Pandemia da COVID-19 2021

:confused:

Covid-19

Autarca de Barcelos tem relatos de aluguer de animais para sair à rua.

O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, afirmou hoje ter relatos de pessoas que "alugam" animais para os levar a passear à rua, conseguindo assim um pretexto para furar a obrigatoriedade de ficar em casa.

Em videoconferência de imprensa, Costa Gomes disse ainda que haverá animais que chegam a ser "obrigados" a irem à rua três vezes por dia, pela mão de pessoas diferentes, apesar de darem sinais de estarem "cansados de passear".

"É uma série de expedientes que as pessoas usam, a ser verdade é lamentável", referiu o autarca de Barcelos, aludindo mesmo a "uma criatividade um bocadinho estranha" e a "uma imaginação terrível".

https://www.jn.pt/local/noticias/br..._source=push&utm_medium=mas&utm_term=13249355
 
https://www.theguardian.com/world/2...e-dose-in-israel-less-effective-than-we-hoped

Israel’s coronavirus tsar has warned that a single dose of the Pfizer/BioNTech vaccine may be providing less protection than originally hoped, as the country reported a record 10,000 new Covid infections on Monday.

In remarks reported by Army Radio, Nachman Ash said a single dose appeared “less effective than we had thought”, and also lower than Pfizer had suggested.

By contrast, those who had received their second dose of the Pfizer vaccine had a six- to 12-fold increase in antibodies, according to data released by Sheba Medical Center in Tel Hashomer on Monday.

The issue of some vaccines being less effective after a single dose rather than two is well known, as well as the fact that protection is not immediate. While the first dose can take several weeks to promote an effective antibody response, the second dose can trigger different responses, supercharging the protection.

Pfizer itself says a single dose of its vaccine is about 52% effective. Some countries such as the UK have delayed administering their second doses to try to maximise the number of people given a first dose.

Ainda temos um longo caminho. O RU com a pressa prolongou a segunda dose por 12 semanas. Veremos se nao é pior a emenda.
 
  • Gosto
Reactions: "Charneca" Mundial
California-vs-Florida-covid.jpg


slXdtQS.png


Haja paciência.

 
Hospital de Cascais confirma números de Ana Catarina Mendes mas diz que foram mais mortes do que a média
https://sol.sapo.pt/artigo/721618/h...mas-diz-que-foram-mais-mortes-do-que-a-media-


Resumindo...

- Um deputado do PSD, que também é médico, faz um apelo público para as pessoas cumprirem com as regras porque nunca viu tanta gente morrer num só turno no hospital onde trabalha.

- Uma deputada do PS vai à procura desses números junto do hospital e chuta ao deputado e ao país um "essa mortalidade toda que você falou afinal foram só 3...".

- O hospital, a pedido dos jornalistas, diz que no sábado morreram 6 pessoas, 3 das quais no turno do médico que fez o testemunho. E confirma que estes valores estão acima da média.

Portanto, temos um deputado a tentar lançar um alerta à população (de resto um alerta igual a tantos outros lançados por médicos nos últimos dias) e uma deputada do partido do governo vem quase que desmentir isso dizendo "oh, foram só 3..." que é o alimento que todos os negacionistas e irresponsáveis que por aí andam querem ouvir. Será que a deputada do PS quando leu o boletim da DGS de hoje também chutou um "record? oh, foram só 218..."
 
“É um tsunami”: serviço de urgência do Beatriz Ângelo está em rutura, o pessoal está exausto e há falta de profissionais, espaço e macas

O hospital de Loures tem ocupadas nas unidades de cuidados intensivos 20 camas para doentes covid e outras seis para doentes não covid. Só entra quem tem possibilidade de sobreviver. Mas o cuidado de saúde está a atuar cada vez mais tarde, por isso os doentes vão chegando em estado pior. E começam a fazer-se escolhas. O maior problema está no serviço de urgência, contam ao Expresso dois profissionais daquele hospital
O serviço de urgência do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, está em rutura. A confirmação é dada ao Expresso por dois profissionais de saúde daquele espaço. Os que têm chegado àquela unidade são maioritariamente doentes covid-19. Os turnos estão maiores, os médicos e enfermeiros estão exaustos e há baixas entre eles, infetados ou com a necessidade de isolamento. Há falta de macas e há ambulâncias a ficarem bloqueadas por isso.

