Pandemia da COVID-19 2021

Parece-me que comeca a haver já um pequeno efeito das vacinas. Na Bélgica, enquanto que o numero de casos continua relativamente elevado com uma média diária de 2000 novos casos, as mortes continuam a descer. E como tem sido vacinados principalmente os mais idosos, é de notar já uma tendencia.

Irlanda também já reporta possiveis efeitos da vacinacao.

Ireland is beginning to see strong early evidence that its Covid-19 vaccine rollout is protecting healthcare workers and care home residents from catching the disease, health officials said on Thursday.

The country has administered almost 360,000 vaccines among its population of 4.9 million, so far to healthcare workers, care home residents and most recently people aged over 85. Just over 133,000 of those have received the second of their two doses.

The officials pointed to a sharp fall in the number of healthcare workers contracting the virus to below 300 last week from almost 1,400 in the final week in January.

There were also fewer than 200 cases in care homes last week versus 1,250 three weeks ago while the relative number of deaths in hospitals and homes are falling more rapidly than elsewhere after Ireland suffered its deadliest wave to date last month.
 
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Boas as palavras do Marcelo e que me parecem fazer todo o sentido. Parece que finalmente se está a prevenir, em vez de remediar. Há muitos internados, nos hospitais ainda está muito complicado. Desconfinar numa altura que os hospitais ainda estão com dificuldades em receber novos doentes? O que se iria fazer se aparecesse uma nova 4a vaga? Fechar tudo outra vez ou ter filas de 30 ambulâncias nos hospitais?
Parece que se aprendeu com os erros.

O meu primo trabalha num hospital da Grande Lisboa, e pelo menos nesse as coisas ainda estão muito complicadas. Não só em termos de espaço para novos doentes (É tudo muito à conta.. Para ser simpático), como desgaste total (E sanidade mental de alguns a falhar) da equipa médica. Nos hospitais e internamentos ainda está muito complicado (Pelo menos neste).

As declarações hoje do Presidente Marcelo. Assertivas e simples de entender:

Portanto, "a Páscoa é um tempo arriscado para mensagens confusas ou contraditórias, como, por exemplo, a de abrir sem critério antes da Páscoa, para nela fechar logo a seguir, para voltar a abrir depois dela". Se assim fosse, "quem é que levaria a sério o rigor pascal? É, pois, uma questão de prudência e de segurança manter a Páscoa como marco essencial para a estratégia em curso". Sendo certo que "desconfinar seria sedutor", existe, no entanto, "o outro prato na balança: números totais de internados e de internados nos cuidados intensivos ainda elevados", "razões que nos fazem pensar duas vezes".

Até porque - salientou mais do que uma vez - a vacinação ainda está a evoluir lentamente e a testagem também desacelerou: "Com a dupla segurança de vacinas e testes, seria mais fácil desconfinar."

Marcelo fez questão de recordar que Portugal teve os piores números do mundo há apenas um mês, e que só passaram três semanas desde que filas de ambulâncias se acumulavam nas urgências dos hospitais. E para já os números relativos aos internamentos em cuidados intensivos ainda são "mais do dobro" do que é recomendado para "evitar riscos".
 
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Boas as palavras do Marcelo e que me parecem fazer todo o sentido. Parece que finalmente se está a prevenir, em vez de remediar. Há muitos internados, nos hospitais ainda está muito complicado. Desconfinar numa altura que os hospitais ainda estão com dificuldades em receber novos doentes? O que se iria fazer se aparecesse uma nova 4a vaga? Fechar tudo outra vez ou ter filas de 30 ambulâncias nos hospitais?
Parece que se aprendeu com os erros.

O meu primo trabalha num hospital da Grande Lisboa, e pelo menos nesse as coisas ainda estão muito complicadas. Não só em termos de espaço para novos doentes (É tudo muito à conta.. Para ser simpático), como desgaste total (E sanidade mental de alguns a falhar) da equipa médica. Nos hospitais e internamentos ainda está muito complicado (Pelo menos neste).

