Não somos, não. Somos um país com muitos estúpidos (e, sim, sei bem que estamos muito longe de ser os únicos), lamento ter de o dizer, porque os que não são estúpidos não precisam de ser obrigados a fazer a coisa certa para protegerem a própria vida e a vida das pessoas a quem querem bem. No fundo vai dar quase tudo ao mesmo: uma questão de cidadania e educação. O caminho vai-se fazendo, sem dúvida, mas muito mais devagar do que seria desejável. Numa situação como esta, tão dependente do comportamento de cada um de nós, as falhas tornam-se particularmente óbvias.