Pandemia da COVID-19 2021



Criador da vacina Astrazeneca diz que não é possível alcançar imunidade de grupo.


Andrew Pollard, responsável pela criação da vacina Oxford/AstraZeneca, afirma que alcançar a imunidade de grupo "não é uma possibilidade" com a atual variante Delta em circulação pelo mundo.

O considerado pai da vacina AstraZeneca apresentou várias evidências, numa reunião com deputados britânicos, mostrando que as vacinas não impediram a disseminação da covid-19, o que significa que atingir a imunidade de grupo seria algo "mítico".

"O problema com este vírus é que não é sarampo. Se 95% das pessoas foram vacinadas contra o sarampo, o vírus não pode ser transmitido para a população", referiu Andrew Pollard, acrescentando que "a variante Delta vai ainda infetar as pessoas que já foram vacinadas e isso significa que qualquer pessoa que ainda não foi vacinada vai ser infetada com o vírus a qualquer momento e não temos nada que pare [completamente] essa transmissão".

https://www.jn.pt/mundo/criador-da-...vel-alcancar-imunidade-de-grupo-14024025.html


Gouveia e Melo: vacinando acima de 85% da população “muito provavelmente iremos atingir” a imunidade de grupo

https://www.publico.pt/2021/08/11/s...gualdade-distribuicao-vacinas-covid19-1973731

:unsure:

 
  • Gosto
Reactions: "Charneca" Mundial

Criador da vacina Astrazeneca diz que não é possível alcançar imunidade de grupo.


Andrew Pollard, responsável pela criação da vacina Oxford/AstraZeneca, afirma que alcançar a imunidade de grupo "não é uma possibilidade" com a atual variante Delta em circulação pelo mundo.

O considerado pai da vacina AstraZeneca apresentou várias evidências, numa reunião com deputados britânicos, mostrando que as vacinas não impediram a disseminação da covid-19, o que significa que atingir a imunidade de grupo seria algo "mítico".

"O problema com este vírus é que não é sarampo. Se 95% das pessoas foram vacinadas contra o sarampo, o vírus não pode ser transmitido para a população", referiu Andrew Pollard, acrescentando que "a variante Delta vai ainda infetar as pessoas que já foram vacinadas e isso significa que qualquer pessoa que ainda não foi vacinada vai ser infetada com o vírus a qualquer momento e não temos nada que pare [completamente] essa transmissão".

https://www.jn.pt/mundo/criador-da-...vel-alcancar-imunidade-de-grupo-14024025.html


Gouveia e Melo: vacinando acima de 85% da população “muito provavelmente iremos atingir” a imunidade de grupo

https://www.publico.pt/2021/08/11/s...gualdade-distribuicao-vacinas-covid19-1973731

:unsure:

Muito honestamente, acho que em relação a este virus ninguém tem a certeza de nada. Estas incongruências entre OMS, Ordem dos médicos, DGS, Ministério da Saúde, PR, PM, etc... fazem com que certos negacionistas ganhem força e coloquem o procedimento da vacinação em dúvida para umas tantas outras que ainda estão reticentes.

Por muito que nos custe, duvido que a mascara e o distanciamento saiam do nosso vocabulário tão depressa (ao contrário do que tem vindo a ser divulgado), pois a seguir a esta variante virão outras, que nos obrigarão no mínimo a reforçar com uma 3ª, 4ª dose, etc.

Temos de nos mentalizar que a normalidade que conhecíamos antes de 2020 ainda vai demorar a voltar, e que temos de aprender a conviver com este virus, não sacrificando uma das necessidades que o ser humano tem, nesta sua tão frágil vida: socializar (mas com os devidos cuidados)!

Obviamente que sem as vacinas estaríamos agora com um pesadelo em mãos pior que Janeiro, ou então estaríamos todos trancados outra vez em casa.
 
  • Gosto
Reactions: Thomar
Muito honestamente, acho que em relação a este virus ninguém tem a certeza de nada.