A desculpa do número de internados em UCI já não pega.
Dentro de 2 a 3 semanas, a manter-se o número actual de infectados, já estará na ordem de grandeza dos 200-250. Não há hipótese nenhuma, mesmo desconfinando à bruta amanhã, que voltemos a atingir os 2000 casos diários nas próximas 2 a 3 semanas. Neste momento é dado adquirido, independentemente do que se faça, que o número de internados em UCI irá baixar dos 300 muito em breve.

As declarações hoje do Presidente Marcelo. Assertivas e simples de entender:

Portanto, "a Páscoa é um tempo arriscado para mensagens confusas ou contraditórias, como, por exemplo, a de abrir sem critério antes da Páscoa, para nela fechar logo a seguir, para voltar a abrir depois dela". Se assim fosse, "quem é que levaria a sério o rigor pascal? É, pois, uma questão de prudência e de segurança manter a Páscoa como marco essencial para a estratégia em curso". Sendo certo que "desconfinar seria sedutor", existe, no entanto, "o outro prato na balança: números totais de internados e de internados nos cuidados intensivos ainda elevados", "razões que nos fazem pensar duas vezes".

Até porque - salientou mais do que uma vez - a vacinação ainda está a evoluir lentamente e a testagem também desacelerou: "Com a dupla segurança de vacinas e testes, seria mais fácil desconfinar."

Marcelo fez questão de recordar que Portugal teve os piores números do mundo há apenas um mês, e que só passaram três semanas desde que filas de ambulâncias se acumulavam nas urgências dos hospitais. E para já os números relativos aos internamentos em cuidados intensivos ainda são "mais do dobro" do que é recomendado para "evitar riscos".

A Páscoa é daqui a 39 dias. Mas vendo bem, 20 dias depois da Páscoa é o 25 de abril e logo a seguir temos o 1º de maio e nesses dias há manifestações. É melhor confinar até lá para evitar riscos.
Pensando melhor, o Sporting vai festejar o campeonato em maio, portanto é melhor confinar até ao fim do campeonato de Futebol.
Mas menos de um mês depois são os santos populares, não podemos correr riscos, confinamos até 30 de junho.
Mas, espera... Logo a seguir vem o verão e as pessoas viajam, é melhor só abrirmos em setembro.
Setembro? Nem pensar! É melhor não arriscar abrir as escolas logo no início do ano lectivo, para não correr riscos abrimos em meados de outubro, devagarinho, as escolas.
Mas depois tínhamos que confinar especialmente para o dia de finados, é melhor adiarmos isto para meados de novembro.
Só que depois vem o Natal, e o último foi desastroso, aguardemos pelo início de janeiro.
Não, é melhor depois do Carnaval, já foram 2 anos sem Carnaval e as pessoas estão com saudades e vão correr riscos. Não podemos correr riscos, temos que ser uma sociedade absolutamente segura, fica para depois do Carnaval.
Mas... a Páscoa é só 47 dias depois...
 
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David sf, foste aqui a pessoa que mais defendeu o António Costa na decisão de ter um Natal aberto e à vontadinha. Por ti até a passagem de ano era de liberdade total. Disseste por aqui que as regras disparatadas, são para se fugir sempre que se possa. Não és a melhor pessoa neste tema, para falar das medidas mais acertadas, a meu ver. Esses argumentos mais uma vez não fazem qualquer sentido. Nessas alturas a maior parte da população está vacinada.

Para ti, numa pandemia, cada um deve fazer o que bem lhe apetece, e fugir às regras se cada um não concordar com elas... Muito sensato.
 
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Boas as palavras do Marcelo e que me parecem fazer todo o sentido. Parece que finalmente se está a prevenir, em vez de remediar. Há muitos internados, nos hospitais ainda está muito complicado. Desconfinar numa altura que os hospitais ainda estão com dificuldades em receber novos doentes? O que se iria fazer se aparecesse uma nova 4a vaga? Fechar tudo outra vez ou ter filas de 30 ambulâncias nos hospitais?
Parece que se aprendeu com os erros.

