hurricane
Cumulonimbus
Obviamente estamos numa acalmia, depois do terrível pico de Janeiro. Certamente a junção do confinamento forte (e susto da população, funcionamos mt assim...) e de uma própria imunidade de grupo "parcial" temporária depois de tão grande pico.
Felizmente isso tem um reflexo muito benigno nos números atuais especialmente internamentos e mortos, finalmente.
Por outro lado... Infelizmente, dado o ritmo de vacinação e dados os sinais noutros países, parece-me um grande erro achar que isto é o fim. Na verdade, casa vez que vejo p.ex. os alemães (cumpridores por natureza) a "panicar" com números e casos... Soa-me logo o alarme! Números a ficar feios por lá e outros países novamente. Parece-me óbvio portanto que após este período benigno a coisa terá sempre de piorar. Resta saber até que nível.
Quase impossível ser ao nível de Janeiro, por uma série de motivos, desde o ponto de partida ter sido pior, todos os comportamentos da população, desleixo de autoridades e na comunicação, e a própria meteorologia. Agora, além de estarmos todos "escaldados" (a começar pelo governo), as restantes variáveis estão muito mais calmas.
Seja como for, e para variar, voltamos à conversa do costume... O quanto isto irá piorar eventualmente depende do bom senso de todos, em todas as vertentes... Já sabemos o que a casa gasta, e também já sabemos que não... Não nos costumamos escapar por milagre ao que começa noutros sítios primeiro, portanto... É bom que essa ideia esteja assimilada de uma vez por todas.
Enviado do meu SNE-LX1 através do Tapatalk
Acho que existe é também um desfasamento na variantes. Portugal e a Irlanda foram talvez os primeiros países Europeus a serem afetados pela variante do RU. Ao contrário da Alemanha que está agora mais afetada. A vacinacao ainda nao está ao nível de desconfinamento total claro. Aliás, no RU os números de novos casos deixaram de cair, e nos EUA já voltaram novamente a aumentar.
), cortar cabeças na Arábia Saudita aparentemente funciona 

Valência e Múrcia, por exemplo, estiveram com um confinamento quase total durante quase dois meses e agora continuam com bastantes restrições localizadas. A Galiza tem feito contínuos confinamentos perimetrais e houve inclusive uma altura, no final de janeiro, em que dois terços da região esteve confinada. Nas Baleares também restringiram ao máximo as entradas na região e só na última semana é que os aviões voltaram a aterrar no arquipélago. E eu podia estar aqui horas a falar de todas as restrições que estão ativas em cada região... ah, e as fronteiras regional estão (quase) todas fechadas! 