Essa é que é a questão, neste momento ninguém pode afirmar nada com certeza absoluta.

Há muitas interrogações sobre as vacinas, umas completamente negacionistas, sem qualquer interesse e baseadas em desinformação/fake news, outras até são fundamentadas e lançam o debate, sobre qual a duração da imunidade, efetividade tendo em conta a Idade..etc... se vão ser precisas novas doses e quantas, mas tudo ainda muito indefinido. Fala-se muito de imunidade de grupo, mas quando o criador de umas vacinas vem dizer que isso é um "mito" e que não vai ser atingido, quem somos nós para por isso em causa ( se calhar até convém que seja assim ) quer queiramos quer não, quantas mais vacinas produzirem e venderem as farmacêuticas, melhor para o "negócio"... :unsure:

Outra coisa que me causa alguma apreensão é o facto de estarmos no Verão, em regra é uma altura do ano com menos actividade dos vírus. Como será quando entrar o Outono/Inverno? Mesmo com muito mais pessoas vacinadas, alunos etc... ( que também contraem e transmitem) com a variante Delta ou outras que surjam, será que não iremos assitir a uma escalada de casos que nos "mande novamente para casa"? Tudo muito incerto.. e oxalá esteja redondamente enganado.. :unsure:

Concordo com o uso da máscara, eu não a deixei de usar mesmo na rua e sem ninguém à minha volta.... mais vale prevenir...
 
Última edição:
Essa é que é a questão, neste momento ninguém pode afirmar nada com certeza absoluta.

Há muitas interrogações sobre as vacinas, umas completamente negacionistas, sem qualquer interesse e baseadas em desinformação/fake news, outras até são fundamentadas e lançam o debate, sobre qual a duração da imunidade, efetividade tendo em conta a Idade..etc... se vão ser precisas novas doses e quantas, mas tudo ainda muito indefinido. Fala-se muito de imunidade de grupo, mas quando o criador de umas vacinas vem dizer que isso é um "mito" e que não vai ser atingido, quem somos nós para por isso em causa ( se calhar até convém que seja assim ) quer queiramos quer não, quantas mais vacinas produzirem e venderem as farmacêuticas, melhor para o "negócio"... :unsure:

Outra coisa que me causa alguma apreensão é o facto de estarmos no Verão, em regra é uma altura do ano com menos actividade dos vírus. Como será quando entrar o Outono/Inverno? Mesmo com muito mais pessoas vacinadas, alunos etc... ( que também contraem e transmitem) com a variante Delta ou outras que surjam, será que não iremos assitir a uma escalada de casos que nos "mande novamente para casa"? Tudo muito incerto.. e oxalá esteja redondamente enganado.. :unsure:

Concordo com o uso da máscara, eu não a deixei de usar mesmo na rua e sem ninguém à minha volta.... mais vale prevenir...

Essa é outra questão preocupante.

O R(t) deveria estar bem mais baixo com a velocidade a que a vacinação está a decorrer. Pouco fica abaixo de 1...

Esta nova variante baralhou as contas todas, sem dúvida!

Se estivéssemos no inverno andaríamos pelos 4000-6000 casos por dia. As restrições vão regressar, quase de certeza em Out./Nov.. O que não vai regressar de certeza é o confinamento geral como em Janeiro (a não ser que venha uma variante mais forte e volte a baralhar tudo de novo).

Tenho esperança que mais tarde ou mais cedo virá uma variante que enfraquecerá o virus. Veremos!
 