Atualmente, o hospital tem ocupadas, nas unidades de cuidados intensivos (UCI), 20 camas para doentes covid e outras seis para doentes não covid. Só entra quem tem possibilidade de sobreviver. Mas o cuidado de saúde está a atuar cada vez mais tarde, por isso os doentes vão chegando em estado pior. E começam a fazer-se escolhas. A idade média dos doentes críticos que por ali passaram ou que ainda ali permanecem está entre 58 e 62 anos. O doente crítico mais novo tinha 22 anos, o mais idoso pouco mais de 85.

Carlos Meneses Oliveira, de 58 anos, é médico-intensivista naquele hospital e vai revelando no Twitter com alguma regularidade a realidade com que se depara. Na segunda-feira escreveu o seguinte: “SOS interno em Loures para profissionais de back office irem ao covidário da urgência dar de beber água a médicos e enfermeiros, evitando colapso físico dos profissionais por desidratação”. Esta situação verificou-se no serviço de urgências, que vai sofrendo baixas. “À medida que a doença contamina e infeta médicos e enfermeiros, isso torna o serviço de urgência muito pesado”, explica. A situação agrava-se a cada dia que passa e os profissionais permanecem agora mais tempo com os fatos e materiais de equipamentos de proteção individual.

“Entram num processo de perda de água, de desidratação. É preocupante. Não têm tempo. No serviço de urgência são médicos geralmente novos, estão em exaustão física e psíquica. Se olharmos para a cara de um enfermeiro ou médico depois do turno, perdeu quilos de peso em água. Parece que ganham 10 anos. Depois recuperam com a hidratação. Hoje [segunda-feira] aconteceu o pré-colapso físico das pessoas que estão no serviço de urgência. Houve um apelo interno para que as pessoas que não são profissionais de saúde se predisporem a entrar na zona de covid da urgência para levar água, para ajudar a hidratação dos profissionais. Eles não conseguem sair…”

Ao Expresso, uma profissional daquele serviço confirma: “Na urgência estamos a ficar lá dentro dias inteiros ou noites sem comer nem beber. Andamos nas seis horas [com o fato, até à pausa; antes eram quatro horas] e às vezes mais que isso. São muitos doentes, é impossível”. Estão internados atualmente 220 doentes covid em enfermaria e UCI. No domingo, o hospital disse em comunicado que os doentes covid-19 ali hospitalizados representam 60% da capacidade do mesmo. Há doentes nas urgências ligados a ventiladores.


Para além da falta de espaço e de pessoal, há carência de macas. E isto promove um problema: as ambulâncias que levam os doentes, que não podem abandonar sem a sua maca, têm de esperar pelo escoamento do serviço, pelo que ficam ali imobilizadas, indisponíveis para irem buscar outros doentes com outras patologias. “Muitas vezes não temos sítio onde deitar os doentes. Não somos só nós, atenção, está a acontecer noutros sítios também. O doente está na ambulância porque não há uma maca onde deitar o doente. É um problema com que nos estamos a debater”, explica Meneses Oliveira.

Os doentes ora ficam em macas ou em cadeiras, até “nas nossas cadeiras”, revela a profissional de saúde ouvida pelo Expresso. A maioria de doentes que ali chega - de ambulância, sozinhos ou acompanhados - são doentes infetados com covid-19, que normalmente apresentam sintomas “mais graves” como febre alta, falta de ar e cansaço extremo. “Na urgência há uma carência enorme de pessoal”, admite. Há não muito tempo, aquele serviço chegou a ter num dia 50 doentes a cargo de uma médica especialista e dois internos. Oliveira Meneses aprofunda: “Quando vou lá abaixo [serviço de urgência], vejo colegas exaustos. Tiram a viseira, passam numa esquina, rasgam o fato de proteção e põem adesivo. Não podem sair porque têm tantos doentes para ver. Não conseguem abandonar. Na urgência estão a receber o embate desta onda, é um tsunami verdadeiro”.

