Pandemia da COVID-19 2021

Se for como no ano passado...

Quem tiver o PC avariado ou precisar de assistencia nao tem onde ir. Ao mesmo tempo e obrigatorio teletrabalho! Isto e estupido. Ao menos, deixassem lojas como a Fnac abrir com limite ao numero de clientes dentro da Loja, ou com marcacao para levantar compras feitas online ou marcacao para assistencia.

As opticas fecham? E quem precisar de lentes? Quem tiver um acidente e partir os oculos? Como faz um miope? Mais uma vez, deveriam abrir com regras...

Aquilo que parece ser fonte de contagio, escolas e Superior, fica aberto!

Isto e tudo feito em cima do joelho!
 
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Escolas abertas, quem leva e vai buscar as crianças à escola? Os pais pois claro ( mas não há o dever de recolhimento domicíliário?), aí não há problemas pois o vírus não ataca nestas situações, nem as crianças/jovens levam o vírus para casa..nem há evidências científicas que tal ocorra...
 
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A lógica do primeiro ministro, dita pelo mesmo, é a seguinte: o enorme pico de infecções registado agora vem de uma altura em que as escolas estejam fechadas, o Natal. Não há nenhum especialista que explique ao PM o conceito de exponencialidade? Que sendo o "baseline" o momento actual, com muitos casos, temos muitos vectores no parque escolar e arredores?

Fartam-se de dizer, a escola é imune a este vírus. Como são os supermercados. Como são os eventos políticos. Como são os transportes públicos.

Onde é que este vírus se transmite? Na loja da H&M, nos cabeleireiros, nas floristas. Por isso é que esses estabelecimentos têm de ser fechados.
 
E normal que o PM nao conheca o conceito de Bias em Ciencia. Nao e normal que quem o aconselha desconheca. Ou entao fizeram ouvidos moucos, o PM e o Governo... Perguntem aos professores, eles tem Uma resposta.
 
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Sera na pratica uma experiencia social... Pode correr Mal. Os jovens andam assintomaticos a transmitir em casa a familia...
Pois, mas parece que quem decide as medidas não pensa nisso. Engraçado que os cabeleireiros, onde se calhar vão pouco mais de 30 pessoas por dia, vão encerrar e as escolas com mais de 1000 alunos vão estar abertas.

Na Universidade, não há eventos académicos, mas há festas dentro de casa.

Aquilo que estão a pensar é que as infeções foram originadas no período do natal quando as escolas estavam encerradas e por isso não as fecham. Provavelmente só as fecham se isto correr mal e os números não baixarem de forma significativa com este confinamento.

Nas igrejas e nas eleições também não há vírus, atenção. Triste realidade de um país que começou bem no combate a esta pandemia, mas está-se a tornar nos piores. O Reino Unido no início do confinamento também não fechou as escolas, mas agora já mudaram de ideias e pelos vistos, desconfiam que também são um forte local de contágio.
 
Corajosa e na minha opinião muito acertada a decisão de manter as escolas abertas.
E a Democracia não está suspensa (ao contrário da liberdade que o está), portanto obviamente que as pessoas têm que sair para ir votar.
 
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Muitos países europeus que fecharam as escolas o ano passado, voltaram a fazê-lo agora. Nestes países, não foram detectados efeitos nefastos do encerramento das escolas do ano passado. Pela forma como o PM fala, parece que a paragem do ano passado em Portugal criou efeitos irreparáveis. Portanto, as perguntas que têm de ser feitas são: que efeitos nefastos são esses, que grupos afectaram, e porque motivo durante 1 ano o governo não conseguiu fazer nada para mitigar esses efeitos nefastos nesses grupos? O ensino não-presencial durante 15 dias ou 1 mês não põe em causa o direito à educação a não ser que seja num país terceiro-mundista.
 
Gostava de saber quais os dados que confirmam que as escolas são grande fonte de contágio. A minha opinião é empírica e vale o que vale, ou seja, muito pouco, mas está longe de ser única no seio da comunidade escolar: as escolas não são grande fonte de contágio. Não conheço nenhum caso de nenhuma turma com casos (muitas vezes trazidos de casa - já tive miúdos infectados por pais, avós, irmãos) em que grande parte da turma tenha dado positivo, como acontece em lares, por exemplo, ou nas famílias. Este crescimento dramático das últimas semanas não tem nada a ver com as escolas porque estas fecharam a 18 de Dezembro. Já agora, concordo que se deixem as escolas abertas por agora e se reavalie mais tarde. Os miúdos mais desfavorecidos, que têm pais que não são capazes de lhes dar apoio são os mais prejudicados. Para alguns, o que se perde não é recuperável e quanto mais longa a paragem, maior o dano. Não há qualquer vergonha em voltar atrás se se vir que não resulta mas, na minha opinião, não sem antes dar uma oportunidade.