Isso de o verão ter menor atividade viral é treta... Dependendo da temperatura, o verão tem uma atividade viral semelhante à do inverno - os vírus só começam a perder atividade vital a temperaturas superiores a 40ºC (digamos que "desnaturam", tal como as proteínas do ovo) e a maioria dos países europeus não atinge essas temperaturas. Basta ver que, se assim fosse, os países tropicais não teriam doenças provocados por vírus, e toda a gente sabe que isso não é verdade... :hmm:

E mesmo isso da COVID-19 propagar-se menos durante o verão foi, na altura, uma investigação feita no antiquíssimo mês de março de 2020. Entretanto a pandemia propagou-se bastante em países quentes, e países como a Índia, Marrocos ou o Brasil tiveram picos da pandemia em pleno mês de verão. Mesmo na Europa, há a perceção errada de que a segunda vaga começou no outono, mas na realidade países como Espanha, França ou a República Checa já atingiam máximos históricos em pleno verão, em meados e fins de agosto de 2020. Pela mesma altura, Portugal vivia um momento de calmaria pandémica, já que a primeira vaga tinha terminado, a segunda vaga ainda estava por vir e o surto que ocorreu na Área Metropolitana de Lisboa tinha acabado de ser controlado uma semana e meia antes... :intrigante:

No caso da América Latina temos um claro exemplo de que isso da COVID ser mais transmissível no inverno é falso: no Uruguai, por exemplo, o pico da pandemia deu-se no verão de 2020/2021 e o mesmo pode ser dito da África do Sul e Argentina. Depois temos o caso do Chile, que atingiu máximos históricos em pleno verão e no último mês os casos e mortes decresceram e bem, ainda que estejam em pleno inverno por lá (e tiveram uma vaga de frio recentemente no país). :unsure:
 
Unilabs confirma "problema" no frigorifico das vacinas no Queimódromo do Porto.

https://www.jn.pt/nacional/unilabs-...vacinas-no-queimodromo-do-porto-14028507.html

Covid-19: vacinação suspensa no Queimódromo do Porto, doses usadas podem ser “consideradas nulas”

https://www.publico.pt/2021/08/12/s...dromo-porto-alegada-falha-cadeia-frio-1973862


A falha ocorreu no frigorífico onde estavam armazenadas vacinas da Pfizer e da Janssen, que foram administradas a 980 jovens, entre os 20 e os 30 anos, nos dias 9 e 10 de agosto, segundo a versão corrigida da "task-force", que, em comunicado, tinha referido os dias 10 e 11. Há ainda mais cerca de mil doses que estão "em vigilância"

https://www.jn.pt/nacional/falha-de...-em-risco-a-saude-dos-vacinados-14026902.html

Espera-se portanto que não ocorram problemas nas cerca de 980 pessoas que levaram estas vacinas eventualmente já estragadas :unsure:

Um medicamento estragado pode causar sérios problemas ou reacções graves indesejadas.

Pelos vistos, estas pessoas poderão ser inoculadas novamente e a vacina considerada nula, mas como irá ser avaliado se precisam ou não e que a sua dose (em particular) estava estragada e perdeu eficácia? :unsure:
 
Última edição:
:bombar:

Centros de vacinação de Loures e Odivelas vão estar abertos até à 1 da manhã com DJ.

O próximo fim de semana será dedicado à vacinação dos jovens de 16 e 17 anos e os centros de Loures e Odivelas vão estar abertos até à 1 hora de domingo com DJ, revelou esta quinta-feira à noite na Sic o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo.

https://www.jn.pt/nacional/centros-...bertos-ate-a-1-da-manha-com-djs-14028923.html

Sai um Pfeizer duplo com duas pedrinhas de gelo para a mesa 3, se faz favor :bombar::amigos:
 
  • Gosto
Reactions: "Charneca" Mundial
They found that at least 11.1% of COVID-19 patients in 314 UK hospitals were infected after admission. The proportion of COVID-19 patients infected in hospital also rose to between 16% and 20% in mid-May 2020, long after the peak of admissions in the first wave.

The researchers said: "We estimate between 5,699 and 11,862 patients admitted in the first wave were infected during their stay in hospital. This is, unfortunately, likely to be an underestimate, as we did not include patients who may have been infected but discharged before they could be diagnosed."

More than one in ten COVID-19 patients infected in hospital in first pandemic wave
 
  • Gosto
Reactions: "Charneca" Mundial