Aquele serviço está a receber mais doentes do que aqueles que consegue ver, diagnosticar e tratar, explica o médico-intensivista. “Não há fim à vista. O que me assusta é que esta doença tem uma enorme capacidade de matar. Os milhares de pessoas que estiveram internados no país teriam morrido [sem esses cuidados]. Em Portugal só internamos doentes graves. Agora não internamos doentes com doença moderada, algo que aconteceu em março.”

E esclarece: “O meu testemunho direto é que há uma modificação no sentido de que os doentes muitos novos que recebemos e que conseguíamos tratar, não estamos a conseguir tratar”. Ou seja, há mortes “evitáveis” a acontecer. "O momento em que o doente entra está a ser adiado, por isso apanhamos os doentes num estado cada vez mais grave." Mais: se se verificarem mais óbitos em doentes mais jovens, explica, poderá querer dizer que esses doentes não estão a obter cuidados de saúde.

A profissional de saúde ouvida pelo Expresso desabafa ainda que, quando a pandemia for ultrapassada, não está certa de que continuará a ter a mesma profissão. “Nós sabemos que o mundo está a cair, aliás vemos em direto quando estamos na urgência. E não conseguimos fazer mais. Não somos heróis nenhuns, fazemos isto em qualquer altura do ano ou da vida. O problema é não conseguirmos fazer mais ou melhor…”

https://expresso.pt/coronavirus/202...to-e-ha-falta-de-profissionais-espaco-e-macas
 
E-mail recebido por mim:

CUF ao serviço dos clientes COVID-19 e não COVID-19

No contexto da pandemia de COVID-19 em Portugal, a CUF tem procurado, desde o início, conciliar a contenção da pandemia com a necessidade de continuar a servir a população, garantindo a segurança de clientes e colaboradores. Seguindo todos os protocolos de segurança, a CUF disponibiliza serviços tanto para doentes COVID-19 como para os restantes doentes.



DOENTES COVID-19


  1. A CUF recebe doentes COVID-19 nos serviços de internamento dos três maiores Hospitais: CUF Descobertas, CUF Porto, CUF Tejo;
  2. O internamento nestes hospitais está aberto, dentro da capacidade de camas existente em cada momento, a doentes da CUF que se dirijam diretamente a estes hospitais e a doentes transferidos pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), a pedido do Ministério da Saúde e em articulação com as Autoridades Regionais de Saúde;
  3. Os Serviços de Atendimento Permanente e de Atendimento Médico Não Programado estão abertos em todos os principais hospitais da Rede CUF para casos de insuficiência respiratória ou suspeita de COVID-19: CUF Cascais, CUF Descobertas, CUF Porto, CUF Santarém, CUF Sintra, CUF Tejo, CUF Torres Vedras e CUF Viseu, bem como na Clínica CUF Almada, dispondo de circuitos segregados para garantir toda a segurança de clientes e colaboradores;
  4. A CUF realiza testes COVID-19 com ou sem requisição médica, nomeadamente aos sábados e domingos. No caso de existir requisição médica, o teste será comparticipado de acordo com o seguro ou subsistema do cliente. Saiba mais aqui.


DOENTES NÃO COVID-19


Os hospitais e clínicas CUF continuam abertos para todos os doentes não COVID-19, tendo sempre em conta o mais estrito cumprimento das regras de segurança sanitária, que pode consultar no site cuf.pt. Em particular nos casos em que sejam necessários cuidados urgentes, os Atendimentos Permanentes e Atendimentos Médicos Não Programados dos Hospitais CUF estão preparados com circuitos segregados que garantem a segurança de clientes e colaboradores. Saiba mais aqui.

