Pandemia da COVID-19 2021

Quiseram "SALVAR O NATAL", que tem origens pagãs ;

Não salvaram o "povo".

Grande campanha, e as pessoas não percebem, nem querem saber, que estão a ser manipuladas.
 
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Quiseram "SALVAR O NATAL", que tem origens pagãs ;

Não salvaram o "povo".

Grande campanha, e as pessoas não percebem, nem querem saber, que estão a ser manipuladas.

"e as pessoas não percebem, nem querem saber, que estão a ser estúpidas e irresponsáveis".

Pronto, já corrigi.
Sabes qual foi a diferença na minha mesa no Natal e no Ano Novo quando comparada com o resto dos dias pós-pandemia? A comida. O mesmo na restante família que anteriormente passava junta. Se o mesmo não aconteceu noutros lares, foi porque assim decidiram. Decisões têm consequências. Lamento por todos aqueles que terão que arcar com a irresponsabilidade alheia, principalmente os desgraçados que agora os vêem chegar aos magotes às urgências e não sabem para onde se virar.
 
Quiseram "SALVAR O NATAL", que tem origens pagãs ;

Não salvaram o "povo".

Grande campanha, e as pessoas não percebem, nem querem saber, que estão a ser manipuladas.

Mais do que a "salvação do Natal", as hordas de pessoas nos centros comerciais nas vésperas de Natal contribuíram e muito para este cenário.

O "povo" tem que se salvar a si próprio. Tem que haver responsabilidade. Infelizmente o "povo" português vive há séculos dependente dos senhores feudais, do Clero, do Rei, do Presidente do Conselho, do Estado, e não aprendeu a ser responsável livremente.
O "povo" não sabe pensar pela própria cabeça e recolhe a casa às 13h de sábado, depois de uma manhã num banho de multidão num passeio marítimo ou num centro comercial. E diz que os que ficam na rua depois das 13h (e que eventualmente até passaram a manhã em casa) são irresponsáveis e assassinam velhinhos.
O "povo" não foi aos centros comerciais nas tardes de fins-de-semana de dezembro mas encheu-os nos dias anteriores ao Natal.
O "povo" não atravessa a fronteira concelhia a 500m de casa nos feriados, mas visita todas as capelinhas, desde pais a primos em 5º grau na véspera de Natal, porque o Estado não o proibiu.
O "povo" não entra em restaurantes onde estão 10 pessoas a partir das 13h, mas no Natal reúne-se em casa com 20 ao jantar e outros 20 ao almoço.
O "povo" precisa de aprender a Liberdade. Aprender que ser livre exige responsabilidade e sem essa responsabilidade há consequências. Mas o Estado não quer que o "povo" aprenda e agora vai mandar o "povo" para casa umas semanas, e o "povo" irá obedecer de forma bovina e chamará irresponsáveis àqueles que andam sozinhos na rua...
 
Isso de terem de aprender a viver em liberdade é muito bonito e é verdade mas não vai ser durante uma pandemia de certeza porque eu não estou disposta a arriscar a minha vida e a vida das pessoas que amo para os estúpidos e/ou irresponsáveis andarem à solta a fazer m****. Ando há praticamente 10 meses a sacrificar-me. Não estou disposta a pôr isso em causa para os imbecis fazerem o que lhes dá na gana. Quando isto passar têm tempo de aprender (se tiverem capacidade para isso).
 
Desde de março praticamente sem poder trabalhar com uma quebra de 95% da faturação na minha empresa (área do turismo). Não passo natal e passagem de ano com quem mais gosto para andarem outros a brincar com esta m#&%.
Os senhores moderadores podem apagar esta publicação mas estou cansado disto, estou cansado de ver gente a brincar com o trabalho dos outros...não vos sai da pele de certeza.
 
Mais do que a "salvação do Natal", as hordas de pessoas nos centros comerciais nas vésperas de Natal contribuíram e muito para este cenário.

O "povo" tem que se salvar a si próprio. Tem que haver responsabilidade. Infelizmente o "povo" português vive há séculos dependente dos senhores feudais, do Clero, do Rei, do Presidente do Conselho, do Estado, e não aprendeu a ser responsável livremente.
O "povo" não sabe pensar pela própria cabeça e recolhe a casa às 13h de sábado, depois de uma manhã num banho de multidão num passeio marítimo ou num centro comercial. E diz que os que ficam na rua depois das 13h (e que eventualmente até passaram a manhã em casa) são irresponsáveis e assassinam velhinhos.
O "povo" não foi aos centros comerciais nas tardes de fins-de-semana de dezembro mas encheu-os nos dias anteriores ao Natal.
O "povo" não atravessa a fronteira concelhia a 500m de casa nos feriados, mas visita todas as capelinhas, desde pais a primos em 5º grau na véspera de Natal, porque o Estado não o proibiu.
O "povo" não entra em restaurantes onde estão 10 pessoas a partir das 13h, mas no Natal reúne-se em casa com 20 ao jantar e outros 20 ao almoço.
O "povo" precisa de aprender a Liberdade. Aprender que ser livre exige responsabilidade e sem essa responsabilidade há consequências. Mas o Estado não quer que o "povo" aprenda e agora vai mandar o "povo" para casa umas semanas, e o "povo" irá obedecer de forma bovina e chamará irresponsáveis àqueles que andam sozinhos na rua...
O povo tem de ter responsabilidade. Mas é numa pandemia que o vai aprender ???
Se não temos essa responsabilidade, tomam se medidas (As mais adequadas ou não, isso é outra história). No natal suavizou-se as medidas. Na altura disse a uns colegas que na primeira semana de Janeiro possivelmente iriamos aos 10 000 casos.
Não foi futurologia, nem sou especialista de epidemiologia. Foi apenas um raciocinio básico. Aumentam-se os contactos e a duração - Aumentam as infeções. Simples.
Que não ha responsabilidade de muita gente, já se tinha visto há muito tempo. Isto só mostra que a estratégia Sueca em Portugal, era caminhar para o abismo. Chegou um Natal à vontade para chegarmos aqui.
 
