um nível altamente especulativo, ou seja, "lixo"].

A categoria especulativa começa em ‘BB (alto)’, mas a agência cortou directamente o "rating" para ‘B’. Ou seja, a notação do ESFG passou de nível de investimento para o quinto nível de "junk".

http://www.jornaldenegocios.pt/empr...o_espirito_santo_financial_group_no_lixo.html

Também a S&P reduziu há pouco o rating do BES (em atualização).

Adição:

Duas das três principais agências de classificação de risco do mundo cortaram, nesta sexta-feira, a nota de crédito do Banco Espírito Santo (BES), em virtude dos problemas financeiros enfrentados pela instituição portuguesa. A S&P reduziu seu rating de “BB-” para “B+”

(...)

Já a S&P justificou sua decisão dizendo que o banco enfrenta riscos por causa da instabilidade do seu comando e pela fragilidade da posição financeira de várias empresas do Grupo Espírito Santo (GES), que tem participação de 25% no BES.

http://oglobo.globo.com/economia/ne...a-de-credito-do-banco-espirito-santo-13222056
 
Última edição:
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Bom fim-de-semana! :calor:
 
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Bom fim-de-semana! :calor:

volto a repetir, bes <> ges

Banco bes tem hoje dois problemas:

1) exposicao ao grupo GES esta' contabilizada em 1,2 MM€. activos do banco cobrem isso mesmo em caso de default ou haircut. para ja'

2) outro problema sao produtos financeiros do GES q o BES vendeu a clientes. nao sao directamente problema do bes, sao dos clientes mas indirectamente o bes e' q vendeu a tralha com tudo o q isso implica na imagem banco. ainda n e' claro como se resolve e contabiliza isso

ate' ver o bes e' solvente, e' claro q se continua avalanche noticias q levem a fuga ativos nem melhor banco mundo resiste a um bank run.

ha' aqui tb mt guerra suja de bastidores, nao gozem comigo, um buraco de mil ou 2 ou 3 mil milhoes fazem cair bolsas mundiais? hahaha, são valores que fazem apenas cócegas em qq grande mercado, ha' aqui mt fire power bem dirigido.... o bes comeca a fica apetecivel p uma opa e restantes bancos apreciam a movimentacao dos €€€ p respectivas contas.

ja' agora aqui ha' 2 semanas ficaste surpreendido c afirmacao minha sobre a cgd, q foi o banco + intervencionado em portugal a seguir ao bpn.
qd e' q a cgd vai pagar os cocos como alguma banca privada ja' esta' a fazer ?
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=717000&tm=6&layout=121&visual=49
q isto de estar preocupado c contribuintes n deve so' passar plos erros privados...
 
qd e' q a cgd vai pagar os cocos como alguma banca privada ja' esta' a fazer ?
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=717000&tm=6&layout=121&visual=49

Qual o espanto? Não é estado o accionista? O accionista não tem interesse no bom funcionamento do banco? O accionista não colocou como prioridade à CGD o apoio às empresas? Um banco que está tradicionalmente associado aos particulares que está a fazer um esforço enorme para apoiar a economia, com resultados já demonstrados.
A CGD já está a ter lucros que vão direitinhos para o accionista, o estado! Qual a dúvida?

Atenção que a CGD não recorreu nem poderia recorrer aos €€€ da Troika, agora do mesmo modo que o accionista no tempo das vacas gordas vai lá "buscar o dele" é a coisa mais natural que se chegue à frente no tempo da vacas magras!

José de Matos: "Faz parte do mandato e orientação" da CGD apoiar empresas

O presidente da Caixa Geral de Depósitos considera que a Caixa Capital, unidade de capital de risco, "tem neste momento todos os meios necessários para apoiar" projectos de empreendedorismo.

José de Matos, presidente da Caixa Geral de Depósitos, considera que o empreendedorismo em Portugal "está a dar sinais muito positivos" como se vê em iniciativas como o "Prémio Caixa Empreender", que decorre esta sexta-feira.

Ao Negócios, em declarações à margem da entrega do "Prémio Caixa Empreender", em Lisboa, o líder do banco do Estado apontou ainda que "o Caixa Capital tem neste momento todos os meios necessários para apoiar estes projectos" de empreendedorismo.

"A Caixa tem os meios financeiros necessários e quer apoiar esses projectos [empreendedores]. Quer apoiar [estes projectos] porque faz parte do seu mandato, da sua orientação estratégica apoiar as empresas. Não há crescimento económico saudável e sustentável sem empresas boas. E, portanto, queremos apoiar as empresas boas a fazer esse percurso", acrescentou.

Durante a sua intervenção na entrega deste prémio, José de Matos apontou que a Caixa Capital é líder no mercado de capital de risco em Portugal.

José de Matos: CGD está "confortável do ponto de vista da liquidez, solvabilidade e rentabilidade"

O presidente da Caixa Geral de Depósitos não quis adiantar muito sobre a situação do sistema financeiro português, apontando apenas que "a minha impressão é que também está numa situação sólida".