O meu primo trabalha num hospital da Grande Lisboa, e pelo menos nesse as coisas ainda estão muito complicadas. Não só em termos de espaço para novos doentes (É tudo muito à conta.. Para ser simpático), como desgaste total (E sanidade mental de alguns a falhar) da equipa médica. Nos hospitais e internamentos ainda está muito complicado (Pelo menos neste).

As declarações hoje do Presidente Marcelo. Assertivas e simples de entender:

Portanto, "a Páscoa é um tempo arriscado para mensagens confusas ou contraditórias, como, por exemplo, a de abrir sem critério antes da Páscoa, para nela fechar logo a seguir, para voltar a abrir depois dela". Se assim fosse, "quem é que levaria a sério o rigor pascal? É, pois, uma questão de prudência e de segurança manter a Páscoa como marco essencial para a estratégia em curso". Sendo certo que "desconfinar seria sedutor", existe, no entanto, "o outro prato na balança: números totais de internados e de internados nos cuidados intensivos ainda elevados", "razões que nos fazem pensar duas vezes".

Até porque - salientou mais do que uma vez - a vacinação ainda está a evoluir lentamente e a testagem também desacelerou: "Com a dupla segurança de vacinas e testes, seria mais fácil desconfinar."

Marcelo fez questão de recordar que Portugal teve os piores números do mundo há apenas um mês, e que só passaram três semanas desde que filas de ambulâncias se acumulavam nas urgências dos hospitais. E para já os números relativos aos internamentos em cuidados intensivos ainda são "mais do dobro" do que é recomendado para "evitar riscos".

As declarações do Marceço são ridículas. "Ai, se dissermos que podemos abrir algumas coisas mas isso não signfica que devam juntar 40 pessoas num almoço de Páscoa, os burros dos portugueses não vão perceber". Isto já resultou tão bem no passado. Lembram-se quando não havia máscaras para todos e em vez de se dizer isso resolveu-se inventar que as máscaras não eram para usar porque só davam uma "falsa sensação de segurança"? É que nem há pessoas ainda hoje a usar isso como argumento para dizer que não confiam no que as autoridades dizem
Se o governo quer confinar especificamente na Páscoa, que o diga de forma direta, sem pensar nas consequências eleitorais que isso possa ter. Se o SNS, já fraco antes de qualquer pandemia está de rastos e precisa de umas semanas de "férias", que seja dito isso às pessoas em vez de se fingir que com estes números é impossível pensar em reabrir
A falácia do argumento não-científico "Agora não podemos abrir, é só mantermo-nos fechados mais umas semanas e fica tudo bem, é só desta vez!" repetido eternamente já foi caricaturizado pelo @David sf
 
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Boas as palavras do Marcelo e que me parecem fazer todo o sentido. Parece que finalmente se está a prevenir, em vez de remediar. Há muitos internados, nos hospitais ainda está muito complicado. Desconfinar numa altura que os hospitais ainda estão com dificuldades em receber novos doentes? O que se iria fazer se aparecesse uma nova 4a vaga? Fechar tudo outra vez ou ter filas de 30 ambulâncias nos hospitais?
Parece que se aprendeu com os erros.

O meu primo trabalha num hospital da Grande Lisboa, e pelo menos nesse as coisas ainda estão muito complicadas. Não só em termos de espaço para novos doentes (É tudo muito à conta.. Para ser simpático), como desgaste total (E sanidade mental de alguns a falhar) da equipa médica. Nos hospitais e internamentos ainda está muito complicado (Pelo menos neste).

As declarações hoje do Presidente Marcelo. Assertivas e simples de entender:

Portanto, "a Páscoa é um tempo arriscado para mensagens confusas ou contraditórias, como, por exemplo, a de abrir sem critério antes da Páscoa, para nela fechar logo a seguir, para voltar a abrir depois dela". Se assim fosse, "quem é que levaria a sério o rigor pascal? É, pois, uma questão de prudência e de segurança manter a Páscoa como marco essencial para a estratégia em curso". Sendo certo que "desconfinar seria sedutor", existe, no entanto, "o outro prato na balança: números totais de internados e de internados nos cuidados intensivos ainda elevados", "razões que nos fazem pensar duas vezes".