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O povo tem de ter responsabilidade. Mas é numa pandemia que o vai aprender ???

Se não for numa pandemia quando é que vai ser? Quando se fizer um simulacro?

Lembrem-se que o "povo" teve responsabilidade em março, antes de haver qualquer actuação por parte das "autoridades". Quando começaram a impor medidas é que as mensagens transmitidas começaram a ser confusas e perdeu-se a responsabilidade individual que a maioria da população estava a ter por uma obediência de grupo a regras estapafúrdias. Depois de vários fins-de-semana com restrições várias, confusas e inúteis, as "autoridades" informaram o "povo" que no Natal poderiam fazer o que queriam. O que esperavam da massa obediente? A carneirada quando lhes manda ficar em casa fica, mas quando lhes diz que podem sair de casa, saem. É verem os parques das cidades e os passeios marítimos nas manhãs de fim-de-semana...
 
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O povo não teve responsabilidade em Março. Teve medo. Embora ambos levem ao mesmo comportamento, são conceitos bastante diferentes. Posteriormente, houve uma série de mensagens confusas e um tanto ou quanto negligentes que atenuaram o medo mas fizeram a irresponsabilidade vir ao de cima.
 
(Reuters) - The U.S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC) said on Wednesday it is carefully monitoring allergic reactions to the coronavirus vaccines from Pfizer Inc and Moderna Inc and urged individuals who had a serious reaction not to get the second dose.

In a conference call with reporters, the U.S. public health agency said allergic reactions are occurring at a rate of 11.1 per 1 million vaccinations. That compared with flu vaccines, in which such reactions occur at a rate of 1.3 per 1 million shots.

A study published on Wednesday in the CDC’s weekly report on death and disease looking at cases between Dec. 14 and Dec. 23, identified 21 cases of anaphylaxis after the administration of 1,893,360 doses of the Pfizer/BioNTech vaccine. Of these, 71%occurred within the first 15 minutes after vaccine administration.
 
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O povo não teve responsabilidade em Março. Teve medo. Embora ambos levem ao mesmo comportamento, são conceitos bastante diferentes. Posteriormente, houve uma série de mensagens confusas e um tanto ou quanto negligentes que atenuaram o medo mas fizeram a irresponsabilidade vir ao de cima.
Subscrevo integralmente. Contacto, fruto da profissão, com largas dezenas de pessoas diariamente. Vivo numa interface urbano/rural com estratificação diversa do ponto de vista social. Vi o medo de Março, o alívio de Agosto, a desconfiança cansada de Novembro. Se repararem, e não querendo apresentar um modelo padrão, isto foi um pouco a curva pandémica que se viu.
O maior problema é que Março foi a Serra de Sintra da Serra da Estrela de Novembro. Qual o problema: a 3a (quiçá derradeira) onda, que está em curso, tem, no mínimo, o declive que indica os Alpes.
Agravante: Os mecanismos governamentais (agravados pelo EM mínimo de 1 semana) causam um vazio que impede qualquer lockdown parcial ou total eficaz... E infelizmente acho que bastariam mais duas a três semanas muito restritivas, para conseguir alcançar um equilíbrio.

Agora sim isto começa a assustar um pouco.
 
E a vacinar ha 1 mes!

Não é tempo suficiente, nem de perto nem de longe, para haver reflexo nas infecções, infelizmente. Ou melhor, o número de inoculações não é suficiente. E os cidadãos do RU também não são exactamente conhecidos por serem propriamente cumpridores.
 
Não é tempo suficiente, nem de perto nem de longe, para haver reflexo nas infecções, infelizmente. Ou melhor, o número de inoculações não é suficiente. E os cidadãos do RU também não são exactamente conhecidos por serem propriamente cumpridores.

Nao é nas infeccoes, mas no numero de casos graves e fatalidades. A primeira dose, supostamente, já protege contra as infeccoes graves.
 
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Nao é nas infeccoes, mas no numero de casos graves e fatalidades. A primeira dose, supostamente, já protege contra as infeccoes graves.

Não é isso que está em causa, ainda que o que disseste seja discutível. Confere alguma proteção. Até a segunda dose não confere protecção imediata, à partida. A questão é que o número de pessoas vacinadas até agora ainda não é em número suficiente para que exista qualquer reflexo da vacinação seja em número de infecções seja na severidade das mesmas ou nos óbitos.