"Não costumo falar sobre o sistema financeiro português. Falo sobre a Caixa [Geral de Depósitos] quando é preciso. A Caixa está numa situação bastante confortável do ponto de vista da liquidez, solvabilidade e também do ponto de vista da rentabilidade, que começa a dar sinais de melhoria", assegurou ao Negócios, José de Matos, presidente da CGD, quando questionado sobre se existem motivos para preocupação com o sistema financeiro português.

O líder do banco do Estado apontou ainda que "em relação ao sistema financeiro português a minha impressão é que também está numa situação sólida". "Há algumas situações que precisam de ser esclarecidas. Não acrescento mais do que já disseram as autoridades portuguesas", rematou.

José de Matos esteve, esta sexta-feira, 11 de Julho, na entrega do Prémio Caixa Empreender, em Lisboa.

Caixa obtém lucros pela primeira vez em dois anos

A Caixa Geral de Depósitos obteve um resultado líquido de 22,4 milhões de euros no primeiro trimestre, um período que fica marcado pelo regresso do banco do Estado aos lucros, que conseguiu superar o desempenho dos privados BCP, BES e BPI, que ficaram no vermelho.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) fechou o primeiro trimestre do ano com um resultado líquido de 22,4 milhões de euros, que compara com prejuízos de 36,4 milhões de euros no mesmo período do ano passado, anunciou o banco em comunicado.

O banco do Estado consegue assim regressar a resultados positivos, depois de dois anos seguidos de prejuízos. Desde 2011 que o banco não tinha lucros.

Um desempenho que contrasta com a prestação dos bancos privados BES, BCP e BPI, que no mesmo período registaram prejuízos. Já o Santander Totta, que completa o lote dos cinco maiores bancos portugueses, também fechou o trimestre com lucros.

A melhoria nas contas da CGD resulta da evolução positiva dos indicadores operacionais do banco, com a subida das margens, das comissões, do produto bancário e das operações financeiras, bem com de uma descida das provisões e imparidades. Em sentido inverso continuam as comissões.

A margem financeira subiu 28,2% para 238,1 milhões de euros, os resultados em operações financeiras aumentou 21,7% para 123 milhões de euros e o produto bancário avançou 13,7% para 487,7 milhões de euros. Já as comissões líquidas baixaram 9,1% para 126,5 milhões de euros.

Quanto aos resultados operacionais, mais do que duplicaram para 186,3 milhões de euros, "beneficiando do aumento do produto bancário e da eficiência operativa", refere o banco em comunicado, adiantando que "corrigindo o efeito extraordinário decorrente da reposição do subsídio de férias em Março de 2013" o aumento foi de 57,8%.

O efeito da reposição dos subsídios em 2013 beneficiou os custos operacionais, que caíram 11,2%, bem como os custos com pessoal, que baixaram 17,2%. A CGD adianta que mesmo sem ter em conta este efeito, os custos com pessoal baixaram 4,2%. A descida dos custos e o aumento do produto bancário resultou numa melhoria do rácio "cost- to-income" de 72,3% para 61,6%.

O banco reduziu o crédito a clientes em 7,5%, destacando contudo que as novas operações de crédito a empresas em Portugal aumentaram mais de 50% nos dois primeiros meses de 2014 face ao período homólogo de 2013. No crédito à habitação as novas operações aumentaram 14,3%. Já os recursos captados de clientes baixaram 0,5%.

Desinvestimentos em participações financeiras e Espanha contribuem de forma positiva

A contribuir ainda para a evolução positiva da CGD esteve a descida das provisões para fazer face à diminuição de participações financeiras, bem como a recuperação da actividade em Espanha.

As provisões e imparidades desceram 3% para 171,9 milhões de euros, apesar de as imparidades de crédito terem sido reforçadas em 14,4% "em resultado da política prudente e conservadora que a Caixa continua a prosseguir.

Contudo as provisões baixaram 15,7 milhões de euros e as imparidades de outros activos desceram 10,9 milhões de euros, "essencialmente por via dos desinvestimentos em participações financeiras".

O banco, nos últimos anos, desinvestiu em várias empresas, o que permitiu agora reduzir o montante das provisões para fazer face à desvalorização destes activos.

A CGD destaca ainda o contributo positivo da actividade internacional para os resultados do grupo. "A rede internacional contribui de forma visível para o resultado líquido consolidado em 22,7 milhões de euros, bem como para a captação de recursos", refere o comunicado.

A actividade em Espanha levou à constituição de fortes provisões que penalizaram os resultados no ano passado, tendo melhorado neste primeiro trimestre. O BCG Espanha regressou aos lucros no primeiro trimestre (7,1 milhões de euros) e a sucursal diminui as perdas para 13,8 milhões de euros, "em resultado do processo de saneamento e melhoria da qualidade da carteira de crédito".

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