Até porque - salientou mais do que uma vez - a vacinação ainda está a evoluir lentamente e a testagem também desacelerou: "Com a dupla segurança de vacinas e testes, seria mais fácil desconfinar."

Marcelo fez questão de recordar que Portugal teve os piores números do mundo há apenas um mês, e que só passaram três semanas desde que filas de ambulâncias se acumulavam nas urgências dos hospitais. E para já os números relativos aos internamentos em cuidados intensivos ainda são "mais do dobro" do que é recomendado para "evitar riscos".

Não existe nenhuma confiança no comportamento das pessoas e com razão, diga-se. Logo, os políticos preferem pecar por excesso do que por defeito porque da última vez que facilitaram, o resultado foi de 200 e 300 mortos por dia vítimas de uma doença contagiosa, filas de dezenas de ambulâncias à porta de hospitais, serviços de saúde a rebentar pelas costuras em todo o país, necessidade de ajuda internacional e acusações de responsabilidade directa nessas mortes. Eu cá, se tivesse de dar a cara por isso tudo, também era capaz de estar reticente. Principalmente porque não há garantia que o comportamento que nos levou a esse estado de coisas não se repita. Tudo na vida tem consequências. Comportámo-nos como idiotas irresponsáveis e estamos a ser tratados como irresponsáveis idiotas.
 
Não existe nenhuma confiança no comportamento das pessoas e com razão, diga-se. Logo, os políticos preferem pecar por excesso do que por defeito porque da última vez que facilitaram, o resultado foi de 200 e 300 mortos por dia vítimas de uma doença contagiosa, filas de dezenas de ambulâncias à porta de hospitais, serviços de saúde a rebentar pelas costuras em todo o país, necessidade de ajuda internacional e acusações de responsabilidade directa nessas mortes. Eu cá, se tivesse de dar a cara por isso tudo, também era capaz de estar reticente. Principalmente porque não há garantia que o comportamento que nos levou a esse estado de coisas não se repita. Tudo na vida tem consequências. Comportámo-nos como idiotas irresponsáveis e estamos a ser tratados como irresponsáveis idiotas.
E a culpa é só dos portugueses comuns? Dias antes desses 300 mortos por dia o Costa andava a teimar que as escolas tinham que permanecer abertas e depois que iam ser só "duas semanas de férias". O Marcelo andou a dizer que ia ter não sei quantas refeições com familiares
 
E a culpa é só dos portugueses comuns? Dias antes desses 300 mortos por dia o Costa andava a teimar que as escolas tinham que permanecer abertas e depois que iam ser só "duas semanas de férias". O Marcelo andou a dizer que ia ter não sei quantas refeições com familiares

Onde é que eu escrevi 'Portugueses comuns'? O que eu mais devo ter repetido neste fórum é que os políticos são reflexo do povo e parte integrante dele, não uma classe à parte como muitas vezes se quer fazer crer. Dito isto: não tenho qualquer confiança no nosso comportamento. Zero. E acho que tenho razões para isso. A diferença é que eu só sou responsável pelo meu. Sempre defendi que se as pessoas dessem uso à massa cinzenta com que foram abençoadas, este confinamento que vivemos seria absolutamente desnecessário. And yet, não só foi necessário como foi imprescindível.
 
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E mais, sinto um desprezo profundo e um odiozinho de estimação por todos cujo comportamento me impede a mim, que estou há praticamente um ano a fazer tudo o que posso para contribuir para o controlo desta situação, de ir trabalhar como devia estar a trabalhar ou ir cortar a porra do cabelo.
 
