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Vai ficar tudo bem!

Confinamento não reduziu movimento nas marginais do Porto, Gaia e Matosinhos.
A regra obriga ao recolhimento no lar. Ainda assim, no primeiro sábado do novo confinamento, manteve-se o movimento nas marginais de Gaia, Porto e Matosinhos. De bicicleta, a correr, ou simplesmente a caminhar, várias foram as pessoas que passearam à beira mar esta manhã. Um cenário diferente do verificado no primeiro confinamento, decretado em março.
"Está um pouco menos de movimento nos bares e restaurantes. Em termos de pessoas a passear está muito parecido ao período antes do confinamento", referiu Francisco Mendonça que, com a prancha de surf debaixo do braço, aproveitou a manhã para praticar desporto na praia de Matosinhos. Em março, altura em que foi declarado o primeiro confinamento, a marginal estava deserta.
"As pessoas estavam com mais receio de sair de casa e a cumprir mais as ordens. Agora, as pessoas estão um pouco fartas deste período de confinamento e cada vez há menos medo. Nota-se que as pessoas estão menos dispostas a cumprir as regras", confessou o jovem de 28 anos, tecendo ainda algumas criticas às normas em vigor.
https://www.jn.pt/local/noticias/po...nais-do-porto-gaia-e-matosinhos-13239446.html

Confinamento não reduziu movimento nas marginais do Porto, Gaia e Matosinhos.
A regra obriga ao recolhimento no lar. Ainda assim, no primeiro sábado do novo confinamento, manteve-se o movimento nas marginais de Gaia, Porto e Matosinhos. De bicicleta, a correr, ou simplesmente a caminhar, várias foram as pessoas que passearam à beira mar esta manhã. Um cenário diferente do verificado no primeiro confinamento, decretado em março.
"Está um pouco menos de movimento nos bares e restaurantes. Em termos de pessoas a passear está muito parecido ao período antes do confinamento", referiu Francisco Mendonça que, com a prancha de surf debaixo do braço, aproveitou a manhã para praticar desporto na praia de Matosinhos. Em março, altura em que foi declarado o primeiro confinamento, a marginal estava deserta.
"As pessoas estavam com mais receio de sair de casa e a cumprir mais as ordens. Agora, as pessoas estão um pouco fartas deste período de confinamento e cada vez há menos medo. Nota-se que as pessoas estão menos dispostas a cumprir as regras", confessou o jovem de 28 anos, tecendo ainda algumas criticas às normas em vigor.
https://www.jn.pt/local/noticias/po...nais-do-porto-gaia-e-matosinhos-13239446.html