A CUF reitera o seu forte sentido de compromisso com o país e com todos os doentes, razão pela qual ao longo dos últimos 11 meses tem vindo a reforçar e a adaptar a resposta da rede CUF para ir ao encontro das necessidades mais prementes em cada momento. A CUF manterá esse compromisso, reavaliando a sua oferta consoante a evolução da situação epidemiológica do país. Saiba mais sobre a resposta CUF à COVID-19 aqui.


Como é que ainda não lhes puseram umas dúzias daquelas ambulâncias em espera, à porta??????? :confused:
 
E-mail recebido por mim:

CUF ao serviço dos clientes COVID-19 e não COVID-19

No contexto da pandemia de COVID-19 em Portugal, a CUF tem procurado, desde o início, conciliar a contenção da pandemia com a necessidade de continuar a servir a população, garantindo a segurança de clientes e colaboradores. Seguindo todos os protocolos de segurança, a CUF disponibiliza serviços tanto para doentes COVID-19 como para os restantes doentes.



DOENTES COVID-19


  1. A CUF recebe doentes COVID-19 nos serviços de internamento dos três maiores Hospitais: CUF Descobertas, CUF Porto, CUF Tejo;
  2. O internamento nestes hospitais está aberto, dentro da capacidade de camas existente em cada momento, a doentes da CUF que se dirijam diretamente a estes hospitais e a doentes transferidos pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), a pedido do Ministério da Saúde e em articulação com as Autoridades Regionais de Saúde;
  3. Os Serviços de Atendimento Permanente e de Atendimento Médico Não Programado estão abertos em todos os principais hospitais da Rede CUF para casos de insuficiência respiratória ou suspeita de COVID-19: CUF Cascais, CUF Descobertas, CUF Porto, CUF Santarém, CUF Sintra, CUF Tejo, CUF Torres Vedras e CUF Viseu, bem como na Clínica CUF Almada, dispondo de circuitos segregados para garantir toda a segurança de clientes e colaboradores;
  4. A CUF realiza testes COVID-19 com ou sem requisição médica, nomeadamente aos sábados e domingos. No caso de existir requisição médica, o teste será comparticipado de acordo com o seguro ou subsistema do cliente. Saiba mais aqui.


DOENTES NÃO COVID-19


Os hospitais e clínicas CUF continuam abertos para todos os doentes não COVID-19, tendo sempre em conta o mais estrito cumprimento das regras de segurança sanitária, que pode consultar no site cuf.pt. Em particular nos casos em que sejam necessários cuidados urgentes, os Atendimentos Permanentes e Atendimentos Médicos Não Programados dos Hospitais CUF estão preparados com circuitos segregados que garantem a segurança de clientes e colaboradores. Saiba mais aqui.

A CUF reitera o seu forte sentido de compromisso com o país e com todos os doentes, razão pela qual ao longo dos últimos 11 meses tem vindo a reforçar e a adaptar a resposta da rede CUF para ir ao encontro das necessidades mais prementes em cada momento. A CUF manterá esse compromisso, reavaliando a sua oferta consoante a evolução da situação epidemiológica do país. Saiba mais sobre a resposta CUF à COVID-19 aqui.


Como é que ainda não lhes puseram umas dúzias daquelas ambulâncias em espera, à porta??????? :confused:

Também recebi. Aqui em Viseu avisaram logo a 'minha' velhota que se desse positivo (como era para ficar internada teve de fazer o teste) teria de ser transferida para o Hospital de S. Teotónio. Eles aqui têm poucas camas. Cerca de 30 e quando a 'minha' velhota foi internada não tinham camas vagas. Ela teve de passar a noite no SO e aguardar uma alta no dia seguinte para seguir para a enfermaria. Teve alta ontem, já agora, mas a coisa está complicada...
Em meios mais pequenos, como Viseu, devem estar a ter mais afluência do que o normal porque pessoas que noutras circunstâncias iriam ao Hospital, têm medo e recorrem mais ao privado.
Em meios maiores com muita oferta de privados, a situação será, certamente, diferente.