E mais, sinto um desprezo profundo e um odiozinho de estimação por todos cujo comportamento me impede a mim, que estou há praticamente um ano a fazer tudo o que posso para contribuir para o controlo desta situação, de ir trabalhar como devia estar a trabalhar ou ir cortar a porra do cabelo.

Anteontem estive a cortar partes do cabelo que ja tinham nos. Pareco um louco com o cabelo grande por causa do barbeiro estar fechado.
 
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Se o governo quer confinar especificamente na Páscoa, que o diga de forma direta, sem pensar nas consequências eleitorais que isso possa ter. Se o SNS, já fraco antes de qualquer pandemia está de rastos e precisa de umas semanas de "férias", que seja dito isso às pessoas em vez de se fingir que com estes números é impossível pensar em reabrir
A falácia do argumento não-científico "Agora não podemos abrir, é só mantermo-nos fechados mais umas semanas e fica tudo bem, é só desta vez!" repetido eternamente já foi caricaturizado pelo @David sf


É isso e o "temos que ganhar até à Pascoa o Verão e o Outono deste ano" :D

Quando chegarmos ao Verão: "temos que ganhar o Outono, o Inverno e o Natal.":D Quem se portar bem, recebe um bacalhau para o Natal... :D

Enfim, a juntar à irresponsabilidade das pessoas, temos um governo e presidente da treta que está mais preocupado com os afectos e tirar selfies.. :D

Só tenho pena de quem cumpre (e tem cumprido ao longo deste tempo todo) esteja a pagar por quem não cumpre e a ser tratado como "criança irresponsável"...
 
David sf, foste aqui a pessoa que mais defendeu o António Costa na decisão de ter um Natal aberto e à vontadinha. Por ti até a passagem de ano era de liberdade total. Disseste por aqui que as regras disparatadas, são para se fugir sempre que se possa. Não és a melhor pessoa neste tema, para falar das medidas mais acertadas, a meu ver. Esses argumentos mais uma vez não fazem qualquer sentido. Nessas alturas a maior parte da população está vacinada.

Para ti, numa pandemia, cada um deve fazer o que bem lhe apetece, e fugir às regras se cada um não concordar com elas... Muito sensato.

E continuo a defender a abertura dada no Natal, o problema foi não se ter conseguido manter os números baixos antes disso nem ter evitado aglomerações no comércio nos dias anteriores (que foram potenciadas pelas regras que fechavam o comércio às 13h ao fim de semana).
Aquilo que eu escrevi sobre a distância à Páscoa foi uma caricatura, mas é o que apetece responder quando estamos confinados apenas por algo que vai acontecer daqui a 5 semanas. É estúpido e torna claro que as autoridades do país nos fazem passar todos por estúpidos. Se é para vivermos na ignorância e sermos pastados então que escondam os números epidemiológicos, pois por muito irresponsável que a população seja sabe minimamente analisar os números que saem diariamente e entender que a pandemia está neste momento totalmente controlada. E se a população é irresponsável para fazer o que quer se houver um plano de desconfinamento a médio prazo, também o será para fazer o que quer ao aperceber-se que os números epidemiológicos estão actualmente bastante mais baixos do que alguma vez estiveram nos últimos 5 meses.
Defendi em janeiro que fosse toda a gente para casa. Não obedeço a restrições de circulação irrelevantes no contexto de combate à pandemia. Desde há 1 ano atrás que o único local com multidão onde estive foi na partida do Tour de France em Nice, ao ar livre e com polícia na rua a fiscalizar o uso de máscara. Considero que sempre tive um comportamento responsável. Não considero irresponsabilidade atravessar fronteiras de concelhos fechado dentro de um carro.
 
Nova variante do SARS-CoV-2 detectada em Nova Iorque
Uma das mutações da nova variante do coronavírus também está presente nas variantes inicialmente detectadas na África do Sul, no Brasil e no Reino Unido.

Uma nova variante do novo coronavírus SARS-CoV-2 foi detectada na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, local onde se está a espalhar rapidamente.

https://www.publico.pt/2021/02/25/c...riante-sarscov2-detectada-nova-iorque-1952082
 
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