
Pela primeira vez em vários vezes, a incidência de Portugal (mesmo com os dados errados da Madeira) desceu dos 100 casos por 100.000 habitantes em 14 dias. Eram estes os dados divulgados hoje, no Continente (com uma média de 72,9 casos):
- Norte: 67,4
- Centro: 56,1
- LVT: 138,4
- Alentejo: 45,8
- Algarve: 56,6
A incidência nos Açores aumentou nos últimos dias, estando agora à volta dos 60 casos por 100.000 habitantes.![]()
Cheira-me que ele está a usar a população apenas da AML, enquanto que LVT também junta o Oeste e o RibatejoUsando os dados da DRS Açores, o número de casos está estável há várias semanas, rondando os 40 casos por 100k habitantes a 14 dias.
LVT está muito abaixo desse valor que apresentas, andará a rondar os 107.



A situação no Brasil está absurdamente má, e com aquele bronco no poder a coisa não será facilmente controlada... A incidência curiosamente até nem é assim muito alta (Portugal teve uma incidência de 1600 casos por 100.000 habitantes em janeiro, mas o Brasil neste momento tem somente 500 e picos), mas vale a pena ressalvar que o Brasil tem um nível de testagem muito inferior a qualquer país da UE e, portanto, o número verdadeiro de casos é bastante superior aos 85.000 que são reportados diariamente.
Tenho alguns amigos portugueses que estão no Brasil e estão a ver se conseguem regressar a Portugal, já que possuem cidadania portuguesa, dada a gravidade da situação por lá.
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Quanto ao que acontece cá no burgo, só ontem é que eu reparei nisto: supostamente existem 40.000 casos ativos neste preciso momento, mas somente 17.600 casos em vigilância. Esperem lá, então os casos em vigilância não deveriam ser sempre mais que os casos ativos? Alguma coisa está errada naqueles números e, tendo em conta os dados diários da COVID, até diria que os números de casos em vigilância até acabam por estar mais próximos do valor real que o dos casos ativos...![]()
A situação no Brasil está absurdamente má, e com aquele bronco no poder a coisa não será facilmente controlada... A incidência curiosamente até nem é assim muito alta (Portugal teve uma incidência de 1600 casos por 100.000 habitantes em janeiro, mas o Brasil neste momento tem somente 500 e picos), mas vale a pena ressalvar que o Brasil tem um nível de testagem muito inferior a qualquer país da UE e, portanto, o número verdadeiro de casos é bastante superior aos 85.000 que são reportados diariamente.
Tenho alguns amigos portugueses que estão no Brasil e estão a ver se conseguem regressar a Portugal, já que possuem cidadania portuguesa, dada a gravidade da situação por lá.
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Quanto ao que acontece cá no burgo, só ontem é que eu reparei nisto: supostamente existem 40.000 casos ativos neste preciso momento, mas somente 17.600 casos em vigilância. Esperem lá, então os casos em vigilância não deveriam ser sempre mais que os casos ativos? Alguma coisa está errada naqueles números e, tendo em conta os dados diários da COVID, até diria que os números de casos em vigilância até acabam por estar mais próximos do valor real que o dos casos ativos...[/QUOTE
Nem tinha pensado nisso, mas basta olhar para a evolução do número de recuperados para perceber que há uma enorme subnotificação de recuperadosNão há, de modo nenhum, 40 000 casos activos. Seria preciso que todos os testados positivos dos últimos 31 dias ainda estivessem activos para que esse valor estivesse correcto.
O balanço de hoje dá ainda conta de mais um óbito no concelho de Porto de Mós. Em comunicado publicado na página de Facebook do município, o presidente da Câmara Jorge Vala esclarece que os dois óbitos registados nos dois últimos dias “são resultado da infeção covid mas de pessoas que já haviam recuperado”, daí que haja registo de menos duas pessoas recuperadas no concelho.


